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	<title>Dengue &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Dengue &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Vacina brasileira contra dengue mantém eficácia por até cinco anos, aponta estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacina-brasileira-contra-dengue-mantem-eficacia-por-ate-cinco-anos-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Mar 2026 16:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Um estudo recente revelou que a vacina brasileira contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan, mantém eficácia por pelo menos cinco anos após a aplicação. Os resultados foram publicados na revista científica Nature Medicine e reforçam a importância do imunizante no combate à doença, que tem registrado altas taxas de transmissão no país. A vacina, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um estudo recente revelou que a vacina brasileira contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan, mantém eficácia por pelo menos cinco anos após a aplicação. Os resultados foram publicados na revista científica <em>Nature Medicine</em> e reforçam a importância do imunizante no combate à doença, que tem registrado altas taxas de transmissão no país.</p>
<figure id="attachment_89109" aria-describedby="caption-attachment-89109" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-89109" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/06-Primeira-vacina-100-nacional-contra-a-dengue-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C547&#038;ssl=1" alt="Primeira Vacina 100% Nacional Contra A Dengue - Expresso Carioca" width="365" height="547" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/06-Primeira-vacina-100-nacional-contra-a-dengue-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/06-Primeira-vacina-100-nacional-contra-a-dengue-Expresso-Carioca.webp?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/03/06-Primeira-vacina-100-nacional-contra-a-dengue-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C225&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-89109" class="wp-caption-text">Primeira vacina 100% nacional contra a dengue, de dose única, desenvolvida pelo Instituto Butantan. &#8211; Walterson Rosa/MS</figcaption></figure>
<p>A vacina, chamada <strong>Butantan-DV</strong>, é considerada a primeira do mundo contra a dengue aplicada em <strong>dose única</strong>. O estudo de longo prazo acompanhou mais de <strong>16 mil voluntários</strong> e mostrou que o imunizante apresenta <strong>65% de eficácia contra casos sintomáticos da doença</strong> ao longo de cinco anos.</p>
<p>Quando se trata das formas mais graves da dengue — aquelas que podem provocar complicações e exigir hospitalização — a proteção foi ainda maior. Os dados indicam <strong>80,5% de eficácia contra dengue grave ou com sinais de alarme</strong>, reforçando o potencial da vacina para reduzir impactos severos da doença na população.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, o imunizante também demonstrou <strong>perfil de segurança positivo</strong> durante todo o período de acompanhamento, sem registro de preocupações relevantes a longo prazo. Além disso, os resultados indicam que a vacina pode ser utilizada tanto em pessoas que já tiveram dengue quanto naquelas que nunca foram infectadas.</p>
<p>A aprovação da vacina pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ocorreu no fim de 2025, e a aplicação já começou em grupos prioritários, como profissionais de saúde. A expectativa é que, com o aumento da produção, a imunização seja ampliada gradualmente para outras faixas da população.</p>
<p>Especialistas destacam que a chegada de uma vacina nacional de dose única pode representar um avanço significativo na estratégia de controle da dengue no Brasil, especialmente em períodos de alta circulação do vírus.</p>
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		<item>
		<title>Anvisa firma termo final para registro da vacina da dengue do Butantan</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anvisa-firma-termo-final-para-registro-da-vacina-da-dengue-do-butantan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Nov 2025 14:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
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		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) assina nesta quarta-feira (26) um Termo de Compromisso com o Instituto Butantan para dar sequência aos estudos e ao monitoramento da nova vacina brasileira contra a dengue. O documento representa o último passo necessário para o registro definitivo do imunizante no país. Segundo a Assessoria de Comunicação Social [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) assina nesta quarta-feira (26) um <strong>Termo de Compromisso</strong> com o <strong>Instituto Butantan</strong> para dar sequência aos estudos e ao monitoramento da nova vacina brasileira contra a dengue. O documento representa o <strong>último passo necessário para o registro definitivo</strong> do imunizante no país.</p>
