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	<title>Desemprego &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Desemprego &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Desemprego no Brasil chega a 5,4% no início de 2026, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-no-brasil-chega-a-54-no-inicio-de-2026-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2026 12:30:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[população ocupada]]></category>
		<category><![CDATA[Recuo]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, segundo dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa uma leve alta em relação ao trimestre anterior, quando a desocupação havia atingido 5,1%. Mesmo com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A taxa de desemprego no Brasil foi de 5,4% no trimestre encerrado em janeiro de 2026, segundo dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O índice representa uma leve alta em relação ao trimestre anterior, quando a desocupação havia atingido 5,1%.</p>
<p>Mesmo com a pequena elevação, o percentual permanece em um dos níveis mais baixos desde o início da série histórica da pesquisa, iniciada em 2012. O resultado indica que o mercado de trabalho brasileiro segue em patamar favorável quando comparado aos últimos anos.</p>
<p>No período analisado, aproximadamente 6 milhões de pessoas estavam desempregadas, ou seja, buscavam trabalho, mas não conseguiram ocupação. Esse contingente integra a população economicamente ativa que tenta ingressar no mercado formal ou informal.</p>
<p>Os dados também mostram que o número de trabalhadores ocupados continua elevado no país. Em 2025, por exemplo, a população com algum tipo de emprego chegou a cerca de 103 milhões de pessoas, o maior volume já registrado pela pesquisa do IBGE.</p>
<p>Outro ponto observado pelo levantamento é a manutenção de um nível relevante de trabalhadores por conta própria e de atividades informais, característica estrutural do mercado de trabalho brasileiro. Ainda assim, indicadores recentes apontam uma redução gradual da informalidade ao longo dos últimos anos.</p>
<p>A Pnad Contínua é a principal pesquisa utilizada para acompanhar a evolução do emprego no país. O estudo reúne informações trimestrais sobre ocupação, desemprego, rendimento e características da força de trabalho, permitindo avaliar tendências e mudanças no mercado laboral brasileiro.</p>
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		<title>Desemprego cai a 5,4% e Brasil registra melhor resultado da série histórica</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-cai-a-54-e-brasil-registra-melhor-resultado-da-serie-historica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Nov 2025 14:29:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministerio do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil encerrou o trimestre móvel terminado em outubro com taxa de desemprego de 5,4%, o menor patamar desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram um mercado de trabalho aquecido e com avanços simultâneos em ocupação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil encerrou o trimestre móvel terminado em outubro com taxa de desemprego de 5,4%, o menor patamar desde o início da série histórica da Pnad Contínua, em 2012. Os dados, divulgados nesta sexta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram um mercado de trabalho aquecido e com avanços simultâneos em ocupação formal e rendimento.</p>
<p>O recuo em relação ao trimestre anterior, quando a taxa estava em 5,6%, confirma a tendência de melhora contínua do emprego. Frente ao mesmo período de 2024, quando o índice marcava 6,2%, a queda é ainda mais expressiva.</p>
<h3>Recordes de ocupação e renda</h3>
<p>O total de desocupados caiu para 5,910 milhões de pessoas, o menor contingente já registrado pela pesquisa. O número representa 788 mil brasileiros a menos em busca de emprego na comparação anual, uma redução de 11,8%.</p>
<p>A ocupação formal também atingiu um marco histórico: 39,182 milhões de trabalhadores com carteira assinada, o maior volume medido pelo IBGE. O rendimento médio real, de R$ 3.528, também é o maior da série.</p>
<p>Esses resultados contrastam com o pior momento já registrado pela pesquisa, durante a pandemia de covid-19, quando a taxa de desemprego chegou a 14,9% em 2020 e 2021.</p>
<h3>Como o IBGE mede o desemprego</h3>
<p>A Pnad Contínua considera desocupadas apenas as pessoas que procuraram trabalho nos 30 dias anteriores à entrevista. O levantamento abrange todas as formas de ocupação — formal, informal, temporária e trabalho por conta própria — e visita 211 mil domicílios em todo o país.</p>
