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	<title>Desabamento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Desabamento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Corpo da última vítima é retirado após quase 30 horas de buscas em desabamento de lar de idosos em Belo Horizonte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 12:15:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Belo Horizonte]]></category>
		<category><![CDATA[Desabamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Após cerca de 30 horas de trabalho contínuo, equipes do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais localizaram e retiraram, na manhã desta sexta-feira (6), o corpo da última vítima do desabamento de um prédio que abrigava um lar de idosos em Belo Horizonte. Com a conclusão da operação de busca, o número total de mortos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após cerca de 30 horas de trabalho contínuo, equipes do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais localizaram e retiraram, na manhã desta sexta-feira (6), o corpo da última vítima do desabamento de um prédio que abrigava um lar de idosos em Belo Horizonte. Com a conclusão da operação de busca, o número total de mortos na tragédia chegou a 12.</p>
<p>O imóvel, situado no bairro Jardim Vitória, na região Nordeste da capital mineira, desabou durante a madrugada de quinta-feira (5). No momento do colapso, cerca de 29 pessoas estavam no edifício. Parte delas conseguiu deixar o local por conta própria ou com auxílio de vizinhos, enquanto outras foram resgatadas com vida pelas equipes de emergência.</p>
<p>Entre os sobreviventes retirados dos escombros estavam idosos, cuidadores e até uma criança de dois anos, que foi encaminhada para atendimento médico após o resgate. Os feridos foram levados para unidades de saúde da capital, incluindo o Hospital Odilon Behrens.</p>
<p>A operação mobilizou dezenas de bombeiros, além de equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), policiais militares e cães farejadores especializados em busca e salvamento. As equipes trabalharam de forma ininterrupta desde as primeiras horas após o desabamento, utilizando equipamentos de escuta e técnicas específicas para localizar possíveis sobreviventes sob os destroços.</p>
<p>O edifício tinha vários pavimentos e abrigava diferentes atividades além da casa de repouso, como residências e outros estabelecimentos comerciais. As circunstâncias que levaram ao colapso da estrutura ainda não foram confirmadas.</p>
<p>Com o encerramento das buscas, autoridades iniciaram os procedimentos para investigação das causas do desabamento. A Polícia Civil e órgãos técnicos devem analisar as condições estruturais do prédio e eventuais fatores que possam ter contribuído para a tragédia.</p>
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		<title>Desabamento em Gramado: Prédio Cede devido ao Alto Volume de Chuvas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desabamento-em-gramado-predio-cede-devido-ao-alto-volume-de-chuvas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Nov 2023 16:43:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Desabamento]]></category>
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					<description><![CDATA[Na manhã desta quinta-feira (23), por volta das 5h40, um prédio localizado na Ladeira das Azaleias, em Gramado (RS), desabou devido a um colapso estrutural causado pelo intenso volume de chuvas na região. Segundo informações da prefeitura, o local já estava isolado desde o último sábado (18), e até o momento não há registros de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na manhã desta quinta-feira (23), por volta das 5h40, um prédio localizado na Ladeira das Azaleias, em Gramado (RS), desabou devido a um colapso estrutural causado pelo intenso volume de chuvas na região. Segundo informações da prefeitura, o local já estava isolado desde o último sábado (18), e até o momento não há registros de vítimas. Importante ressaltar que o prédio desabou dentro de seu próprio terreno, sem atingir o bairro Três Pinheiros.</p>
<p>A prefeitura alerta que a instabilidade do solo persiste, e o incidente de colapso é apenas uma das situações de risco. Por essa razão, tanto a área onde o prédio estava localizado quanto o bairro Três Pinheiros permanecem isolados.</p>
<p>A administração municipal, por meio da Defesa Civil e suas secretarias, continua a trabalhar de forma diligente para atender às necessidades da população local. O Corpo de Bombeiros, a Brigada Militar e a Polícia Civil estão colaborando em conjunto com a prefeitura para lidar com a situação.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Em caso de emergência, a orientação é ligar para o Corpo de Bombeiros no número (54) 98434-8064 ou para a Defesa Civil no telefone (54) 99629-6160.</p>