<p>Segundo a Assessoria de Comunicação Social do governo federal, a assinatura formaliza a etapa final antes da liberação da vacina, antecipada desde o início de novembro, quando já havia expectativa de aprovação pela Anvisa.</p>
<p>O diretor da agência, <strong>Daniel Pereira</strong>, ressaltou em entrevista à Agência Brasil que o processo foi tratado como prioridade máxima. “A vacina de dengue do Butantan é um processo prioritário para a agência”, afirmou. Ele destacou ainda que a análise envolveu “muitas horas” de avaliação técnica e discussões com especialistas externos que colaboraram com o parecer.</p>
<p>O anúncio oficial do acordo entre a Anvisa e o Butantan será feito ainda nesta quarta-feira, fortalecendo a expectativa de que o país esteja próximo de contar com <strong>mais uma vacina nacional</strong> para enfrentar a dengue, doença que segue como um dos principais desafios de saúde pública no Brasil.</p>
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		<title>Brasil ultrapassa 1 milhão de casos prováveis de dengue em 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-ultrapassa-1-milhao-de-casos-provaveis-de-dengue-em-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 17 Apr 2025 17:46:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Arboviroses]]></category>
		<category><![CDATA[Casos de Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil já contabiliza 1.010.833 casos prováveis de dengue em 2025, segundo dados do Ministério da Saúde. Desde 1º de janeiro, foram confirmadas 668 mortes pela doença, com 724 óbitos ainda em investigação. Embora os números sejam expressivos, representam uma queda em relação ao mesmo período de 2024, quando o país enfrentava a pior epidemia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil já contabiliza 1.010.833 casos prováveis de dengue em 2025, segundo dados do Ministério da Saúde. Desde 1º de janeiro, foram confirmadas 668 mortes pela doença, com 724 óbitos ainda em investigação.</p>
<p>Embora os números sejam expressivos, representam uma queda em relação ao mesmo período de 2024, quando o país enfrentava a pior epidemia da história, com mais de 4 milhões de casos e 3.800 mortes.</p>
<p><strong>Faixa etária mais afetada</strong>: 20 a 29 anos<br />
<strong>Perfil dos casos</strong>: 55% mulheres e 45% homens<br />
<strong>Distribuição étnica</strong>: 50,4% brancos, 31,1% pardos e 4,8% pretos</p>
<p>Os estados com mais casos são:</p>
<p><strong>São Paulo</strong>: 585.902 casos (1.274 por 100 mil hab.)<br />
<strong>Minas Gerais</strong>: 109.685<br />
<strong>Paraná</strong>: 80.285<br />
<strong>Goiás</strong>: 46.980</p>
<blockquote><p>Com tendência de crescimento, o Ministério da Saúde já anunciou ações emergenciais em 80 municípios prioritários para conter o avanço do vírus.</p></blockquote>
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		<title>Baixa procura por vacina contra dengue preocupa autoridades</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/baixa-procura-por-vacina-contra-dengue-preocupa-autoridades/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Feb 2025 15:12:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ano após o início da vacinação contra a dengue no Sistema Único de Saúde (SUS), a adesão ao imunizante segue abaixo do esperado. Dos 6,3 milhões de doses distribuídas entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2025, apenas 3,2 milhões foram aplicadas, segundo dados da Rede Nacional de Dados em Saúde. A vacina Qdenga, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano após o início da vacinação contra a dengue no Sistema Único de Saúde (SUS), a adesão ao imunizante segue abaixo do esperado. Dos 6,3 milhões de doses distribuídas entre fevereiro de 2024 e janeiro de 2025, apenas 3,2 milhões foram aplicadas, segundo dados da Rede Nacional de Dados em Saúde.</p>
<p>A vacina Qdenga, da farmacêutica japonesa Takeda, foi incorporada ao SUS para imunizar crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, faixa etária com maior número de hospitalizações por dengue após os idosos. O esquema vacinal prevê duas doses com intervalo de três meses entre elas.</p>
<h4>Distribuição e limitações</h4>
<p>Inicialmente, 521 municípios foram selecionados para iniciar a imunização, priorizando regiões com alta transmissão da dengue. Atualmente, todas as unidades federativas recebem doses, mas a quantidade é limitada pela capacidade de fornecimento da fabricante. Em 2024, foram adquiridas 5,2 milhões de doses, e outras 9 milhões foram contratadas para 2025.</p>
