<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Dengue &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/dengue/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 11 Jun 2026 00:54:05 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=7.0.2</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Dengue &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Butantan mantém pesquisa com idosos apesar da suspensão temporária da vacinação contra dengue</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/butantan-mantem-pesquisa-com-idosos-apesar-da-suspensao-temporaria-da-vacinacao-contra-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 00:54:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Idosos]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91172</guid>

					<description><![CDATA[O Instituto Butantan informou que continuará conduzindo o estudo clínico voltado à avaliação da vacina contra a dengue em pessoas com idade entre 60 e 79 anos, mesmo após a suspensão temporária da estratégia de vacinação com o imunizante no país. A pesquisa busca ampliar o conhecimento sobre a segurança e a resposta imunológica da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Butantan informou que continuará conduzindo o estudo clínico voltado à avaliação da vacina contra a dengue em pessoas com idade entre 60 e 79 anos, mesmo após a suspensão temporária da estratégia de vacinação com o imunizante no país. A pesquisa busca ampliar o conhecimento sobre a segurança e a resposta imunológica da vacina nessa faixa etária, que ainda não está contemplada na autorização atual de uso do produto.</p>
<p>A decisão ocorre em meio às investigações conduzidas pelo Ministério da Saúde, pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e por especialistas em farmacovigilância após o registro de 42 casos de reações adversas graves em pessoas vacinadas. Entre esses episódios, três resultaram em internação hospitalar e dois evoluíram para óbito, situações que ainda estão sendo analisadas para verificar se possuem relação direta com o imunizante.</p>
<p>Segundo o Butantan, o ensaio clínico com idosos segue protocolos independentes da campanha de vacinação aplicada pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo da pesquisa é avaliar se a resposta imunológica observada em pessoas acima de 60 anos é semelhante à registrada em adultos mais jovens que participaram das etapas anteriores dos estudos clínicos.</p>
<p>O estudo envolve 767 voluntários com idades entre 60 e 79 anos, além de um grupo de controle formado por 230 adultos de 40 a 59 anos. Os participantes estão sendo acompanhados em centros de pesquisa localizados nos estados do Rio Grande do Sul e do Paraná.</p>
<p>De acordo com o Instituto Butantan, a inclusão da população idosa é considerada estratégica devido ao impacto da dengue nessa faixa etária. Pessoas mais velhas estão entre os grupos com maior risco de desenvolver complicações graves da doença, o que torna importante a avaliação da vacina para eventual ampliação futura da indicação do imunizante.</p>
<p>A suspensão anunciada pelo Ministério da Saúde não representa o cancelamento definitivo da vacinação. A medida foi adotada de forma preventiva para permitir uma investigação aprofundada dos eventos adversos observados após a aplicação de mais de 500 mil doses em todo o país. As autoridades sanitárias destacam que ainda não existem evidências conclusivas de que os casos graves tenham sido provocados pela vacina.</p>
<p>O imunizante desenvolvido pelo Butantan foi aprovado pela Anvisa em novembro de 2025 para pessoas de 12 a 59 anos e passou a integrar o Sistema Único de Saúde no início deste ano. Antes da suspensão, a vacina vinha sendo aplicada em municípios selecionados e em profissionais da atenção primária à saúde como parte da estratégia nacional de enfrentamento à dengue.</p>
<p>Estudos anteriores realizados pelo instituto apontaram resultados considerados promissores. Dados divulgados neste ano indicaram eficácia de 80,5% na prevenção de casos graves da doença e proteção mantida por pelo menos cinco anos após a aplicação da dose única.</p>