<h3>Sinais do Caged também são positivos</h3>
<p>Os dados da Pnad foram divulgados um dia após o Ministério do Trabalho e Emprego apresentar o resultado do Caged, que acompanha exclusivamente vagas formais. Em outubro, houve saldo positivo de 85,1 mil postos de trabalho. No acumulado de 12 meses, o saldo chega a 1,35 milhão de novas vagas com carteira assinada.</p>
<p>Com indicadores convergindo, o país encerra 2025 com sinais robustos de recuperação e fortalecimento do mercado de trabalho formal e informal.</p>
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		<item>
		<title>Desemprego atinge menor nível da história em 14 estados, aponta IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-atinge-menor-nivel-da-historia-em-14-estados-aponta-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Feb 2025 13:26:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
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					<description><![CDATA[O desemprego atingiu o menor patamar já registrado em 14 estados brasileiros ao longo de 2024, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa, que acompanha o mercado de trabalho desde 2012, revelou que a taxa média [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O desemprego atingiu o menor patamar já registrado em 14 estados brasileiros ao longo de 2024, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta sexta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A pesquisa, que acompanha o mercado de trabalho desde 2012, revelou que a taxa média de desocupação no país foi de 6,6% no ano passado.</p>
<p>Entre os estados que registraram os menores índices de desemprego da série histórica estão:</p>
<ul>
<li><strong>Rio Grande do Norte</strong> (8,5%)</li>
<li><strong>Amazonas</strong> (8,4%)</li>
<li><strong>Amapá</strong> (8,3%)</li>
<li><strong>Alagoas</strong> (7,6%)</li>
<li><strong>Maranhão</strong> (7,1%)</li>
<li><strong>Ceará</strong> (7%)</li>
<li><strong>Acre</strong> (6,4%)</li>
<li><strong>São Paulo</strong> (6,2%)</li>
<li><strong>Tocantins</strong> (5,5%)</li>
<li><strong>Minas Gerais</strong> (5%)</li>
<li><strong>Espírito Santo</strong> (3,9%)</li>
<li><strong>Mato Grosso do Sul</strong> (3,9%)</li>
<li><strong>Santa Catarina</strong> (2,9%)</li>
<li><strong>Mato Grosso</strong> (2,6%)</li>
</ul>
<p>O levantamento do IBGE considera pessoas com 14 anos ou mais e abrange diversas formas de ocupação, incluindo empregos formais, informais, temporários e autônomos. A pesquisa é realizada em 211 mil domicílios distribuídos por todas as unidades da federação.</p>
<h3>Panorama regional</h3>
<p>No recorte por regiões, Norte (7%), Sudeste (6,4%), Sul (4,2%) e Centro-Oeste (5,4%) alcançaram as menores taxas de desocupação já registradas desde 2012. Já no Nordeste, a taxa foi de 9%, a menor desde 2015, mas ainda superior ao recorde histórico de 8,6%, atingido em 2014.</p>
<p>As maiores taxas médias de desemprego em 2024 foram verificadas na Bahia (10,8%), Pernambuco (10,8%) e Distrito Federal (9,6%).</p>
<h3>Informalidade segue alta</h3>
<p>Apesar da redução no desemprego, a informalidade ainda representa uma parcela significativa do mercado de trabalho. Segundo o IBGE, em 2024, 39% da população ocupada atuava de maneira informal. Os estados com as maiores taxas foram Pará (58,1%), Piauí (56,6%) e Maranhão (55,3%). Em contrapartida, os menores índices foram registrados em Santa Catarina (26,4%), Distrito Federal (29,6%) e São Paulo (31,1%).</p>
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		<item>
		<title>Desemprego no Brasil cai para 7,1%, menor nível desde 2014</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-no-brasil-cai-para-71-menor-nivel-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 14:20:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de Desocupação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil registrou um importante marco no mercado de trabalho: a taxa de desocupação caiu para 7,1% no trimestre encerrado em maio, o menor índice para o período desde 2014. O dado, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28), representa uma queda em comparação com os 7,8% registrados no trimestre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil registrou um importante marco no mercado de trabalho: a taxa de desocupação caiu para 7,1% no trimestre encerrado em maio, o menor índice para o período desde 2014. O dado, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta sexta-feira (28), representa uma queda em comparação com os 7,8% registrados no trimestre anterior e os 8,3% no mesmo período de 2023. Este é o menor índice registrado desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015, quando a taxa ficou em 6,9%.</p>
