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	<title>Democracia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Democracia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula e líderes internacionais defendem democracia e cobram combate às desigualdades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2025 20:39:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou nesta segunda-feira (21), em Santiago, no Chile, que a defesa da democracia não é tarefa exclusiva dos governos eleitos, mas um dever coletivo, que envolve cidadãos, instituições, parlamentos, mídia e setor privado. Lula participou do encontro Democracia Sempre, organizado pelo presidente chileno, Gabriel Boric, com líderes da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva reforçou nesta segunda-feira (21), em Santiago, no Chile, que a defesa da democracia não é tarefa exclusiva dos governos eleitos, mas um dever coletivo, que envolve cidadãos, instituições, parlamentos, mídia e setor privado. Lula participou do encontro Democracia Sempre, organizado pelo presidente chileno, Gabriel Boric, com líderes da Colômbia, Espanha e Uruguai.</p>
<p>“O extremismo tenta reeditar práticas intervencionistas. Precisamos atuar juntos”, declarou Lula, em discurso à imprensa. Ele cobrou que as instituições democráticas sejam fortalecidas diante da desinformação e do descrédito crescente em sistemas políticos.</p>
<p>O encontro reuniu também Gustavo Petro (Colômbia), Pedro Sánchez (Espanha) e Yamandú Orsi (Uruguai), e contou com representantes da sociedade civil, academia e centros de estudos. Três eixos nortearam as discussões: defesa da democracia e do multilateralismo, combate às desigualdades e regulamentação das plataformas digitais para enfrentar a desinformação.</p>
<blockquote><p>“A chave para um debate público livre e plural é a transparência de dados e uma governança digital global. Liberdade de expressão não é licença para incitar violência, espalhar ódio ou atacar o Estado democrático de direito”, disse Lula.</p></blockquote>
<p>O brasileiro também defendeu a justiça tributária para enfrentar as desigualdades sociais, raciais e de gênero, e apontou que crises ambientais e interesses econômicos predatórios ameaçam a democracia. “Não há justiça em um sistema que amplia benefícios para o grande capital e corta direitos sociais”, criticou.</p>
<h3>Próximos passos</h3>
<p>O encontro no Chile dá sequência à primeira reunião sobre o tema, realizada em setembro de 2024, paralelamente à Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Um novo encontro está previsto para setembro deste ano, durante a 80ª Assembleia Geral da ONU, reunindo também líderes do México, Canadá, Inglaterra, Austrália, África do Sul, Dinamarca e Honduras.</p>
<p>O evento no Chile coincidiu com o agravamento das tensões comerciais impostas pelos EUA, cujo presidente Donald Trump endureceu as tarifas contra o Brasil. Lula evitou tratar diretamente do tema, mas reforçou que a união em torno da democracia é ainda mais urgente em tempos de extremismos e retrocessos.</p>
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		<title>Lula reforça defesa da democracia em ato no Planalto: &#8220;Estamos vivos e a democracia também&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 16:56:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta quarta-feira (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderou um ato no Palácio do Planalto para marcar os dois anos dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. Em um discurso enfático, Lula celebrou a resistência democrática e destacou os desafios para construir uma sociedade mais justa e igualitária. “Hoje é dia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quarta-feira (8), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva liderou um ato no Palácio do Planalto para marcar os dois anos dos ataques golpistas de 8 de janeiro de 2023. Em um discurso enfático, Lula celebrou a resistência democrática e destacou os desafios para construir uma sociedade mais justa e igualitária.</p>
<p>“Hoje é dia de dizer em alto e bom som: ainda estamos aqui. Estamos vivos, e a democracia também está viva, ao contrário do que planejavam os golpistas”, afirmou. Ele agradeceu a união dos Três Poderes e das Forças Armadas para proteger o regime democrático e ressaltou que o Brasil não pode permitir retrocessos como os vividos durante a ditadura militar.</p>
<figure id="attachment_81189" aria-describedby="caption-attachment-81189" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-81189" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/08-to-marca-os-dois-anos-da-tentativa-frustrada-de-golpe-de-Estado-em-2023-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C442&#038;ssl=1" alt="To Marca Os Dois Anos Da Tentativa Frustrada De Golpe De Estado Em 2023 - Expresso Carioca" width="754" height="442" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/08-to-marca-os-dois-anos-da-tentativa-frustrada-de-golpe-de-Estado-em-2023-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/08-to-marca-os-dois-anos-da-tentativa-frustrada-de-golpe-de-Estado-em-2023-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C176&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/08-to-marca-os-dois-anos-da-tentativa-frustrada-de-golpe-de-Estado-em-2023-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C88&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/08-to-marca-os-dois-anos-da-tentativa-frustrada-de-golpe-de-Estado-em-2023-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C440&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-81189" class="wp-caption-text">Brasília (DF) &#8211; Ato marca os dois anos da tentativa frustrada de golpe de Estado em 2023. &#8211; Foto: Lula Marques/ Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3><strong>Recuperação de patrimônio histórico</strong></h3>
