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	<title>Dario Durigan &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Dario Durigan &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo prepara regras para inteligência artificial com modelo baseado em níveis de risco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2026 14:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dario Durigan]]></category>
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		<category><![CDATA[Inteligência Artificial]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal pretende adotar um modelo de regulamentação da inteligência artificial baseado em diferentes níveis de risco para cada tipo de aplicação da tecnologia. A informação foi apresentada pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, durante debate sobre o tema em Brasília. Segundo Durigan, a proposta em discussão no país não prevê uma [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal pretende adotar um modelo de regulamentação da inteligência artificial baseado em diferentes níveis de risco para cada tipo de aplicação da tecnologia. A informação foi apresentada pelo secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, durante debate sobre o tema em Brasília.</p>
<p>Segundo Durigan, a proposta em discussão no país não prevê uma regulamentação única e rígida para todas as ferramentas de inteligência artificial. A ideia é estabelecer exigências proporcionais ao impacto potencial de cada sistema sobre a sociedade, especialmente em áreas consideradas sensíveis, como saúde, sistema financeiro, segurança pública e processos eleitorais.</p>
<blockquote><p>“A regulação não será engessada. Ela será flexível e baseada em níveis de risco”, afirmou o secretário-executivo durante o evento.</p></blockquote>
<p>O governo avalia que modelos mais leves de regulamentação podem estimular inovação e desenvolvimento econômico sem abrir mão de mecanismos de controle em aplicações consideradas mais delicadas. A proposta brasileira segue debates internacionais que vêm sendo conduzidos por países da União Europeia, Estados Unidos e integrantes do G20.</p>
<p>Durigan destacou que o avanço acelerado da inteligência artificial exige atualização constante das normas e capacidade de adaptação do poder público diante das mudanças tecnológicas. Segundo ele, a criação de regras precisa acompanhar a velocidade de transformação do setor sem dificultar investimentos e pesquisas no país.</p>
<p>A discussão sobre o marco regulatório da inteligência artificial ganhou força no Congresso Nacional nos últimos anos. O Senado aprovou em 2025 um projeto que estabelece princípios para o desenvolvimento e uso da tecnologia no Brasil, incluindo diretrizes sobre transparência, responsabilidade das empresas e proteção de direitos fundamentais. A proposta ainda depende de análise da Câmara dos Deputados.</p>
<p>O modelo defendido pelo Ministério da Fazenda prevê classificação das ferramentas conforme o potencial de dano ou impacto social. Sistemas de baixo risco poderiam ter exigências reduzidas, enquanto aplicações de alto risco estariam sujeitas a regras mais rígidas, auditorias e fiscalização específica.</p>
<p>Durante o evento, Durigan também afirmou que o país precisa construir um ambiente regulatório capaz de gerar confiança tanto para usuários quanto para investidores. Para o secretário, a ausência de regras claras pode criar insegurança jurídica e dificultar o desenvolvimento do setor tecnológico brasileiro.</p>
<p>Especialistas que acompanham o debate defendem que o desafio do Brasil será encontrar equilíbrio entre estímulo à inovação e proteção contra abusos relacionados ao uso da inteligência artificial, como manipulação de informações, discriminação algorítmica, vazamento de dados e produção de conteúdos falsos.</p>
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		<title>Governo prepara nova fase do Desenrola e anúncio deve ocorrer após viagem de Lula à Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 22:51:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dario Durigan]]></category>
		<category><![CDATA[Desenrola]]></category>
		<category><![CDATA[Endividamento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[Inadimplência]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Renegociação de dívidas]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal está finalizando uma nova versão do Desenrola Brasil, que deverá ser anunciada após a viagem internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Europa. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que afirmou que o desenho do programa está em fase de conclusão. Segundo o ministro, a proposta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal está finalizando uma nova versão do Desenrola Brasil, que deverá ser anunciada após a viagem internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à Europa. A informação foi confirmada pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, que afirmou que o desenho do programa está em fase de conclusão.</p>
<p>Segundo o ministro, a proposta ainda será apresentada ao presidente nos próximos dias, antes do anúncio oficial. A expectativa do governo é que a iniciativa tenha impacto significativo na redução do endividamento da população brasileira, especialmente em um cenário ainda marcado por juros elevados.</p>
