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	<title>descarbonização &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>descarbonização &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Cientistas criam painel para orientar transição energética global</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cientistas-criam-painel-para-orientar-transicao-energetica-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 25 Apr 2026 20:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Colômbia]]></category>
		<category><![CDATA[COP]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
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		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[transição energética]]></category>
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					<description><![CDATA[Um grupo de cientistas de diferentes áreas – como clima, economia e tecnologia – anunciou a criação do Painel Científico para a Transição Energética Global (SPGET) neste sábado (25), durante a Primeira Conferência Internacional sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis, realizada em Santa Marta, Colômbia. O objetivo é assessorar governos na transição energética [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um grupo de cientistas de diferentes áreas – como clima, economia e tecnologia – anunciou a criação do Painel Científico para a Transição Energética Global (SPGET) neste sábado (25), durante a Primeira Conferência Internacional sobre a Transição para Longe dos Combustíveis Fósseis, realizada em Santa Marta, Colômbia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><strong>O objetivo é assessorar governos na transição energética global e produzir recomendações baseadas em evidências para orientar políticas públicas e ações concretas rumo à descarbonização.</strong></p>
<p>O anúncio contou com a presença de nomes de destaque da ciência internacional, como os brasileiros Carlos Nobre, referência em estudos sobre a Amazônia, e Gilberto Jannuzzi, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), e o sueco Johan Rockström, diretor do Instituto Potsdam para Pesquisa de Impacto Climático.</p>
<blockquote><p>“A transição energética é complexa e envolve economia, meio ambiente e justiça social. A ciência pode atuar como ponte entre países que avançam mais rápido e aqueles que ainda estão hesitantes. O painel é uma forma de integrar todos gradualmente”, disse Rockström.</p></blockquote>
<p>Também esteve presente a ministra do Meio Ambiente da Colômbia, Irene Vélez Torres, que defendeu a iniciativa por responder a uma lacuna histórica.</p>
<blockquote><p>“Este painel não só repara uma dívida ao criar, pela primeira vez, um organismo dedicado à superação dos combustíveis fósseis, como também discute outros desafios sociais e econômicos dessa transformação”, disse Irene.</p></blockquote>
<p>“É o primeiro concebido para reunir, ao longo dos próximos cinco anos, as evidências científicas que permitirão que cidades, regiões, países e coalizões deem esse grande salto”, completou.</p>
<p><strong>O painel também pretende fortalecer a articulação entre academia e governos, e contribuir para a construção de estratégias coordenadas de redução das emissões de gases de efeito estufa. A proposta inclui a elaboração de recomendações técnicas, acompanhamento de políticas e integração com processos internacionais, como a COP30, presidida pelo Brasil.</strong></p>
<p>Segundo o coordenador do Observatório do Clima, Claudio Angelo, a ideia é que a ciência volte para o lugar de primazia como orientadora das decisões políticas que precisam ser tomadas sobre clima e meio ambiente.</p>
<blockquote><p>“Isso parece óbvio, mas vem sendo um pouco esquecido no âmbito da Convenção do Clima. Antigamente, todos os grandes encontros para debater mudança climática, como a Eco-92, começaram sob a égide de algum relatório do IPCC, o Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática”, disse Claudio.</p></blockquote>
<p>“Isso deixou de acontecer de uns anos para cá. A gente chegou ao cúmulo de em 2018, na COP24, um grande relatório do IPCC, que tinha sido inclusive encomendado pela Convenção do Clima, ter sido relegado a uma nota de rodapé na decisão da COP”, completou.</p>
<h2>Conferência de Santa Marta</h2>
<p>A Conferência de Santa Marta reúne 57 países, incluindo o Brasil, e cerca de 4.200 organizações, abrangendo governos, setor privado, povos indígenas, academia e sociedade civil. O objetivo é avançar em medidas concretas para reduzir a dependência de combustíveis fósseis, com foco em três eixos: transformação econômica, mudança na oferta e demanda de energia e cooperação internacional.</p>
<p>Nos primeiros dias do encontro, entre 24 e 27 de abril, serão consolidadas propostas que orientarão a Cúpula de Líderes nos dias 28 e 29. Entre os resultados esperados estão mecanismos de cooperação entre países e um relatório com diretrizes para acelerar a transição energética.</p>
