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	<title>desastres &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo amplia parceria com Google para alertas sobre desastres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jun 2022 23:15:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), em parceria com o Google, anunciou nesta terça-feira (7) a ampliação da ferramenta de emissão de alertas sobre desastres naturais no Brasil. A iniciativa é da Defesa Civil Nacional, por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad).  A parceria da Defesa Civil Nacional com o Google [&#8230;]]]></description>
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<p>O Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), em parceria com o Google, anunciou nesta terça-feira (7) a ampliação da ferramenta de emissão de alertas sobre desastres naturais no Brasil. A iniciativa é da Defesa Civil Nacional, por meio do Centro Nacional de Gerenciamento de Riscos e Desastres (Cenad). <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A parceria da Defesa Civil Nacional com o Google na emissão de alertas públicos ocorre desde 2015, especificamente para avisos sobre alagamentos e inundações. Agora, foram disponibilizados sete novos tipos de alerta: enxurrada, deslizamento de solo, incêndio florestal, vendaval, granizo, chuva intensa e rompimento de barragem.</p>
<p>Os alertas do Google são acionados quando o parceiro, no caso o Cenad ou outro órgão público &#8211; como o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) -, envia um novo aviso de possível desastre natural de grau moderado ou severo. Com isso, a informação fica disponível no topo da busca que o usuário faz sobre o assunto na plataforma. O alerta também é disponibilizado no aplicativo Google Mapas e, se quiser, o usuário pode acionar notificações pelo celular para receber os avisos. Se acessar o Google Mapas em uma área de risco, o usuário também será alertado da ocorrência.</p>
<p>&#8220;A gente espera que, com essa expansão da parceria, possamos contribuir ainda para os esforços da Defesa Civil na distribuição de informação qualificada para a população e ajudar que mais pessoas sejam assistidas e que possamos salvar mais vidas&#8221;, afirmou Luísa Phebo, gerente de parcerias do buscador do Google na América Latina.</p>
<p>O secretário nacional de Proteção e Defesa Civil, coronel Alexandre Lucas, explicou que o maior desafio atualmente não é gerar informação sobre alertas, mas fazer com que as pessoas tenham percepção dos riscos e adotem uma mudança de comportamento que possibilite a autoproteção e a proteção comunitária.</p>
<p>&#8220;Um parceiro como o Google informando em tempo real, em todas as suas ferramentas possíveis, essas situações [desastres naturais] faz com que essa percepção do risco, esse raciocínio de autoproteção e proteção comunitária, seja continuamente estimulado&#8221;.</p>
<p>Os alertas são disponibilizados por meio de um cadastro na Interface de Divulgação de Alertas Públicos (Idap), em que as defesas civis estaduais e municipais podem enviar diversos avisos por meio de SMS, Telegram, TV por assinatura e pelo Google.</p>
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		<title>Recursos da União vão bancar reconstrução de casas após desastres</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/recursos-da-uniao-vao-bancar-reconstrucao-de-casas-apos-desastres/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2022 21:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Angra dos Reis]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
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		<category><![CDATA[reconstrução de casas]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal vai estabelecer diretrizes e procedimentos para que recursos da União possam ser utilizados na reconstrução de moradias destruídas ou interditadas definitivamente por desastres naturais em municípios que tenham obtido o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública. A medida, que vale para todo o país, foi anunciada hoje (5) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal vai estabelecer diretrizes e procedimentos para que recursos da União possam ser utilizados na reconstrução de moradias destruídas ou interditadas definitivamente por desastres naturais em municípios que tenham obtido o reconhecimento federal de situação de emergência ou de estado de calamidade pública.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A medida, que vale para todo o país, foi anunciada hoje (5) pelo ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel Ferreira, em visita a Angra dos Reis, no sul do Rio de Janeiro.</p>