<p>A população desocupada no país — pessoas com 14 anos ou mais que procuravam emprego — diminuiu para 7,8 milhões em maio. Este número representa uma queda de 751 mil pessoas em comparação ao trimestre encerrado em fevereiro de 2024 e 1,2 milhão em relação ao mesmo período de 2023.</p>
<p>A população ocupada alcançou 101,3 milhões de pessoas, um recorde na série histórica do IBGE. Esse número é 1,1 milhão superior ao do trimestre anterior e 2,9 milhões acima do registrado em maio de 2023. A expansão foi impulsionada tanto pelo aumento de empregados formais quanto informais, refletindo a recuperação e o crescimento de diversas atividades econômicas.</p>
<p>O número de empregados com carteira assinada atingiu um recorde de 38,3 milhões, um resultado de crescimentos contínuos a cada trimestre. O número de empregados sem carteira assinada também foi o maior já registrado, totalizando 13,7 milhões. Setores como administração pública, educação, saúde e serviços sociais foram destaque na criação de vagas, enquanto o setor de transporte, armazenagem e correio apresentou uma leve redução.</p>
<p>O rendimento médio dos trabalhadores no trimestre encerrado em maio foi de R$ 3.181, estável em relação ao trimestre anterior e 5,6% maior na comparação anual. Este é o maior valor registrado para um trimestre encerrado em maio desde o início da pandemia, que afetou severamente a economia e o mercado de trabalho. A massa de rendimentos, que soma a renda total recebida pelos trabalhadores, atingiu o recorde de R$ 317,9 bilhões, um valor que contribui significativamente para a economia, seja pelo consumo ou pela poupança.</p>
<p><strong>Informalidade e Contribuição para a Previdência</strong></p>
<p>A taxa de informalidade foi de 38,6% da população ocupada, equivalente a 39,1 milhões de trabalhadores informais. Este grupo inclui principalmente empregados sem carteira assinada, empregadores e trabalhadores por conta própria sem CNPJ. Apesar disso, o país também registrou um recorde no número de trabalhadores contribuindo para a previdência social, com 66,171 milhões no trimestre encerrado em maio, representando 65,3% da população ocupada.</p>
<p>A contínua queda na taxa de desemprego, aliada ao crescimento da ocupação e da massa salarial, indica uma recuperação econômica robusta, com potencial para sustentar o crescimento econômico e a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores brasileiros.</p>
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		<item>
		<title>Taxa média de desemprego em 2023 é a menor desde 2014</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/taxa-media-de-desemprego-em-2023-e-a-menor-desde-2014/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2024 19:01:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PNAD]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa média de desocupação em 2023 ficou em 7,8%. Esse resultado anual é o menor desde 2014, quando o indicador marcou 7%. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O desemprego médio do ano passado foi [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A taxa média de desocupação em 2023 ficou em 7,8%. Esse resultado anual é o menor desde 2014, quando o indicador marcou 7%. O dado faz parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada nesta quarta-feira (31) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O desemprego médio do ano passado foi 1,8 ponto percentual (pp) menor que o nível de 2022, com 9,6%. O resultado confirma tendência já apresentada em 2022 de recuperação do mercado de trabalho após o impacto da pandemia da covid-19.</p>
<p>O levantamento revela que a população média ocupada atingiu um recorde, subindo para 100,7 milhões de pessoas em 2023, com crescimento de 3,8% na comparação com 2022. Na outra ponta, houve redução de 17,6% no número médio de pessoas desocupadas entre 2022 e 2023, chegando a 8,5 milhões.</p>
<h2>Trajetória</h2>
<p>A série histórica do IBGE começa em 2012, quando a taxa de desocupação média ficou em 7,4%. O menor índice já registrado foi em 2014 (7%). Em 2019, último ano antes de começar a pandemia, o desemprego era de 11,8%, e chegou a alcançar 14% em 2021, pico da série.</p>
<h2>Tipo de contratação</h2>
<p>O ano de 2023 terminou com recorde do número de empregados com carteira de trabalho assinada, 37,7 milhões, alta de 5,8% na comparação com o ano anterior.</p>
