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	<title>demarcação &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF retoma julgamento do marco temporal para demarcação de terras indígenas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-retoma-julgamento-do-marco-temporal-para-demarcacao-de-terras-indigenas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Dec 2025 12:58:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[demarcação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (10) o julgamento de quatro ações que tratam do marco temporal para a demarcação de terras indígenas — uma das questões mais sensíveis e polarizadas da agenda jurídica e política brasileira. A sessão de hoje será dedicada às sustentações orais das partes envolvidas, enquanto a data para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (10) o julgamento de quatro ações que tratam do marco temporal para a demarcação de terras indígenas — uma das questões mais sensíveis e polarizadas da agenda jurídica e política brasileira. A sessão de hoje será dedicada às sustentações orais das partes envolvidas, enquanto a data para votação dos ministros ainda será marcada.</p>
<p>O debate retorna ao plenário dois anos após a própria Corte decidir, em 2023, que o marco temporal é inconstitucional. Naquele julgamento histórico, o STF afirmou que os povos indígenas têm direito às terras tradicionalmente ocupadas, independentemente de estarem em posse física delas em 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal.</p>
<h3><strong>Disputa política reabre debate no Supremo</strong></h3>
<p>Apesar da decisão do STF, o tema voltou ao centro das disputas políticas. No fim de 2023, o Congresso aprovou um projeto de lei restabelecendo o marco temporal, sob forte pressão da bancada ruralista. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vetou a proposta, mas os parlamentares derrubaram o veto, recolocando o marco na legislação.</p>
<p>Diante do impasse, três partidos — PL, PP e Republicanos — acionaram o Supremo para manter a validade da lei aprovada pelo Congresso. Do outro lado, organizações indígenas e partidos governistas recorreram à Corte para reafirmar a inconstitucionalidade da tese.</p>
<p>O fulcro da disputa é a interpretação do artigo 231 da Constituição, que reconhece os direitos territoriais originários dos povos indígenas e determina a demarcação das áreas tradicionalmente ocupadas.</p>
<h3><strong>Tentativa de conciliação fracassa</strong></h3>
<p>Antes de retomar o julgamento, o STF promoveu, por determinação do ministro Gilmar Mendes, relator das ações, uma série de reuniões de uma comissão de conciliação entre indígenas, ruralistas, governos e outros atores envolvidos.</p>
<p>A iniciativa, no entanto, teve vida curta. A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), principal representante do movimento indígena, decidiu se retirar das negociações, alegando falta de paridade e equilíbrio no debate.</p>
<h3><strong>Entenda o marco temporal</strong></h3>
<p>A tese do marco temporal estabelece que os indígenas só teriam direito às terras que:</p>
<ul>
<li>estavam ocupadas por comunidades indígenas em 5 de outubro de 1988, ou</li>
<li>estavam em disputa judicial naquela data.</li>
</ul>
<p>Organizações indígenas e especialistas apontam que a regra desconsidera expulsões historicamente promovidas por violência, remoções forçadas durante a Ditadura Militar e processos de esbulho que impediram a presença física dos povos em seus territórios.</p>
<p>Já defensores do marco, entre eles setores do agronegócio, argumentam que a tese garante segurança jurídica e previsibilidade para propriedades rurais e investimentos.</p>
<p>O novo julgamento no STF será decisivo para definir o alcance dos direitos territoriais indígenas, além de influenciar dezenas de processos de demarcação em curso no país. O desfecho, contudo, dependerá das próximas sessões, ainda sem data definida para votação dos ministros.</p>
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		<title>Demarcação de novas terras indígenas fortalece proteção ambiental e reduz conflitos, afirma Ministério da Justiça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2025 12:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[demarcação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[terras indígenas]]></category>
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					<description><![CDATA[A decisão do governo federal de demarcar 10 novas terras indígenas nesta segunda-feira (17) representa mais do que o reconhecimento de um direito constitucional: segundo o Ministério da Justiça, é um avanço direto na proteção ambiental, na governança socioambiental e na redução de conflitos territoriais. Sheila de Carvalho, secretária nacional de Acesso à Justiça, reforçou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão do governo federal de demarcar 10 novas terras indígenas nesta segunda-feira (17) representa mais do que o reconhecimento de um direito constitucional: segundo o Ministério da Justiça, é um avanço direto na proteção ambiental, na governança socioambiental e na redução de conflitos territoriais.</p>
<p>Sheila de Carvalho, secretária nacional de Acesso à Justiça, reforçou que a demarcação funciona como uma barreira contra os motores da destruição ambiental. “A demarcação reduz conflitos, fortalece a governança socioambiental e bloqueia engrenagens como grilagem, mineração ilegal e exploração predatória”, afirmou.</p>
<p>Com as novas portarias, o país chega a 21 territórios reconhecidos desde o ano passado, após um período de mais de cinco anos sem avanços na política de demarcação. As medidas foram assinadas pelo ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e seguem agora para atos complementares da Funai, do MJ e da Presidência da República, responsável pela homologação final.</p>