<p>Antes do ato, Lula participou de uma cerimônia no Salão Nobre do Planalto para receber 21 obras de arte e peças culturais que haviam sido vandalizadas nos ataques de 2023. Entre elas, destacou-se a pintura <em>As Mulatas</em>, de Di Cavalcanti, e um relógio suíço do século XVIII que pertenceu a Dom João VI.</p>
<p>Após a cerimônia, o presidente e outras autoridades desceram a rampa do Palácio do Planalto para participar do evento <em>Abraço da Democracia</em>, realizado na Praça dos Três Poderes com a presença de populares e movimentos sociais.</p>
<h3><strong>Democracia como obra em construção</strong></h3>
<p>Lula enfatizou que a democracia é um processo contínuo e deve se expandir para todos os brasileiros. “Democracia para poucos não é democracia plena. Ela será completa quando todos tiverem acesso à alimentação de qualidade, saúde, educação, segurança, cultura e lazer”, observou.</p>
<figure id="attachment_81187" aria-describedby="caption-attachment-81187" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-81187" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/08-Cerimonia-contou-com-a-presenca-de-ministros-parlamentares-governadores-e-representantes-dos-Tres-Poderes-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C511&#038;ssl=1" alt="Cerimônia contou com a presença de ministros, parlamentares, governadores e representantes dos Três Poderes. - Foto:  Lula Marques/ Agência Brasil" width="754" height="511" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/08-Cerimonia-contou-com-a-presenca-de-ministros-parlamentares-governadores-e-representantes-dos-Tres-Poderes-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/08-Cerimonia-contou-com-a-presenca-de-ministros-parlamentares-governadores-e-representantes-dos-Tres-Poderes-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C203&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/08-Cerimonia-contou-com-a-presenca-de-ministros-parlamentares-governadores-e-representantes-dos-Tres-Poderes-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C102&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/01/08-Cerimonia-contou-com-a-presenca-de-ministros-parlamentares-governadores-e-representantes-dos-Tres-Poderes-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C508&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-81187" class="wp-caption-text">Cerimônia contou com a presença de ministros, parlamentares, governadores e representantes dos Três Poderes. &#8211; Foto: Lula Marques/ Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O presidente também destacou a necessidade de proteger as minorias sociais, criticando desigualdades e opressões. “A democracia será plena quando a pele negra não for alvo da truculência do Estado, quando os povos indígenas tiverem direito às suas terras e quando as mulheres puderem viver sem medo de julgamento ou violência”, declarou.</p>
<h3><strong>Punição aos responsáveis pelos atos golpistas</strong></h3>
<p>Sobre os ataques de 8 de janeiro de 2023, Lula reafirmou que todos os envolvidos, incluindo os planejadores, serão responsabilizados. Ele mencionou investigações em andamento que apontam para uma conspiração que tinha como objetivo assassinar o presidente, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o ministro Alexandre de Moraes.</p>
<p>“Os responsáveis estão sendo investigados e punidos. Ninguém será preso injustamente, mas todos pagarão pelos crimes que cometeram”, afirmou Lula, reforçando o compromisso do governo com a justiça e o direito de defesa.</p>
<h3><strong>Mensagem de união e vigilância</strong></h3>
<p>Ao encerrar o ato, Lula deixou um apelo por vigilância constante e união nacional para proteger a democracia. “O ataque que sofremos foi uma lição. Não podemos baixar a guarda. A democracia é o maior bem que temos, e cabe a todos nós defendê-la todos os dias.”</p>
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		<title>Lula celebra Globo de Ouro de Fernanda Torres como marco para a democracia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Jan 2025 15:46:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou a vitória histórica de Fernanda Torres no Globo de Ouro 2025 como Melhor Atriz em Filme de Drama por sua atuação em Ainda Estou Aqui. Segundo Lula, o reconhecimento internacional chega em um momento simbólico, às vésperas dos atos em defesa da democracia, marcados para esta quarta-feira, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comemorou a vitória histórica de Fernanda Torres no Globo de Ouro 2025 como Melhor Atriz em Filme de Drama por sua atuação em <em>Ainda Estou Aqui</em>. Segundo Lula, o reconhecimento internacional chega em um momento simbólico, às vésperas dos atos em defesa da democracia, marcados para esta quarta-feira, 8 de janeiro.</p>
<h3><strong>&#8220;O Brasil Vibra com Você, Fernanda&#8221;</strong></h3>
<p>Em vídeo divulgado nas redes sociais, Lula destacou a importância do prêmio para a valorização da cultura brasileira e o fortalecimento da democracia.</p>
