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	<title>Dados &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Dados &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Tempo pode ser decisivo para recuperar dados após a formatação de um aparelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Redação]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 19:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[aparelhos]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
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		<category><![CDATA[Formatação]]></category>
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					<description><![CDATA[A perda de arquivos após a formatação de um computador, celular ou dispositivo de armazenamento costuma gerar preocupação imediata entre usuários e empresas. Fotos, documentos, planilhas, vídeos e registros de trabalho podem desaparecer em poucos minutos, seja por uma ação planejada, um erro operacional ou uma tentativa de corrigir problemas no sistema. Nesse contexto, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A perda de arquivos após a formatação de um computador, celular ou dispositivo de armazenamento costuma gerar preocupação imediata entre usuários e empresas. Fotos, documentos, planilhas, vídeos e registros de trabalho podem desaparecer em poucos minutos, seja por uma ação planejada, um erro operacional ou uma tentativa de corrigir problemas no sistema. Nesse contexto, o tempo entre a formatação e a busca por soluções de recuperação pode desempenhar um papel importante no resultado do processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Embora muitas pessoas associem a formatação à eliminação definitiva dos dados, a realidade técnica pode ser mais complexa. Em diversos casos, as informações não desaparecem instantaneamente do dispositivo. O que ocorre é uma alteração na forma como o sistema identifica os espaços disponíveis para armazenamento, permitindo que novos dados sejam gravados sobre os arquivos antigos.</span></p>
<h3><b>O que acontece após a formatação</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando um aparelho é formatado, o sistema operacional reorganiza estruturas responsáveis pelo gerenciamento dos dados armazenados. Dependendo do tipo de formatação realizada, os arquivos podem deixar de ser visíveis para o usuário, mas ainda permanecer fisicamente registrados na unidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É justamente por esse motivo que o período imediatamente posterior à formatação costuma ser considerado sensível. Cada novo arquivo salvo, atualização instalada ou aplicativo utilizado pode ocupar áreas onde estavam armazenadas informações anteriores.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em termos práticos, um computador formatado e colocado novamente em uso logo após o procedimento pode apresentar condições mais desafiadoras para uma eventual recuperação de dados do que um equipamento que permaneceu desligado ou sem utilização.</span></p>
<h3><b>A importância de interromper o uso do dispositivo</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Uma das orientações mais comuns em situações de perda de dados é evitar o uso contínuo do aparelho até que uma avaliação seja realizada. Isso vale para computadores, notebooks, celulares, cartões de memória, pendrives e unidades externas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Imagine o caso de um profissional que formata um notebook por engano e percebe a falha algumas horas depois. Se ele continuar instalando programas, baixando arquivos e navegando normalmente, aumentará a quantidade de informações gravadas sobre o conteúdo anterior.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mesmo raciocínio se aplica a smartphones. Após uma restauração de fábrica, por exemplo, o uso intenso do aparelho pode reduzir as possibilidades de recuperação de determinados arquivos, especialmente imagens e vídeos armazenados na memória interna. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso, quem busca </span><a href="https://masegurancadigital.com.br/dados/recuperacao-de-dados-em-celular-formatado-e-possivel-saiba-como-fazer-passo-a-passo/" target="_blank" rel="noopener"><span style="font-weight: 400;">recuperar dados de celular formatado</span></a><span style="font-weight: 400;"> costuma receber a recomendação de interromper o uso do dispositivo o mais rápido possível, evitando que novas informações sejam gravadas sobre os arquivos que se deseja recuperar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A rapidez na identificação do problema permite que medidas sejam tomadas antes que novas gravações ocorram em larga escala.</span></p>
