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	<title>Demissão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Demissão &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Prefeitura do Rio demite Monique Medeiros em meio ao julgamento do caso Henry Borel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2026 17:22:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Caso Henry Borel]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
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					<description><![CDATA[A Prefeitura do Rio de Janeiro oficializou a demissão de Monique Medeiros, acusada de envolvimento na morte do filho, Henry Borel. A decisão foi publicada no Diário Oficial do município nesta quarta-feira (25), encerrando o vínculo da professora com a rede pública após anos recebendo remuneração normalmente. A medida ocorre em meio ao andamento do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Prefeitura do Rio de Janeiro oficializou a demissão de Monique Medeiros, acusada de envolvimento na morte do filho, Henry Borel. A decisão foi publicada no Diário Oficial do município nesta quarta-feira (25), encerrando o vínculo da professora com a rede pública após anos recebendo remuneração normalmente.</p>
<p>A medida ocorre em meio ao andamento do processo judicial que investiga a morte do menino, ocorrida em 2021, e que segue em julgamento. Monique responde por homicídio por omissão, enquanto o padrasto da criança, Jairo Souza Santos Júnior, é acusado de homicídio qualificado.</p>
<p>A exoneração acontece poucos dias após a saída de Monique do sistema prisional. Ela deixou a Penitenciária Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó, após decisão judicial que concedeu liberdade provisória. A soltura foi autorizada pela juíza responsável pelo caso, que considerou o risco de excesso de prazo diante do adiamento do júri.</p>
<p>O julgamento, que estava previsto para começar em março, foi interrompido após a defesa de Jairinho alegar falta de acesso completo às provas. Com o pedido negado, os advogados abandonaram o plenário, o que levou ao adiamento da sessão para uma nova data, marcada para maio.</p>
<p>O caso ganhou grande repercussão nacional desde a morte de Henry, de quatro anos, registrada em março de 2021. De acordo com investigações, a criança apresentava múltiplas lesões provocadas por agressões, incluindo hemorragia interna e laceração de órgãos, o que afastou a hipótese inicial de acidente doméstico.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, o padrasto teria sido o autor das agressões, enquanto a mãe, na condição de responsável legal, teria se omitido diante das violências. Ambos foram presos em abril de 2021 e denunciados formalmente à Justiça.</p>
<p>A demissão de Monique ocorre paralelamente ao avanço do processo judicial, que segue mobilizando atenção pública e reacendendo debates sobre proteção à infância e responsabilização em casos de violência doméstica contra crianças.</p>
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		<title>De volta ao comando da CBF, Ednaldo Rodrigues demite Fernando Diniz</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/de-volta-ao-comando-da-cbf-ednaldo-rodrigues-demite-fernando-diniz/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Jan 2024 18:36:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[CBF]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
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		<category><![CDATA[Futebol]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Seleção Brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[A seleção brasileira masculina de futebol não será mais comandada interinamente pelo técnico Fernando Diniz. Na sexta-feira (6), um dia após retornar à presidência da CBF, Ednaldo Rodrigues comunicou sua decisão a Diniz, em conversa pelo telefone. Embora a CBF ainda não tenha publicado nota oficial sobre a saída do técnico &#8211; falta a definição de questões burocráticas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A seleção brasileira masculina de futebol não será mais comandada interinamente pelo técnico Fernando Diniz. Na sexta-feira (6), um dia após retornar à presidência da CBF, Ednaldo Rodrigues comunicou sua decisão a Diniz, em conversa pelo telefone. Embora a CBF ainda não tenha publicado nota oficial sobre a saída do técnico &#8211; falta a definição de questões burocráticas relacionadas ao desligamento -, a notícia da demissão e trechos do diálogo entre Ednaldo e Diniz foram antecipados pela assessoria de imprensa da entidade. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<blockquote><p>&#8220;A decisão foi informada ao técnico Fernando Diniz pelo próprio presidente, quando agradeceu o trabalho realizado por ele e explicou os motivos da antecipação no processo de escolha de um treinador definitivo”, detalhou a assessoria da CBF.  &#8220;A saída do Diniz se deve aos resultados da seleção, que não foram os esperados“, disse uma das fontes ouvidas pela Reuters. O Brasil está atualmente no incômodo sexto lugar nas eliminatórias para a Copa do Mundo de 2026”.</p></blockquote>