<blockquote><p>“Não podia ter momento melhor para o Brasil levar o Globo de Ouro pela atuação da Fernanda Torres, dois dias antes do ato em defesa da democracia. Eu e a Janja parabenizamos essa grande artista mais uma vez. O país inteiro vibrou. Somos filhos de um Brasil que vale a pena, Fernanda”, postou Lula.</p></blockquote>
<p>O presidente aproveitou para reiterar que 2025 será um ano dedicado à defesa da democracia contra ameaças extremistas. <em>“Vamos fazer nossa juventude entender o que é a democracia e o valor de preservá-la.”</em></p>
<h3><strong>Arte como Resistência</strong></h3>
<p>Lula ressaltou o papel da arte e do cinema na preservação da memória e no fortalecimento da resistência contra autoritarismos. <em>“O cinema e a cultura são ferramentas poderosas para manter vivas as histórias que moldam quem somos, transformando memória em aprendizado e arte em resistência. O filme reflete sobre um passado de horrores que precisa ser lembrado para que as novas gerações conheçam e as antigas nunca se esqueçam.”</em></p>
<p>Fernanda Torres também celebrou a conquista em diálogo com Lula, destacando o simbolismo do prêmio em um momento de retomada do espaço cultural no Brasil. <em>“Esse filme ensinou muitos jovens a entender o que é viver em um Estado sem direitos civis. A democracia merece este filme, e ele chega em um momento tão bonito para a cultura e para a arte, que foram tão atacadas.”</em></p>
<h3><strong>A Conquista e o Legado</strong></h3>
<p>Em postagens anteriores, Lula reforçou o impacto positivo da premiação para a cultura nacional. “Emocionante. Fernanda Torres é orgulho do Brasil. Como ela mesma diz: a vida presta. Parabéns, Fernanda Torres.”</p>
<p>O filme <em>Ainda Estou Aqui</em>, dirigido por Walter Salles, aborda a história de <strong>Eunice Paiva</strong>, uma defensora dos Direitos Humanos durante o regime militar. Segundo Lula, o longa não apenas revisita um período de horrores, mas também constrói pontes com as novas gerações para assegurar que a democracia seja sempre valorizada e protegida.</p>
<blockquote><p>&#8220;Que a força de Eunice Paiva inspire nossa vigilância e resiliência na defesa da democracia&#8221;, concluiu o presidente.</p></blockquote>
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		<title>Cármen Lúcia defende resistência a retrocessos durante lançamento de livro sobre direitos humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2024 23:27:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cármen Lúcia]]></category>
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		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[No lançamento do livro *Direito de/para todos*, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia enfatizou a necessidade de resistir a tendências autoritárias e retrocessos na sociedade brasileira. O evento ocorreu nesta segunda-feira (2) na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro. A obra, que aborda os 30 artigos da Declaração Universal dos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No lançamento do livro *Direito de/para todos*, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia enfatizou a necessidade de resistir a tendências autoritárias e retrocessos na sociedade brasileira. O evento ocorreu nesta segunda-feira (2) na Academia Brasileira de Letras, no Rio de Janeiro. A obra, que aborda os 30 artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, busca promover uma reflexão sobre a importância de manter o compromisso com os valores de liberdade, igualdade e dignidade.</p>
<p>Cármen Lúcia, que também preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), destacou em sua fala que a compreensão das leis e do histórico de sua criação é essencial para impedir o retrocesso nos direitos civis. Segundo a ministra, a reflexão constante sobre esses princípios é vital para prevenir o surgimento de autocracias e ditaduras.</p>
<p>O livro, ilustrado com obras do renomado artista plástico Candido Portinari, traz uma análise histórica sobre a criação da Organização das Nações Unidas (ONU) e a elaboração da Declaração Universal dos Direitos Humanos em 1948. Cármen Lúcia espera que a obra inspire uma apreciação renovada pelos direitos humanos e pela Constituição Brasileira, reforçando a importância de garantir esses direitos na vida cotidiana dos cidadãos.</p>
<p>Além do lançamento do livro, a ministra participou das gravações do programa *Trilha de Letras*, da TV Brasil, na biblioteca do Consulado geral da França no Rio de Janeiro. O episódio, apresentado por Eliana Alves Cruz, será transmitido na quarta-feira, 11 de setembro.</p>
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		<title>Conferência Estadual de Cultura do Rio de Janeiro define diretrizes para o futuro do setor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 12:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[A 5ª Conferência Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, organizada pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec) por meio do Fundo Estadual de Cultura, chega à sua etapa final nesta semana. Com o tema &#8220;Democracia e Direito à Cultura&#8221;, os encontros, programados para terça, quarta e quinta-feira, reunirão delegados eleitos durante [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 5ª Conferência Estadual de Cultura do Rio de Janeiro, organizada pela Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa (Secec) por meio do Fundo Estadual de Cultura, chega à sua etapa final nesta semana. Com o tema &#8220;Democracia e Direito à Cultura&#8221;, os encontros, programados para terça, quarta e quinta-feira, reunirão delegados eleitos durante as conferências municipais e encontros setoriais realizados no segundo semestre do ano passado.</p>
