<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Defesa &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/defesa/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 06 Mar 2025 23:39:57 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Defesa &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Defesa de ex-ministro nega envolvimento em tentativa de golpe de Estado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/defesa-de-ex-ministro-nega-envolvimento-em-tentativa-de-golpe-de-estado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Mar 2025 23:39:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[8 de janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Golpe de Estado]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Sérgio Nogueira]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[trama golpista]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=82202</guid>

					<description><![CDATA[O ex-ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, negou nesta quinta-feira (6) qualquer envolvimento na suposta tentativa de golpe de Estado em 2022. A declaração foi feita em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), como resposta à denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que investiga a trama golpista durante o governo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-ministro da Defesa, general Paulo Sérgio Nogueira, negou nesta quinta-feira (6) qualquer envolvimento na suposta tentativa de golpe de Estado em 2022. A declaração foi feita em manifestação enviada ao Supremo Tribunal Federal (STF), como resposta à denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) no inquérito que investiga a trama golpista durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>Além de Nogueira e Bolsonaro, outros 32 acusados fazem parte da denúncia. O ex-ministro é apontado como um dos responsáveis por endossar críticas ao sistema eleitoral, instigar a tentativa de golpe e apresentar uma versão do decreto golpista aos comandantes das Forças Armadas.</p>
<h3><strong>&#8220;Acusações absurdas&#8221;</strong></h3>
<p>Em defesa formal, os advogados do general negam sua participação em qualquer articulação golpista e classificam as acusações como “manifestamente contrárias às provas do inquérito”.</p>
<blockquote><p><em>“Afirmar que o general Paulo Sérgio integrava uma organização criminosa e atuou para dar um golpe de Estado e abolir violentamente o Estado Democrático de Direito é um absurdo e está contra a prova dos autos”</em>, diz a defesa.</p></blockquote>
<h3><strong>Julgamento no STF</strong></h3>
<p>O prazo para entrega das manifestações da maioria dos acusados se encerra nesta quinta-feira (6). No entanto, o general Braga Netto e o almirante Almir Garnier terão até amanhã (7) para apresentar suas defesas.</p>
<p>Após essa etapa, o julgamento da denúncia será agendado pelo STF. O caso será analisado pela Primeira Turma da Corte, composta pelo relator da denúncia, Alexandre de Moraes, além dos ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Luiz Fux.</p>
<p>Caso a maioria dos ministros aceite a denúncia, Bolsonaro, Nogueira e os demais acusados se tornarão réus e responderão a uma ação penal no Supremo. A expectativa é que o julgamento ocorra ainda no primeiro semestre de 2025.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">82202</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia dispensa seis vice-ministros da Defesa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ucrania-dispensa-seis-vice-ministros-da-defesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2023 15:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Demissão]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[vice-ministros]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=69425</guid>

					<description><![CDATA[O governo ucraniano decidiu destituir seis vice-ministros da Defesa nesta segunda-feira (18), após a nomeação de um novo ministro para a pasta no início deste mês. As razões por trás das demissões não foram explicadas pelo governo. Uma das pessoas demitidas foi Hanna Maliar, que frequentemente fornecia atualizações públicas sobre o conflito entre a Rússia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo ucraniano decidiu destituir seis vice-ministros da Defesa nesta segunda-feira (18), após a nomeação de um novo ministro para a pasta no início deste mês.</p>
<p>As razões por trás das demissões não foram explicadas pelo governo. Uma das pessoas demitidas foi Hanna Maliar, que frequentemente fornecia atualizações públicas sobre o conflito entre a Rússia e a Ucrânia.</p>
<p>Rustem Umerov assumiu o cargo de ministro da Defesa há menos de duas semanas, substituindo Oleksii Reznikov. Durante o mandato de Reznikov, o ministério enfrentou alegações de corrupção, embora ele mesmo não tenha sido acusado de envolvimento em atos corruptos.</p>
<p><em>&#8220;Reinicialização. Nós [já] começamos. Continuamos. O ministério continua trabalhando como de costume&#8221;</em>, disse Umerov em mensagem no facebook.</p>