<p>Nos seis jogos à frente da seleção brasileira Diniz acumulou três derrotas, um empate e duas vitórias. Paralelamente, ele seguiu treinando o Fluminense, com o qual foi campeão da Copa Libertadores do ano passado.</p>
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<figure id="attachment_72406" aria-describedby="caption-attachment-72406" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/06-Dorival-Junior-treinador-do-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-72406" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/06-Dorival-Junior-treinador-do-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C521&#038;ssl=1" alt="Dorival Júnior, Treinador Do São Paulo - Expresso Carioca" width="754" height="521" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/06-Dorival-Junior-treinador-do-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/06-Dorival-Junior-treinador-do-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C207&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/06-Dorival-Junior-treinador-do-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C518&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /></a><figcaption id="caption-attachment-72406" class="wp-caption-text">Dorival Júnior, treinador do São Paulo, aparece como o mais cotado para assumir o comando da seleção brasileira &#8211; Reuters/Ivan Alvarado/Direitos Reservados</figcaption></figure>
<p>De acordo com a Agência Reuters, agora o mais cotado para assumir o comando técnico da seleção é Dorival Júnior, treinador do São Paulo , campeão da Copa do Brasil no ao passado. Desde março do ano passado o preferido de Ednaldo Rodrigues para assumir a seleção brasileira era o técnico italiano Carlo Ancelotti, do Real Madrid, mas ele renovou o contrato com o clube espanhol no último dia 29 de dezembro.</p>
<blockquote><p>“O Ednaldo já abriu conversas com o presidente do São Paulo, Júlio Casares, para manifestar o interesse em Dorival Júnior. “Ele explicou que tinha pressa e queria o Dorival logo por causa do início da temporada. O Júlio afirmou que ia conversar com o Dorival e que a situação será resolvida até segunda-feira“, revelaram fontes ouvidas pela Reuters.</p></blockquote>
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		<item>
		<title>Ucrânia dispensa seis vice-ministros da Defesa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ucrania-dispensa-seis-vice-ministros-da-defesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 15:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
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		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo ucraniano decidiu destituir seis vice-ministros da Defesa nesta segunda-feira (18), após a nomeação de um novo ministro para a pasta no início deste mês. As razões por trás das demissões não foram explicadas pelo governo. Uma das pessoas demitidas foi Hanna Maliar, que frequentemente fornecia atualizações públicas sobre o conflito entre a Rússia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo ucraniano decidiu destituir seis vice-ministros da Defesa nesta segunda-feira (18), após a nomeação de um novo ministro para a pasta no início deste mês.</p>
<p>As razões por trás das demissões não foram explicadas pelo governo. Uma das pessoas demitidas foi Hanna Maliar, que frequentemente fornecia atualizações públicas sobre o conflito entre a Rússia e a Ucrânia.</p>
<p>Rustem Umerov assumiu o cargo de ministro da Defesa há menos de duas semanas, substituindo Oleksii Reznikov. Durante o mandato de Reznikov, o ministério enfrentou alegações de corrupção, embora ele mesmo não tenha sido acusado de envolvimento em atos corruptos.</p>
<p><em>&#8220;Reinicialização. Nós [já] começamos. Continuamos. O ministério continua trabalhando como de costume&#8221;</em>, disse Umerov em mensagem no facebook.</p>
<p>Ao assumir o cargo, Umerov declarou que suas prioridades incluiriam a elevação do ministério como a principal instituição para a coordenação das forças de defesa, o aumento das compensações para os soldados individualmente, o fomento da indústria militar da Ucrânia e o combate à corrupção.</p>
<p>Maliar, uma advogada especializada em crimes de guerra, ocupava o cargo de vice-ministra da Defesa desde 2021, e sua última atualização sobre o conflito na Ucrânia foi publicada nesta manhã.</p>