<p>A nova etapa do Desenrola tem como principal objetivo diminuir os níveis de inadimplência no país, ampliando as possibilidades de renegociação de dívidas tanto para pessoas físicas quanto para empresas. O programa segue a linha da versão anterior, criada para facilitar acordos entre devedores e credores e estimular o acesso ao crédito.</p>
<p>Entre as medidas em análise, está a possibilidade de utilização de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para quitação de débitos. Estimativas preliminares indicam que cerca de R$ 7 bilhões poderiam ser liberados para essa finalidade, caso a proposta seja confirmada.</p>
<p>Outra frente em estudo envolve ações para evitar o superendividamento, incluindo mecanismos relacionados ao uso de plataformas de apostas eletrônicas. A equipe econômica avalia formas de limitar práticas que possam comprometer a renda das famílias e gerar novos ciclos de dívida.</p>
<p>A apresentação oficial do programa deve ocorrer após o retorno de Lula ao Brasil, ao fim de compromissos internacionais que incluem agendas nos Estados Unidos e em países europeus. A viagem também servirá para alinhar os últimos detalhes da proposta junto à equipe econômica.</p>
<p>Com a nova versão do Desenrola, o governo busca ampliar o alcance das políticas de renegociação de dívidas, oferecendo alternativas para aliviar a situação financeira de milhões de brasileiros e estimular a recuperação econômica.</p>
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		<title>Durigan assume Fazenda sob pressão e enfrenta desafio de recuperar confiança fiscal no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 14:49:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dario Durigan]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fernando Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Fazenda]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, assumiu o comando da política econômica em meio a um cenário de forte pressão sobre as contas públicas e desafios estruturais acumulados. À frente da pasta há cerca de duas semanas, ele substitui Fernando Haddad, herdando um ambiente marcado por restrições fiscais e demandas urgentes. Logo nos primeiros [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo ministro da Fazenda, Dario Durigan, assumiu o comando da política econômica em meio a um cenário de forte pressão sobre as contas públicas e desafios estruturais acumulados. À frente da pasta há cerca de duas semanas, ele substitui Fernando Haddad, herdando um ambiente marcado por restrições fiscais e demandas urgentes.</p>
<p>Logo nos primeiros dias de gestão, Durigan anunciou o bloqueio de R$ 1,6 bilhão no Orçamento de 2026, medida considerada insuficiente por analistas diante das exigências do novo arcabouço fiscal. A equipe econômica trabalha com uma previsão oficial de superávit primário de R$ 3,5 bilhões, mas o próprio governo estima que, ao considerar despesas fora do limite fiscal, o resultado pode se transformar em um déficit de R$ 59,8 bilhões.</p>
<p>O cenário é agravado pelo crescimento das despesas obrigatórias, que comprimem o espaço para investimentos e exigem ajustes constantes para manter o cumprimento das metas fiscais. O limite de expansão real dos gastos públicos, fixado em até 2,5% acima da inflação, tem sido um dos principais desafios para a condução da política econômica.</p>
<p>Além das restrições estruturais, o ministro também precisa lidar com pressões imediatas. Entre as primeiras medidas anunciadas está a criação de um subsídio ao diesel importado, estimado em R$ 1,20 por litro, com impacto de cerca de R$ 3 bilhões, dividido entre União e estados. A iniciativa busca conter a alta dos combustíveis em meio à elevação dos preços internacionais do petróleo.</p>
<p>Outro ponto de atenção é o avanço da inadimplência das famílias brasileiras, que já compromete mais de 27% da renda mensal, segundo dados recentes. Para enfrentar esse cenário, o governo estuda um pacote de medidas voltadas à renegociação de dívidas, embora ainda haja incerteza sobre o impacto fiscal dessas ações.</p>
<p>Paralelamente às medidas emergenciais, Durigan propôs mudanças estruturais, como a automatização da declaração do Imposto de Renda, com o objetivo de simplificar o sistema tributário sem reduzir a arrecadação.</p>
<p>Especialistas apontam que o principal desafio do novo ministro será recuperar a credibilidade fiscal do país. O aumento da dívida pública, que já atinge cerca de 78,7% do Produto Interno Bruto (PIB), e a dificuldade em cumprir metas estabelecidas pelo próprio governo são fatores que impactam a confiança de investidores e limitam a capacidade de crescimento econômico.</p>
<p>A combinação entre gastos elevados, rigidez orçamentária e pressões políticas — intensificadas pelo contexto eleitoral — coloca o Ministério da Fazenda diante de uma equação complexa: equilibrar ajuste fiscal e estímulo à economia. Nesse cenário, a atuação de Durigan será decisiva para definir os rumos da política econômica e a sustentabilidade das contas públicas nos próximos anos.</p>
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