<p>Segundo a pasta, famílias com renda mensal de até R$ 7 mil poderão ser atendidas com a reconstrução de moradias. Para aquelas que vivem em áreas rurais, o valor é de R$ 84 mil anuais. A iniciativa apenas será concedida àqueles que sejam proprietários da unidade afetada e que não tenham outro imóvel próprio.</p>
<p>Além disso, não poderão solicitar a nova moradia beneficiários de programa habitacional do governo federal ou quem tenha recebido benefícios de subvenção econômica com recursos da União destinados à habitação. As novas unidades habitacionais só poderão ser erguidas em áreas que não sejam suscetíveis à ocorrência de desastres.</p>
<p>Anteriormente, o procedimento passava por repasses do Fundo de Arrendamento Residencial e pela Secretaria Nacional de Habitação. Agora, os valores também poderão ser repassados a estados e municípios diretamente pela Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil.</p>
<figure id="attachment_47816" aria-describedby="caption-attachment-47816" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-47816" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/04/05-Ministro-do-Desenvolvimento-Regional-Daniel-de-Oliveira-Duarte-Ferreira-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=365%2C243&#038;ssl=1" alt="Ministro Do Desenvolvimento Regional, Daniel De Oliveira Duarte Ferreira - Jornal Expresso Carioca - Expresso Carioca" width="365" height="243" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/04/05-Ministro-do-Desenvolvimento-Regional-Daniel-de-Oliveira-Duarte-Ferreira-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/04/05-Ministro-do-Desenvolvimento-Regional-Daniel-de-Oliveira-Duarte-Ferreira-Jornal-Expresso-Carioca-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-47816" class="wp-caption-text">Ministro do Desenvolvimento Regional, Daniel de Oliveira Duarte Ferreira &#8211; José Cruz/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>“Passamos a permitir o repasse para os municípios nesses moldes para que eles façam as suas licitações para contratar empresas locais que tenham interesse em fazer obras para reconstruir moradias que tenham sido destruídas por desastres”, disse Daniel Ferreira.</p>
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<p>“A reconstrução será limitada pela quantidade de moradias efetivamente destruídas ou interditadas pelo desastre. Caso haja disponibilidade orçamentária, poderão ser atendidas outras moradias remanescentes que estejam próximas às unidades danificadas, desde que seja necessária realocação das famílias da área afetada. Também poderão ser atendidas solicitações de intervenções para evitar a reocupação da zona que foi desocupada”, informou a pasta.</p>
<p>De acordo com a portaria, o ente solicitante deverá garantir a infraestrutura necessária às unidades habitacionais a serem reconstruídas, como obras e serviços de pavimentação, calçamento, drenagem de águas pluviais, ligações domiciliares de água, rede de coleta de esgoto, energia elétrica e iluminação, circunscrita à área onde estarão situados os imóveis.</p>
<p>A solicitação da reconstrução deverá ser submetida à Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil em até 90 dias após a ocorrência do desastre que ocasionou o reconhecimento federal da situação de emergência ou de estado de calamidade pública pelo ministério.</p>
<p>Poderão ser construídas casas térreas ou sobrepostas, ou apartamentos, com áreas úteis que variam de 36 m² a 39 m². O imóvel poderá ter adaptações de acordo com a necessidade da família, como acessibilidade para pessoas portadoras de deficiência.</p>
<p>A portaria prevê ainda a possibilidade de o ente público beneficiário optar pela aquisição de imóveis residenciais urbanos já existentes, que devem ser regularizados e ter as condições de acabamento e habitabilidade previstas pela legislação.</p>
<p>Nas situações em que haja a possibilidade de as famílias serem atendidas pelo Programa Casa Verde e Amarela, a pasta comunicará ao ente federativo. A partir disso, estados e municípios poderão formalizar o pedido de adesão ao programa habitacional.</p>
<h2>Mais repasses</h2>
<p>O ministro também anunciou o repasse de mais R$ 740 mil para ações de defesa civil em Angra dos Reis, atingida pelas chuvas nos últimos dias. Ontem (4), já tinham sido liberados R$ 2,4 milhões.</p>
<p>O recurso será destinado ao aluguel de embarcações para o atendimento a populações que ficaram isoladas por conta das precipitações. A expectativa é que a portaria que autoriza a liberação seja publicada em edição extra do Diário Oficial da União ainda nesta terça-feira.</p>
<p>Em Paraty, cidade fluminense também fortemente atingida pelas chuvas, o ministro se reuniu com os gestores municipais para tratar das ações de resposta ao desastre.</p>
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