<p>Ela enfrentou críticas na semana passada após inicialmente informar que as forças ucranianas haviam retomado o controle de uma vila no leste, que estava nas mãos das forças russas. Posteriormente, ela esclareceu que sua informação estava imprecisa e que os combates ainda estavam em andamento nas proximidades da vila.</p>
<h2>Retomada</h2>
<p>A Ucrânia anunciou que suas forças reconquistaram mais território na frente oriental e avançaram em direção ao sul como parte de sua contraofensiva contra as forças russas. Uma das áreas reconquistadas foi Klichtchiïvka, uma localidade-chave próxima a Bakhmut, de acordo com o presidente ucraniano.</p>
<p><em>&#8220;Gostaria de elogiar particularmente os soldados que, passo a passo, estão a devolver à Ucrânia o que lhe pertence, especialmente na área de Bakhmut&#8221;</em>, disse Volodymyr Zelensky em seu discurso noturno.</p>
<p>Ele também prestou homenagem aos soldados que estão combatendo nas proximidades de Bakhmut e destacou aqueles que retomaram Klichtchiïvka.</p>
<h2>Drones</h2>
<p>O Exército ucraniano anunciou a derrubada de 18 drones e 17 mísseis lançados pela Rússia em um novo ataque noturno.</p>
<p><em>&#8220;A Força Aérea informou que 18 drones foram abatidos, de um total de 24 lançados em direção às regiões de Mykolaïv e Odessa, no sul&#8221;</em>, divulgou a Força Aérea por meio do Telegram. A mesma fonte também relatou a destruição de 17 mísseis de cruzeiro.</p>
<p>No dia anterior, a Rússia afirmou ter abatido vários drones ucranianos na península da Crimeia e nas regiões de Moscou, Belgorod e Voronezh, sendo as duas últimas localidades próximas à Ucrânia.</p>
<p>Esses ataques por parte de Kiev contra o território russo, sua capital ou a Crimeia, anexada em 2014, têm aumentado nos últimos meses, no contexto da contraofensiva que começou no início de junho.</p>
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		<item>
		<title>STF retoma análise de norma internacional da OIT sobre demissão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-retoma-analise-de-norma-internacional-da-oit-sobre-demissao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 May 2023 16:05:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção 158]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
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		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Suspensão]]></category>
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					<description><![CDATA[O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou hoje (19) o julgamento que trata da vigência, no Brasil, da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), segundo a qual a demissão sem causa justificada fica vedada aos países signatários. A norma encontra-se suspensa no Brasil desde 1996, em razão de denúncia apresentada à OIT [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) retomou hoje (19) o julgamento que trata da vigência, no Brasil, da Convenção 158 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), segundo a qual a demissão sem causa justificada fica vedada aos países signatários.</p>
<p>A norma encontra-se suspensa no Brasil desde 1996, em razão de denúncia apresentada à OIT pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso. O Supremo já formou maioria no sentido de que seria necessária manifestação do Congresso para que qualquer tratado internacional tenha sua aplicação suspensa, mas ainda há divergência se tal entendimento se aplica à Convenção 158 da OIT.</p>
<p>Para uma corrente, formada pelos ministros Teori Zavascki, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, o efeito do julgamento deve valer somente daqui em diante, sem afetar a suspensão da norma da OIT. Outra corrente – formada por Joaquim Barbosa, Rosa Weber e Ricardo Lewandowski &#8211; votou para que a Convenção da OIT tenha aplicação imediata no país, ao menos até que o Congresso vote a validade da denúncia apresentada por FHC.</p>
<p>Em um terceiro entendimento, os ministros Maurício Corrêa e Ayres Britto votaram para que os efeitos da convenção se mantenham suspensos até a deliberação legislativa. O ministro Nelson Jobim foi o único, até o momento, a ter votado pela eficácia plena da denúncia e, portanto, pela definitiva não aplicação da convenção da OIT no Brasil.</p>
<p>Diante da complexidade e das discussões acaloradas que o tema suscita sempre que volta à pauta do plenário, o julgamento do caso se arrasta há quase 25 anos no Supremo, onde uma ação direta de inconstitucionalidade (ADI) foi aberta pela Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contas) e a Central Única dos Trabalhadores (CUT) em 1997.</p>
<p>Até o momento, já foram sete pedidos de vista por parte de ministros do Supremo, o que fez a controvérsia se prolongar por diversas formações do plenário. Nesta sexta-feira, o julgamento foi retomado no plenário virtual, modalidade em que os ministros têm um período pré-definido para inserir os votos no sistema, sem deliberação presencial. A sessão está marcada para durar até as 23h59 de 26 de maio.</p>