<p>Ao assumir o cargo, Umerov declarou que suas prioridades incluiriam a elevação do ministério como a principal instituição para a coordenação das forças de defesa, o aumento das compensações para os soldados individualmente, o fomento da indústria militar da Ucrânia e o combate à corrupção.</p>
<p>Maliar, uma advogada especializada em crimes de guerra, ocupava o cargo de vice-ministra da Defesa desde 2021, e sua última atualização sobre o conflito na Ucrânia foi publicada nesta manhã.</p>
<p>Ela enfrentou críticas na semana passada após inicialmente informar que as forças ucranianas haviam retomado o controle de uma vila no leste, que estava nas mãos das forças russas. Posteriormente, ela esclareceu que sua informação estava imprecisa e que os combates ainda estavam em andamento nas proximidades da vila.</p>
<h2>Retomada</h2>
<p>A Ucrânia anunciou que suas forças reconquistaram mais território na frente oriental e avançaram em direção ao sul como parte de sua contraofensiva contra as forças russas. Uma das áreas reconquistadas foi Klichtchiïvka, uma localidade-chave próxima a Bakhmut, de acordo com o presidente ucraniano.</p>
<p><em>&#8220;Gostaria de elogiar particularmente os soldados que, passo a passo, estão a devolver à Ucrânia o que lhe pertence, especialmente na área de Bakhmut&#8221;</em>, disse Volodymyr Zelensky em seu discurso noturno.</p>
<p>Ele também prestou homenagem aos soldados que estão combatendo nas proximidades de Bakhmut e destacou aqueles que retomaram Klichtchiïvka.</p>
<h2>Drones</h2>
<p>O Exército ucraniano anunciou a derrubada de 18 drones e 17 mísseis lançados pela Rússia em um novo ataque noturno.</p>
<p><em>&#8220;A Força Aérea informou que 18 drones foram abatidos, de um total de 24 lançados em direção às regiões de Mykolaïv e Odessa, no sul&#8221;</em>, divulgou a Força Aérea por meio do Telegram. A mesma fonte também relatou a destruição de 17 mísseis de cruzeiro.</p>
<p>No dia anterior, a Rússia afirmou ter abatido vários drones ucranianos na península da Crimeia e nas regiões de Moscou, Belgorod e Voronezh, sendo as duas últimas localidades próximas à Ucrânia.</p>
<p>Esses ataques por parte de Kiev contra o território russo, sua capital ou a Crimeia, anexada em 2014, têm aumentado nos últimos meses, no contexto da contraofensiva que começou no início de junho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">69425</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Caso Samarco: corte britânica dá 3 meses para Vale apresentar defesa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/caso-samarco-corte-britanica-da-3-meses-para-vale-apresentar-defesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Aug 2023 15:15:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jorna Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Mariana]]></category>
		<category><![CDATA[Rompimento de Barragem]]></category>
		<category><![CDATA[Samarco]]></category>
		<category><![CDATA[Vale]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=67967</guid>

					<description><![CDATA[A Justiça do Reino Unido deu prazo de três meses para que a Vale apresente defesa no processo em que atingidos pela tragédia ocorrida em Mariana (MG) cobram indenizações da mineradora anglo-australiana BHP Billiton. Ela deverá se manifestar até as 16h do dia 10 de novembro. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (7). Argumentos apresentados pela [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Justiça do Reino Unido deu prazo de três meses para que a Vale apresente defesa no processo em que atingidos pela tragédia ocorrida em Mariana (MG) cobram indenizações da mineradora anglo-australiana BHP Billiton. Ela deverá se manifestar até as 16h do dia 10 de novembro. A decisão foi publicada nesta segunda-feira (7). Argumentos apresentados pela Vale, contestando a competência das cortes britânicas para julgar o caso, foram rejeitados.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em comunicado ao mercado, a mineradora afirmou que &#8220;seus consultores jurídicos considerarão cuidadosamente os elementos da decisão e apresentarão as medidas cabíveis no processo&#8221;. A Vale também disse manter seu compromisso com a reparação dos danos, nos termos dos acordos firmados no Brasil.</p>
<p>A tragédia ocorreu em novembro de 2015, quando uma barragem localizada na cidade mineira se rompeu. A estrutura pertencia à mineradora Samarco, que tem a Vale e a BHP Billiton como acionistas. No episódio, a avalanche de rejeitos escoou pela Bacia do Rio Doce, impactando dezenas de municípios mineiros e capixabas. Dezenove pessoas morreram.</p>
<p>Com sede em Londres, a BHP Billiton responde ao processo que tramita desde 2018 na Justiça do Reino Unido. Ele foi movido por milhares de atingidos representados pelo escritório Pogust Goodhead. Também integram o processo municípios, empresas e instituições religiosas que alegam ter sido impactados na tragédia.</p>