<p>Os debates abordarão o futuro da cultura no estado do Rio de Janeiro, contando com a participação de representantes da sociedade civil e do poder público. O evento visa definir diretrizes para a criação de políticas públicas que beneficiem diversas áreas culturais, incluindo literatura, teatro, circo, dança, artes visuais, música, cultura tradicional, popular e indígena, audiovisual, museu e patrimônio cultural.</p>
<p>As demandas locais delineadas na conferência serão apresentadas na 4ª Conferência Nacional de Cultura em março, após um intervalo de dez anos. A abertura acontecerá no Teatro Riachuelo, no centro do Rio, e os dois últimos dias serão dedicados à formação de grupos de trabalho e à plenária final na Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj).</p>
<p>A secretária de Estado de Cultura e Economia Criativa, Danielle Barros, destaca a prioridade de fortalecer o Sistema Estadual de Cultura, com conselho, plano e fundo como pilares fundamentais. A conferência, segundo ela, é um espaço democrático de discussão com ampla participação popular.</p>
<p>No ano passado, foram realizadas 65 conferências municipais e três intermunicipais, mobilizando agentes culturais em todo o estado. A etapa final, com mais de 600 profissionais credenciados, visa contribuir decisivamente para os rumos da cultura no estado do Rio de Janeiro, avaliando o que foi construído até agora e determinando ações para os próximos dois anos.</p>
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		<title>Especialistas apontam intenções por trás da tentativa de golpe em 8/1</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/especialistas-apontam-intencoes-por-tras-da-tentativa-de-golpe-em-8-1/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jan 2024 12:00:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou os ataques antidemocráticos de 8 de janeiro aprovou em outubro de 2023 o relatório final da senadora Eliziane Gama (PSD-MA). O documento pediu o indiciamento de 61 pessoas por crimes como associação criminosa, violência política, abolição do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Entre [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investigou os ataques antidemocráticos de 8 de janeiro aprovou em outubro de 2023 o relatório final da senadora Eliziane Gama (PSD-MA). O documento pediu o indiciamento de 61 pessoas por crimes como associação criminosa, violência política, abolição do Estado Democrático de Direito e golpe de Estado. Entre elas, o ex-presidente Jair Bolsonaro e ex-ministros como Walter Braga Neto, da Defesa, Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), e Anderson Torres, da Justiça.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<figure id="attachment_72458" aria-describedby="caption-attachment-72458" style="width: 365px" class="wp-caption alignright"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Senadora-Eliziane-Gama-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-72458" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Senadora-Eliziane-Gama-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C254&#038;ssl=1" alt="Senadora Eliziane Gama - Expresso Carioca" width="365" height="254" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Senadora-Eliziane-Gama-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Senadora-Eliziane-Gama-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C209&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-72458" class="wp-caption-text">Senadora Eliziane Gama durante leitura do relatório final da CPMI do Golpe. Foto Lula Marques/ Agência Brasil &#8211; Lula Marques/ Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Para a senadora Eliziane Gama, o ex-presidente Jair Messias Bolsonaro, “foi autor intelectual e moral” dos ataques perpetrados contra as instituições que culminaram no dia da intentona da extrema direita. Conforme a parlamentar apresenta nas conclusões do relatório da CPMI, o ex-mandatário “usou seus seguidores” para tentar “escapar aos próprios crimes”.</p>
<p>A intenção de Bolsonaro seria estimular “uma insurreição que deixasse os poderes constituídos de joelhos; uma rebelião que enfraquecesse o governo que apenas começava e que espalhasse o caos; um processo anárquico que disseminasse o medo e que inspirasse, aos setores mais moderados da sociedade, o desejo de contemporização. Seria este o caminho da anistia e da reabilitação popular: produzir a desordem, para vender a conciliação, ao preço dos indultos e das graças constitucionais.”</p>
<p>Gama avalia, no texto aprovado pela comissão, que do ponto de vista dos terroristas “a invasão e a depredação dos prédios públicos seriam apenas o estopim. A anarquia se espalharia. O Brasil se contagiaria. A República cairia”.</p>
<p>Avaliações de acadêmicos e pesquisadores de diferentes formações ouvidos apontam nuances às razões descritas pela CPMI para o conluio e o ataque contra a democracia.</p>
<p>Para Tales Ab´Sáber, psicólogo, escritor, cineasta e professor de filosofia da psicanálise no curso de Filosofia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), o 8 de janeiro “foi uma insurgência de extrema direita que contava com conexão mágica e imaginária com as Forças Armadas, que viriam salvar o Brasil&#8221;.</p>