<p>O contingente de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado também mostrou aumento (5,9%), chegando a 13,4 milhões de pessoas, configurando o pico da série.</p>
<p>A quantidade de trabalhadores por conta própria somou 25,6 milhões no ano passado, subindo 0,9% em 12 meses. A taxa anual de informalidade passou de 39,4% para 39,2% entre 2022 e 2023.</p>
<p>O nível da ocupação do mercado de trabalho brasileiro &#8211; percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar &#8211; foi estimado em 57,6% em 2023. Isso representa alta de 1,6 ponto percentual na comparação com 2022. O maior nível já apontado ocorreu em 2013, com 58,3%.</p>
<h2>Rendimento</h2>
<p>O rendimento real de 2023 foi estimado pelo IBGE em R$ 2.979, alta de R$ 199 na comparação com 2022. Esse crescimento de 7,2% supera a inflação oficial acumulada no ano passado, de 4,62%. O valor se aproxima do maior registrado na série histórica, R$ 2.989, em 2014.</p>
<h2>4º trimestre</h2>
<p>Considerando apenas os dados trimestrais de emprego, que oferecem uma análise mais recente do comportamento do mercado de trabalho brasileiro, o último trimestre de 2023 teve taxa de desocupação de 7,4%. A população ocupada chegou a 101 milhões. Para efeito de comparação, no terceiro trimestre, o nível de desemprego foi 7,7%.</p>
<p>O período de três meses encerrado em dezembro de 2023 apresentou a menor taxa desde o trimestre encerrado em janeiro de 2015. Observando apenas os trimestres encerrados em dezembro, o número é o mais baixo desde 2014.</p>
<p>De acordo com a coordenadora da Pnad, Adriana Beringuy, os últimos meses do ano terminaram com mais vagas de trabalho de forma disseminada pela economia.</p>
<p>“Houve expansão em diversos segmentos. Nos últimos resultados, notávamos um movimento mais concentrado no setor de serviços. Para este trimestre encerrado em dezembro, indústria e construção também contribuíram significativamente.”</p>
<p>No trimestre, o rendimento do trabalhador brasileiro ficou em R$ 3.032, sem variação significativa na comparação trimestral e aumento de 3,1% no ano.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>Confrontando o terceiro e quarto trimestres de 2023, o grupamento indústria geral cresceu 2,5%, acrescentando 322 mil vagas. A construção teve expansão de 2,7%, o que representou 198 mil novos postos de trabalho. O grupo transporte, armazenagem e correio adicionou 237 mil empregos (+4,3%). O segmento outros serviços apresentou evolução de 5,8% no quantitativo de mão de obra, somando 302 mil vagas. Já os serviços domésticos ocuparam mais 228 mil pessoas (+3,9%).</p>
<p>Apenas o grupo de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura teve redução na comparação (-4,8%), menos 403 mil pessoas.</p>
<h2>Caged</h2>
<p>Nesta terça-feira (30) o Ministério do Trabalho e Emprego divulgou dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que avalia apenas o comportamento dos postos de trabalho formal, ou seja, com carteira assinada. Em 2023, o Brasil registrou saldo positivo de 1.483.598 vagas. O salário médio de admissão foi R$ 2.037,94.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Desemprego cai para 7,7% no terceiro trimestre</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-cai-para-77-no-terceiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Oct 2023 14:33:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desemprego no Brasil caiu para 7,7% no terceiro trimestre deste ano. No segundo trimestre, o índice era 8% e no terceiro trimestre do ano passado, 8,7%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira (31), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A taxa de desemprego no Brasil caiu para 7,7% no terceiro trimestre deste ano. No segundo trimestre, o índice era 8% e no terceiro trimestre do ano passado, 8,7%. Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira (31), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>É o menor nível de desemprego desde o último trimestre de 2014 (6,6%). A população desempregada ficou em 8,3 milhões no terceiro trimestre deste ano, 3,8% abaixo do trimestre anterior e 12,1% a menos do que o terceiro trimestre de 2022.</p>
<p>Já a população ocupada foi de 99,8 milhões, o que representou uma alta de 0,9% em relação ao trimestre anterior e 0,6% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado. É também o maior contingente da série histórica, iniciada em 2012.</p>