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		<title>Desabamento deixa morto e feridos no Rio de Janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desabamento-deixa-morto-e-feridos-no-rio-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 14:00:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desabamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
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					<description><![CDATA[O desabamento de um edifício de três andares no Rio de Janeiro deixou vítimas na noite dessa segunda-feira (1º). Segundo informações divulgadas no fim da noite pelo Corpo de Bombeiros, o incidente deixou pelo menos uma pessoa morta e cinco feridas. Entre os resgatados com vida estão um bebê, uma criança, um homem e duas mulheres. Eles [&#8230;]]]></description>
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<p>O desabamento de um edifício de três andares no Rio de Janeiro deixou vítimas na noite dessa segunda-feira (1º). Segundo informações divulgadas no fim da noite pelo Corpo de Bombeiros, o incidente deixou pelo menos uma pessoa morta e cinco feridas.</p>
<p>Entre os resgatados com vida estão um bebê, uma criança, um homem e duas mulheres. Eles foram encaminhados aos hospitais Souza Aguiar e Salgado Filho.</p>
<p>O prédio de três pavimentos ficava na Avenida Menezes Cortes, no bairro do Engenho Novo. Mais de 60 bombeiros participaram das ações de resgate.</p>
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</div>
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		<title>Após desabamento, prefeitura de Itapecerica da Serra interdita empresa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apos-desabamento-prefeitura-de-itapecerica-da-serra-interdita-empresa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Sep 2022 15:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Desabamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Itapecerica da Serra]]></category>
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					<description><![CDATA[A prefeitura de Itapecerica da Serra informou que a empresa de contêineres Multiteiner foi interditada após o desabamento ocorrido ontem (20) e que provocou a morte de nove pessoas. “A empresa já está interditada. Ela precisa estar interditada. Se houve um desabamento e ela continuar em funcionamento, ela estaria mais uma vez irregular. A fiscalização já [&#8230;]]]></description>
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<p>A prefeitura de Itapecerica da Serra informou que a empresa de contêineres Multiteiner foi interditada após o desabamento ocorrido ontem (20) e que provocou a <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2022-09/arquibancada-desaba-e-provoca-nove-mortes-em-itapecerica-da-serra" target="_blank" rel="noopener">morte</a> de nove pessoas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“A empresa já está interditada. Ela precisa estar interditada. Se houve um desabamento e ela continuar em funcionamento, ela estaria mais uma vez irregular. A fiscalização já foi lá e a interditou”, disse nesta quarta-feira Leonel Novais, secretário municipal de Planejamento e Meio Ambiente. Segundo ele, o prazo de interdição é indeterminado.</p>
<p>O acidente, ocorrido por volta das 8h55 de terça (20) em uma das sedes da empresa, na Estrada Ferreira Guedes, provocou a morte de nove pessoas. Mais 28 pessoas precisaram ser socorridas para hospitais da região e três ficaram feridas de forma leve.</p>
<p>Segundo a Secretaria de Segurança Pública de São Paulo, uma parede localizada dentro do auditório da empresa teria desabado. No momento da ocorrência, cerca de 64 pessoas estavam no local participando de uma reunião com políticos. Um dos políticos era Jones Donizetti, candidato a deputado estadual pelo Solidariedade, que ficou ferido no acidente. Em suas redes sociais, o político informou que foi convidado a conhecer a empresa e estava se despedindo dos trabalhadores quando parte da estrutura de concreto do auditório onde estavam se rompeu, deixando-os presos nos escombros.</p>
<p>“Lá era uma laje pré-montada e, detalhe, era um auditório de treinamento”, disse Novais. Segundo o secretário, a prefeitura ainda não tem conhecimento sobre quem organizou o evento, lotando uma área que era destinada a ser apenas um local de treinamento. “Foi uma grande irresponsabilidade de quem teve coragem de fazer esse evento. Uma coisa é você subir dez pessoas [na estrutura]. Outra coisa é subir 100 ou 200 pessoas de uma única vez. Temos que buscar responsabilizar quem pediu e quem organizou esse evento”, disse.</p>