<p>Enquanto a investigação prossegue, o Butantan afirma que continuará colaborando com os órgãos reguladores e mantendo o acompanhamento rigoroso dos participantes dos estudos clínicos. A expectativa é que as análises em andamento permitam esclarecer os episódios registrados e definir os próximos passos da vacinação contra a dengue no Brasil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91172</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ministério interrompe aplicação da vacina contra dengue do Butantan após investigação de reações graves</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ministerio-interrompe-aplicacao-da-vacina-contra-dengue-do-butantan-apos-investigacao-de-reacoes-graves/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jun 2026 13:14:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre Padilha]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[vacina contra a dengue]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=91158</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária da vacinação contra a dengue com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan. A decisão foi adotada como medida de precaução após o registro de eventos adversos graves em pessoas que receberam a vacina, situação que agora será analisada por equipes técnicas e órgãos de vigilância sanitária. Segundo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou a suspensão temporária da vacinação contra a dengue com o imunizante desenvolvido pelo Instituto Butantan. A decisão foi adotada como medida de precaução após o registro de eventos adversos graves em pessoas que receberam a vacina, situação que agora será analisada por equipes técnicas e órgãos de vigilância sanitária.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pela pasta, foram identificados 42 casos de reações severas temporalmente associadas à aplicação do imunizante. Entre essas ocorrências, houve registros de internações e duas mortes que estão sendo investigadas para determinar se existe relação direta com a vacina ou se os episódios foram provocados por outras condições de saúde dos pacientes.</p>
<p>A suspensão vale exclusivamente para a vacina contra a dengue produzida pelo Instituto Butantan. O imunizante Qdenga, fabricado pela farmacêutica Takeda e utilizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS), continua sendo aplicado normalmente nos públicos contemplados pela campanha nacional de vacinação.</p>
<p>De acordo com o Ministério da Saúde, a medida não representa uma conclusão sobre a segurança da vacina brasileira, mas sim uma etapa necessária para aprofundar a investigação dos casos relatados. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a decisão busca garantir máxima segurança à população durante o processo de avaliação dos eventos registrados. A pasta também reiterou confiança na capacidade técnica e científica do Instituto Butantan.</p>
<p>Até o fim de maio, mais de 500 mil doses da vacina do Butantan haviam sido aplicadas em todo o país. Grande parte desse público era composta por profissionais da atenção primária à saúde, grupo escolhido para a estratégia inicial de vacinação adotada pelo governo federal após a incorporação do imunizante ao SUS no início deste ano.</p>
<p>Além da suspensão das novas aplicações, o Ministério orientou estados e municípios a monitorarem pessoas vacinadas recentemente, especialmente aquelas que receberam a dose nas últimas semanas. O objetivo é ampliar a coleta de informações e identificar rapidamente qualquer ocorrência que possa contribuir para as investigações em andamento.</p>
<p>A vacina do Instituto Butantan representa um marco para a ciência nacional por ser o primeiro imunizante contra a dengue desenvolvido e produzido integralmente por uma instituição brasileira. Registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no final de 2025, a vacina foi criada para oferecer proteção contra os quatro sorotipos do vírus da dengue em dose única.</p>
<p>As autoridades de saúde ressaltam que a interrupção é temporária e permanecerá vigente até a conclusão das análises técnicas. Os resultados da investigação deverão indicar se os eventos observados possuem relação causal com o imunizante ou se decorreram de fatores independentes da vacinação. Até lá, a recomendação é que a população acompanhe as orientações oficiais divulgadas pelos órgãos de saúde.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">91158</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Vacina brasileira contra dengue mantém eficácia por até cinco anos, aponta estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacina-brasileira-contra-dengue-mantem-eficacia-por-ate-cinco-anos-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Butantan-DV]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SBIm]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=89107</guid>