<p>O nível de ocupação, que é o percentual de pessoas ocupadas em relação às pessoas em idade de trabalhar, foi estimado em 57,1%, crescimento ante o segundo trimestre (56,6%) e estabilidade em relação ao terceiro trimestre de 2022.</p>
<p>“Temos simultaneamente um número maior de pessoas ocupadas e um recuo da pressão no mercado de trabalho [ou seja, um número menor de pessoas procurando emprego]. Isso contribui para uma queda consistente dessa taxa de desocupação”, explicou a pesquisadora do IBGE, Adriana Beringuy.</p>
<h2>Formalidade</h2>
<p>Os trabalhadores informais somaram 39 milhões de pessoas, ou seja, 39,1% do total da população ocupada. No trimestre anterior, a taxa de informalidade era de 39,2%, enquanto no terceiro trimestre do ano passado chegava a 39,4%.</p>
<p>O número de empregados com carteira de trabalho no setor privado &#8211; sem considerar os trabalhadores domésticos &#8211; era de 37,4 milhões no terceiro trimestre deste ano, alta de 1,6% no trimestre e de 3% no ano. Esse é também o maior contingente desde janeiro de 2015 (37,5 milhões).</p>
<p>Já o número de empregados sem carteira no setor privado (13,3 milhões) ficou estável no trimestre e no ano.</p>
<p>“Dada uma queda muito acentuada na demanda por bens e serviços na pandemia, as atividades consideradas formais, como a indústria e os serviços de maior valor agregado, suprimiram muito a absorção de trabalhadores”, disse Adriana. “À medida em que o cenário vai se normalizando [no pós-pandemia], essas atividades mais formais têm sua demanda aquecida e voltam a contratar”, avaliou.</p>
<p>Os trabalhadores por conta própria ficaram em 25,5 milhões de pessoas, total também estável nas duas comparações. Outro segmento que manteve estabilidade foi o de trabalhadores domésticos: 5,8 milhões de pessoas.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>Na comparação com o segundo trimestre deste ano, o grupamento de atividades com maior crescimento no pessoal ocupado é composto por informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (3,5%). Os demais grupos não apresentaram variação significativa.</p>
<p>Já em relação ao terceiro trimestre do ano passado, foram observadas altas nos grupamentos de transporte, armazenagem e Correios (4,3%), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (5,2%) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (3,9%).</p>
<p>Houve recuo no pessoal ocupado nos grupamentos de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-3,8%) e outros serviços (-4,5%).</p>
<h2>Rendimento</h2>
<p>O rendimento médio real habitual do trabalhador (R$ 2.982) subiu 1,7% no trimestre e 4,2% no ano, puxado principalmente pelos crescimentos dos salários da indústria (5,3% no trimestre e 6,3% no ano).</p>
<p>A massa de rendimento real habitual chegou a R$ 293 bilhões, valor recorde da série histórica, com altas de 2,7% ante o segundo trimestre deste ano e de 5% na comparação com o terceiro trimestre de 2022.</p>
<h2>Subutilização</h2>
<p>A população subutilizada, ou seja, aquela que não trabalha ou trabalha menos do que poderia, ficou em 20,1 milhões de pessoas, algo estável na comparação trimestral, mas 14% abaixo do observado no terceiro trimestre de 2022.</p>
<p>A taxa de subutilização ficou em 17,6%, estável em relação ao trimestre anterior, mas menor do que o apurado no terceiro trimestre do ano passado (20,1%). É a menor taxa desde o último trimestre de 2015 (17,4%).</p>
<p>A população fora da força de trabalho (66,8 milhões) ficou estável frente ao trimestre anterior e cresceu 3,2% ante o mesmo trimestre de 2022. Já a população desalentada &#8211; aquela que não procurou emprego por não conseguir trabalho adequado, por não ter qualificação ou por causa da idade &#8211; somou 3,5 milhões, queda de 4,6% em relação ao trimestre anterior e de 17,7% na comparação com o terceiro trimestre de 2022. Foi o menor contingente desde o terceiro trimestre de 2016 (3,5 milhões).</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Taxa de desemprego cai para 7,8% em agosto, revela IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/taxa-de-desemprego-cai-para-78-em-agosto-revela-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 Sep 2023 14:30:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desalento]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Desocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desocupação (desemprego) ficou em 7,8% no trimestre encerrado em agosto deste ano. Esse é o menor patamar do índice desde fevereiro de 2015 (7,5%). A taxa mostra a proporção de pessoas que buscaram emprego e não conseguiram no período em relação à força de trabalho, que é a soma