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	<title>Desintrusão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Desintrusão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo planeja operações em seis territórios indígenas após ações na área yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2023 22:26:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Desintrusão]]></category>
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					<description><![CDATA[Em coletiva de imprensa realizada em Brasília nesta segunda-feira (20), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anunciou que o governo federal pretende realizar operações de desintrusão em seis terras indígenas ao longo deste ano, seguindo o exemplo da retirada de garimpeiros na área yanomami em Roraima. A desintrusão é o processo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em coletiva de imprensa realizada em Brasília nesta segunda-feira (20), o ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, anunciou que o governo federal pretende realizar operações de desintrusão em seis terras indígenas ao longo deste ano, seguindo o exemplo da retirada de garimpeiros na área yanomami em Roraima. A desintrusão é o processo de remoção de ocupantes não indígenas de áreas legalmente demarcadas como terras indígenas.</p>
<p>&#8220;Encerrada a Operação Yanomami, vamos dar continuidade às operações de desintrusão. Temos mais seis desintrusões para realizar ao longo deste ano&#8221;, anunciou o ministro. De acordo com o ministro Flávio Dino, as próximas operações de desintrusão em terras indígenas devem ocorrer em seis áreas prioritárias, localizadas em estados da Amazônia Legal: Karipuna e Uru-Eu-Wau-Wau, em Rondônia; Kayapó, Mundurucu e Trincheira Bacajá, no Pará; e Arariboia, no Maranhão.</p>
<p>O objetivo do governo é remover ocupantes não originários dessas áreas, assim como ocorreu na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, onde a operação deve durar até abril. O ministro admitiu, no entanto, que ainda há presença residual de garimpeiros na região.  &#8220;É uma presença muito pequena, tendente a zero.&#8221; Segundo o ministro, uma das dificuldades na área tem sido o apoio que invasores recebem dos próprios indígenas. &#8220;Ainda temos a presença de garimpeiros e temos ainda, infelizmente, uma situação em que, por vezes, indígenas defendem a presença de garimpeiros, reagem à presença das forças de segurança&#8221;, afirmou.</p>
<p>Durante o balanço apresentado à imprensa em Brasília, Flávio Dino destacou as ações realizadas pelas forças de segurança na Terra Indígena Yanomami, incluindo a destruição de 70 balsas e 140 aeronaves, embarcações e motores. Além disso, foram cumpridos 28 mandados de busca e apreensão na área criminal, bloqueados R$ 68 milhões e abertos 49 procedimentos administrativos. As ações resultaram em 20 prisões em flagrante e duas preventivas.</p>
<p>&#8220;Nossa visão é que, no mês de abril, essa desintrusão seja concluída. No dia 6 de abril, haverá retomada do controle do espaço aéreo&#8221;, disse o ministro da Justiça. Ele informou que a Força Nacional de Segurança permanecerá na área yanomami ao longo dos próximos meses, mesmo após a retirada dos invasores.</p>
<p>O Ministério da Justiça anunciou a entrega de uma base fluvial da Polícia Federal nos próximos dias na região do Vale do Javari, no Amazonas. A área é conhecida por abrigar a maior concentração de indígenas isolados do país. A base, que tem capacidade para 200 pessoas, foi recuperada e será utilizada no patrulhamento dos rios da região. A construção da base tem como objetivo reforçar a segurança na região, que foi palco do assassinato do jornalista britânico Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira em junho do ano passado.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>A Polícia Federal inicia a ação de destruição de equipamentos utilizados por garimpeiros na Terra Indígena Yanomami</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Feb 2023 13:58:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desintrusão]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[TI Yanomami]]></category>
		<category><![CDATA[yanomami]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (10), a Polícia Federal iniciou a implementação de medidas para erradicar o garimpo na Terra Indígena Yanomami. O objetivo é interromper a logística criminosa, enfocando a inativação dos equipamentos utilizados para o garimpo ilegal e a coleta de provas da atividade criminosa. Estas ações estão sendo realizadas como parte da Operação Libertação.</p>
<p>“O foco principal, neste momento, é interromper a prática criminosa e proporcionar a total e efetiva retirada dos não indígenas da Terra Yanomami, preservando os direitos humanos de todos os envolvidos”, informou a PF – que conta com a ajuda de Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), da Fundação Nacional do Índio (Funai), da Força Nacional e do Ministério da Defesa.</p>
<p>Em uma declaração, o diretor responsável pelo Meio Ambiente e Amazônia da Polícia Federal, Humberto Freire, esclareceu que o foco das ações é a logística criminosa e a apreensão de provas materiais, e não nas pessoas envolvidas. Isso é feito para evitar complicações na retirada de pessoas que não são índias da Terra Yanomami.</p>
<p>De acordo com o diretor, é importante ter precaução para evitar problemas, uma vez que alguns garimpeiros estão tendo dificuldades para sair da área. Ele expressa preocupação em evitar que eles fiquem sem as condições mínimas de sobrevivência. “Não podemos esquecer que o foco principal da operação é a desintrusão total dos não índios da TI Yanomami”, justificou.</p>
<p>&nbsp;</p>
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