<p>“Com mais de 50% do PIB global representado nesta Conferência, este grupo tem a capacidade coletiva de transformar essas cinco palavras em ações concretas”, disse Van Veldhoven, ministra do Clima e do Crescimento Verde dos Países Baixos, que lidera a iniciativa ao lado da Colômbia.</p>
<blockquote><p>“Com a crescente volatilidade no mercado de combustíveis fósseis, não há melhor momento para iniciar a transição para longe dos combustíveis fósseis, reduzindo o impacto climático, reforçando a independência energética e impulsionando o crescimento econômico verde”, completou.</p></blockquote>
<p>O ativista socioambiental sul-africano Kumi Naidoo entende que a conferência representa uma oportunidade de estabelecer medidas concretas que a Conferência das Partes (COP), cúpula anual das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, não tem conseguido realizar.</p>
<blockquote><p>“Queremos receber o que pedimos para a COP desde pelo menos 2009: um acordo fantástico, que seja justo, ambicioso e vinculativo. Na maioria das vezes, recebemos acordos superficiais, cheios de brechas”, disse Naidoo, que lidera a Iniciativa do Tratado de Não Proliferação de Combustíveis Fósseis (Fossil Fuel Treaty).</p></blockquote>
<p>“Independentemente da qualidade do trabalho científico, precisamos garantir que o processo político esteja em andamento. Outros mecanismos e caminhos juridicamente vinculativos, como o tratado sobre combustíveis fósseis, são cruciais”, complementou.</p>
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		<title>Brasil Rumo à Descarbonização: Estudo aponta caminho para energia limpa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-rumo-a-descarbonizacao-estudo-aponta-caminho-para-energia-limpa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Oct 2024 15:17:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[CO₂e]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis Fósseis]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Observatório do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo recente divulgado pelo Observatório do Clima (OC) apresenta um plano ambicioso para a descarbonização do setor energético brasileiro. O estudo propõe uma série de medidas que visam reduzir em 80% as emissões anuais de gases de efeito estufa até 2050, permitindo que o Brasil atenda à crescente demanda por energia, com uma economia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente divulgado pelo Observatório do Clima (OC) apresenta um plano ambicioso para a descarbonização do setor energético brasileiro. O estudo propõe uma série de medidas que visam reduzir em 80% as emissões anuais de gases de efeito estufa até 2050, permitindo que o Brasil atenda à crescente demanda por energia, com uma economia em expansão, sem comprometer o meio ambiente.</p>
<p>O estudo sugere um conjunto de ações estratégicas para alcançar essa meta ambiciosa, incluindo:</p>
<ul>
<li><strong>Expansão das energias renováveis:</strong> O estudo destaca o potencial do Brasil em energia solar e eólica, enfatizando a necessidade de investimentos em novas tecnologias de armazenamento para garantir o fornecimento constante de energia.</li>
<li><strong>Desenvolvimento do hidrogênio verde:</strong> A produção de hidrogênio verde, utilizando fontes renováveis de energia, é apontada como uma alternativa promissora para descarbonizar setores de difícil abatimento, como a indústria pesada.</li>
<li><strong>Incentivo aos biocombustíveis:</strong> O estudo defende a ampliação do uso de biocombustíveis, como o etanol, como uma solução de baixo carbono para o setor de transportes.</li>
<li><strong>Eletrificação do transporte público:</strong> Priorizar o transporte público coletivo eletrificado em detrimento do transporte individual motorizado é crucial para reduzir as emissões nas áreas urbanas.</li>
</ul>
<p><strong>Fim dos Subsídios aos Combustíveis Fósseis e Reestruturação da Petrobras</strong></p>
<p>O estudo também recomenda medidas mais controversas, como a eliminação de subsídios governamentais aos combustíveis fósseis e a interrupção da expansão da exploração de petróleo, incluindo a proibição da abertura de novos poços na Foz do Amazonas. A transição energética exigiria uma reestruturação da Petrobras, transformando-a em uma empresa de energia com foco em fontes de baixo carbono e reduzindo gradualmente sua produção de petróleo de forma a preservar seu valor de mercado.</p>
<p><strong>Justiça Climática e Sustentabilidade</strong></p>
<p>A coordenadora de políticas públicas do OC, Suely Araújo, destaca a importância do plano para que o Brasil se torne a primeira grande economia carbono negativo do mundo até 2045. O estudo enfatiza a necessidade de uma transição justa, que beneficie toda a sociedade, combatendo a pobreza energética e promovendo a justiça climática.</p>
<p><strong>Desafios da Transição Energética</strong></p>