de empregados e desempregados. A taxa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A taxa de desocupação (desemprego) ficou em 7,8% no trimestre encerrado em agosto deste ano. Esse é o menor patamar do índice desde fevereiro de 2015 (7,5%). A taxa mostra a proporção de pessoas que buscaram emprego e não conseguiram no período em relação à força de trabalho, que é a soma de empregados e desempregados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A taxa recuou em relação tanto ao trimestre anterior &#8211; encerrado em maio deste ano (8,3%) &#8211; quanto ao trimestre finalizado em agosto de 2022 (8,9%). Os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad) foram divulgados nesta sexta-feira (29), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A população desocupada chegou a 8,4 milhões, apresentando recuos de 5,9% (menos 528 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior e de 13,2% (menos 1,3 milhão de pessoas) em relação ao ano anterior. Para o IBGE, esse é o menor contingente desde junho de 2015 (8,5 milhões).</p>
<p>Já a população ocupada (99,7 milhões) cresceu 1,3% no trimestre (mais 1,3 milhão de pessoas) e 0,6% (mais 641 mil pessoas) no ano. O nível da ocupação, isto é, o percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar, ficou em 57%, acima do trimestre anterior (56,4%) e estável em relação ao ano passado.</p>
<p>O rendimento real habitual foi calculado em R$ 2.947, apresentando estabilidade no trimestre e crescimento de 4,6% no ano. A massa de rendimento real habitual (R$ 288,9 bilhões) foi recorde da série histórica, crescendo 2,4% frente ao trimestre anterior e 5,5% na comparação anual.</p>
<h2>Carteira assinada</h2>
<p>O número de empregados com carteira de trabalho no setor privado &#8211; sem considerar trabalhadores domésticos &#8211; chegou a 37,25 milhões, o maior total desde fevereiro de 2015 (37,29 milhões). Em relação ao trimestre anterior, a alta é de 1,1% (mais 422 mil pessoas), enquanto na comparação com o ano anterior o avanço é de 3,5% (mais 1,3 milhão) no ano.</p>
<p>O total de empregados sem carteira no setor privado (13,2 milhões) também cresceu no trimestre (2,1% ou mais 266 mil pessoas), mas ficou estável no ano.</p>
<p>O mesmo aconteceu com os trabalhadores domésticos (5,9 milhões de pessoas), que cresceram ante o trimestre anterior (2,8%). Houve estabilidade em relação ao trimestre encerrado em agosto de 2022.</p>
<p>O número de trabalhadores por conta própria (25,4 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e caiu 2,0% no ano (menos 509 mil pessoas). Já o item empregadores (4,2 milhões de pessoas) ficou estável nas duas comparações.</p>
<p>A taxa de informalidade atingiu 39,1 % da população ocupada (ou 38,9 milhões de trabalhadores informais), acima dos 38,9% no trimestre anterior, mas abaixo dos 39,7% no mesmo trimestre de 2022.</p>
<h2>Subutilização</h2>
<p>A população subutilizada, isto é, que poderia trabalhar mais do que trabalha, ficou em 20,2 milhões de pessoas, quedas de 2,2% no trimestre e 15,5% no ano.</p>
<p>A população fora da força de trabalho, ou seja, aqueles com mais de 14 anos que não trabalham nem procuram emprego, foi de 66,8 milhões, uma queda de 0,5% ante o trimestre anterior (menos 347 mil pessoas) e uma alta de 3,4% (mais 2,2 milhões) na comparação anual.</p>
<p>Já a população desalentada, ou seja, aquela que gostaria de trabalhar, mas não procurou emprego por vários motivos, representou 3,6 milhões de pessoas, uma estabilidade em relação ao trimestre anterior e uma queda de 16,2% (menos 692 mil pessoas) na comparação com o ano passado. É o menor contingente desde setembro de 2016 (3,5 milhões).</p>
</div>
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		<item>
		<title>IBGE: desemprego cai para 7,9% no trimestre encerrado em julho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ibge-desemprego-cai-para-79-no-trimestre-encerrado-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Aug 2023 16:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desocupação no trimestre encerrado em julho de 2023 ficou em 7,9%. É o menor resultado para o período desde 2014, quando foi de 6,7%. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (31) pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  O resultado aponta [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>A taxa de desocupação no trimestre encerrado em julho de 2023 ficou em 7,9%. É o menor resultado para o período desde 2014, quando foi de 6,7%. O dado foi divulgado nesta quinta-feira (31) pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O resultado aponta uma redução de 0,6 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre encerrado em abril (8,5%) e de 1,2 p.p. ante o mesmo período do ano passado (9,1%).</p>