<p>A Takeda informou que suspendeu a venda direta para estados e municípios, priorizando o fornecimento ao Ministério da Saúde. A vacina também foi pré-qualificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS), tornando-se elegível para aquisição por agências internacionais.</p>
<h4>Alerta para baixa adesão</h4>
<p>A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) emitiu um alerta sobre a baixa procura pela vacina. A preocupação aumenta com a recente detecção do sorotipo 3 da dengue, que não circulava de forma predominante no Brasil desde 2008. Com grande parte da população vulnerável, o risco de novas epidemias cresce.</p>
<p>Apesar da vacinação, o Ministério da Saúde reforça que o principal método de combate à doença segue sendo o controle do mosquito Aedes aegypti. Em 2024, o Brasil registrou a pior epidemia de dengue da história, com 6,6 milhões de casos prováveis e mais de 6 mil mortes. Em 2025, já foram contabilizados 230 mil casos suspeitos e 67 mortes confirmadas.</p>
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		<item>
		<title>Rio amplia vacinação contra dengue para adolescentes de até 16 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-amplia-vacinacao-contra-dengue-para-adolescentes-de-ate-16-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 23:04:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Aedes aepypti]]></category>
		<category><![CDATA[Contágio]]></category>
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		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, nesta terça-feira (28), a ampliação da faixa etária para vacinação contra a dengue. A partir de fevereiro, adolescentes entre 10 e 16 anos poderão receber o imunizante, que antes era destinado apenas para a faixa de 10 a 14 anos. De acordo com o secretário municipal de Saúde, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro anunciou, nesta terça-feira (28), a ampliação da faixa etária para vacinação contra a dengue. A partir de fevereiro, adolescentes entre <strong>10 e 16 anos</strong> poderão receber o imunizante, que antes era destinado apenas para a faixa de <strong>10 a 14 anos</strong>. De acordo com o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a medida busca otimizar o uso das <strong>100 mil doses em estoque</strong>, reservadas para quem ainda não retornou para a segunda aplicação da vacina.</p>
<p>Durante coletiva de imprensa sobre o plano operacional do carnaval de rua, Soranz destacou a importância da imunização, especialmente no verão, quando a transmissão da dengue costuma aumentar. Ele alertou para o risco de circulação do sorotipo 3 da doença, que tem registrado alta de casos em São Paulo e pode chegar ao Rio. &#8220;Dengue é sempre uma preocupação no verão, mas este ano temos números muito menores que no ano passado, quando enfrentamos uma epidemia. Mesmo assim, estamos atentos ao aumento de casos em outros estados&#8221;, afirmou.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Saúde confirmou, na segunda-feira (27), o <strong>primeiro óbito por dengue</strong> na capital em 2025. A vítima, um homem de 38 anos, morava em Campo Grande, na zona oeste. Até o momento, cerca de <strong>mil casos</strong> foram notificados no município.</p>
<p>A ampliação da faixa etária é mais uma tentativa de conter o avanço da doença e estimular a adesão à vacinação, considerada uma das principais estratégias de prevenção.</p>
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		<item>
		<title>Estado do Rio registra 810 casos de dengue nas primeiras semanas de 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estado-do-rio-registra-810-casos-de-dengue-nas-primeiras-semanas-de-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jan 2025 20:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
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		<category><![CDATA[Incidência]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Secretaria de Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Nas primeiras semanas de 2025, o estado do Rio de Janeiro registrou 810 casos prováveis de dengue, resultando em 50 internações, mas sem mortes confirmadas. Os números abrangem o período de 29 de dezembro de 2024 a 14 de janeiro de 2025 e são atualizados no sistema Monitora RJ, da Secretaria de Estado de Saúde. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nas primeiras semanas de 2025, o estado do Rio de Janeiro registrou 810 casos prováveis de dengue, resultando em 50 internações, mas sem mortes confirmadas. Os números abrangem o período de 29 de dezembro de 2024 a 14 de janeiro de 2025 e são atualizados no sistema Monitora RJ, da Secretaria de Estado de Saúde.</p>