<p>Em março, 500 mil novos autores aderiram ao processo. Dessa forma, agora são mais de 700 mil pessoas e entidades representadas pelo escritório Pogust Goodhead. A defesa dos atingidos sustenta que o Brasil não tem sido capaz de assegurar uma justa reparação.</p>
<p>Inicialmente, a BHP Billiton alegou haver uma duplicação de julgamentos e defendeu que a reparação dos danos deveria se dar unicamente sob a supervisão dos tribunais brasileiros. Após a Justiça do Reino Unido aceitar analisar o mérito do caso, a mineradora anglo-australiana passou a defender a inclusão da Vale no processo. Ela sustenta que, em caso de condenação na Justiça do Reino Unido, as duas mineradoras devem dividir os custos.</p>
<p>A partir do pedido da BHP Billiton, a Vale precisou se manifestar em audiências ocorridas no mês passado. Os advogados das partes puderam apresentar suas considerações. A <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/geral/noticia/2023-07/tragedia-em-mariana-vale-pode-se-tornar-re-em-acao-no-reino-unido" target="_blank" rel="noopener">Vale</a> defendeu que a Justiça do Reino Unido não tinha jurisdição para avaliar o caso. Do lado de fora do tribunal, uma comitiva de atingidos realizou um protesto.</p>
<p>Em nota, o escritório Pogust Goodhead considerou positiva a decisão divulgada nessa segunda-feira (7) e manifestou expectativa de que, com a inclusão da Vale no processo, as mineradoras proponham um acordo. O texto traz ainda uma manifestação do advogado Tom Goodhead, sócio-administrador do escritório. &#8220;Já é hora de a BHP e a Vale finalmente chegarem a uma resolução efetiva e fazerem a coisa certa para as vítimas, que tiveram seu sofrimento prolongado por mais de oito anos&#8221;.</p>
<p>Por sua vez, a BHP Billiton divulgou comunicado reafirmando que refuta integralmente os pedidos formulados na ação ajuizada no Reino Unido. A mineradora anglo-australiana também disse esperar que as cortes britânicas acolham seu argumento e concordem que a Vale deve contribuir com no mínimo 50% de qualquer valor a ser pago aos atingidos.</p>
<h2>Julgamento em 2024</h2>
<p>A ação no Reino Unido chegou a ser suspensa na etapa inicial, quando ainda se discutia se o caso poderia ser analisado no país. Sem entrar no mérito da questão, o juiz inglês Mark Turner considerou em 2020 que havia abuso, entre outras coisas, porque poderia haver sentenças inconciliáveis com julgamentos simultâneos no Brasil e no Reino Unido.</p>
<p>Para o magistrado, não havia evidências suficientes de que a Justiça brasileira fosse incapaz de assegurar a justa reparação. No entanto, em julho de 2022, a Corte de Apelação aceitou recurso dos atingidos e determinou que o mérito do processo deveria ser analisado. As audiências que avaliarão se as mineradoras têm responsabilidades pela tragédia estão marcadas para outubro de 2024.</p>
<p>No Brasil, as ações reparatórias são administradas pela Fundação Renova, entidade criada em 2016 conforme acordo firmado entre as três mineradoras, a União e os governos de Minas Gerais e do Espírito Santo. Cabe a ela a gestão de mais de 40 programas. Mas, passados quase oito anos, sua atuação é alvo de diversos questionamentos judiciais por parte dos atingidos e do Poder Público. Há discussões envolvendo desde a demora para conclusão das obras de reconstrução dos distritos arrasados na tragédia até os valores indenizatórios.</p>
<p>O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) chegou a pedir a extinção da Fundação Renova por considerar que ela não tem a devida autonomia frente às três mineradoras. Também já questionou os números divulgados pela entidade, defendendo uditoria. Uma tentativa de repactuação do processo reparatório, capaz de apontar uma solução para mais de 85 mil processos sobre a tragédia, está em andamento desde o ano passado.</p>
<p>A BHP Billiton afirma que mais de 200 mil atingidos que integram o processo que tramita no Reino Unido já receberam pagamentos no Brasil. De acordo com a mineradora, os programas de indenizações individuais da Fundação Renova já contemplaram mais de 423 mil pessoas. Ao todo, teriam sido destinados R$ 14,3 bilhões. &#8220;A BHP Brasil continua trabalhando em estreita colaboração com a Samarco e a Vale para apoiar os programas de reparação e compensação implementados pela Fundação Renova sob a supervisão dos tribunais brasileiros&#8221;, diz a mineradora.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">67967</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Forças armadas vão apoiar TSE na segurança das eleições</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/forcas-armadas-vao-apoiar-tse-na-seguranca-das-eleicoes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2022 13:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2022]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Forcas Armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=52872</guid>