					<description><![CDATA[Um estudo recente revelou que a vacina brasileira contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan, mantém eficácia por pelo menos cinco anos após a aplicação. Os resultados foram publicados na revista científica Nature Medicine e reforçam a importância do imunizante no combate à doença, que tem registrado altas taxas de transmissão no país. A vacina, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente revelou que a vacina brasileira contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan, mantém eficácia por pelo menos cinco anos após a aplicação. Os resultados foram publicados na revista científica <em>Nature Medicine</em> e reforçam a importância do imunizante no combate à doença, que tem registrado altas taxas de transmissão no país.</p>
<figure id="attachment_89109" aria-describedby="caption-attachment-89109" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89109" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/06-Primeira-vacina-100-nacional-contra-a-dengue-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C547&#038;ssl=1" alt="Primeira Vacina 100% Nacional Contra A Dengue - Expresso Carioca" width="365" height="547" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/06-Primeira-vacina-100-nacional-contra-a-dengue-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/06-Primeira-vacina-100-nacional-contra-a-dengue-Expresso-Carioca.webp?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/06-Primeira-vacina-100-nacional-contra-a-dengue-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-89109" class="wp-caption-text">Primeira vacina 100% nacional contra a dengue, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. &#8211; Walterson Rosa/MS</figcaption></figure>
<p>A vacina, chamada <strong>Butantan-DV</strong>, é considerada a primeira do mundo contra a dengue aplicada em <strong>dose única</strong>. O estudo de longo prazo acompanhou mais de <strong>16 mil voluntários</strong> e mostrou que o imunizante apresenta <strong>65% de eficácia contra casos sintomáticos da doença</strong> ao longo de cinco anos.</p>
<p>Quando se trata das formas mais graves da dengue — aquelas que podem provocar complicações e exigir hospitalização — a proteção foi ainda maior. Os dados indicam <strong>80,5% de eficácia contra dengue grave ou com sinais de alarme</strong>, reforçando o potencial da vacina para reduzir impactos severos da doença na população.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o imunizante também demonstrou <strong>perfil de segurança positivo</strong> durante todo o período de acompanhamento, sem registro de preocupações relevantes a longo prazo. Além disso, os resultados indicam que a vacina pode ser utilizada tanto em pessoas que já tiveram dengue quanto naquelas que nunca foram infectadas.</p>
<p>A aprovação da vacina pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ocorreu no fim de 2025, e a aplicação já começou em grupos prioritários, como profissionais de saúde. A expectativa é que, com o aumento da produção, a imunização seja ampliada gradualmente para outras faixas da população.</p>
<p>Especialistas destacam que a chegada de uma vacina nacional de dose única pode representar um avanço significativo na estratégia de controle da dengue no Brasil, especialmente em períodos de alta circulação do vírus.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">89107</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Anvisa firma termo final para registro da vacina da dengue do Butantan</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anvisa-firma-termo-final-para-registro-da-vacina-da-dengue-do-butantan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 14:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto Butantan]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=86992</guid>

					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) assina nesta quarta-feira (26) um Termo de Compromisso com o Instituto Butantan para dar sequência aos estudos e ao monitoramento da nova vacina brasileira contra a dengue. O documento representa o último passo necessário para o registro definitivo do imunizante no país. Segundo a Assessoria de Comunicação Social [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) assina nesta quarta-feira (26) um <strong>Termo de Compromisso</strong> com o <strong>Instituto Butantan</strong> para dar sequência aos estudos e ao monitoramento da nova vacina brasileira contra a dengue. O documento representa o <strong>último passo necessário para o registro definitivo</strong> do imunizante no país.</p>
<p>Segundo a Assessoria de Comunicação Social do governo federal, a assinatura formaliza a etapa final antes da liberação da vacina, antecipada desde o início de novembro, quando já havia expectativa de aprovação pela Anvisa.</p>