<h3><b>Diferenças entre dispositivos e sistemas</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">As chances de recuperação também podem variar de acordo com a tecnologia utilizada pelo dispositivo. Unidades de estado sólido (SSDs), discos rígidos tradicionais (HDs), cartões de memória e smartphones possuem características técnicas diferentes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos SSDs, por exemplo, determinados mecanismos de gerenciamento podem influenciar a permanência dos dados após exclusões e formatações. Já em HDs convencionais, o comportamento tende a seguir outra lógica de armazenamento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do hardware, fatores como sistema operacional, tipo de formatação executada e existência de criptografia também podem impactar o processo. Por isso, avaliações técnicas costumam ser realizadas caso a caso, sem que exista uma fórmula única para todos os cenários.</span></p>
<h3><b>Quando procurar ajuda especializada</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Nem toda perda de dados exige procedimentos complexos. Em algumas situações, backups recentes ou sistemas de sincronização em nuvem permitem a restauração rápida das informações.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando não há cópias de segurança disponíveis, porém, a análise especializada pode ajudar a identificar quais dados ainda permanecem acessíveis e quais métodos podem ser utilizados para tentar recuperá-los.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O processo normalmente envolve a criação de cópias da unidade afetada, exames estruturais do sistema de arquivos e o uso de ferramentas específicas para localizar registros que não aparecem mais para o usuário comum.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também é comum que técnicos recomendem evitar instalações de programas de recuperação diretamente no dispositivo afetado, já que essa prática pode gerar novas gravações e comprometer áreas onde os dados perdidos ainda estejam armazenados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A recuperação de arquivos após uma formatação depende de diversos fatores técnicos, mas um elemento costuma estar presente em praticamente todos os casos: a rapidez na tomada de decisão. Identificar o problema, interromper o uso do equipamento e buscar orientação adequada são medidas que podem preservar informações importantes e ampliar as possibilidades de recuperação. Em um ambiente cada vez mais dependente de dados digitais, agir rapidamente pode fazer diferença entre recuperar arquivos relevantes ou perder definitivamente conteúdos de valor pessoal e profissional.</span></p>
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		<title>Amazônia perde área equivalente à França em 40 anos de desmatamento</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/amazonia-perde-area-equivalente-a-franca-em-40-anos-de-desmatamento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2025 15:37:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Biomas]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Map]]></category>
		<category><![CDATA[Ocupação]]></category>
		<category><![CDATA[Solo]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre 1985 e 2024, a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa – área equivalente ao território da França. O dado faz parte de uma análise inédita do MapBiomas, divulgada nesta segunda-feira (15), que mostra o ritmo acelerado da conversão da floresta para uso humano. Segundo o levantamento, a região já perdeu 18,7% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Entre 1985 e 2024, a Amazônia perdeu 52 milhões de hectares de vegetação nativa – área equivalente ao território da França. O dado faz parte de uma análise inédita do MapBiomas, divulgada nesta segunda-feira (15), que mostra o ritmo acelerado da conversão da floresta para uso humano.</p>
<p>Segundo o levantamento, a região já perdeu 18,7% de sua cobertura original, dos quais 15,3% foram tomados por atividades como pecuária, agricultura, silvicultura e mineração.</p>
<blockquote><p>“A Amazônia brasileira está se aproximando da faixa de 20% a 25% de destruição, apontada pela ciência como possível ponto de não retorno”, alertou o pesquisador Bruno Ferreira, do MapBiomas.</p></blockquote>
<p><strong>Principais transformações em 40 anos</strong></p>
<ul>
<li>Pastagens: de 12,3 milhões de ha (1985) → 56,1 milhões (2024)</li>
<li>Agricultura: de 180 mil ha → 7,9 milhões (crescimento de 44 vezes)</li>
<li>Silvicultura: de 3,2 mil ha → 352 mil ha (110 vezes mais)</li>
<li>Mineração: de 26 mil ha → 444 mil ha</li>
</ul>
<p>A soja responde por 74,4% da área agrícola da Amazônia, com 5,9 milhões de ha, sendo que parte relevante se expandiu após a Moratória da Soja de 2008.</p>
<p>O estudo também aponta que a floresta está ficando mais seca: as áreas de água recuaram 2,6 milhões de ha desde 1985. O período entre 2014 e 2024 concentrou oito dos dez anos mais secos da série histórica.</p>
<p>Há sinais de regeneração: 6,9 milhões de ha (2% da área verde da Amazônia) estão em recuperação, embora ainda sob risco.</p>