<figure id="attachment_72459" aria-describedby="caption-attachment-72459" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Tales-Ab%C2%B4Saber-professor-de-Filosofia-da-Psicanalise-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-72459" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Tales-Ab%C2%B4Saber-professor-de-Filosofia-da-Psicanalise-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C274&#038;ssl=1" alt="Tales Ab´Saber, Professor De Filosofia Da Psicanálise - Expresso Carioca" width="365" height="274" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Tales-Ab%C2%B4Saber-professor-de-Filosofia-da-Psicanalise-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Tales-Ab%C2%B4Saber-professor-de-Filosofia-da-Psicanalise-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-72459" class="wp-caption-text">Tales Ab´Saber, professor de Filosofia da Psicanálise no curso de Filosofia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). USP Pensa Brasil/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Segundo ele, o Exército mantém um “comportamento ambíguo” em relação aos apelos antidemocráticos e é visto por parte da sociedade como “uma força que pode intervir no caos brasileiro.”</p>
<p>Os apelos autoritários têm lastro histórico e estão registrados nas manifestações nas redes sociais de 2015 e 2016, antes do impeachment de Dilma Rousseff, quando “essa extrema direita estava radicalizando na internet e já propunha a queda de Brasília e intervenção do Exército&#8221;.</p>
<p>As manifestações golpistas nas redes sociais são parte do material recolhido para a produção do documentário “Intervenção &#8211; Amor não quer dizer grande coisa”, dirigido por Ab’Saber, Rubens Rewald e Gustavo Aranda. O filme disponível na internet foi exibido na mostra paralela da 50ª edição Festival de Brasília do Cinema Brasileiro (2017).</p>
<h2>Golpe de vista</h2>
<p>O antropólogo Piero Leirner, professor titular da Universidade Federal de São Carlos e estudioso de questões militares, guerra e Estado, considera que além do autoritarismo de parte da sociedade registrada em filme e das intenções do ex-presidente apontadas na CPMI, havia mais interesses em jogo.</p>
<p>Segundo Leiner, os militares forneceram água, luz, banheiro e segurança no acampamento dos bolsonaristas diante do Quartel General do Exército em Brasília e “estavam totalmente conscientes do que acontecia ali.”  O professor lembra: “eles não permitiram desmobilizar o acampamento”.</p>
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<div class="shadow overflow-hidden rounded-lg d-block w-100">Antropólogo Piero Leirner, professor titular da Universidade Federal de São Carlos e estudioso de questões militares, guerra e Estado.</div>
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<figure id="attachment_72456" aria-describedby="caption-attachment-72456" style="width: 365px" class="wp-caption alignright"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Antropologo-Piero-Leirner-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-72456" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Antropologo-Piero-Leirner-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C243&#038;ssl=1" alt="Antropólogo Piero Leirner - Expresso Carioca" width="365" height="243" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Antropologo-Piero-Leirner-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Antropologo-Piero-Leirner-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-72456" class="wp-caption-text">Antropólogo Piero Leirner, professor titular da Universidade Federal de São Carlos e estudioso de questões militares, guerra e Estado. Piero Leiner/Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>Na opinião do especialista, os militares fizeram “um de golpe de vista” e, tendo como “roteiro” o que havia acontecido no levante contra o Capitólio em Washington (Estados Unidos) em 6 de janeiro de 2021, “produziram uma espécie de ilusão golpista”.</p>
<p>A quimera da insurreição foi funcional aos militares para “entrar no novo governo, numa posição de vantagem” e manter sob seu controle áreas de interesse, como a Secretaria de Segurança Institucional, a circulação nas fronteiras, portos e aeroportos &#8211; como inclusive estabelece a missão de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), desde novembro de 2023, para os aeroportos e portos do Rio de Janeiro e São Paulo.</p>
<p>Thiago Trindade, professor adjunto e atual vice-diretor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília, concorda com o diagnóstico de Piero Leirner quanto à leniência com o acampamento ilegal diante do Quartel General de Brasília e quanto ao posicionamento dos militares para defender interesses estratégicos.</p>
<p>O cientista político, no entanto, pondera que há uma distinção fundamental entre o 6 de janeiro em Washington (EUA) e o 8 de janeiro em Brasília. “A grande diferença é justamente a participação dos militares no Brasil.”</p>
<p>Para Trindade, o “evento” em nossa capital federal funcionou como “uma espécie de advertência. Uma espécie de um aviso dizendo o seguinte, ‘olha as regras do jogo agora mudaram’. Não é mais aquela disputa que estava colocado ali na lógica PT e PSDB. A briga passou a ser com a extrema direita”.</p>
<h2>Democracia</h2>