<p>Ainda restam dois votos para a conclusão do julgamento. É possível, entretanto, que haja novo pedido de vista ou de destaque (remessa do caso ao plenário físico), o que postergaria o desfecho.</p>
<h2>Justa causa</h2>
<p>A Convenção 158 da OIT, a qual o Brasil aderiu após aprovação do tratado internacional pelo Congresso, trata do término da relação de trabalho por iniciativa do empregador, e estabelece que a dispensa de funcionário somente poderá ocorrer se houver “causa justificada relacionada com sua capacidade ou seu comportamento, ou baseada nas necessidades de funcionamento da empresa, estabelecimento ou serviço”.</p>
<p>A norma internacional, criada em 1982, foi ratificada e está vigente em 35 países, dos 180 que compõem a OIT. Entre as nações que aprovaram e aplicam a norma estão, por exemplo, Austrália, Espanha, França, Finlândia, Camarões, Portugal, Suécia e Turquia, entre outros.</p>
<p>Ainda pelo texto da convenção, não podem ser dadas como causa justa para demissão: raça, cor, sexo, estado civil, responsabilidades familiares, gravidez, religião, opiniões políticas, ascendência nacional ou origem nacional.</p>
<p>A justa causa também não pode se aplicar nos casos de: ausência temporal do trabalho por motivos de doença ou lesão; se o empregado for candidato ou representante dos trabalhadores; a filiação a sindicato ou a participação em atividades sindicais; abertura de processo administrativo contra o empregador por violação de normas trabalhistas.</p>
<p>A convenção abre espaço para que os países membros excluam algumas atividades econômica e incluam outras exceções à norma. Contudo, advogados que representam o interesse dos empregadores alegam que a demissão sem justa causa é válida há muitas décadas no Brasil, e que uma mudança de regras pode ocasionar imensa insegurança jurídica.</p>
<p>&#8220;Mudar a regra do jogo do dia para a noite, traz uma baita insegurança jurídica para a sociedade inteira, e cria uma situação, até pelo momento da economia que o país passa, social muito complexa&#8221;, disse à <strong>Agência Brasil</strong> o advogado e professor Ricardo Guimarães, especializado em direito do trabalho.</p>
<p>Em síntese, o que Contag e CUT alegam no Supremo é que a Convenção 158 não poderia ter tido sua aplicação suspensa no território nacional em função de ato unilateral do presidente da República. Para isso, seria necessário que a denúncia tivesse sido aprovada também pelo Congresso, uma vez que foi o Legislativo que aprovou a ratificação da norma internacional e sua introdução no ordenamento jurídico nacional, com poder de lei ordinária.</p>
<h2>Voto-vista</h2>
<p>Esse entendimento, sobre a necessidade de manifestação do Congresso para que se possa denunciar uma norma internacional previamente ratificada pelo Legislativo, tem prevalecido no julgamento. Permanece, contudo, a dúvida sobre se tal entendimento leva à aplicação ou não da Convenção 158 da OIT no Brasil.</p>
<p>No voto-vista que apresentou nesta sexta-feira (19), Gilmar Mendes prestou homenagem ao falecido ministro Teori Zavascki, aderindo ao voto dele e afirmando não ser possível dar efeito retroativo à exigência de manifestação do Congresso, embora tal entendimento deva ser aplicado daqui em diante.</p>
<p>&#8220;Entendo que seu voto conciliador [de Teori] congrega não apenas a melhor interpretação dada à questão constitucional ora debatida, mas também a solução mais adequada ao tratamento que deve ser dado aos Tratados até então denunciados nos exatos termos em que este [Convenção 158 da OIT] também o foi, com fundamento no princípio da segurança jurídica&#8221;, escreveu Mendes.</p>
<p>Por essa corrente, as denúncias apresentadas até aqui seguiram um “senso comum institucional” centenário, motivo pelo qual não seria razoável tirar a eficácia das denúncias já feitas antes do julgamento. Nessa linha, a aplicação da Convenção 158 ficaria suspensa em definitivo no Brasil, o que manteria, na prática, a demissão sem justa causa nos moldes atuais.</p>
</div>
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		<item>
		<title>Caged: Brasil abre 83,3 mil vagas com carteira assinada em janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/caged-brasil-abre-833-mil-vagas-com-carteira-assinada-em-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Mar 2023 22:43:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[admissão]]></category>