<p>O diretor da agência, <strong>Daniel Pereira</strong>, ressaltou em entrevista à Agência Brasil que o processo foi tratado como prioridade máxima. “A vacina de dengue do Butantan é um processo prioritário para a agência”, afirmou. Ele destacou ainda que a análise envolveu “muitas horas” de avaliação técnica e discussões com especialistas externos que colaboraram com o parecer.</p>
<p>O anúncio oficial do acordo entre a Anvisa e o Butantan será feito ainda nesta quarta-feira, fortalecendo a expectativa de que o país esteja próximo de contar com <strong>mais uma vacina nacional</strong> para enfrentar a dengue, doença que segue como um dos principais desafios de saúde pública no Brasil.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">86992</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brasil ultrapassa 1 milhão de casos prováveis de dengue em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-ultrapassa-1-milhao-de-casos-provaveis-de-dengue-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 17:46:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=83017</guid>

					<description><![CDATA[O Brasil já contabiliza 1.010.833 casos prováveis de dengue em 2025, segundo dados do Ministério da Saúde. Desde 1º de janeiro, foram confirmadas 668 mortes pela doença, com 724 óbitos ainda em investigação. Embora os números sejam expressivos, representam uma queda em relação ao mesmo período de 2024, quando o país enfrentava a pior epidemia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil já contabiliza 1.010.833 casos prováveis de dengue em 2025, segundo dados do Ministério da Saúde. Desde 1º de janeiro, foram confirmadas 668 mortes pela doença, com 724 óbitos ainda em investigação.</p>
<p>Embora os números sejam expressivos, representam uma queda em relação ao mesmo período de 2024, quando o país enfrentava a pior epidemia da história, com mais de 4 milhões de casos e 3.800 mortes.</p>
<p><strong>Faixa etária mais afetada</strong>: 20 a 29 anos<br />
<strong>Perfil dos casos</strong>: 55% mulheres e 45% homens<br />
<strong>Distribuição étnica</strong>: 50,4% brancos, 31,1% pardos e 4,8% pretos</p>
<p>Os estados com mais casos são:</p>
<p><strong>São Paulo</strong>: 585.902 casos (1.274 por 100 mil hab.)<br />
<strong>Minas Gerais</strong>: 109.685<br />
<strong>Paraná</strong>: 80.285<br />
<strong>Goiás</strong>: 46.980</p>
<blockquote><p>Com tendência de crescimento, o Ministério da Saúde já anunciou ações emergenciais em 80 municípios prioritários para conter o avanço do vírus.</p></blockquote>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">83017</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Baixa procura por vacina contra dengue preocupa autoridades</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/baixa-procura-por-vacina-contra-dengue-preocupa-autoridades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 15:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=81750</guid>

					<description><![CDATA[Um ano após o início da vacinação contra a dengue no Sistema Único de Saúde (SUS), a adesão ao imunizante segue abaixo do esperado. Dos 6,3 milhões de doses distribuídas entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2025, apenas 3,2 milhões foram aplicadas, segundo dados da Rede Nacional de Dados em Saúde. A vacina Qdenga, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano após o início da vacinação contra a dengue no Sistema Único de Saúde (SUS), a adesão ao imunizante segue abaixo do esperado. Dos 6,3 milhões de doses distribuídas entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2025, apenas 3,2 milhões foram aplicadas, segundo dados da Rede Nacional de Dados em Saúde.</p>
<p>A vacina Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda, foi incorporada ao SUS para imunizar crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária com maior número de hospitalizações por dengue após os idosos. O esquema vacinal prevê duas doses com intervalo de três meses entre elas.</p>
<h4>Distribuição e limitações</h4>
<p>Inicialmente, 521 municípios foram selecionados para iniciar a imunização, priorizando regiões com alta transmissão da dengue. Atualmente, todas as unidades federativas recebem doses, mas a quantidade é limitada pela capacidade de fornecimento da fabricante. Em 2024, foram adquiridas 5,2 milhões de doses, e outras 9 milhões foram contratadas para 2025.</p>