<p>Colega de Thiago Trindade no Instituto de Ciência Política da UnB, o professor Lucio Rennó descreve que “o 8 de janeiro é o ponto mais alto de um processo continuado de crise da democracia no Brasil. De mudança das expectativas da população sobre o funcionamento do regime democrático”.</p>
<p>Rennó acredita que a polarização é elemento do processo de crise com a democracia, com a qual se constroem visões de mundo autoritárias que dificultam o diálogo e a convivência entre antagonistas. “Existe um clima de que há pessoas certas na política e pessoas erradas, e as pessoas [supostamente] erradas precisam ser combatidas.”</p>
<p>Esse seria o caso do “núcleo duro do bolsonarismo que é a favor de golpe, da derrubada do regime democrático”. Conforme o professor, “essa parcela é a que foi às ruas de forma violenta no 8 de janeiro.”</p>
<figure id="attachment_72457" aria-describedby="caption-attachment-72457" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Lucio-Remuzat-Renno-Junior-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-72457" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Lucio-Remuzat-Renno-Junior-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C253&#038;ssl=1" alt="Lucio Remuzat Rennó Junior - Expresso Carioca" width="365" height="253" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Lucio-Remuzat-Renno-Junior-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/21-Lucio-Remuzat-Renno-Junior-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C208&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /></a><figcaption id="caption-attachment-72457" class="wp-caption-text">Lucio Remuzat Rennó Junior, professor do Instituto de Ciência Política da Universidade de Brasília. UNB/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Para o acadêmico que observa o comportamento da opinião pública no Brasil desde 2018, o ex-presidente Jair Bolsonaro soube aproveitar os sentimentos de frustração com a democracia e propor “uma agenda também conservadora de costumes, liberal economicamente &#8211; muito alinhada com movimentos de outras partes do mundo.”</p>
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<div class="post-item-wrap">
<p>A pauta liberal &#8211; neoliberal ou ultraliberal segundo cientistas sociais e economistas &#8211; encampada pela extrema direita no Brasil e outros países, mobiliza setores da opinião pública e de atividade empresarial em favor de medidas de ajuste econômico.</p>
<p>Em alguns casos de reforma econômica &#8211; aquelas que causam recessão, desemprego, diminuição de renda e redução de direitos trabalhistas – pode haver polarização política entre defensores das medidas e seus contestadores. Acirrado, o antagonismo político leva à perda de garantias civis e individuais.</p>
<p>A polarização política no Brasil, que culminou no 8 de janeiro, não resultou na interrupção do regime democrático ou situação política que favorecesse a adoção de política econômica recessiva com controle da oposição. Mas os setores econômicos que repelem a fiscalização do trabalho, a proteção ambiental e os direitos de minorias (como os indígenas) – além daqueles que atuaram por isenções tributárias específicas &#8211; se beneficiaram durante o governo Bolsonaro.</p>
<p>A lembrança é do economista André Roncaglia, professor Unifesp, que evita “fazer generalizações”, porque os grupos econômicos no Brasil “são bastante heterogêneos.” Ele afirma, todavia, que “é indiscutível que um endurecimento do regime, um processo de autocratização do governo Bolsonaro beneficiaria alguns grupos.”</p>
<blockquote><p>“Quando o Estado atua de maneira democrática, ou seja, com seus órgãos de fiscalização atuantes, identificando as atividades que são contrárias à Constituição e contrárias à legislação, é evidente que esses setores eles têm menos chance de prosperar”, sentencia o economista.</p></blockquote>
<p>Não há garantia histórica de que os regimes democráticos são mais exitosos no crescimento econômico e no desenvolvimento social. Roncaglia pondera que no caso do Ocidente, “os países evidentemente que tem um desempenho [econômico] melhor, e que conseguem sustentar um ritmo de desenvolvimento mais sustentável estão em média associados a arranjos democráticos em que o povo, as pessoas, conseguem expressar as suas vontades.”</p>
<p>Os empresários financiadores, alguns que têm o nome listado no relatório da CPMI de 8 de janeiro, devem ser punidos assim como os mentores, instigadores e executores do atentado como conclui o documento. O texto aprovado da senadora Eliziane Gama também traz recomendações de mudança na lei para “a correção das falhas de Estado que permitiram que o 8 de janeiro ocorresse ou que dificultaram esta investigação”.</p>
<p>Por fim, a relatora assinala a necessidade de todos os brasileiros refletirem sobre a atuação da extrema direita, a intentona bolsonarista e a necessidade de pôr fim do golpismo contra a democracia. “É antes um convite para que a sociedade brasileira, em cada um dos seus mais diversos segmentos, aprofunde o estudo das causas que tornaram o 8 de janeiro possível, e que proponha as soluções para que este ciclo seja encerrado”.</p>
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		<title>Desfile do 7 de setembro emociona participantes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/desfile-do-7-de-setembro-emociona-participantes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2023 15:08:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[7 de Setembro]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Desfile]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Professora]]></category>