					<description><![CDATA[O Ministério da Defesa informou ontem (20) que vai apoiar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o envio de tropas para garantir a logística de distribuição das urnas e a segurança das eleições. O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro. O trabalho será realizado por meio do acionamento dos comandos militares do Norte, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O Ministério da Defesa informou ontem (20) que vai apoiar o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o envio de tropas para garantir a logística de distribuição das urnas e a segurança das eleições. O primeiro turno será realizado no dia 2 de outubro. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O trabalho será realizado por meio do acionamento dos comandos militares do Norte, Nordeste, Oeste, Leste, Planalto e da Amazônia. O Comando de Operações Aeroespaciais (COMAE) e Comando de Defesa Cibernética (COMDCIBER) também vão participar da operação.</p>
<p>No sábado (17), o presidente do tribunal, ministro Alexandre de Moraes, atendeu ao pedido de tribunais regionais eleitorais e autorizou o envio de militares das Forças Armadas para reforçar a segurança do pleito em 568 localidades de 11 estados. A medida foi referendada, por unanimidade, pelo plenário do TSE em sessão de hoje (20) à noite.</p>
<h2>Tropas</h2>
<p>De acordo com a pasta, militares da Marinha, do Exército e da Aeronáutica vão garantir a segurança de zonas eleitorais e auxiliar na logística de distribuição das urnas eletrônicas e do transporte de pessoal para comunidades localizadas em áreas rurais, indígenas e ribeirinhas.</p>
<p>As forças devem atuar em 167 localidades do estado do Rio de Janeiro, conforme solicitação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ). Já o Maranhão solicitou apoio em 97 localidades.</p>
<p>Também serão enviadas forças de segurança para o Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Piauí e Tocantins. Entre as solicitações dos TREs destes estados estão apoio logístico, inclusive em terras indígenas.</p>
<p>A decisão será encaminhada ao Ministério da Defesa, órgão que será responsável pela logística de distribuição das tropas.</p>
<p>O envio de tropas federais ocorre quando um município informa à Justiça Eleitoral que não tem capacidade de garantir a normalidade do pleito com o efetivo policial local.</p>
<p>Nas eleições de 2018, 513 localidades de 11 estados contaram com a presença de militares durante o pleito.</p>
<p>Em agosto, o decreto presidencial 11.172 autorizou o emprego da Forças Armadas para garantia da votação e da apuração das eleições.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">52872</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Vice-presidente participa de feira da indústria de defesa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vice-presidente-participa-de-feira-da-industria-de-defesa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 May 2022 18:30:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Forcas Armadas]]></category>
		<category><![CDATA[Indústria]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=49598</guid>

					<description><![CDATA[O vice-presidente Hamilton Mourão participou hoje (20) do encerramento da 2ª SC Expo Defense, um evento que reúne empresas e órgãos que atuam na área de produção e desenvolvimento de produtos industriais militares. Sediada neste ano em Florianópolis (SC), a feira visa dar visibilidade às inovações do setor de defesa e integrar centros de tecnologia [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O vice-presidente Hamilton Mourão participou hoje (20) do encerramento da 2ª SC Expo Defense, um evento que reúne empresas e órgãos que atuam na área de produção e desenvolvimento de produtos industriais militares.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Sediada neste ano em Florianópolis (SC), a feira visa dar visibilidade às inovações do setor de defesa e integrar centros de tecnologia com as Forças Armadas. Além de estandes e exposições de produtos e serviços, a feira contou com palestras, debates e painéis com a participação de civis, militares e representantes do governo.</p>
<p>Segundo Mourão, eventos como a SC Expo Defense asseguram a independência e soberania nacionais. “Desde 1980, quando houve o conflito das Malvinas, se compreendeu que não se pode ficar dependente dos insumos na área de defesa provenientes do exterior. Tem que ter a capacidade de produzir pelo menos de 50% a 60% das necessidades dentro do país”, disse.</p>
<p>No estande da Marinha, os visitantes puderam conhecer de perto aeronaves e protótipos da Fragata Classe Tamandaré, além da maquete do primeiro Submarino com Propulsão Nuclear Brasileiro (SN-BR), o submarino Álvaro Alberto. O Exército expôs viaturas blindadas Guarani e os novos armamentos do sistema Astros 2020. Já a apresentação da Aeronáutica contou com um KC-390 Millennium e réplica do novo caça multimissão F-39 Gripen.</p>
<p>O setor representa 4,78% do Produto Interno Bruto (PIB), gera 2,9 milhões de empregos diretos e indiretos.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">49598</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
