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	<title>Defesa Civil &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Defesa Civil &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Defesa Civil reconhece emergência em seis cidades do Acre após enchentes que afetam 40 mil pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2026 13:16:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acre]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
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					<description><![CDATA[A Defesa Civil Nacional reconheceu situação de emergência em seis municípios do Acre atingidos por fortes chuvas e inundações nas últimas semanas. A medida foi oficializada por portaria publicada no Diário Oficial da União e já está em vigor. As cidades incluídas no reconhecimento são Cruzeiro do Sul, Feijó, Mâncio Lima, Plácido de Castro, Rodrigues [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Defesa Civil Nacional reconheceu situação de emergência em seis municípios do Acre atingidos por fortes chuvas e inundações nas últimas semanas. A medida foi oficializada por portaria publicada no Diário Oficial da União e já está em vigor.</p>
<p>As cidades incluídas no reconhecimento são Cruzeiro do Sul, Feijó, Mâncio Lima, Plácido de Castro, Rodrigues Alves e Tarauacá. Juntas, essas localidades enfrentam impactos significativos provocados pela cheia dos rios, que já atingem cerca de 40 mil pessoas, entre moradores de áreas urbanas, comunidades rurais e populações ribeirinhas.</p>
<p>O cenário é resultado do elevado volume de chuvas registrado no início de abril. Em algumas regiões, os acumulados chegaram a aproximadamente 280 milímetros, o que levou os principais rios do estado a ultrapassarem ou se aproximarem das cotas de transbordamento.</p>
<p>Em Cruzeiro do Sul, por exemplo, o nível do rio atingiu mais de 14 metros, superando o limite de inundação. Já em Feijó, o volume também ultrapassou marcas críticas, ampliando o risco de novos alagamentos.</p>
<p>De acordo com o governo estadual, a situação é considerada de alerta máximo, com registro de famílias desalojadas e desabrigadas, além de danos relevantes à infraestrutura, à mobilidade urbana e à produção agrícola de subsistência.</p>
<p>Com o reconhecimento federal, as prefeituras passam a ter acesso facilitado a recursos da União para ações emergenciais, como assistência humanitária, reconstrução de áreas afetadas e restabelecimento de serviços essenciais. Os pedidos devem ser encaminhados por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres (S2iD), onde são avaliados tecnicamente antes da liberação dos recursos.</p>
<p>A medida busca agilizar o apoio às regiões atingidas e minimizar os impactos das enchentes, enquanto o estado segue monitorando o nível dos rios e adotando ações para atender as populações afetadas.</p>
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		<title>Temporais colocam o estado do Rio em alerta máximo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/temporais-colocam-o-estado-do-rio-em-alerta-maximo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Feb 2026 11:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Os temporais que atingem o estado do Rio de Janeiro desde quinta-feira (26) colocaram diferentes municípios em situação de alerta extremo. Ao menos 30 avisos de chuva intensa, com risco de inundações e deslizamentos, foram enviados para cidades como Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba e Rio das Ostras. O Corpo de Bombeiros Militar do Estado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os temporais que atingem o estado do Rio de Janeiro desde quinta-feira (26) colocaram diferentes municípios em situação de alerta extremo. Ao menos 30 avisos de chuva intensa, com risco de inundações e deslizamentos, foram enviados para cidades como Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba e Rio das Ostras.</p>
<p>O Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro informou que foi acionado para mais de 80 ocorrências relacionadas às chuvas desde quinta-feira, sendo 33 apenas entre a madrugada e a manhã desta sexta-feira (27). A maior parte dos chamados envolve alagamentos, inundações e deslizamentos de terra. Até o momento, não há registro de vítimas graves.</p>
<p>A corporação permanece em alerta máximo, com mobilização de equipes, viaturas, ambulâncias, embarcações, drones e aeronaves para atendimento emergencial.</p>
<h2>Sirenes acionadas e comunidades mobilizadas</h2>