		<category><![CDATA[slog]]></category>
		<category><![CDATA[soberania]]></category>
		<category><![CDATA[União]]></category>
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					<description><![CDATA[A professora Jamile Demenciano, de 37 anos, se emociona ao lembrar do avô e dos desfiles de 7 de setembro que assistiam juntos quando era criança, no interior do Rio de Janeiro. Ela veio do entorno do Distrito Federal, onde mora agora, para o evento na Esplanada dos Ministérios. &#8220;Isso é civismo, independente de questão [&#8230;]]]></description>
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<p>A professora Jamile Demenciano, de 37 anos, se emociona ao lembrar do avô e dos desfiles de 7 de setembro que assistiam juntos quando era criança, no interior do Rio de Janeiro. Ela veio do entorno do Distrito Federal, onde mora agora, para o evento na Esplanada dos Ministérios.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;Isso é civismo, independente de questão ideológica. Meu avô é falecido e estou aqui também por ele. Eu falava pra ele que um dia ia a Brasília ver o desfile, então, pra mim, é emocionante este momento&#8221;, disse.</p>
<p>Este ano, o <em>slogan</em> da semana é Democracia, soberania e união.</p>
<p>Para Jamile, é um tema necessário. &#8220;Fala da paz que a gente busca e soberania do nosso país, porque sabemos que ele é lindo e é de todos os brasileiros&#8221;, disse.</p>
<p>O clima estava tranquilo nas imediações do desfile e foi possível circular confortavelmente. Mas quem escolheu chegar um pouco mais tarde, por volta das 8h30, reclamou da limitação de público nas arquibancadas. Muitos não conseguiram entrar e tiveram que recorrer a algum dos telões espalhados na área externa.</p>
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		<title>Lula afirma que a democracia é o bem mais valioso da sociedade</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-afirma-que-a-democracia-e-o-bem-mais-valioso-da-sociedade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 14:45:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Democracia]]></category>
		<category><![CDATA[dia 8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou hoje (8) sobre os ataques golpistas ocorridos em Brasília, no dia 8 de janeiro, marcando o primeiro mês desde o ocorrido. Em suas redes sociais, o presidente compartilhou um vídeo que mostra imagens das câmeras de segurança do Palácio do Planalto durante a invasão e destruição [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente Luiz Inácio Lula da Silva se manifestou hoje (8) sobre os ataques golpistas ocorridos em Brasília, no dia 8 de janeiro, marcando o primeiro mês desde o ocorrido. Em suas redes sociais, o presidente compartilhou um vídeo que mostra imagens das câmeras de segurança do Palácio do Planalto durante a invasão e destruição do local, bem como dos estragos causados e das primeiras ações realizadas para investigação e limpeza.</p>
<p>No vídeo, Lula destacou a importância da democracia como patrimônio mais precioso da população e condenou os ataques golpistas aos edifícios do poder público, incluindo o Palácio do Planalto, STF e Congresso Nacional. Ele afirmou que a investigação dos responsáveis continuará e que a democracia será sempre defendida.</p>
<p>“No dia 8 de janeiro, a sede dos nossos poderes foi invadida e vandalizada por pessoas que desrespeitam o povo e o Brasil. 1 mês depois, seguimos firmes trabalhando na defesa da democracia, união e reconstrução do país”, escreveu o presidente. “A democracia é o patrimônio mais precioso da população brasileira. E a justiça será firme contra quem tentar tirá-la do povo”, completou.</p>
<p>Um mês após os violentos ataques, a investigação continua. Na última quinta-feira (7), a Polícia Federal realizou a quinta fase da Operação Lesa Pátria, visando identificar indivíduos envolvidos na invasão e saques dos prédios governamentais.</p>
<p>A Justiça Federal já bloqueou R$ 18,5 milhões em bens dos suspeitos, para cobrir o prejuízo causado pelo vandalismo em instalações públicas e em bens culturais. A Advocacia-Geral da União pediu o aumento do bloqueio para R$ 20,7 bilhões, após reavaliação dos danos na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Em resposta aos atos terroristas, o governo federal está propondo medidas para endurecer a legislação sobre crimes contra o Estado Democrático de Direito. Essas medidas foram reunidas em um pacote conhecido como o &#8220;Pacote da Democracia&#8221;.</p>
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		<title>Lula destaca ação do STF contra arbitrariedade e regresso</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-destaca-acao-do-stf-contra-arbitrariedade-e-regresso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 19:55:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[arbítrio]]></category>
		<category><![CDATA[Atos Golpistas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Retrocesso]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal]]></category>