		<category><![CDATA[Caged]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Emprego]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Postos de Trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, mostram a criação de 83.297 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro deste ano. No mesmo mês do ano passado, tinham sido criados 155.178 postos de trabalho, nos dados sem ajuste, que não consideram declarações entregues em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), da Secretaria de Trabalho do Ministério da Economia, mostram a criação de 83.297 postos de trabalho com carteira assinada em janeiro deste ano. No mesmo mês do ano passado, tinham sido criados 155.178 postos de trabalho, nos dados sem ajuste, que não consideram declarações entregues em atraso pelos empregadores. A abertura de emprego formal caiu em janeiro de 2023, por causa da desaceleração econômica e pelo fechamento de vagas temporárias no comércio. O indicador mede a diferença entre contratações e demissões.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Apesar da desaceleração em relação a janeiro do ano passado, houve melhora em relação a dezembro, quando haviam sido fechados 440.669 postos.</p>
<h2>Setores</h2>
<p>Na divisão por ramos de atividade, quatro dos cinco setores pesquisados criaram empregos formais em janeiro. A estatística foi liderada pelos serviços, com a abertura de 40.686 postos, seguido pela construção civil, com 38.965 postos a mais. Em terceiro lugar, vem a indústria (de transformação, de extração e de outros tipos) com a criação de 34.023 postos de trabalho.</p>
<p>O nível de emprego aumentou na agropecuária, com a abertura de 23.147 postos. Somente o comércio, pressionado pelo fechamento de vagas temporárias típico do início de ano, extinguiu empregos com carteira assinada no mês passado, com o fechamento de 53.524 vagas.</p>
<h2>Destaques</h2>
<p>Nos serviços, a criação de empregos foi puxada pelo segmento de administração pública, defesa e seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com a abertura de 19.463 postos formais. A categoria de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas abriu 16.447 vagas.</p>
<p>Na indústria, o destaque positivo ficou com a indústria de transformação, que contratou 33.738 trabalhadores a mais do que demitiu. Em segundo lugar, ficou a indústria extrativa, que abriu 341 vagas.</p>
<p>As estatísticas do Caged, apresentadas em 2020, não detalham as contratações e demissões por segmentos do comércio. A série histórica anterior separava os dados do comércio atacadista e varejista.</p>
<h2>Regiões</h2>
<p>Três das cinco regiões brasileiras criaram empregos com carteira assinada em janeiro. O Sul liderou a abertura de vagas, com 32.169 postos a mais, seguido pelo Centro-Oeste, beneficiado pela safra de grãos, com 27.352 postos. Em seguida, vem o Sudeste, com 18.778 postos. O Nordeste fechou 133 postos de trabalho, e o Norte extinguiu 482 vagas formais no mês passado.</p>
<p>Na divisão por unidades da Federação, 16 registraram saldo positivo, e nove extinguiram vagas. Os destaques na criação de empregos foram São Paulo (+18.663 postos), Santa Catarina (+15.727) e Mato Grosso (+13.715). As maiores variações negativas ocorreram no Ceará (-3.033 postos), Pará (-1.853) e Paraíba (-1.717).</p>
</div>
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		<title>Primeira-ministra britânica anuncia pedido de demissão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2022 14:53:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, acabar de anunciar que vai renunciar ao cargo que ocupava há pouco mais de 40 dias, após suceder Boris Johnson. Segundo ela, o rei Charles III já foi comunicado de sua intenção de deixar o cargo. O anuncio foi feito na manhã desta quinta-feira (20), na sede do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, acabar de anunciar que vai renunciar ao cargo que ocupava há pouco mais de 40 dias, após suceder Boris Johnson. Segundo ela, o rei Charles III já foi comunicado de sua intenção de deixar o cargo. O anuncio foi feito na manhã desta quinta-feira (20), na sede do governo britânico, localizada no número 10 da Downing Street.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
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<p>Apesar das dificuldades pelas quais Liz tem passado, a renúncia não era esperada, pelo menos neste momento, já que ela disse ontem (19) ser uma “lutadora e não uma desistente”, em meio a críticas internas de seu partido – o Partido Conservador –, que acabaram por forçá-la a abandonar um plano de corte de impostos.</p>
<p>A situação levou, inclusive, alguns parlamentares conservadores a pedirem a sua substituição.</p>
<p>Liz Truss permanecerá no cargo até que um novo nome seja indicado pelo parlamento inglês. Em seu discurso, a primeira-ministra disse ter entregue medidas no setor de energia, reiterou sua defesa de corte de impostos, mas destacou que não se via em condições de dar sequência a seus planos de governo.</p>
<p>*Com informações da RTP.</p>
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