<p>A Takeda informou que suspendeu a venda direta para estados e municípios, priorizando o fornecimento ao Ministério da Saúde. A vacina também foi pré-qualificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tornando-se elegível para aquisição por agências internacionais.</p>
<h4>Alerta para baixa adesão</h4>
<p>A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) emitiu um alerta sobre a baixa procura pela vacina. A preocupação aumenta com a recente detecção do sorotipo 3 da dengue, que não circulava de forma predominante no Brasil desde 2008. Com grande parte da população vulnerável, o risco de novas epidemias cresce.</p>
<p>Apesar da vacinação, o Ministério da Saúde reforça que o principal método de combate à doença segue sendo o controle do mosquito Aedes aegypti. Em 2024, o Brasil registrou a pior epidemia de dengue da história, com 6,6 milhões de casos prováveis e mais de 6 mil mortes. Em 2025, já foram contabilizados 230 mil casos suspeitos e 67 mortes confirmadas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">81750</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Rio amplia vacinação contra dengue para adolescentes de até 16 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-amplia-vacinacao-contra-dengue-para-adolescentes-de-ate-16-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 23:04:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aepypti]]></category>
		<category><![CDATA[Contágio]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Verão]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=81553</guid>

					<description><![CDATA[A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, nesta terça-feira (28), a ampliação da faixa etária para vacinação contra a dengue. A partir de fevereiro, adolescentes entre 10 e 16 anos poderão receber o imunizante, que antes era destinado apenas para a faixa de 10 a 14 anos. De acordo com o secretário municipal de Saúde, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, nesta terça-feira (28), a ampliação da faixa etária para vacinação contra a dengue. A partir de fevereiro, adolescentes entre <strong>10 e 16 anos</strong> poderão receber o imunizante, que antes era destinado apenas para a faixa de <strong>10 a 14 anos</strong>. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a medida busca otimizar o uso das <strong>100 mil doses em estoque</strong>, reservadas para quem ainda não retornou para a segunda aplicação da vacina.</p>
<p>Durante coletiva de imprensa sobre o plano operacional do carnaval de rua, Soranz destacou a importância da imunização, especialmente no verão, quando a transmissão da dengue costuma aumentar. Ele alertou para o risco de circulação do sorotipo 3 da doença, que tem registrado alta de casos em São Paulo e pode chegar ao Rio. &#8220;Dengue é sempre uma preocupação no verão, mas este ano temos números muito menores que no ano passado, quando enfrentamos uma epidemia. Mesmo assim, estamos atentos ao aumento de casos em outros estados&#8221;, afirmou.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Saúde confirmou, na segunda-feira (27), o <strong>primeiro óbito por dengue</strong> na capital em 2025. A vítima, um homem de 38 anos, morava em Campo Grande, na zona oeste. Até o momento, cerca de <strong>mil casos</strong> foram notificados no município.</p>
<p>A ampliação da faixa etária é mais uma tentativa de conter o avanço da doença e estimular a adesão à vacinação, considerada uma das principais estratégias de prevenção.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">81553</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Estado do Rio registra 810 casos de dengue nas primeiras semanas de 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estado-do-rio-registra-810-casos-de-dengue-nas-primeiras-semanas-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 20:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Incidência]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=81262</guid>

					<description><![CDATA[Nas primeiras semanas de 2025, o estado do Rio de Janeiro registrou 810 casos prováveis de dengue, resultando em 50 internações, mas sem mortes confirmadas. Os números abrangem o período de 29 de dezembro de 2024 a 14 de janeiro de 2025 e são atualizados no sistema Monitora RJ, da Secretaria de Estado de Saúde. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas primeiras semanas de 2025, o estado do Rio de Janeiro registrou 810 casos prováveis de dengue, resultando em 50 internações, mas sem mortes confirmadas. Os números abrangem o período de 29 de dezembro de 2024 a 14 de janeiro de 2025 e são atualizados no sistema Monitora RJ, da Secretaria de Estado de Saúde.</p>