<p>“Esse recuo ocorreu principalmente pela expansão do número de pessoas trabalhando”, explica Adriana Beringuy, coordenadora da Pnad.</p>
<h2>Alta na ocupação</h2>
<p>O número de pessoas ocupadas voltou a crescer após dois trimestres em queda, chegando a 99,3 milhões, um aumento de 1,3 milhão em relação ao período de fevereiro a abril. Na comparação anual, o crescimento foi de 0,7% (mais 669 mil), o menor dos últimos nove trimestres seguidos de alta.</p>
<p>“Após a pandemia, tivemos um período de recuperação da população ocupada onde registramos aumentos intensos disseminados pelas atividades. À medida que esse processo de recuperação se consolida, os acréscimos voltam a ser mais influenciados pelas características econômicas e sazonais de cada atividade. Com isso, na perspectiva anual, o crescimento passa a ser menos intenso”, analisa Beringuy.</p>
<p>A população desocupada ficou em 8,5 milhões de pessoas, uma retração de 6,3% em relação ao trimestre anterior e de 3,8% se comparada ao mesmo período de 2022.</p>
<h2>Tipo de emprego</h2>
<p>Na comparação trimestral, destaca-se o crescimento do emprego sem carteira assinada (4% ou mais 503 mil pessoas) que somou 13,2 milhões de pessoas. Já no comparativo anual, chama atenção o contingente de empregados com carteira, que cresceu 3,4% ou 1,2 milhão de pessoas, formando um universo de 37 milhões.</p>
<p>O número de trabalhadores por conta própria (25,2 milhões) ficou estável ante o trimestre anterior e caiu 2,5% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.</p>
<p>A Pnad revela que a taxa de informalidade &#8211; que leva em consideração trabalhadores sem carteira assinada em empresas e no serviço doméstico; e os que atuam por conta própria, mas sem CNPJ &#8211; ficou em 39,1%, índice semelhante ao trimestre anterior (38,9%).</p>
<h2>Recuo na subutilização</h2>
<p>A pesquisa mostra também que a taxa de subutilização ficou em 17,8%, representando queda de 3,1 p.p. no comparativo anual. São atualmente 20,3 milhões de pessoas desocupadas ou que trabalham menos que o número de horas que gostariam.</p>
<p>A população desalentada &#8211; pessoa que gostaria de trabalhar, mas desistiu de procurar emprego por acreditar que não conseguiria – soma 3,7 milhões, estável ante o trimestre anterior.</p>
<p>O rendimento médio do brasileiro ficou em R$ 2.935, estável na comparação com o trimestre anterior e crescimento de 5,1% em relação os trimestre encerrado em julho de 2022, já descontada a inflação do período.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Desemprego recua 8,3% no trimestre encerrado em maio, diz IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-recua-83-no-trimestre-encerrado-em-maio-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jun 2023 15:17:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa de Desocupação]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desocupação ficou em 8,3% no trimestre encerrado em maio, com recuo de 0,3 ponto percentual (p.p) em relação ao trimestre anterior, de dezembro de 2022 a fevereiro de 2023. É a menor taxa para um trimestre encerrado em maio desde 2015, quando também ficou em 8,3%. Em comparação com o mesmo período [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A taxa de desocupação ficou em 8,3% no trimestre encerrado em maio, com recuo de 0,3 ponto percentual (p.p) em relação ao trimestre anterior, de dezembro de 2022 a fevereiro de 2023. É a menor taxa para um trimestre encerrado em maio desde 2015, quando também ficou em 8,3%. Em comparação com o mesmo período de 2022, a taxa de desocupação caiu 1,5 p.p.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada hoje (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>“Esse recuo no trimestre foi mais influenciado pela queda do número de pessoas procurando trabalho do que por aumento expressivo de trabalhadores. Foi a menor pressão no mercado de trabalho que provocou a redução na taxa de desocupação”, disse, em nota, Adriana Beringuy, coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílio.</p>
<p>A população desocupada ficou em 8,9 milhões de pessoas, queda de 3% em relação ao trimestre anterior e de -15,9% se comparado ao mesmo período de 2022. O número de pessoas ocupadas, de 98,4 milhões, ficou estável na comparação trimestral e cresceu 0,9% no ano.</p>