<p>Em comparação, no mesmo período de 2024, foram registrados 16.011 casos, em meio a uma epidemia atípica que marcou o ano, com 302.316 casos prováveis e 232 óbitos. Já em 2023, ano sem epidemia, houve 694 casos nas primeiras semanas, indicando um aumento de 16,72% em 2025 em relação a esse período.</p>
<h3><strong>Primeiro Caso de Dengue Tipo 3</strong></h3>
<p>A Secretaria de Saúde confirmou o primeiro caso de dengue tipo 3 deste ano, envolvendo uma mulher de 60 anos no município do Rio de Janeiro. A confirmação foi feita pelo Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels (Lacen-RJ).</p>
<p>O sorotipo 3 não circula amplamente no estado desde 2007, tornando a população especialmente vulnerável devido à ausência de contato prévio. Em 2024, foram identificados dois casos isolados dessa variante, em Paraty e Maricá.</p>
<h3><strong>Sintomas e Prevenção</strong></h3>
<p>Os sintomas da dengue tipo 3 são semelhantes aos dos outros sorotipos, incluindo febre alta, dores no corpo, náuseas, vômitos, dor atrás dos olhos, e manchas vermelhas no corpo.</p>
<p>A Secretaria de Saúde mantém como prioridade o combate ao Aedes aegypti, com monitoramento constante e a campanha “Contra a dengue todo dia”, que integra o Plano de Contingência para Enfrentamento às Arboviroses.</p>
<h3><strong>Ações Recomendadas</strong></h3>
<ul>
<li><strong>Inspeção semanal:</strong> evitar água parada em recipientes como garrafas, pneus, caixas d’água descobertas e pratos de plantas.</li>
<li><strong>Alerta às populações municipais:</strong> orientação contínua sobre prevenção e eliminação de focos do mosquito.</li>
</ul>
<p>Com o aumento nos casos e a reemergência do sorotipo 3, autoridades reforçam a necessidade de engajamento coletivo no combate à proliferação do mosquito.</p>
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		<item>
		<title>Com 6,3 milhões de casos prováveis, Brasil lidera ranking de dengue</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/com-63-milhoes-de-casos-provaveis-brasil-lidera-ranking-de-dengue/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jun 2024 19:52:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[OMS]]></category>
		<category><![CDATA[ranking de dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil lidera o ranking global de notificações de dengue em 2024, com quase 6,3 milhões de casos prováveis, sendo mais de 3 milhões confirmados em laboratório. Em seguida, estão Argentina, com 420 mil casos prováveis; Paraguai, com 257 mil casos prováveis; e Peru, com quase 200 mil casos prováveis. Os dados são da Organização [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil lidera o ranking global de notificações de dengue em 2024, com quase 6,3 milhões de casos prováveis, sendo mais de 3 milhões confirmados em laboratório. Em seguida, estão Argentina, com 420 mil casos prováveis; Paraguai, com 257 mil casos prováveis; e Peru, com quase 200 mil casos prováveis.</p>
<p>Os dados são da Organização Mundial da Saúde (OMS), que já contabiliza um total de 7,6 milhões de casos prováveis de dengue em todo o mundo este ano, dos quais 3,4 milhões foram confirmados em laboratório. O painel de monitoramento da entidade registra mais de 3 mil mortes provocadas pela doença, com 90 países apresentando transmissão ativa de dengue.</p>
<p>“Embora um aumento substancial de casos de dengue tenha sido relatado globalmente nos últimos cinco anos, esse aumento foi particularmente pronunciado na região das Américas, onde o número de casos ultrapassou 7 milhões no final de abril, superando os 4,6 milhões de casos registrados em todo o ano de 2023”, destacou a OMS.</p>
<p>A entidade também alerta que todos os quatro sorotipos de dengue foram detectados nas Américas este ano. Pelo menos seis países da região – Brasil, Costa Rica, Guatemala, Honduras, México e Panamá – já reportaram casos de circulação simultânea de todos os quatro sorotipos.</p>
<p>Além disso, a OMS enfatiza que muitos países endêmicos não possuem mecanismos robustos de detecção e notificação, o que subestima o verdadeiro impacto da dengue a nível mundial. Para controlar a transmissão de forma mais eficaz, é necessária uma vigilância robusta da dengue em tempo real.</p>
<p><strong>Vacinação</strong></p>
<p>A OMS recomenda que a vacina contra a dengue seja parte de uma estratégia integrada para o combate à doença, incluindo controle de vetores, gestão adequada dos casos e envolvimento comunitário. A vacina TAK-003, conhecida como Qdenga, desenvolvida pelo laboratório japonês Takeda, é atualmente utilizada no Brasil e recomendada para crianças de 6 a 16 anos em áreas com alta transmissão de dengue.</p>