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					<description><![CDATA[Na sessão de abertura do Ano do Judiciário 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou hoje (1º) a importância da atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) na defesa da sociedade contra o arbítrio e retrocesso.“É nosso dever registrar o papel decisivo do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral na defesa da sociedade brasileira [&#8230;]]]></description>
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<div>Na sessão de abertura do Ano do Judiciário 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou <span id="OBJ_PREFIX_DWT138_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (1º) a importância da atuação do Supremo Tribunal Federal (STF) na defesa da sociedade contra o arbítrio e retrocesso.“É nosso dever registrar o papel decisivo do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral na defesa da sociedade brasileira contra o arbítrio. Daqui desta sala, contra a qual se voltou o mais concentrado ódio dos agressores, partiram decisões corajosas e absolutamente necessárias para enfrentar e deter o retrocesso, o negacionismo e a violência política”, disse, ao lado da presidente do STF, Rosa Weber.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No discurso, o presidente afirmou que os atos golpistas de <span id="OBJ_PREFIX_DWT139_com_zimbra_date" role="link">8 de janeiro</span> mostraram a face mais absurda da violência e do ódio e não nasceram “por geração espontânea, mas cultivados em sucessivas investidas contra o direito e a Constituição, com o objetivo de sustentar um projeto autoritário de poder”. E disse ainda que “levará essa indignação&#8221; para o resto de sua vida.</p>
<p>“E sei que ela me fez redobrar a disposição de defender a democracia, conquistada a duras penas pelo povo brasileiro”.</p>
<p>Segundo o presidente, os ataques, no entanto, não foram capazes de abalar os ministros da Corte Suprema na missão de defender a Constituição.</p>
<p>“Mais do que um plenário reconstruído, o que vejo aqui é o destemor de ministras e ministros na defesa de nossa Carta Magna. Vejo a disposição inabalável de trabalhar dia e noite para assegurar que não haja um milímetro de recuo em nossa democracia”, acrescentou.</p>
<p>Lula assegurou que, assim como nos dois mandatos anteriores, seu governo irá trabalhar em harmonia e respeito institucional com o Judiciário.</p>
<p>“O povo brasileiro não quer conflitos entre as instituições. Não quer agressões, intimidações nem o silêncio dos poderes constituídos. O povo brasileiro quer e precisa, isso sim, de muito trabalho, dedicação e esforços dos Três Poderes no sentido de reconstruir o Brasil”, afirmou o presidente. Ele enfatizou que os “reais inimigos são outros: a fome, a desigualdade, a falta de oportunidades, o extremismo e a violência política, a destruição ambiental e a crise climática”.</p>
<p>Antes de Lula, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou que, nas última semanas, a democracia brasileira demonstrou sua importância e que permanecerá. Pacheco defendeu também punição rigorosa aos responsáveis pelos atos antidemocráticos. “Temos obrigação constitucional de convivermos em harmonia. Qualquer gesto que vise a desarmonia entre os Poderes da República afronta a Constituição”.</p>
</div>
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		<title>Brasil deve mostrar que rejeita &#8220;aventuras autoritárias&#8221;, diz ministro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-deve-mostrar-que-rejeita-aventuras-autoritarias-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2022 18:16:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[América Latina]]></category>
		<category><![CDATA[Autoritarismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, disse hoje (17) que o que ocorre no Brasil serve como vitrine para a comunidade global, e que o país tem obrigação de mostrar que não aceita mais aventuras autoritárias. &#8220;Somos hoje uma vitrine para os analistas internacionais, e cabe à sociedade brasileira garantir que [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Edson Fachin, disse hoje (17) que o que ocorre no Brasil serve como vitrine para a comunidade global, e que o país tem obrigação de mostrar que não aceita mais aventuras autoritárias.</p>
<p>&#8220;Somos hoje uma vitrine para os analistas internacionais, e cabe à sociedade brasileira garantir que levaremos aos nossos vizinhos uma mensagem de estabilidade, de paz e de segurança, e que o Brasil não mais aquiesce a aventuras autoritárias&#8221;, disse Fachin.</p>
<p>A declaração foi dada durante abertura do evento Democracia e Eleições na América Latina, na sede do TSE, em Brasília. Fachin disse que o Brasil não está alheio ao que acontece em outros países, e que o acontece aqui também exerce influência nos rumos internacionais.</p>
<p>O presidente do TSE lembrou casos recentes de ataques a instituições democráticas – como a invasão ao Capitólio, nos EUA e ataques a autoridades eleitorais no México, Peru e Equador – e afirmou que o Brasil deve considerar esses episódios como um alerta do que não pode ser tolerado.</p>
<p>Fachin anunciou ainda parceria com o professor Daniel Zovatto, do Instituto Internacional para Democracia e Assistência Eleitoral (Idea Internacional), para trazer ao Brasil observadores eleitorais europeus, além de outros já confirmados pela Organização dos Estados Americanos (OEA) e pela Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), entre outros.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
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