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	<title>Delcy Rodríguez &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Presidente interina da Venezuela anuncia plano de defesa nacional com prazo de 100 dias</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2026 14:01:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou nesta quarta-feira (28) o início de um processo de reestruturação da estratégia de segurança nacional do país, com a elaboração de um novo “Plano de Defesa da Nação”. A iniciativa foi anunciada durante um evento em que Rodríguez foi reconhecida como comandante-chefe da Força Armada Nacional Bolivariana [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, anunciou nesta quarta-feira (28) o início de um processo de reestruturação da estratégia de segurança nacional do país, com a elaboração de um novo “Plano de Defesa da Nação”. A iniciativa foi anunciada durante um evento em que Rodríguez foi reconhecida como comandante-chefe da Força Armada Nacional Bolivariana (FANB), numa cerimônia oficial em Caracas.</p>
<p>Rodríguez estabeleceu um prazo de 100 dias para que o projeto seja concebido e apresentado, apelando à “máxima cooperação” de todas as entidades civis, militares e policiais envolvidas. Ela afirmou que o objetivo é definir diretrizes claras para um sistema defensivo que una todas as forças do país, em resposta ao que descreveu como um cenário de ameaças externas e internas.</p>
<p>O anúncio ocorre cerca de três semanas após uma operação militar dos Estados Unidos, em 3 de janeiro de 2026, que resultou na captura do presidente deposto Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, levados para os EUA para responder a acusações sob a justiça norte-americana — um episódio que impactou profundamente a política venezuelana.</p>
<p>Durante o pronunciamento, Delcy Rodríguez reforçou que a Venezuela está aberta ao diálogo político, mas se mantém firme em defender sua soberania e aplicar a lei no país. Ela também voltou a pedir a libertação de Maduro e Flores, enquanto defendeu que a nova defesa nacional será construída no respeito à Constituição venezuelana.</p>
<p>A movimentação acompanha um momento de grandes tensões geopolíticas para a Venezuela, com negociações diplomáticas e resistências internas ao contexto de intervenção externa, enquanto Rodríguez consolida sua liderança no país após os acontecimentos recentes.</p>
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		<title>Presidente interina da Venezuela propõe diálogo e cooperação aos Estados Unidos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jan 2026 12:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, defendeu publicamente uma agenda de colaboração internacional e reafirmou o desejo de paz do povo venezuelano em meio à escalada de tensões com os Estados Unidos. Em carta aberta endereçada ao presidente norte-americano Donald Trump, divulgada nas redes sociais, Rodríguez afirmou ser prioritário avançar para um relacionamento “equilibrado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, defendeu publicamente uma agenda de colaboração internacional e reafirmou o desejo de paz do povo venezuelano em meio à escalada de tensões com os Estados Unidos. Em carta aberta endereçada ao presidente norte-americano Donald Trump, divulgada nas redes sociais, Rodríguez afirmou ser prioritário avançar para um relacionamento “equilibrado e respeitoso” entre os dois países, “baseado na igualdade e não na ingerência”.</p>
<p>No documento, a dirigente interina convidou formalmente o governo dos EUA a trabalhar de forma conjunta em uma agenda de cooperação voltada ao desenvolvimento compartilhado, respeitando a legalidade internacional e com o objetivo de fortalecer “uma convivência comunitária duradoura” entre as nações.</p>
<h3>Apelo ao diálogo</h3>
<p>Ao longo da carta, Delcy Rodríguez adotou um tom conciliador e enfatizou a necessidade de diálogo em substituição ao confronto. “Presidente Donald Trump, nossos povos e nossa região merecem paz e diálogo, não guerra”, escreveu. Segundo ela, essa sempre foi a orientação do presidente Nicolás Maduro e permanece sendo o norte da Venezuela no atual contexto de crise.</p>
<p>Rodríguez destacou ainda seu compromisso pessoal com essa visão de país. “Essa é a Venezuela em que acredito, à qual dediquei minha vida”, afirmou, ao defender o direito da nação à paz, ao desenvolvimento, à soberania e à construção de um futuro estável.</p>
<h3>Contexto de tensão regional</h3>
<p>A carta foi divulgada após um fim de semana marcado por explosões em diferentes bairros de Caracas, registradas no sábado (3), durante uma operação militar conduzida pelos Estados Unidos. Em meio ao ataque, Nicolás Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram capturados por forças de elite norte-americanas e levados para Nova York, segundo informações oficiais divulgadas por Washington.</p>
<p>O episódio reacendeu o debate sobre intervenções diretas dos Estados Unidos na América Latina. A última ação militar dessa natureza havia ocorrido em 1989, no Panamá, quando tropas norte-americanas capturaram o então presidente Manuel Noriega, acusado de envolvimento com o narcotráfico.</p>
<h3>Acusações e controvérsias</h3>
<p>Assim como no caso panamenho, o governo dos Estados Unidos acusa Nicolás Maduro de liderar um suposto cartel de drogas conhecido como “Cartel de los Soles”, alegação que, até o momento, não foi acompanhada de provas públicas. Especialistas em tráfico internacional de drogas têm questionado a própria existência da organização.</p>
<p>Durante o governo Trump, os EUA chegaram a oferecer uma recompensa de US$ 50 milhões por informações que levassem à prisão de Maduro. Críticos da ofensiva militar afirmam que a operação possui forte motivação geopolítica, com o objetivo de afastar a Venezuela de alianças estratégicas com China e Rússia, além de ampliar a influência norte-americana sobre o petróleo venezuelano, o maior volume de reservas comprovadas do mundo.</p>
<p>Em meio ao cenário de instabilidade, a mensagem de Delcy Rodríguez busca reposicionar o discurso venezuelano no campo diplomático, apostando na negociação, na soberania nacional e no multilateralismo como caminhos para a superação da crise.</p>
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