<p>Em comparação, no mesmo período de 2024, foram registrados 16.011 casos, em meio a uma epidemia atípica que marcou o ano, com 302.316 casos prováveis e 232 óbitos. Já em 2023, ano sem epidemia, houve 694 casos nas primeiras semanas, indicando um aumento de 16,72% em 2025 em relação a esse período.</p>
<h3><strong>Primeiro Caso de Dengue Tipo 3</strong></h3>
<p>A Secretaria de Saúde confirmou o primeiro caso de dengue tipo 3 deste ano, envolvendo uma mulher de 60 anos no município do Rio de Janeiro. A confirmação foi feita pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ).</p>
<p>O sorotipo 3 não circula amplamente no estado desde 2007, tornando a população especialmente vulnerável devido à ausência de contato prévio. Em 2024, foram identificados dois casos isolados dessa variante, em Paraty e Maricá.</p>
<h3><strong>Sintomas e Prevenção</strong></h3>
<p>Os sintomas da dengue tipo 3 são semelhantes aos dos outros sorotipos, incluindo febre alta, dores no corpo, náuseas, vômitos, dor atrás dos olhos, e manchas vermelhas no corpo.</p>
<p>A Secretaria de Saúde mantém como prioridade o combate ao Aedes aegypti, com monitoramento constante e a campanha “Contra a dengue todo dia”, que integra o Plano de Contingência para Enfrentamento às Arboviroses.</p>
<h3><strong>Ações Recomendadas</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Inspeção semanal:</strong> evitar água parada em recipientes como garrafas, pneus, caixas d’água descobertas e pratos de plantas.</li>
<li><strong>Alerta às populações municipais:</strong> orientação contínua sobre prevenção e eliminação de focos do mosquito.</li>
</ul>
<p>Com o aumento nos casos e a reemergência do sorotipo 3, autoridades reforçam a necessidade de engajamento coletivo no combate à proliferação do mosquito.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">81262</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Com 6,3 milhões de casos prováveis, Brasil lidera ranking de dengue</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/com-63-milhoes-de-casos-provaveis-brasil-lidera-ranking-de-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 19:52:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[ranking de dengue]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=77351</guid>

					<description><![CDATA[O Brasil lidera o ranking global de notificações de dengue em 2024, com quase 6,3 milhões de casos prováveis, sendo mais de 3 milhões confirmados em laboratório. Em seguida, estão Argentina, com 420 mil casos prováveis; Paraguai, com 257 mil casos prováveis; e Peru, com quase 200 mil casos prováveis. Os dados são da Organização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil lidera o ranking global de notificações de dengue em 2024, com quase 6,3 milhões de casos prováveis, sendo mais de 3 milhões confirmados em laboratório. Em seguida, estão Argentina, com 420 mil casos prováveis; Paraguai, com 257 mil casos prováveis; e Peru, com quase 200 mil casos prováveis.</p>
<p>Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS), que já contabiliza um total de 7,6 milhões de casos prováveis de dengue em todo o mundo este ano, dos quais 3,4 milhões foram confirmados em laboratório. O painel de monitoramento da entidade registra mais de 3 mil mortes provocadas pela doença, com 90 países apresentando transmissão ativa de dengue.</p>
<p>“Embora um aumento substancial de casos de dengue tenha sido relatado globalmente nos últimos cinco anos, esse aumento foi particularmente pronunciado na região das Américas, onde o número de casos ultrapassou 7 milhões no final de abril, superando os 4,6 milhões de casos registrados em todo o ano de 2023”, destacou a OMS.</p>
<p>A entidade também alerta que todos os quatro sorotipos de dengue foram detectados nas Américas este ano. Pelo menos seis países da região – Brasil, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México e Panamá – já reportaram casos de circulação simultânea de todos os quatro sorotipos.</p>
<p>Além disso, a OMS enfatiza que muitos países endêmicos não possuem mecanismos robustos de detecção e notificação, o que subestima o verdadeiro impacto da dengue a nível mundial. Para controlar a transmissão de forma mais eficaz, é necessária uma vigilância robusta da dengue em tempo real.</p>
<p><strong>Vacinação</strong></p>
<p>A OMS recomenda que a vacina contra a dengue seja parte de uma estratégia integrada para o combate à doença, incluindo controle de vetores, gestão adequada dos casos e envolvimento comunitário. A vacina TAK-003, conhecida como Qdenga, desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda, é atualmente utilizada no Brasil e recomendada para crianças de 6 a 16 anos em áreas com alta transmissão de dengue.</p>