<p>“Um detalhe importante é que, quem organizou o evento, quem planejou o evento, não teve a menor preocupação de se atentar com as questões de segurança do local porque colocou um número significativo de pessoas de uma única vez. Detalhe: para que um evento dessa magnitude pudesse acontecer em Itapecerica era preciso entrar com um requerimento de autorização para que pudéssemos vistoriar e dar a autorização da permissão do evento. Mas nada disso aconteceu: nem por parte da empresa nem por parte dos organizadores”, acrescentou o secretário.</p>
<p>Hoje, durante entrevista coletiva, o diretor da Defesa Civil de Itapecerica da Serra, Josiel de Almeida, disse que, logo após a reunião no auditório, que ficava em uma espécie de mezanino, os funcionários foram se reunir em uma área destinada ao café, que ficava ali ao lado. E foi então que a estrutura desabou. “Com base em informações de quem estava dentro do prédio, após a reunião as pessoas se concentraram no local do café. E nessa concentração em excesso, o piso veio a ceder”, falou ele.</p>
<p>As causas do acidente ainda estão sendo apuradas. “Estamos com equipes da Defesa Civil no local. A empresa e os funcionários já foram orientados sobre a movimentação no local. Ainda está sendo feito o processo de vistoria”, falou Almeida.</p>
<h2>Irregularidades</h2>
<p>Em entrevista coletiva concedida na tarde de hoje, o secretário de Planejamento e Meio Ambiente informou que a empresa fez mudanças no projeto original que foi entregue para ser regularizado. Essas mudanças estavam então irregulares, ou seja, ainda não haviam sido regularizadas pelos órgãos públicos.</p>
<p>Para poder funcionar, uma empresa precisa regularizar sua documentação junto aos órgãos públicos. Ela precisa, por exemplo, do Habite-se, um documento expedido pela prefeitura que comprova que a obra está regular, ou seja, que o imóvel foi reformado ou construído de acordo com as normas legais do município onde ela está inserida. Além disso, ela precisa ter o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (ACVB), um documento emitido pelo Corpo de Bombeiros e que certifica que, durante a vistoria, a edificação possuía as condições de segurança para funcionamento. E como a Multiteiner está localizada dentro de uma área de preservação ambiental, ela ainda precisava de uma aprovação da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb).</p>
<p>No caso da Multiteiner, explicou o secretário, ela havia solicitado aprovação do projeto de construção em 2008 junto à Cetesb. “Mesmo a Cetesb tendo aprovado em 2008, o empresário executou a obra totalmente fora do padrão e dos parâmetros determinados pela Cetesb”, disse ele.</p>
<p>Além de mudanças no projeto que havia sido aprovado, a empresa também modificou a sua função.</p>
<p>“Essa obra foi aprovada em 2008 por um outro proprietário, que não era esse. Ele aprovou um projeto na Cetesb, mas esse imóvel acabou sendo negociado com a atual Multiteiner. E a Multiteiner realizou mudanças [no imóvel] ao longo do tempo. O projeto que foi inicialmente aprovado pela outra empresa, inclusive era um projeto de galpões comerciais. E quando foi pedida a vistoria, foi visto que [a nova empresa] estava em desacordo. Na época da vistoria, em 2017, se não me falha a memória, ela não só estava em desacordo como também não tinha sido completamente executada”, explicou Marcelo Motta, arquiteto da prefeitura.</p>
<p>“Entre 2017 e 2019, notificamos várias vezes a empresa porque ela está em área de proteção de mananciais. Para o tamanho da empresa, havia necessidade de aprovação preliminar da Cetesb para que depois pudéssemos analisar as leis municipais. O que aconteceu foi que, como eles alteraram a destinação de galpão comercial para industrial, eles excederam nossa capacidade de licenciamento. E aí notificamos a empresa para que ela se dirigisse à Cetesb e corrigisse a aprovação anterior que eles tinham, de galpão comercial para industrial e adequassem o projeto porque você muda a categoria de licenciamento quando se passa de comercial para industrial. Você passa a ter necessidade de licenças de instalação, de funcionamento, etc”, falou o arquiteto. “E esse processo ainda não havia retornado [da Cetesb] para nós [da prefeitura]”.</p>
<p>Segundo o arquiteto, o auditório que desabou ontem, por exemplo, não fazia parte do projeto inicial. “Ele alterou não só o prédio como a finalidade do prédio, de comercial para industrial. O auditório onde ocorreu o sinistro era uma sala de treinamento. Não tínhamos essas informações. Se era uma sala de treinamento e você a utiliza como um auditório, dependendo da capacidade do número de pessoas, você pode provocar um sinistro”, falou o arquiteto.</p>
<p>Procurada pela <strong>EBC</strong>, a Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) informou que é responsável por analisar as questões ambientais e os índices ocupacionais do imóvel, como área permeável e edificada, e que não avalia “questões estruturais e a utilização do espaço para eventos públicos ou privados”. Essas questões, disse a Cetesb, deveriam ter sido analisadas pela prefeitura. “A Cetesb não avalia lotação de auditório ou salas públicas ou privadas”, informou o órgão.</p>
