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	<title>Descobertas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Nova espécie de árvore frutífera é descoberta em Unidade de Conservação no Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/nova-especie-de-arvore-frutifera-e-descoberta-em-unidade-de-conservacao-no-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Aug 2024 16:26:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Árvore frutífera]]></category>
		<category><![CDATA[Descobertas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Secretaria de Estado do Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Unidade de Conservação no Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma nova espécie de árvore frutífera foi descoberta por pesquisadores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro em julho deste ano, dentro do Monumento Natural Municipal da Pedra de Itaocaia (MONA), localizado em Maricá, Rio de Janeiro. A árvore, batizada de Siphoneugena carolynae, é uma parente distante da jabuticabeira e representa a décima terceira espécie [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma nova espécie de árvore frutífera foi descoberta por pesquisadores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro em julho deste ano, dentro do Monumento Natural Municipal da Pedra de Itaocaia (MONA), localizado em Maricá, Rio de Janeiro. A árvore, batizada de <strong>Siphoneugena carolynae</strong>, é uma parente distante da jabuticabeira e representa a décima terceira espécie do gênero conhecida até hoje.</p>
<p>A descoberta ocorreu em uma área de conservação municipal que, devido à sua rica biodiversidade, tem atraído cientistas de várias partes do mundo. Desde 2009, a Secretaria de Estado do Ambiente (SEAS) apoia o Programa de Apoio às Unidades de Conservação (PRoUC), que auxilia na criação e proteção dessas áreas, além de fornecer recursos e assistência técnica.</p>
<p>O estudo, liderado pelos pesquisadores Thiago Fernandes e João Marcelo Braga, envolveu expedições de campo realizadas entre 2018 e 2023 no Morro Itaocaia. Ao longo dessas expedições, a árvore foi monitorada em todas as fases de seu desenvolvimento reprodutivo. Com aproximadamente 7 metros de altura, a <strong>Siphoneugena carolynae</strong> possui apenas um único exemplar conhecido, localizado na unidade de conservação.</p>
<p>O resultado dessa pesquisa foi publicado na revista científica <strong>Brittonia</strong>, uma das mais respeitadas do mundo, e foi recebido com entusiasmo pela comunidade acadêmica. Thiago Fernandes, um dos autores do estudo, destacou a importância das áreas protegidas, mesmo que pequenas, para a conservação de espécies nativas e ameaçadas, como essa recém-descoberta.</p>
<blockquote><p>Essa nova descoberta é um passo adiante para o conhecimento pleno da flora da Mata Atlântica, que ainda abriga muitas espécies desconhecidas para a ciência.  Além disso, demonstra a importância das áreas protegidas para a conservação dessa e de outras espécies raras e com distribuição restrita. disse.</p></blockquote>
<p>Essa descoberta ressalta o valor da Mata Atlântica, que ainda abriga muitas espécies desconhecidas pela ciência. Além disso, o local da descoberta tem um histórico interessante: foi onde o naturalista inglês Charles Darwin se hospedou durante sua visita ao Rio de Janeiro. Embora Darwin não tenha descrito essa espécie específica, ele ficou fascinado pela biodiversidade da região, que continua a surpreender até os dias de hoje.</p>
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		<title>Descoberta: 10 novas espécies de leguminosas identificadas em estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/descoberta-10-novas-especies-de-leguminosas-identificadas-em-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jan 2023 01:38:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bem-estar]]></category>
		<category><![CDATA[10 novas leguminosas]]></category>
		<category><![CDATA[Bem Estar]]></category>
		<category><![CDATA[Descobertas]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores brasileiros e estrangeiros descobrem 10 novas espécies de leguminosas na região neotropical, incluindo a Amazônia brasileira, Cerrado e países da América Central. Muitas delas estão ameaçadas de extinção. Segundo o doutorando da Escola Nacional de Botânica Tropical, Alexandre Gibau de Lima, os estudos incluem espécies nativas de vários países da região. Estudos prévios apontam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisadores brasileiros e estrangeiros descobrem 10 novas espécies de leguminosas na região neotropical, incluindo a Amazônia brasileira, Cerrado e países da América Central. Muitas delas estão ameaçadas de extinção. Segundo o doutorando da Escola Nacional de Botânica Tropical, Alexandre Gibau de Lima, os estudos incluem espécies nativas de vários países da região.</p>