<p>No Brasil, a vacinação com Qdenga começou na rede pública de saúde em fevereiro deste ano, sendo aplicada em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos devido à quantidade limitada de doses fornecidas pelo fabricante.</p>
<p><strong>Outras arboviroses</strong></p>
<p>A OMS destaca a sobreposição de casos de dengue, chikungunya e zika – todas transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti e com sintomas semelhantes, o que pode resultar em diagnósticos equivocados. Dados de vigilância em Minas Gerais, em 2023, mostraram que casos suspeitos de dengue representavam 84,4% dos casos prováveis de arboviroses, enquanto casos suspeitos de chikungunya eram 15,6%. No entanto, a proporção real dos casos confirmados laboratorialmente foi de 65,9% para chikungunya e 34,1% para dengue.</p>
<p>A OMS reforça que os sistemas de vigilância para chikungunya e zika são fracos ou inexistentes em muitos países, e que há diferenças importantes entre essas doenças em relação a populações de risco, gestão de pacientes e utilização de recursos de saúde. O vírus Zika é particularmente perigoso para mulheres grávidas devido à associação com casos de microcefalia.</p>
<p>A expansão da vigilância para monitorar simultaneamente os três vírus pode ajudar as autoridades de saúde pública a determinar com precisão o verdadeiro impacto de cada doença, refinar avaliações de risco e otimizar a gestão clínica e a alocação de recursos para intervenções de saúde pública mais eficazes.</p>
<p>Até o momento, o painel da OMS contabiliza, em 2024, mais de 250 mil casos de chikungunya e quase 7 mil casos de infecção pelo vírus Zika em todo o mundo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Casos de Dengue em queda no estado do Rio, alerta permanece</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/casos-de-dengue-em-queda-no-estado-do-rio-alerta-permanece/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 13:36:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias Teatro]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estado do Rio de Janeiro está testemunhando uma diminuição no número de casos de dengue, confirmando uma tendência de queda esperançosa. De acordo com a Secretaria de Saúde, cinco das nove regiões de saúde do estado estão registrando os números mais baixos da doença. Claudia Mello, secretária de Estado de Saúde, enfatizou que &#8220;a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Estado do Rio de Janeiro está testemunhando uma diminuição no número de casos de dengue, confirmando uma tendência de queda esperançosa. De acordo com a Secretaria de Saúde, cinco das nove regiões de saúde do estado estão registrando os números mais baixos da doença.</p>
<p>Claudia Mello, secretária de Estado de Saúde, enfatizou que <em>&#8220;a dengue está em recuo, mas é crucial não baixar a guarda. Ainda há uma incidência significativa de casos e é imperativo que a população permaneça vigilante e tome medidas preventivas, eliminando os criadouros de mosquitos em suas residências&#8221;</em>.</p>
<p>Mello alertou que, embora haja uma redução inicial nos casos, ainda não é motivo para relaxamento. Ela explicou: &#8220;Apesar de vermos uma melhora, ainda estamos em um estado de alerta. O número de casos permanece acima da média para esta época do ano, e nem todas as regiões estão experimentando a mesma queda.&#8221;</p>
<p>O nível 1, de acordo com as autoridades de saúde, indica uma incidência que excede até cinco vezes o limite máximo esperado para o período, com base em dados das últimas décadas.</p>
<h4><strong>Cenário Regional</strong></h4>
<p>Este cenário de declínio é mais evidente nas regiões Metropolitana 1 e Baixada Litorânea, anteriormente classificadas como nível 2, e na Baía de Ilha Grande, Centro Sul e Noroeste, que já estavam nesse patamar.</p>
<p>Entretanto, a região norte permanece no nível 3, o mais alto na escala de incidência. Enquanto isso, a região serrana e o Médio Paraíba agora compartilham o mesmo patamar de nível 2. A Metropolitana II, por sua vez, avançou do nível 1 para o 2.</p>
<p>Até a última segunda-feira (6), foram registrados 233.566 casos prováveis de dengue e 139 óbitos confirmados em todo o estado do Rio. A taxa de incidência acumulada está em 1.455 casos por 100 mil habitantes.</p>
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		<title>São Paulo amplia vacinação contra dengue para crianças de 10 a 14 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Apr 2024 18:28:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[amplia vacinação]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
		<category><![CDATA[vacinação contra a dengue]]></category>