<p>Segundo a Cetesb, houve necessidade de regularização do imóvel junto ao órgão porque ele está inserido em uma área de proteção e recuperação de mananciais. “E, portanto, o uso do solo no local está sujeito à obtenção do Alvará de Licença Metropolitana junto à Cetesb”, disse ela, em nota. A Multiteiner, informou a Cetesb, possuía essa aprovação para uso do local, mas atualmente estava em avaliação um outro pedido de licenciamento com vistas à regularização do empreendimento. Segundo a Cetesb, tratavam-se de pendências administrativas ambientais.</p>
<p>Por meio de nota publicada em suas redes sociais, a Multiteiner disse lamentar “profundamente o ocorrido” e que foi surpreendida “pelo rompimento da estrutura, cuja razão ainda é desconhecida”. Segundo a empresa, seus colaboradores estavam reunidos no auditório para iniciar mais um dia de trabalho. “Informamos que todas as medidas estão sendo adotadas para apurar e esclarecer todo o ocorrido. Contudo, neste momento, estamos priorizando o apoio e a assistência aos nossos colaboradores e seus familiares”, disse ela, em nota.</p>
<p>O acidente está sendo investigado pela Polícia Civil. O Ministério Público de São Paulo informou hoje que vai acompanhar as investigações.</p>
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</div>
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		<title>Bombeiros encerram buscas em desabamento que deixou nove mortos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/bombeiros-encerram-buscas-em-desabamento-que-deixou-nove-mortos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2022 02:24:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo de Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Desabamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Corpo de Bombeiros de São Paulo encerrou na tarde de hoje (20) os trabalhos de busca por vítimas do desabamento de uma arquibancada em uma empresa de contêineres em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo, que provocou a morte de nove pessoas e 31 feridos, das quais 28 tiveram que ser [&#8230;]]]></description>
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<p>O Corpo de Bombeiros de São Paulo encerrou na tarde de hoje (20) os trabalhos de busca por vítimas do desabamento de uma arquibancada em uma empresa de contêineres em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo, que provocou a morte de nove pessoas e 31 feridos, das quais 28 tiveram que ser socorridos em hospitais da região.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A informação foi dada pela porta-voz dos bombeiros de São Paulo, major PM Luciana Soares. As vítimas foram encaminhadas aos prontos-socorros de Jacira, Geral de Itapecerica e Central de Itapecerica. O estado de saúde delas não foi informado.</p>
<p>Na tarde de hoje, familiares estiveram na empresa Multiteiner para obter informações sobre os mortos e feridos. E alguns deles saíram do local desolados, chorando muito e gritando o nome das vítimas. Houve também familiares que saíram reclamando do tratamento recebido pela empresa. Caso de Conceição Alves Novaes. Seu marido Antônio foi um dos que ficou ferido no acidente.</p>
<p>“A empresa é responsável [pelo acidente]. Não pode deixar a Deus dará, não. Eles têm que ser responsáveis com a gente. Precisamos falar com alguém da empresa. Eles podiam ter nos fornecido um carro para ir até o hospital porque nós não temos condições”, reclamou. “Só Deus sabe como ele está. Vou ter que me deslocar para o Hospital das Clínicas”, disse.</p>
<p>A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo informou que foram acionados na manhã de hoje para atender uma ocorrência de desabamento de uma parede localizada dentro de um auditório da empresa e que, no local, estavam cerca de 64 pessoas, que participavam de uma reunião com políticos, e que parte dessas pessoas podem ter escapado do acidente sem ferimentos.</p>
<p>Ex-trabalhadores da empresa estiveram a tarde no local buscando informações sobre amigos. Eles disseram que o auditório que desabou ficava em uma espécie de mezanino.</p>
<p>Um deles era o candidato a deputado estadual Jones Donizetti, do Solidariedade, que informou em suas redes sociais ter ficado ferido. Ele disse que foi ao local na manhã de hoje para conhecer a empresa Multiteiner e que, quando se despedia dos trabalhadores, parte da estrutura de concreto se rompeu e os deixou presos aos escombros. Quatro integrantes da equipe do candidato foram resgatados e levados a hospitais.</p>
<p>Para o trabalho de buscas no local, o Corpo de Bombeiros utilizou 20 viaturas e 80 policiais.</p>