<p>De acordo com a Defesa Civil estadual, 65 estações de sirenes foram acionadas para alerta de chuva intensa e 30 para mobilização preventiva de comunidades em municípios como Bom Jardim, Barra Mansa, Magé, Barra do Piraí, Teresópolis e Duque de Caxias.</p>
<p>O Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden-RJ) classifica como <strong>muito alto</strong> o risco hidrológico em cidades como Macaé, Santo Antônio de Pádua e novamente em Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba e Rio das Ostras. Já o risco geológico — que envolve possibilidade de deslizamentos — é considerado muito alto em Angra dos Reis e Mangaratiba, e alto em municípios como Nova Friburgo, Resende e Três Rios.</p>
<h2>Capital segue sob influência de baixa pressão</h2>
<p>Na capital, o Sistema Alerta Rio informou que o tempo permanece instável devido à atuação de um sistema de baixa pressão no litoral. O céu deve variar entre nublado e encoberto, com registros de chuva moderada em diferentes pontos da cidade e acumulados significativos nas últimas 24 horas.</p>
<p>A previsão indica que, a partir da tarde, a chuva deve variar entre fraca e moderada, com ventos moderados e rajadas ocasionalmente fortes. As temperaturas seguem em declínio, com máxima prevista de 29°C.</p>
<p>A Secretaria de Estado de Defesa Civil alerta que ainda são esperadas chuvas moderadas nas regiões Metropolitana, Serrana, Baixada Fluminense e Baixada Litorânea nas próximas horas, mantendo o cenário de atenção em todo o estado.</p>
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		<title>Número de mortos por enchentes no Rio Grande do Sul atinge 179</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/numero-de-mortos-por-enchentes-no-rio-grande-do-sul-atinge-179/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 28 Jun 2024 15:15:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[As enchentes no Rio Grande do Sul continuam a causar devastação, com a Defesa Civil do estado confirmando que o número de mortos aumentou para 179. Ainda há 34 pessoas desaparecidas, conforme o último relatório divulgado. As chuvas afetaram diretamente 478 municípios e impactaram a vida de 2,3 milhões de moradores. Ações de Prevenção e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As enchentes no Rio Grande do Sul continuam a causar devastação, com a Defesa Civil do estado confirmando que o número de mortos aumentou para 179. Ainda há 34 pessoas desaparecidas, conforme o último relatório divulgado. As chuvas afetaram diretamente 478 municípios e impactaram a vida de 2,3 milhões de moradores.</p>
<p><strong>Ações de Prevenção e Alerta</strong></p>
<p>Para aumentar a segurança e a preparação da população, a Defesa Civil do Rio Grande do Sul está incentivando o cadastro para alertas meteorológicos. Os cidadãos podem se inscrever enviando o Código de Endereçamento Postal (CEP) de sua localidade por SMS para o número 40199. Após o envio, uma mensagem de confirmação será recebida e o número passará a receber atualizações sobre alertas meteorológicos.</p>
<p>Outra forma de cadastro é via WhatsApp. Os interessados devem enviar uma mensagem para o número (61) 2034-4611 e iniciar a interação com o robô de atendimento digitando &#8220;Oi&#8221;. A partir daí, é possível compartilhar a localização atual ou outra de interesse para receber notificações da Defesa Civil estadual.</p>
<p><strong>Esforços de Resgate e Solidariedade</strong></p>
<p>Equipes de resgate estão mobilizadas para encontrar os desaparecidos e prestar assistência às comunidades afetadas. A prioridade é garantir que os moradores recebam abrigo, alimentos e suporte médico necessários. A resposta da sociedade civil e de organizações humanitárias tem sido crucial, com diversas campanhas de doação e voluntariado em andamento para ajudar as vítimas.</p>
<p>A tragédia no Rio Grande do Sul ressalta a importância de sistemas de alerta eficientes e de medidas preventivas eficazes. A Defesa Civil continua a trabalhar para proteger a população e minimizar os impactos dos eventos climáticos extremos.</p>