<p>O estudo reconhece os desafios da transição energética, alertando para os potenciais impactos socioambientais da mineração de metais estratégicos, como lítio e cobre, necessários para a produção de tecnologias limpas. É crucial que a expansão das energias renováveis e a exploração mineral sejam conduzidas de forma responsável, com ampla participação das comunidades afetadas e um arcabouço regulatório robusto que minimize os impactos negativos.</p>
<p><strong>Um futuro de energia limpa para o Brasil</strong></p>
<p>A implementação das medidas propostas pelo Observatório do Clima representa uma oportunidade para o Brasil assumir um papel de liderança na luta global contra as mudanças climáticas. Um futuro de energia limpa, justa e sustentável é possível, mas exige ação decisiva e uma visão de longo prazo por parte do governo, do setor privado e da sociedade como um todo.</p>
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		<item>
		<title>Presidente Lula sanciona marco legal do Hidrogênio Verde</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-lula-sanciona-marco-legal-do-hidrogenio-verde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Aug 2024 20:31:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Limpa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[hidrogênio verde]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Porto de Pecém]]></category>
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					<description><![CDATA[Nova fonte pode alavancar produção de energia no país. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (4), a Política Nacional do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono, conhecida como hidrogênio verde, que promete impulsionar a produção de energia limpa no Brasil. O evento ocorreu no Porto do Pecém, em São Gonçalo do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><em>Nova fonte pode alavancar produção de energia no país.</em></p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, nesta sexta-feira (4), a Política Nacional do Hidrogênio de Baixa Emissão de Carbono, conhecida como hidrogênio verde, que promete impulsionar a produção de energia limpa no Brasil. O evento ocorreu no Porto do Pecém, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará.</p>
<p>Ao discursar, Lula destacou as potencialidades do Brasil na transição energética e no combate às mudanças climáticas, sublinhando a responsabilidade dos países ricos na mitigação dos danos ambientais. “Quando eu vejo o pessoal falar de hidrogênio verde, de revolução de energia solar, eólica, biomassa, eu fico pensando qual é o país do mundo que pode competir com o Brasil?”, questionou o presidente.</p>
<h4><strong>Incentivos e Certificação</strong></h4>
<p>O marco legal do hidrogênio verde institui o sistema brasileiro de certificação do hidrogênio e mecanismos de incentivo para aumentar a atratividade dos projetos de produção de energia. Serão R$ 18 bilhões em incentivos fiscais do governo nos próximos cinco anos, visando a descarbonização da indústria e dos transportes.</p>
<p>Segundo o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, o Brasil tem mais de R$ 200 bilhões em projetos de hidrogênio verde anunciados dentro do Programa Nacional do Hidrogênio (PNH2). O Plano Decenal de Expansão de Energia 2031, elaborado pela Empresa de Pesquisa Energética (EPE), aponta que o Brasil tem potencial técnico para produzir 1,8 gigatonelada de hidrogênio por ano, sendo que aproximadamente 90% desse volume viria de energias renováveis.</p>
<h4><strong>Desenvolvimento Tecnológico e Industrial</strong></h4>
<p>“O senhor, presidente, torna realidade um projeto histórico, cria uma nova indústria para o Brasil, acende a chama que vai revolucionar a matriz de energia do planeta”, afirmou Silveira, destacando que a nova política fortalecerá a agricultura nacional e a soberania energética do país.</p>
<p>A política visa também associar a indústria de hidrogênio verde à produção de fertilizantes nitrogenados, reduzindo a dependência de importações. O Brasil consome 8% de toda a produção mundial de fertilizantes, mas importa 85% do insumo usado pelo agronegócio.</p>
<h4><strong>Ceará: Hub de Produção de Hidrogênio Verde</strong></h4>
<p>O Ceará deve se tornar o principal produtor de hidrogênio verde no país, com uma usina no Porto do Pecém. No fim de 2023, a mineradora australiana Fortescue anunciou investimentos de US$ 5 bilhões em um projeto para produzir hidrogênio verde no Complexo Industrial e Portuário do Pecém, com potencial para produzir 837 toneladas de hidrogênio verde por dia usando 2.100 megawatts de energia renovável.</p>
<h4><strong>Investimentos em Infraestrutura</strong></h4>
<p>Durante o evento, foram assinados documentos ligados à infraestrutura e ao desenvolvimento regional, incluindo a ordem de serviço para o início das obras da Ferrovia Transnordestina, que deverá ligar o interior do Piauí aos portos do Pecém e de Suape, beneficiando a produção agrícola na região de Matopiba.</p>
<p>Lula também assinou uma medida provisória alterando a lei do Programa Nacional de Mobilidade Verde e Inovação (Mover), visando a descarbonização da frota automotiva do país, e sancionou a lei que autoriza a criação do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) para o Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).</p>