<h4>Terras indígenas como aliadas no combate à crise climática</h4>
<p>Dados do governo federal apontam que terras indígenas ocupam 117,4 milhões de hectares, cerca de 13,8% do território brasileiro, abrigando alguns dos maiores remanescentes de floresta tropical do planeta.</p>
<p>O ato anunciado leva em conta estudos da Apib, do IPAM e do CIMC, que indicam que expandir demarcações pode evitar até 20% do desmatamento adicional e reduzir em 26% as emissões de carbono até 2030.</p>
<p>Para Sheila de Carvalho, reconhecer esses territórios é reafirmar um direito ancestral, essencial tanto para a preservação da biodiversidade quanto para o equilíbrio climático.</p>
<p>Durante a COP30, lideranças indígenas reforçaram: “não há política climática robusta sem segurança territorial.”</p>
<h4>Conheça os territórios demarcados</h4>
<p>As áreas reconhecidas abrangem diferentes biomas, regiões e povos:</p>
<ul>
<li>Tupinambá de Olivença (BA): 47.374 ha; povo Tupinambá; 4.631 pessoas.</li>
<li>Vista Alegre (AM): 13.206 ha; povo Mura; 160 habitantes.</li>
<li>Comexatiba – Cahy-Pequi (BA): 28.077 ha; povo Pataxó; 732 indígenas.</li>
<li>Ypoi Triunfo (MS): 19.756 ha; povo Guarani-Kaiowá; 869 indígenas.</li>
<li>Sawre Ba’pim (PA): 150.330 ha; povo Munduruku.</li>
<li>Pankará da Serra do Arapuá (PE): 15.114 ha; povo Pankará; 4.716 indígenas.</li>
<li>Sambaqui (PR): 2.798 ha; povo Guarani-Mbya; 31 habitantes.</li>
<li>Ka&#8217;aguy Hovy (SP): 1.950 ha; povo Guarani-Mbya; 90 indígenas.</li>
<li>Pakurity (SP): 5.730 ha; povo Guarani-Mbya; 133 indígenas.</li>
<li>Ka&#8217;aguy Mirim (SP): 1.190 ha; povo Guarani-Mbya; 70 indígenas.</li>
</ul>
<p>As novas demarcações abrangem biomas que vão da Amazônia à Mata Atlântica, reforçando a diversidade cultural e ecológica do país e consolidando a demarcação como pilar da justiça ambiental e da proteção climática.</p>
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		<title>Rosa Weber se compromete a analisar marco temporal no primeiro semestre</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rosa-weber-se-compromete-a-analisar-marco-temporal-no-primeiro-semestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Mar 2023 00:31:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[demarcação]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[marco temporal]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rosa Weber]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Terra Indígena]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante sua visita à aldeia indígena Paraná, do povo Marubo, localizada no Vale do Javari (AM), a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, afirmou que o julgamento sobre o marco temporal para demarcação de terras indígenas será retomado no primeiro semestre de 2023. Como presidente da Corte, cabe a Rosa Weber elaborar a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante sua visita à aldeia indígena Paraná, do povo Marubo, localizada no Vale do Javari (AM), a presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, afirmou que o julgamento sobre o marco temporal para demarcação de terras indígenas será retomado no primeiro semestre de 2023.</p>
<p>Como presidente da Corte, cabe a Rosa Weber elaborar a pauta de julgamentos do plenário. O caso é discutido em um recurso extraordinário, com repercussão geral reconhecida, ou seja, que servirá de parâmetro para todos os outros processos semelhantes.</p>
<p>Durante sua visita, a ministra ouviu as queixas e pedidos dos indígenas, que solicitaram, por meio de um documento elaborado pela União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Unijava), que o Supremo resolva a questão do marco temporal.</p>
<p>“Pedimos que o Supremo Tribunal Federal adote a correta interpretação da Constituição Federal, que garante que o governo federal proteja nosso território. Antes de 1500 a gente já estava aqui, não podemos estar submetidos a um marco temporal”, diz o documento. “A não aprovação da tese do marco temporal é importante para a manutenção dos direitos conquistados pelo movimento indígena ao longo da história”, acrescenta o texto.</p>
<p>De acordo com o Supremo, Rosa Weber ouviu dos indígenas sobre ameaças de morte por parte de garimpeiros. “Eles agradeceram a presença do Estado na aldeia, afirmaram ter um grande respeito pelo STF, mas pediram que a Corte faça com que os direitos indígenas sejam efetivados na prática”, diz nota do tribunal.</p>
<p>Em janeiro, a presidente do STF já havia indicado que colocaria o tema do marco temporal em julgamento ainda durante sua permanência no cargo. Ela se aposenta em outubro, ao completar 75 anos, quando atinge a idade para aposentadoria compulsória.</p>
<h2>Tese</h2>
<p>O julgamento em questão envolve a discussão sobre a tese, defendida por proprietários de terras, de que os indígenas só teriam direito às terras que estavam efetivamente ocupadas no dia 5 de outubro de 1988, data da promulgação da Constituição Federal, ou que já estavam em disputa judicial nessa época.</p>
<p>O caso que motivou a discussão é referente à disputa pela posse da Terra Indígena Ibirama, em Santa Catarina, habitada pelos povos Xokleng, Kaingang e Guarani, e que está em disputa judicial com a procuradoria do estado.</p>
<p>Atualmente, o placar do julgamento está empatado em 1 a 1. O relator do caso, ministro Edson Fachin, votou contra o marco temporal para demarcação de terras indígenas. Por outro lado, o ministro Nunes Marques abriu divergência a favor do marco temporal para limitar a expansão de terras indígenas no país.</p>
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