<p>Estudos prévios apontam para ameaça de extinção de novas espécies de leguminosas. De acordo com Lima, avaliações da UICN indicam que muitas delas estão em alguma categoria de perigo. Muitas ocorrem em pequenos fragmentos em áreas urbanizadas ou próximas a grandes plantações. A UICN é responsável pela conservação dessas espécies.</p>
<p>Estudo de taxonomia vegetal é base para conservação de espécies. Conhecer as espécies é necessário para tomar decisões de conservação, segundo Lima. Entre as novas leguminosas descobertas, está o barbatimão-do-rio-doce, encontrado apenas na Mata Atlântica. O gênero Stryphnodendron é conhecido pela barbatimão medicinal, nativa do Cerrado. Leguminosas produzem frutos, como vagens.</p>
<p>Outra espécie chama atenção: o Stryphnodendron velutinum, árvore endêmica com até 5m de altura encontrada em uma pequena área de cerradão no noroeste de Minas Gerais. Esta espécie vive fora de unidades de conservação em um ambiente altamente impactado pelo ser humano. A pesquisa incluiu análise de exemplares em herbários, incluindo o Jardim Botânico do Rio, e expedições em busca de barbatimões, permitindo melhor conhecimento e descrição de novas espécies. Dois novos gêneros foram descritos, Naiadendron e Gwilymia, homenageando a Floresta Amazônica e Carl Friedrich Philipp von Martius, representando simbolicamente a Amazônia com a figura das ninfas das águas doces (náiades) na mitologia grega.</p>
<p>O nome Gwilymia é uma referência ao botânico Gwilym Peter Lewis, do Jardim Real de Kew no Reino Unido, por sua significativa contribuição para a pesquisa sobre leguminosas, incluindo espécies que variam de arbustos pequenos a árvores gigantes com mais de 40 metros de altura.</p>
<p>As descrições das novas espécies foram publicadas nas revistas Systematic Botany e Phytotaxa. Já os novos gêneros foram divulgados na revista PhytoKeys, na edição especial Advances in Legume Systematics, coordenada por especialistas internacionais de leguminosas para destacar os avanços mais recentes e importantes no conhecimento taxonômico e evolutivo da família dessas plantas.</p>
<p>Artigos</p>
<p>Novas espécies foram descritas em Systematic Botany e Phytotaxa. Gêneros novos foram publicados na revista PhytoKeys, na edição especial de Advances in Legume Systematics, coordenada pela comunidade internacional de especialistas em leguminosas para destacar avanços significativos na evolução e taxonomia da família de plantas.</p>
<p>A pesquisa foi compartilhada por biotecnólogos internacionais especializados em sistemática e evolução de plantas, incluindo leguminosas. O Brasil tem especialistas talentosos na evolução de leguminosas e faz parte dessa comunidade internacional, segundo Lima. &#8220;Tem uma contribuição muito expressiva&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós estudamos o DNA dessas plantas para tentar entender as relações de parentesco entre elas e um pouco da história evolutiva de tais espécies na região neotropical. A gente fornece esses dados ao público para a tomada de decisões para conservação&#8221;, disse Lima. Segundo Lima, a próxima etapa para a conservação é ligar a pesquisa científica aos centros de conservação para sugerir medidas de proteção às espécies. Ele destacou que o estudo é crucial para não somente preservar as leguminosas, mas também é relevante para os estudos em biotecnologia.</p>
<p>de acordo com ele, é preciso ter conhecimento para explorar uma planta, seja para fins medicinais ou madeireiros. Ele citou o barbatimão, típico do Cerrado brasileiro, como exemplo. A planta tem propriedades adstringentes e já é conhecida desde o século 18, mas possui grande potencial biotecnológico.&#8221;Outras espécies do mesmo gênero do barbatimão são pouco conhecidas, mas também podem apresentar potencial biotecnológico, seja medicinal, para indústria da madeira e qualquer outra coisa.&#8221;</p>
<p>O conhecimento da taxonomia e da botânica é fundamental para explorar leguminosas em outras áreas, como farmácia, indústria da madeira ou como planta ornamental, segundo o pesquisador. Para ter sucesso nestes campos, é necessária uma base sólida na botânica. &#8220;Primeiro, é preciso saber com o que você está trabalhando&#8221;, afirmou.</p>
<p>O estudo inclui pesquisadores do Jardim Botânico do Rio de Janeiro, da Universidade de São Paulo, Embrapa, universidades federais de Ouro Preto, Santa Catarina e São Carlos, Universidade Estadual de Feira de Santana, e das universidades suecas de Gotemburgo e suíça de Zurique.</p>
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