<h4><strong>Legislação do Hidrogênio Verde</strong></h4>
<p>Aprovada em julho no Congresso, a nova legislação estabelece diretrizes para a produção, transporte e uso do hidrogênio verde e institui uma certificação voluntária e incentivos tributários federais. De 2025 a 2030, o governo suspenderá a incidência do PIS/Pasep e da Cofins em projetos de hidrogênio verde, incluindo a importação de máquinas e materiais de construção.</p>
<h4><strong>Hidrogênio Verde: O Combustível do Futuro</strong></h4>
<p>O hidrogênio verde é produzido sem o uso de combustíveis fósseis, utilizando fontes de energia renováveis como eólica, solar e hidrelétrica. Considerado o combustível do futuro, ele é essencial para a segurança energética global, especialmente em contextos de crises energéticas como a causada pela guerra na Ucrânia.</p>
<p>A produção de hidrogênio verde pode ser feita a partir de biocombustíveis, fontes renováveis, energia nuclear e sequestro de carbono, consolidando o Brasil como um líder na transição energética global.</p>
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		<title>G7 promete esforços para atingir cobertura universal de saúde no mundo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/g7-promete-esforcos-para-atingir-cobertura-universal-de-saude-no-mundo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 May 2023 15:07:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[descarbonização]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento sustentável]]></category>
		<category><![CDATA[Energia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[G7 clima]]></category>
		<category><![CDATA[Hiroshima]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os líderes do G7 divulgaram neste sábado (20) um comunicado conjunto com mais de 60 pontos, depois de reunião de cúpula ocorrida em Hiroshima, no Japão. O grupo é composto por oito das principais economias do mundo, sendo sete países (Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Canadá e Itália) e a União Europeia. O Brasil participa do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Os líderes do G7 divulgaram neste sábado (20) um <a href="https://www.g7hiroshima.go.jp/documents/pdf/Leaders_Communique_01_en.pdf" target="_blank" rel="noopener">comunicado conjunto</a> com mais de 60 pontos, depois de reunião de cúpula ocorrida em <a href="https://www.expressocarioca.com.br/em-hiroshima-lula-se-reune-com-primeiro-ministro-australiano/" target="_blank" rel="noopener">Hiroshima, no Japão</a>. O grupo é composto por oito das principais economias do mundo, sendo sete países (Estados Unidos, Japão, Alemanha, França, Reino Unido, Canadá e Itália) e a União Europeia.</p>
<p>O Brasil participa do encontro como um dos oito países convidados. No comunicado conjunto, as lideranças do G7 se comprometem a trabalhar conjuntamente para investir na produção de vacinas em todo o mundo, no Fundo da Pandemia e em um futuro acordo para a prevenção, preparação e resposta a pandemias. Também destaca esforços para se atingir uma cobertura universal de saúde até 2030.</p>
<p>“Renovamos os compromissos de trabalhar, junto com nossos parceiros globais a fim de assistir aos países para que alcancem a UHC [cobertura universal de saúde, na sigla em inglês] através do apoio à assistência básica de saúde e ao desenvolvimento e restauração dos serviços de saúde essenciais”, diz o comunicado.</p>
<p>Outro ponto de destaque do comunicado é o compromisso de preservar o planeta com a aceleração da descarbonização dos seus setores energéticos e a implantação de energias renováveis. Também se comprometem a acabar com a poluição dos plásticos e proteger os oceanos.</p>
<p>“Nosso planeta está enfrentando desafios sem precedentes provenientes da tripla crise global das mudanças climáticas, perda da biodiversidade e poluição, além das crises energéticas em curso. Estamos firmes no nosso compromisso com o Compromisso de Paris, mantendo o limite de aumento da temperatura global em 1,5°C dentro do alcance através de ação ampliada nessa década crítica”, diz o documento.</p>
<p>Outros pontos do documento foram os compromissos de trabalhar juntos para combater o tráfico de pessoas, manter a estabilidade financeira global, promover o desenvolvimento sustentável, acelerar o atingimento dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) e reconhecer que a redução da pobreza anda de mãos dadas com o enfrentamento à crise climática.</p>
<p>Os líderes do G7 afirmaram que estão tomando medidas concretas para apoiar a Ucrânia contra o que eles chamam de “guerra de agressão ilegal da Rússia” pelo tempo que for necessário, reforçar o desarmamento e não proliferação nuclear, conduzir a transição para economias de energia limpa e lançar uma ação para o combate à fome.</p>
</div>
</div>
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