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		<title>Mortes no Rio Grande do Sul aumentam para 151</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mortes-no-rio-grande-do-sul-aumentam-para-151/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 May 2024 16:09:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortes confirmadas no Rio Grande do Sul decorrentes das fortes chuvas que caem no estado desde o fim de abril subiu para 151, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil do estado nesta quinta-feira (16). O governo orienta os atingidos a verificarem se os nomes de pessoas com o óbito confirmado constam na [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O número de mortes confirmadas no Rio Grande do Sul decorrentes das fortes chuvas que caem no estado desde o fim de abril subiu para 151, conforme boletim divulgado pela Defesa Civil do estado nesta quinta-feira (16).</p>
<p>O governo orienta os atingidos a verificarem se os nomes de pessoas com o óbito confirmado constam na lista de 104 desaparecidos disponível no site do órgão. Caso conste da lista, a pessoa deve procurar uma delegacia da Polícia Civil para regularizar os dados, com a retirada do nome da lista de desaparecidos.</p>
<p>As enchentes deixaram 806 feridos.</p>
<p>As enchentes, que até o momento deixaram 806 feridos, afetam 458 dos 497 municípios do Rio Grande do Sul. O número de pessoas atingidas também tem aumentado. Ao menos 20,95% da população do estado foi afetada de alguma forma pelas consequências dos temporais. São mais de 2,28 milhões de pessoas dos 10,88 milhões de habitantes do estado.</p>
<p>Até o momento, 76.620 pessoas e 11.932 animais silvestres e domésticos foram resgatados. Na manhã desta quinta-feira, o número de pessoas ainda fora de casa pelas cheias ultrapassou os 615,3 mil, sendo 77.199 pessoas vivendo em um dos mais de 830 abrigos no estado e mais 538,1 mil desabrigados.</p>
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</div>
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		<item>
		<title>Mais de 80 mil pessoas estão desabrigadas no Rio Grande do Sul</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mais-de-80-mil-pessoas-estao-desabrigadas-no-rio-grande-do-sul/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 May 2024 15:28:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Boletim]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de pessoas que estão temporariamente morando em abrigos no Rio Grande do Sul chegou a 80 mil (80.826), conforme o mais recente boletim da Defesa Civil estadual, divulgado às 9h desta segunda-feira (13). Devido às fortes chuvas que causaram estragos em centenas de cidades do Rio Grande do Sul, há duas semanas, mais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O número de pessoas que estão temporariamente morando em abrigos no Rio Grande do Sul chegou a 80 mil (80.826), conforme o mais recente boletim da Defesa Civil estadual, divulgado às 9h desta segunda-feira (13).</p>
<p>Devido às fortes chuvas que causaram estragos em centenas de cidades do Rio Grande do Sul, há duas semanas, mais de meio milhão (538.241) de gaúchos estão desalojados, porque foram obrigados a abandonar a própria casa para ficar em segurança.</p>
<p>As consequências dos temporais afetam cerca de 90% do estado, ou 447 dos 497 municípios, e mais de 2,11 milhões de pessoas foram impactos direta ou indiretamente pelos eventos climáticos extremos.</p>
<p>De domingo para hoje, mais quatro mortes foram confirmadas, elevando para 147 o número de vítimas. Os nomes das pessoas mortas identificadas e localidades dos óbitos podem ser consultados no <a href="https://www.estado.rs.gov.br/upload/arquivos/202405/obitos-e-desaparecidos-13-5-9h.pdf" target="_blank" rel="noopener">site da Defesa Civil estadual</a>. Ainda há 127 pessoas desaparecidas. No levantamento oficial, em todo o estado, há 806 feridos.</p>
<p>Mais de 76,4 mil pessoas foram resgatadas. Somam-se a esses salvamentos 10.814 animais domésticos e silvestres resgatados. Oficialmente, atuam nestes salvamentos 27.651 agentes públicos federais, do Rio Grande do Sul e de estados parceiros.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Chuvas afetam mais de 78% dos municípios gaúchos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/chuvas-afetam-mais-de-78-dos-municipios-gauchos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 May 2024 14:18:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas no rio grande do sul]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o boletim da Defesa Civil estadual, atualizado às 9h desta terça-feira (7), o número de municípios impactados pelas intensas chuvas no Rio Grande do Sul subiu para 388, representando 78,13% dos 497 municípios do estado. O relatório também confirma 90 mortes atribuídas diretamente aos temporais, com mais quatro óbitos em processo de investigação para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o boletim da Defesa Civil estadual, atualizado às 9h desta terça-feira (7), o número de municípios impactados pelas intensas chuvas no Rio Grande do Sul subiu para 388, representando 78,13% dos 497 municípios do estado.</p>