</div>
</div>
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		<title>Defesa Civil remove 80 famílias de área de risco em Ouro Preto</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/defesa-civil-remove-80-familias-de-area-de-risco-em-ouro-preto/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Jan 2022 17:04:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
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		<category><![CDATA[Morro da Forca]]></category>
		<category><![CDATA[Ouro Preto]]></category>
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					<description><![CDATA[Ainda às voltas com as consequências das fortes chuvas que atingiram Minas Gerais, cerca de 80 famílias de Ouro Preto tiveram que deixar suas casas na manhã de hoje (14). Embora não esteja chovendo na cidade esta manhã, as residências ficam em uma área onde técnicos da Defesa Civil identificaram o risco de deslizamentos devido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Ainda às voltas com as consequências das fortes chuvas que atingiram Minas Gerais, cerca de 80 famílias de Ouro Preto tiveram que deixar suas casas na manhã de hoje (14). Embora não esteja chovendo na cidade esta manhã, as residências ficam em uma área onde técnicos da Defesa Civil identificaram o risco de deslizamentos devido às condições do solo encharcado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As casas ficam no bairro Taquaral, de onde outras 25 famílias já tinham sido removidas esta semana. A área fica a poucos quilômetros do Morro da Forca, onde, ontem (13), um deslizamento destruiu dois casarões históricos – um deles, do fim do século XIX. A ocorrência desta quinta-feira não fez vítimas. Ainda assim, o Ministério Público Federal (MPF) instaurou um procedimento administrativo para apurar “os evidentes danos ao patrimônio cultural”.</p>
<h2>Alerta</h2>
<p>A agente da Defesa Civil municipal Paloma do Carmo Magalhães foi a primeira servidora de órgãos de proteção a chegar ao Morro da Forca, pouco antes do talude vir abaixo. Ela seguia para o trabalho quando um motorista de ônibus a alertou para algo atípico na encosta, na altura da Rua Diogo de Vasconcelos, em frente ao Centro de Artes e Convenções da Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). Próxima ao Terminal de Integração José da Silva Araújo, a área, na região central da cidade, é bastante movimentada.</p>
<p>Com a ajuda do barbeiro Fábio Rogério Alves, que estava abrindo seu salão, e de outras pessoas, Paloma rapidamente interrompeu o tráfego de veículos e de pessoas. “Eles ficaram à distância, alertando as pessoas para não passarem, e eu fiquei próxima à encosta, isolando a área até a guarnição da Guarda Civil chegar e interditar o trânsito completamente”, contou Paloma.</p>
<p>Vídeos feitos por pessoas que estavam próximas ao local registraram o momento em que parte do Morro da Forca vem abaixo e destrói os dois casarões, derrubando postes de energia elétrica e deixando a área sem luz. Embora os imóveis atingidos já estivessem embargados desde 2012, quando foram atingidos por um deslizamento de terra, Paloma considera que a atenção e a presteza de alguns cidadãos foi fundamental para que não houvesse nenhuma vítima.</p>
<p>“Isto foi crucial. Como dizemos sempre, a defesa civil é feita por todos. Ao contrário do que alguns costumam dizer, a natureza costuma sim dar sinais [de que algo está para ocorrer]. Felizmente, o motorista e outras pessoas não ignoraram os primeiros avisos e nos alertaram. Infelizmente, houve o prejuízo ao bem cultural, histórico, mas vidas podem ter sido salvas”, acrescentou a agente civil.</p>
<p>Em função do acidente, a circulação de pessoas nas proximidades do centro de convenções e o tráfego de veículos pela Rua Pacífico Homem, no sopé do morro, continuam proibidos. Embora não esteja chovendo, a Defesa Civil alerta para o risco de novas ocorrências em quase toda a cidade. “Com o sol, o solo, que já está muito saturado, tende a se rachar, abrindo fendas. E como há previsão de mais chuvas, pode ocorrer outros deslizamentos”, disse Paloma.</p>
<p>Só em Ouro Preto, até ontem, 200 pessoas desalojadas tinham tido que ser acolhidas na casa de parentes, amigos ou vizinhos. Outras 223 pessoas ficaram desabrigadas, tendo que, em algum momento, ir para abrigos públicos. Também as famílias do Taquaral que estão sendo removidas esta manhã e que não tiverem para onde ir serão levadas para abrigos improvisados em escolas públicas. A cidade também registrou uma das 25 mortes ocorridas no estado em consequência das chuvas &#8211; número que não inclui as dez mortes causadas pelo desprendimento de um bloco de pedras do Lago de Furnas, em Capitólio, sobre embarcações turísticas, no último dia 8).</p>
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