<p>O governo federal, por meio do CIPPCD, do Inpe e com apoio do Fundo Amazônia, reforça a fiscalização com drones, helicópteros e recursos extras. A meta é zerar o desmatamento ilegal até 2030.</p>
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		<title>Presidente do IBGE propõe lei para garantir &#8220;soberania de dados&#8221; no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/presidente-do-ibge-propoe-lei-para-garantir-soberania-de-dados-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jul 2024 13:51:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Dados]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
		<category><![CDATA[Marcio Pochmann]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sistema nacional]]></category>
		<category><![CDATA[soberania]]></category>
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					<description><![CDATA[Márcio Pochmann, presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), está planejando o primeiro passo para um projeto de lei que garanta a soberania dos dados no Brasil. A proposta é criar o Sistema Nacional de Geociência, Estatísticas e Dados (Singed), integrando cadastros de diversos setores, como saúde, educação e benefícios sociais, e acessando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Márcio Pochmann, presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), está planejando o primeiro passo para um projeto de lei que garanta a soberania dos dados no Brasil. A proposta é criar o Sistema Nacional de Geociência, Estatísticas e Dados (Singed), integrando cadastros de diversos setores, como saúde, educação e benefícios sociais, e acessando informações atualmente controladas pelas grandes empresas de tecnologia, as big techs.</p>
<p>As discussões sobre o projeto ocorrerão de 29 de julho a 2 de agosto, durante a Conferência Nacional dos Agentes, Produtores e Usuários de Dados. Pochmann, em entrevista à Agência Brasil na sede do IBGE em Brasília, manifestou a expectativa de implementar o sistema até 2026. Segundo ele, essa efetivação reduziria custos para o país e proporcionaria melhor planejamento tanto para o setor público quanto para o privado.</p>
<p><strong>A nova dimensão da soberania</strong></p>
<p>Pochmann destacou que o Brasil vive a terceira dimensão da soberania: a soberania de dados. Ele explicou que, enquanto no passado a soberania era política e depois econômica, agora é essencial controlar os dados pessoais e empresariais, que atualmente são dominados por um oligopólio mundial de empresas de tecnologia. &#8220;Essas corporações utilizam os dados de acordo com seus interesses, que não são necessariamente nacionais&#8221;, afirmou.</p>
<p>A proposta é que o IBGE volte a ser o grande coordenador das informações estatísticas e dados oficiais do país, interconectando diversos bancos de dados e registros administrativos. &#8220;Integrar dados reduz custos e dá agilidade para quem toma decisões, seja no setor público ou privado&#8221;, destacou.</p>
<p><strong>Benefícios e desafios do Singed</strong></p>
<p>O Singed pretende não apenas integrar informações existentes em bancos de dados oficiais, mas também acessar dados de redes sociais e sistemas de telefonia brasileira. &#8220;Isso permitiria ao Brasil dispor de uma gama de informações que a era digital possibilita&#8221;, explicou Pochmann.</p>
<p>Ele ressaltou que a implementação desse sistema traria benefícios financeiros e operacionais para o país, reduzindo custos de fragmentação de bancos de dados e permitindo uma ação mais rápida e eficaz diante de situações de emergência, como desastres naturais.</p>
<p><strong>Regulação e proteção de dados</strong></p>
<p>Sobre a regulação e proteção de dados, Pochmann garantiu que o IBGE opera sob a Lei de Sigilo e que os dados utilizados serão desnomeados, ou seja, não será possível identificar indivíduos específicos. &#8220;A ideia do controle é garantir a sustentação democrática e a utilização dos dados para fins estatísticos e de planejamento&#8221;, afirmou.</p>
<p>Pochmann também destacou que o projeto busca proteger a soberania nacional diante das grandes corporações que atualmente detêm e utilizam os dados de maneira lucrativa, sem beneficiar diretamente o país. Ele espera que, após a conferência, o projeto possa ser discutido no Parlamento e avançar ainda este ano.</p>
<p><strong>A soberania de dados como política estratégica</strong></p>
<p>Em sua visão, países em desenvolvimento, como o Brasil, estão mais vulneráveis ao controle de dados pelas big techs, que não pagam tributos nem empregam localmente, mas lucram significativamente com as informações coletadas. &#8220;Essas empresas sabem mais sobre o país do que os próprios governantes&#8221;, alertou Pochmann.</p>
<p>A criação do Singed, sob coordenação do IBGE, visa reverter essa situação, garantindo que o Brasil tenha acesso e controle sobre seus próprios dados, utilizando-os para promover o desenvolvimento nacional de maneira mais eficiente e soberana.</p>
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