<p>O relatório também confirma 90 mortes atribuídas diretamente aos temporais, com mais quatro óbitos em processo de investigação para determinar se estão relacionados aos eventos meteorológicos recentes.</p>
<p>Atualmente, 132 pessoas permanecem desaparecidas, enquanto o levantamento oficial registra 361 feridos em todo o estado.</p>
<p>Com uma população estimada em 10,88 milhões de habitantes, de acordo com o Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 1,36 milhão de pessoas foram afetadas pelas chuvas desde 29 de abril, o que corresponde a aproximadamente 12,55% da população do estado.</p>
<p>Além disso, o governo estadual contabiliza 155.741 pessoas desalojadas, enquanto outras 48.147 encontram-se temporariamente abrigadas.</p>
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		<title>Rio Grande do Sul contabiliza 56 mortes devido a fortes chuvas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-grande-do-sul-contabiliza-56-mortes-devido-a-fortes-chuvas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 May 2024 14:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[evento climático extremo]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Rio Grande do Sul já registra 56 mortes devido às fortes chuvas que atingem o estado desde o início da semana. De acordo com boletim da Defesa Civil, 281 municípios foram afetados deixando 8.296 pessoas em abrigos e 24.666 cidadãos desalojados. O número de desaparecidos chega a 67. Há ainda 74 feridos. Ainda segundo a Defesa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Rio Grande do Sul já registra 56 mortes devido às fortes chuvas que atingem o estado desde o início da semana. De acordo com boletim da Defesa Civil, 281 municípios foram afetados deixando 8.296 pessoas em abrigos e 24.666 cidadãos desalojados. O número de desaparecidos chega a 67. Há ainda 74 feridos.</p>
<p>Ainda segundo a Defesa Civil estadual, ao menos 350 mil pontos residenciais e comerciais seguem sem energia elétrica: 296 mil pontos são atendidos pela RGE Sul e 54 mil pontos pela CEEE Equatorial.</p>
<p>As consequências das chuvas também seguem afetando os serviços de telecomunicações em todo o estado, dificultando inclusive os trabalhos de resgate. Clientes da operadora TIM de 63 cidades estão sem acesso à telefonia e internet. Usuários da Vivo de 46 municípios também não conseguem acessar os serviços. Já a Claro enfrenta problemas em 19 localidades.</p>
<p>Para tentar minimizar os problemas de conectividade, no meio da semana, as três operadoras liberaram o roaming entre si. Com isso, os clientes de qualquer uma das três podem acessar, temporariamente, a rede das outras duas companhias, conforme a disponibilidade do sinal.</p>
<h2>Resgates</h2>
<p>As chuvas que atingem o estado também provocam danos e alterações no tráfego nas rodovias estaduais gaúchas. Até a noite desta sexta-feira (3), ao menos 128 trechos de 68 rodovias estavam total ou parcialmente bloqueados, incluindo estradas e pontes.</p>
<p>Com rodovias bloqueadas e extensas áreas alagadas, muitas comunidades se encontram isoladas e as equipes de socorro enfrentam dificuldades para resgatá-las. Ontem (3), o coordenador da Defesa Civil de Eldorado do Sul, na região metropolitana de Porto Alegre, estendeu o pedido de ajuda a voluntários que possuam embarcações a motor.</p>
<p>“Estamos em um momento de muita dificuldade para socorrer as pessoas que ainda estão ilhadas em várias partes da cidade”, explicou João Ferreira. “Venho pedir ajuda; [fazer] um pedido de socorro para Eldorado do Sul. Por favor, precisamos de barcos a motor; de botes a motor; de ajuda. Para que possamos retirar as pessoas que estão ilhadas, que estão em cima dos telhados. Precisamos da ajuda daqueles que tiverem condições de vir a Eldorado nos ajudar”, acrescentou o coordenador da Defesa Civil municipal.</p>
<p>Hoje (4), foi a vez da prefeitura de Canoas usar as redes sociais para fazer o mesmo pedido. “A Defesa Civil [municipal] precisa de doações de barcos e voluntários aptos a operá-los. Muitos moradores necessitam com urgência dos resgates”, informou o Executivo local, que também pediu contribuições via PIX (chave, e-mail: sos@canoas.rs.gov.br) para as vítimas das enchentes. “Todo o valor arrecadado será usado para fornecer abrigo, alimentos, roupas e outros itens essenciais para as famílias afetadas por esta tragédia”, garantiu.</p>