<p>No Brasil, a vacinação com Qdenga começou na rede pública de saúde em fevereiro deste ano, sendo aplicada em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos devido à quantidade limitada de doses fornecidas pelo fabricante.</p>
<p><strong>Outras arboviroses</strong></p>
<p>A OMS destaca a sobreposição de casos de dengue, chikungunya e zika – todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e com sintomas semelhantes, o que pode resultar em diagnósticos equivocados. Dados de vigilância em Minas Gerais, em 2023, mostraram que casos suspeitos de dengue representavam 84,4% dos casos prováveis de arboviroses, enquanto casos suspeitos de chikungunya eram 15,6%. No entanto, a proporção real dos casos confirmados laboratorialmente foi de 65,9% para chikungunya e 34,1% para dengue.</p>
<p>A OMS reforça que os sistemas de vigilância para chikungunya e zika são fracos ou inexistentes em muitos países, e que há diferenças importantes entre essas doenças em relação a populações de risco, gestão de pacientes e utilização de recursos de saúde. O vírus Zika é particularmente perigoso para mulheres grávidas devido à associação com casos de microcefalia.</p>
<p>A expansão da vigilância para monitorar simultaneamente os três vírus pode ajudar as autoridades de saúde pública a determinar com precisão o verdadeiro impacto de cada doença, refinar avaliações de risco e otimizar a gestão clínica e a alocação de recursos para intervenções de saúde pública mais eficazes.</p>
<p>Até o momento, o painel da OMS contabiliza, em 2024, mais de 250 mil casos de chikungunya e quase 7 mil casos de infecção pelo vírus Zika em todo o mundo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">77351</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Casos de Dengue em queda no estado do Rio, alerta permanece</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/casos-de-dengue-em-queda-no-estado-do-rio-alerta-permanece/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 13:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Teatro]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=76691</guid>

					<description><![CDATA[O Estado do Rio de Janeiro está testemunhando uma diminuição no número de casos de dengue, confirmando uma tendência de queda esperançosa. De acordo com a Secretaria de Saúde, cinco das nove regiões de saúde do estado estão registrando os números mais baixos da doença. Claudia Mello, secretária de Estado de Saúde, enfatizou que &#8220;a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado do Rio de Janeiro está testemunhando uma diminuição no número de casos de dengue, confirmando uma tendência de queda esperançosa. De acordo com a Secretaria de Saúde, cinco das nove regiões de saúde do estado estão registrando os números mais baixos da doença.</p>
<p>Claudia Mello, secretária de Estado de Saúde, enfatizou que <em>&#8220;a dengue está em recuo, mas é crucial não baixar a guarda. Ainda há uma incidência significativa de casos e é imperativo que a população permaneça vigilante e tome medidas preventivas, eliminando os criadouros de mosquitos em suas residências&#8221;</em>.</p>
<p>Mello alertou que, embora haja uma redução inicial nos casos, ainda não é motivo para relaxamento. Ela explicou: &#8220;Apesar de vermos uma melhora, ainda estamos em um estado de alerta. O número de casos permanece acima da média para esta época do ano, e nem todas as regiões estão experimentando a mesma queda.&#8221;</p>
<p>O nível 1, de acordo com as autoridades de saúde, indica uma incidência que excede até cinco vezes o limite máximo esperado para o período, com base em dados das últimas décadas.</p>
<h4><strong>Cenário Regional</strong></h4>
<p>Este cenário de declínio é mais evidente nas regiões Metropolitana 1 e Baixada Litorânea, anteriormente classificadas como nível 2, e na Baía de Ilha Grande, Centro Sul e Noroeste, que já estavam nesse patamar.</p>
<p>Entretanto, a região norte permanece no nível 3, o mais alto na escala de incidência. Enquanto isso, a região serrana e o Médio Paraíba agora compartilham o mesmo patamar de nível 2. A Metropolitana II, por sua vez, avançou do nível 1 para o 2.</p>
<p>Até a última segunda-feira (6), foram registrados 233.566 casos prováveis de dengue e 139 óbitos confirmados em todo o estado do Rio. A taxa de incidência acumulada está em 1.455 casos por 100 mil habitantes.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">76691</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