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					<description><![CDATA[A partir desta quinta-feira (11) a cidade de São Paulo terá a vacinação contra a dengue ampliada para todas as crianças de 10 a 14 anos que residem ou estudam na capital, na rede pública ou particular. As vacinas serão aplicadas nas 471 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), de segunda a sexta-feira, das 7h às [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A partir desta quinta-feira (11) a cidade de São Paulo terá a vacinação contra a dengue ampliada para todas as crianças de 10 a 14 anos que residem ou estudam na capital, na rede pública ou particular. As vacinas serão aplicadas nas 471 Unidades Básicas de Saúde (UBSs), de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h, e, aos sábados, nas AMAs/UBSs integradas, no mesmo horário.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para ser vacinada, a criança precisa estar acompanhada de um responsável, portando documento de identidade, cartão de vacina e comprovante de residência ou escolar. A criança não pode ter sido diagnosticada com dengue nos últimos seis meses. As informações sobre a vacinação contra a dengue estão disponíveis na página <a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/vigilancia_em_saude/index.php?p=7309" target="_blank" rel="noopener">De Olho na Carteirinha</a>.</p>
<p>A capital recebeu um total de 177.679 doses do imunizante do Programa Nacional de Imunização (PNI), que foram distribuídas nessa terça-feira (9) para os postos de saúde. “Agora contamos com os pais e responsáveis para que levem seus filhos às UBSs para receber a primeira dose da vacina”, disse o secretário municipal da Saúde, Luiz Carlos Zamarco.</p>
<p>Até o momento, a prefeitura já aplicou 2.084 doses da vacina em Unidades Básicas de Saúde (UBSs) nos distritos de Itaquera (zona leste) e Vila Jaguara (zona oeste). A cidade de São Paulo atingiu o total de 39 mortes por dengue neste ano, de acordo com os dados divulgados na ontem no boletim de arboviroses da prefeitura. Os casos ultrapassam os 142 mil na cidade e 76 bairros estão em epidemia da doença.</p>
<p>Entre as ações para combate ao mosquito transmissor estão o incremento de R$ 240 milhões no investimento nas ações de reforço, que incluem a ampliação do horário de funcionamento das AMAs, contratação de médicos para reforçar o atendimento nas unidades de saúde, aumento do número de agentes nas ruas de 2 mil para 12 mil, mais 30 caminhonetes para nebulização e a inclusão de 3.200 agentes do Programa Operação Trabalho (POT), além de mais de 6 mil Mães Guardiãs.</p>
<p>Segundo a prefeitura, neste ano foram realizadas mais de 4.351.707 de ações de combate ao Aedes aegypti na capital, com visitas casa a casa, vistorias a imóveis, ações de bloqueios de criadouros, nebulizações com drones aplicando o larvicida, entre outras.</p>
<p>A orientação para a população é a de ficar atento aos possíveis criadouros, eliminando-os quando possível ou informando à prefeitura pelo Whatsapp do 156 (11 937123805) com os dados do local de criadouro. “A prefeitura envia as equipes ao local em um prazo de 48 horas para fazer as ações necessárias. Para fiscalizar possíveis focos de dengue na cidade, os cidadãos podem fazer a solicitação por meio dos canais oficiais da prefeitura 156 ou diretamente no <a href="https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/" target="_blank" rel="noopener"><em>site</em></a>”, informou a administração municipal.</p>
<p>No estado de São Paulo foram registrados neste ano 245 óbitos causados pela dengue. Outras 509 mortes estão em investigação. Ao todo, mais de 497 mil casos da doença já foram confirmados no estado. Desses, 608 são considerados graves.</p>
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		<title>Pesquisa constata que dengue se espalha para o Sul e Centro-Oeste</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-constata-que-dengue-se-espalha-para-o-sul-e-centro-oeste/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Mar 2024 12:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Christovam Barcellos]]></category>
		<category><![CDATA[Dengue]]></category>
		<category><![CDATA[Doença]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fiocruz]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
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					<description><![CDATA[Estudo do pesquisador Christovam Barcellos, do Observatório de Clima e Saúde, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), constatou que a dengue vem se espalhando para as regiões Sul e Centro-Oeste, onde a doença não era tão comum. De acordo com Barcellos, o estudo constatou [&#8230;]]]></description>