<h2>Evento climático extremo</h2>
<p>A chuva não deve dar trégua neste sábado (4). O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) publicou novo alerta de perigo de chuvas intensas para o Rio Grande do Sul e a região sul de Santa Catarina.</p>
<p>De acordo com o órgão, há riscos de alagamentos, descargas elétricas, quedas de galhos de árvores e cortes de energia elétrica. Cerca de 600 municípios podem ser afetados, entre eles, a região metropolitana de Porto Alegre. Em Santa Catarina, devem ser afetadas a Grande Florianópolis, o Vale do Itajaí e as regiões oeste e sul do estado.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Alerta de temporais e deslizamentos na região sudeste até domingo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/alerta-de-temporais-e-deslizamentos-na-regiao-sudeste-ate-domingo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Mar 2024 01:11:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Alagamento]]></category>
		<category><![CDATA[alerta de chuva]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Deslizamento de Terra]]></category>
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		<category><![CDATA[Temporais]]></category>
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					<description><![CDATA[Com a chegada de uma frente fria à Região Sudeste nesta sexta-feira (22), espera-se a ocorrência de chuvas intensas, podendo atingir até 100 milímetros em um período de 24 horas, acompanhadas de alagamentos e riscos de deslizamentos de terra. Em áreas como o Rio de Janeiro, o acumulado de chuva pode chegar a 200 milímetros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com a chegada de uma frente fria à Região Sudeste nesta sexta-feira (22), espera-se a ocorrência de chuvas intensas, podendo atingir até 100 milímetros em um período de 24 horas, acompanhadas de alagamentos e riscos de deslizamentos de terra. Em áreas como o Rio de Janeiro, o acumulado de chuva pode chegar a 200 milímetros até domingo (24).</p>
<p>Essas condições climáticas são resultado da aproximação de uma frente fria que avançou pela Região Sul do país durante esta quinta-feira (21), conforme informou o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). Espera-se que os maiores volumes de chuva sejam registrados entre a noite de sexta-feira e a madrugada de sábado.</p>
<p><em>&#8220;Isso já é um problema, porque provavelmente vamos acumular volumes importantes de chuva durante a madrugada de sábado, e sabemos que a logística se torna mais difícil&#8221;</em>, alertou o diretor de Operações do Cemaden, Marcelo Seluchi.</p>
<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também prevê áreas com chuvas intensas, descargas elétricas, granizo e rajadas de vento em São Paulo e no Paraná já nesta noite. A partir de amanhã, é esperado um acumulado muito alto de chuvas, abrangendo desde o litoral norte de São Paulo até o sul do Espírito Santo, passando pelo estado do Rio de Janeiro e a Zona da Mata de Minas Gerais.</p>
<p>Segundo Márcia Seabra, coordenadora do Inmet, os acumulados de chuva nessas áreas podem ultrapassar os 200 mm até domingo. Além disso, há previsão de ressacas em algumas áreas e ondas de até 2,5 metros no litoral do Rio de Janeiro.</p>
<p>No Rio de Janeiro, a Costa Verde, a região metropolitana e a região serrana são as mais vulneráveis, podendo enfrentar deslizamentos de terra mais generalizados. Em São Paulo, os riscos incluem inundações rápidas, alagamentos urbanos e possíveis deslizamentos pontuais, com potencial de interrupção de estradas, como a Rodovia dos Tamoios.</p>
<p>As autoridades orientam a população das áreas afetadas a seguir as recomendações dos serviços de Defesa Civil municipais, estaduais e nacionais, disponíveis nas redes sociais e canais oficiais. Para receber alertas da Defesa Civil por SMS, é possível enviar uma mensagem para o número 40199 com o CEP da região. O contato também pode ser feito pelo telefone 199, WhatsApp (61) 2034-4611 ou telegram @defesacivilbrbot.</p>
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		<title>Um ano após tragédia, moradores de São Sebastião buscam recomeço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Feb 2024 13:52:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Barra do Sahy]]></category>
		<category><![CDATA[chuvas intensas]]></category>
