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	<title>cúpulas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Biden vai reunir com aliados europeus na Alemanha e Espanha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2022 15:33:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, vai se reunir com aliados, na Alemanha e Espanha, no fim de junho. Ele vai tentar manter unida a coligação contra a invasão da Ucrânia pela Rússia, anunciou hoje (8) a Casa Branca. Biden viajará para o Sul da Alemanha em 25 de junho, a fim de participar de [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente dos Estados Unidos (EUA), Joe Biden, vai se reunir com aliados, na Alemanha e Espanha, no fim de junho. Ele vai tentar manter unida a coligação contra a invasão da Ucrânia pela Rússia, anunciou hoje (8) a Casa Branca.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Biden viajará para o Sul da Alemanha em 25 de junho, a fim de participar de Cúpula do G7 &#8212; o grupo das sete principais nações industrializadas &#8212; na Baviera, seguindo para Madri, no dia 28,  para participar de encontro de países-membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan).</p>
<p>As duas cúpulas ocorrerão quando se completam quatro meses da invasão da Ucrânia pela Rússia, enquanto os Estados Unidos e aliados são pressionados a enviar para a Ucrânia armamento de longo alcance e mais avançado, para evitar que Moscovo consolide a sua posição no conflito.</p>
<p>Os esforços de Biden para impor e sustentar sanções à Rússia também enfrentam renovada ameaça, diante do aumento da inflação em muitos países.</p>
<p>O presidente norte-americano também quer garantir a admissão da Suécia e da Finlândia à Otan, buscando superar a oposição da Turquia.</p>
<p>No G7 &#8211; formado por EUA, Reino Unido, Canadá, França, Alemanha, Itália e Japão &#8211; os líderes deverão discutir o apoio à Ucrânia, as mudanças climáticas, a segurança sanitária global e a crise alimentar e energética, agravada pela agressão da Rússia à Ucrânia, de acordo com a Casa Branca.</p>
<p>No encontro da Otan, os líderes devem apoiar planos para orientar a transformação da aliança na próxima década, incluindo o fortalecimento da dissuasão e defesa, abordando ameaças transnacionais &#8211; cibernética e climática &#8211; e aprofundando as parcerias com aliados democráticos na Europa e na Ásia.</p>
<p>A Rússia lançou, na madrugada de 24 de fevereiro, a ofensiva militar na Ucrânia que já causou já a fuga quase 15 milhões de pessoas de suas casas &#8212; mais de 8 milhões de deslocados internos e mais de 6,9 milhões para os países vizinhos -, de acordo com dados recentes dados da ONU. A organização considera a crise de refugiados como a pior na Europa desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).</p>
<p>Também segundo as Nações Unidas, cerca de 15 milhões de pessoas necessitam de assistência humanitária na Ucrânia.</p>
<p>A invasão &#8211; justificada pelo presidente russo, Vladimir Putin, pela necessidade de desnazificar e desmilitarizar a Ucrânia para segurança da Rússia &#8211; foi condenada pela comunidade internacional, que respondeu com o envio de armamento e a imposição de sanções que atingem praticamente todos os setores russos.</p>
<p>A ONU confirmou que 4.253 civis morreram e 5.141 ficaram feridos na guerra, que hoje entra no 105º dia. Advertiu, no entanto, que os números reais podem ser muito superiores e só serão conhecidos quando houver acesso a zonas cercadas ou sob intensos combates.</p>
<p><em><strong>*É proibida a reprodução deste conteúdo.</strong></em></p>
<p class="col-10 offset-1 animated fadeInDown dealy-1100 alt-font font-italic my-2 small text-info text-center"><strong><em>Por <a href="https://www.rtp.pt/" target="_blank" rel="noopener">RTP</a>* &#8211; Washington</em></strong></p>
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