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<p>Estudo do pesquisador Christovam Barcellos, do Observatório de Clima e Saúde, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), constatou que a dengue vem se espalhando para as regiões Sul e Centro-Oeste, onde a doença não era tão comum.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com Barcellos, o estudo constatou a coincidência dos mapas de ondas de calor que desde 2023 incidiam sobre o Cerrado entrando pelo interior, e de anomalias de temperatura, em comparação às áreas de maior incidência da dengue em 2023 e este ano.</p>
<p>“Esses mapas eram muito parecidos. A gente colocou os históricos de dengue de 2000 até 2020 em uma máquina, ou mineração de dados, e viu a coincidência de períodos desses indicadores de temperatura. Chamaram a atenção dois fatores importantes, a altitude e essas anomalias de temperatura”, explicou.</p>
<h2>Explosão de dengue</h2>
<p>O pesquisador observou que havia uma incidência muito grande de ondas de calor na região central do país, superiores a 3 dias na região do Cerrado, que abrange o oeste dos estados de Santa Catarina, Paraná e São Paulo, os estados de Goiás, Rio Grande do Sul e grande parte de Minas Gerais.</p>
<p>“A gente resumiu como se fosse uma frequência de anomalias de temperatura, e é nessas áreas que está explodindo a dengue neste verão. Mas isso já vem acontecendo como tendência desde 2020”, disse.</p>
<p>Barcellos disse que essas não eram áreas de alta incidência da doença. Nessas áreas, segundo o pesquisador, tinham 5 dias de anomalia de calor e, agora, são 20, 30 dias de calor acima da média ao longo do verão, o que dispara o processo de transmissão de dengue, tanto por causa do mosquito quanto pela circulação de pessoas.</p>
<p>Geralmente, as grandes cidades litorâneas e quentes, de Santos até Fortaleza, registravam grandes surtos de dengue nos anos de 1990 a 2000. “Agora, a gente tem surto de dengue, por exemplo, no Distrito Federal, onde a altitude é de cerca de 1.000 metros. Pela literatura tradicional, não era para ter casos, porque são regiões mais altas onde, à noite, geralmente, faz frio e o verão durava pouco, em geral de dezembro a março, e daí começava a diminuir a temperatura e ter uma seca muito forte. Esses padrões estão sendo alterados”.</p>
<h2>Desmatamento</h2>
<p>Além do aumento da ocorrência de eventos climáticos extremos, como secas e inundações, a região pesquisada vem sofrendo degradação ambiental, especialmente no Cerrado, com o desmatamento, queimadas e conversão de florestas em pasto. “É uma área que está sofrendo muitos processos de transformação, com geração de pastos, desmatamento, algumas queimadas, maior seca. Há aumento da frequência de dias quentes, anomalias climáticas”, explica.</p>
<p>Barcellos disse que anos passados se houvesse dengue nesses lugares, era para durar muito pouco. “Era para começar em janeiro e acabar em março. Mas, como o verão está durando muito, com mais chuva e temperatura maior, a temporada de dengue aumenta”.</p>
<p>Segundo o pesquisador, o problema não começou este ano. A curva de dengue vem aumentando desde setembro do ano passado, o que não era comum.</p>
<p>Na maior parte das regiões brasileiras, o pico da dengue começa a diminuir a partir de abril. Alguns lugares, principalmente no interior, podem ter pico ainda em maio ou junho. “Isso é muito perigoso, porque as incidências são muito grandes e a epidemia de dengue pode durar por muito tempo”.</p>
<h2>Alerta</h2>
<p>Barcellos ressaltou que o estudo serve como alerta para determinadas regiões, porque começou antes e pode durar mais em algumas dessas áreas. “A capacidade de previsão a gente tem”.</p>
<p>Segundo ele, é preciso que haja uma articulação do governo federal, utilizando tecnologia que possa ser passada às prefeituras via governos estaduais, para o combate efetivo ao mosquito transmissor da dengue.</p>
<p>“Existem drones hoje em dia para visitar áreas onde o mosquito consegue entrar, e sistemas de informação mais rápidos e eficazes”, disse.</p>
<p>Ele disse que seria interessante que os agentes de saúde tivessem em mãos todos os dados de pessoas que já tiveram dengue, com endereços, porque ali tem um foco do mosquito. “Isso ajudaria a organizar o trabalho dos agentes de saúde que, hoje, não têm instrumentos para o trabalho em campo”, defendeu.</p>
<p>Como a dengue é uma doença urbana, rara no meio rural, ele disse que as prefeituras poderiam usar o estudo para detecção de surtos e localização de focos. O combate tem que ser mais eficaz e rápido, disse o pesquisador da Fiocruz.</p>
<p>O estudo foi publicado no portal <em>Scientific Reports</em>, da revista <em>Nature</em>. O artigo é assinado também pelos pesquisadores Vanderlei Matos, do Observatório de Clima e Saúde do Icict/Fiocruz; e Rachel Lowe e Raquel Martins Lana, do Centro de Supercomputação de Barcelona, com o qual o observatório mantém cooperação técnica por meio do projeto Harmonize.</p>
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