		<category><![CDATA[Defesa Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[Um ano após deslizamentos de terra deixarem 64 pessoas mortas em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, os moradores que viviam nas áreas afetadas buscam recomeçar a vida. Pessoas que moravam nas regiões atingidas voltaram para suas casas e dizem preferir enfrentar o risco de novos problemas a ter de abandonar a casa construída com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um ano após deslizamentos de terra deixarem 64 pessoas mortas em São Sebastião, no litoral norte de São Paulo, os moradores que viviam nas áreas afetadas buscam recomeçar a vida. Pessoas que moravam nas regiões atingidas voltaram para suas casas e dizem preferir enfrentar o risco de novos problemas a ter de abandonar a casa construída com muito sacrifício.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“No primeiro momento, eu tive que sair, até mesmo porque eu tenho crianças, eu tenho dois filhos menores, e eu não posso colocar eles em risco. Mas, no decorrer dos meses, a gente ficou em um lugar muito longe, que é [a cidade vizinha] Bertioga, e tudo nosso é aqui: é trabalho, é escola. Então, imagina você ter que acordar às cinco horas da manhã, todos os dias, acordar a criança, que tem uma dificuldade imensa, que toma medicamento para dormir, para poder vir”, conta a assistente social Leidecleire Siqueira da Silva, que morava na Vila Sahy, a mais atingida pela tragédia.</p>
<p>A casa dela não foi diretamente afetada pelos deslizamentos, mas a região ainda é considerada de risco. Mesmo assim, ela preferiu voltar a habitar a construção. “A gente não estava tendo mais vida [em Bertioga]. Então, eu decidi voltar para a minha casa e recomeçar aqui. Devido ao muro de contenção, as barreiras que estão fazendo, as drenagens, a gente está com muita esperança que possamos ficar na nossa casa”, diz, referindo-se às obras que estão sendo feitas pela prefeitura de São Sebastião e que têm o objetivo de evitar novos deslizamentos.</p>
<figure id="attachment_74316" aria-describedby="caption-attachment-74316" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-74316" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Leidiclere-da-Silva-que-teve-sua-casa-atingida-em-Sao-Sebastiao-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Leidiclere Da Silva Que Teve Sua Casa Atingida Em São Sebastião - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Leidiclere-da-Silva-que-teve-sua-casa-atingida-em-Sao-Sebastiao-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Leidiclere-da-Silva-que-teve-sua-casa-atingida-em-Sao-Sebastiao-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Leidiclere-da-Silva-que-teve-sua-casa-atingida-em-Sao-Sebastiao-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Leidiclere-da-Silva-que-teve-sua-casa-atingida-em-Sao-Sebastiao-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-74316" class="wp-caption-text">Leidiclere da Silva que teve sua casa atingida em São Sebastião (SP), há um ano. Ela decidiu voltar ao local após um período morando em Bertioga. &#8220;A gente não estava tendo vida mais&#8221;. Foto &#8211; Paulo Pinto/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>No fim de 2023, uma ação do Ministério Público Federal (MPF) evitou que 900 imóveis da Vila Sahy fossem demolidos e seus moradores removidos do local. O MPF acionou um convênio mantido com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e colocou engenheiros da instituição de ensino para esclarecer dados técnicos e amparar a Justiça Estadual a decidir sobre a necessidade das remoções e as demolições. A Justiça estadual autorizou então a permanência de boa parte da comunidade. Em janeiro, o governo de São Paulo desistiu de recorrer da ação.</p>
<p>“Se realmente eles comprovarem que eu tenho que sair, eu vou sair. Aí eu não vou ter escolha. Vou ter que deixar minha casa que eu lutei por 20 anos. Para alguns, olhando assim, não é nada, mas para mim é tudo que eu pude dar para meus filhos. A gente fica pensando assim, poxa, a gente lutou tanto, trabalhei tanto, sou só eu e eles, para, no fim, perder tudo. Se a chuva não levou, é porque é para ficar”, diz Leidecleire.</p>
<p>Ademilton Santos, diretor social da Associação de Moradores da Vila Sahy afirma que, com anos de atraso, obras de contenção estão sendo feitas nos morros, o que está gerando uma sensação de segurança na comunidade. “A gente sempre brigou para que se fizesse melhorias, para dar uma tranquilidade nessas áreas de risco, que é o que está acontecendo só agora. Essas obras eram nosso sonho, a gente está brigando há anos para que se fizesse esse tipo de melhoria, se fizesse a regularização fundiária do bairro, para que a comunidade pudesse viver com mais tranquilidade”, diz.</p>