<p>O contingente de pessoas ocupadas (98,4 milhões) ficou estável ante o trimestre anterior e cresceu 0,9% (mais 884 mil pessoas) no mesmo trimestre de 2022.</p>
<p>“Embora não tenha havido uma expansão significativa da população ocupada total no trimestre, houve algumas diferenças pontuais em algumas atividades econômicas. A maioria ficou estável, mas foi observada queda do número de trabalhadores na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-1,9%, ou menos 158 mil pessoas) e expansão em administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,5%, ou mais 429 mil pessoas)”, afirmou Adriana.</p>
<p>“No caso do grupamento de administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, o crescimento foi impulsionado pelo segmento de educação e por meio da inserção de empregados sem carteira de trabalho assinada”, acrescentou a coordenadora.</p>
<p>Segundo o IBGE, no panorama anual, houve altas no setor de transporte, armazenagem e correio (4,2%, ou mais 216 mil pessoas), informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (3,8%, ou mais 440 mil pessoas) e administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (4,5%, ou mais 764 mil pessoas) e reduções redução nos grupamentos de agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-6,2%, ou menos 542 mil pessoas) e Construção (-3,7%, ou menos 274 mil pessoas).</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Desemprego atinge em abril menor patamar em oito anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desemprego-atinge-em-abril-menor-patamar-em-oito-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 16:53:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Desemprego]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Ipea]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnad contínua]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de desocupação, que mantinha relativa estabilidade em torno de 8,5%, voltou a recuar com mais força no último bimestre, atingindo em abril o patamar de 8% na série dessazonalizada, menor nível em oito anos. Os dados foram calculados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a partir da série trimestral da Pesquisa Nacional [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A taxa de desocupação, que mantinha relativa estabilidade em torno de 8,5%, voltou a recuar com mais força no último bimestre, atingindo em abril o patamar de 8% na série dessazonalizada, menor nível em oito anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados foram calculados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) a partir da série trimestral da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A melhora de algumas variáveis ligadas aos rendimentos, subocupação e desalento confirmam esse cenário mais otimista para o mercado de trabalho.</p>
<p>Em abril, na comparação com o mês anterior, a população ocupada apresentou a quarta expansão consecutiva, com aproximadamente 99,2 milhões de pessoas. “Adicionalmente, enquanto a ocupação formal registrou crescimento médio interanual de 3,2%, no último trimestre, encerrado em abril, a população ocupada informal apresentou retração de 0,6%, nessa mesma base de comparação”, diz o Ipea.</p>
<p>Segundo a análise, o recorte setorial mostra que o crescimento da ocupação tem ocorrido de forma generalizada, mas com diferente intensidade. Nos últimos 12 meses, encerrados em abril, todos os setores tiveram criação de empregos, com destaque para o comércio (376,2 mil), os serviços administrativos (264,5 mil), a indústria de transformação (204,9 mil) e a construção civil (191,6 mil). Em abril, o contingente de 107,9 milhões de pessoas pertencentes à força de trabalho era 0,8% menor que o observado no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>De acordo com o estudo, nos últimos 12 meses a população desalentada registrou queda de 15,8%. Os números caíram de 4,3 milhões, em abril do ano passado, para 3,5 milhões em abril deste ano. Além da queda do número de desalentados, foi observada retração da parcela de indivíduos que estão fora da força de trabalho devido ao estudo, às obrigações domésticas, a problemas de saúde, entre outros motivos, que não desejam retornar à atividade, mesmo diante de uma proposta de emprego.</p>
<p><em>“Uma possível explicação é a melhora do mercado de trabalho que pode estar gerando uma necessidade menor de compensar perdas de emprego e/ou rendimento domiciliares, possibilitando que demais membros da residência possam se dedicar exclusivamente a outras atividades”,</em> diz o Ipea.</p>
</div>
</div>
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