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<figure id="attachment_74315" aria-describedby="caption-attachment-74315" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-74315" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Ha-um-ano-casas-foram-destruidas-em-deslizamentos-na-Barra-do-Sahy-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Há Um Ano, Casas Foram Destruídas Em Deslizamentos Na Barra Do Sahy - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Ha-um-ano-casas-foram-destruidas-em-deslizamentos-na-Barra-do-Sahy-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Ha-um-ano-casas-foram-destruidas-em-deslizamentos-na-Barra-do-Sahy-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Ha-um-ano-casas-foram-destruidas-em-deslizamentos-na-Barra-do-Sahy-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/02/20-Ha-um-ano-casas-foram-destruidas-em-deslizamentos-na-Barra-do-Sahy-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-74315" class="wp-caption-text">Há um ano, casas foram destruídas em deslizamentos na Barra do Sahy após tempestades no litoral norte de São Paulo. Foto &#8211; Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h2>Prevenção</h2>
<p>Vagner Barroso, coordenador municipal da Defesa Civil de São Sebastião, destaca que o município está realizando as obras de contenção e drenagem nas encostas, e o governo do estado implementou a sirene de alerta e instalou um novo radar na região. Ele ressaltou também que a população local passou a respeitar mais as orientações do órgão.</p>
<p>“As pessoas começaram a procurar a Defesa Civil, começaram a aceitar a Defesa Civil como parceira. Isso mudou bastante. As pessoas hoje já veem a Defesa Civil como algo que realmente está ali para ajudar e nos aceitam quando a gente pede alguma coisa”.</p>
<p>No total, 704 famílias perderam suas casas nas chuvas que atingiram, no início de 2023, o Litoral Norte de SP. O governo do estado de São Paulo entregou nesta segunda-feira (19) 518 moradias no bairro Baleia Verde, em São Sebastião. No início do mês, outras 186 famílias também foram beneficiadas na região de Maresias. O investimento estadual totalizou R$ 260 milhões nos dois empreendimentos.</p>
<p><em>*Com informações da TV Brasil</em></p>
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		<title>Chuvas intensas ameaçam Bahia, São Paulo e Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 20:47:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho para partes dos estados da Bahia, de São Paulo e do Rio de Janeiro, por causa da previsão de chuva forte, levando grande perigo a esses locais entre esta terça-feira (23) e quarta-feira (24). Segundo o Inmet, em São Paulo e no Rio de Janeiro, as [&#8230;]]]></description>
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<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta vermelho para partes dos estados da Bahia, de São Paulo e do Rio de Janeiro, por causa da previsão de chuva forte, levando grande perigo a esses locais entre esta terça-feira (23) e quarta-feira (24).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o Inmet, em São Paulo e no Rio de Janeiro, as áreas afetadas serão o Vale do Paraíba paulista, o sul fluminense, a região metropolitana do Rio de Janeiro e as regiões das baixadas dos dois estados.</p>
<p>Já na Bahia, a previsão é de que o sul, o centro-sul e a região metropolitana de Salvador serão atingidos pelas fortes chuvas.</p>
<p>O alerta vermelho indica alto risco de grandes alagamentos, transbordamentos de rios e deslizamentos de encostas.</p>
<p>Quando há alerta vermelho, o Inmet recomenda desligar aparelhos elétricos, quadros de energia, ficar atento a alterações nas encostas e permanecer em local abrigado.</p>
<p>O instituto também definiu o alerta laranja de perigo, com chuvas intensas, para a faixa que pega boa parte do Pará, Rondônia, todo o Centro-Oeste, passando por grande parte da Bahia, Minas Gerais, Espírito Santo, chegando até Santa Catarina.</p>
<p>E no Rio Grande do Sul, existe um alerta amarelo de vendaval para a região metropolitana de Porto Alegre e para as regiões sudeste, nordeste e centro-oeste do estado.</p>
<p>Outras informações podem ser obtidas na Defesa Civil do seu estado, no telefone 199, ou no Corpo de Bombeiros, 193.</p>
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