<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Cúpula &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/cupula/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Thu, 18 Jul 2024 13:31:36 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Cúpula &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Cúpula da comunidade política europeia em Oxford foca na Ucrânia e migração</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cupula-da-comunidade-politica-europeia-em-oxford-foca-na-ucrania-e-migracao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2024 13:31:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade Política Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[migração]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=78292</guid>

					<description><![CDATA[Nesta quinta-feira (18), o Reino Unido sediou a quarta reunião da Comunidade Política Europeia (CPE) em Oxford, reunindo cerca de 50 líderes para debater temas cruciais como a situação na Ucrânia, a imigração, a defesa da democracia e questões energéticas. Durante a chegada ao evento, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta quinta-feira (18), o Reino Unido sediou a quarta reunião da Comunidade Política Europeia (CPE) em Oxford, reunindo cerca de 50 líderes para debater temas cruciais como a situação na Ucrânia, a imigração, a defesa da democracia e questões energéticas.</p>
<p>Durante a chegada ao evento, o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) anunciou que o comando da aliança de apoio à Ucrânia estará operacional a partir de setembro. Com a segurança como um dos principais tópicos, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, expressou seu ceticismo sobre a possibilidade de uma solução militar para o conflito.</p>
<p>O Reino Unido destacou a importância de usar o encontro como uma plataforma para reforçar o apoio militar e financeiro internacional à Ucrânia, que continua a se defender contra a invasão russa iniciada em fevereiro de 2022. O objetivo é garantir que a Ucrânia receba a ajuda necessária para enfrentar a agressão russa.</p>
<p>A CPE, uma iniciativa promovida pelo Presidente francês Emmanuel Macron, foi criada em 2022 como uma estrutura informal para promover o diálogo político intergovernamental. A intenção é fomentar a cooperação no continente em temas de interesse comum, abrangendo tanto os 27 Estados-membros da União Europeia (UE) quanto outros países da região.</p>
<p>O primeiro-ministro português, Luís Montenegro, não participou do evento por motivos de saúde, assim como o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen. Sob a recente gestão do Partido Trabalhista, o Reino Unido, liderado por Keir Starmer, busca celebrar um acordo de segurança com o bloco europeu e fortalecer a colaboração em questões de migração.</p>
<p>Esta reunião marca a quarta edição da CPE, com a próxima prevista para novembro, em Budapeste.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">78292</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Kremlin declara cúpula sobre guerra na Ucrânia como insignificante</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/kremlin-declara-cupula-sobre-guerra-na-ucrania-como-insignificante/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jun 2024 13:38:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Negociações]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paz]]></category>
		<category><![CDATA[Resultados]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Suiça]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=77553</guid>

					<description><![CDATA[A Rússia afirmou nesta segunda-feira (17) que a conferência organizada pela Suíça sobre a guerra na Ucrânia produziu resultados insignificantes, destacando a futilidade de realizar discussões sem a presença de Moscou. As declarações do Kremlin foram feitas após a cúpula realizada no fim de semana, onde potências ocidentais e seus aliados denunciaram a invasão da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia afirmou nesta segunda-feira (17) que a conferência organizada pela Suíça sobre a guerra na Ucrânia produziu resultados insignificantes, destacando a futilidade de realizar discussões sem a presença de Moscou.</p>
<p>As declarações do Kremlin foram feitas após a cúpula realizada no fim de semana, onde potências ocidentais e seus aliados denunciaram a invasão da Ucrânia pela Rússia. No entanto, não conseguiram convencer estados não alinhados ao Ocidente a aderir à declaração final.</p>
<p>O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que os resultados da reunião, à qual a Rússia não foi convidada, foram &#8220;próximos de zero&#8221;.</p>
<p>Em conversa com repórteres, Peskov foi questionado sobre a participação de países como Hungria, Sérvia e Turquia na cúpula e se isso prejudicaria as relações da Rússia com esses países.</p>
<p>&#8220;Não, isso não vai prejudicá-los. Levaremos em conta a posição que esses países tomaram, isso é importante para nós e continuaremos explicando nosso raciocínio a eles&#8221;, disse Peskov.</p>
<p>&#8220;Muitos desses países, e essa foi uma visão comum sobre o evento, entenderam a ausência de perspectivas para quaisquer discussões sérias e substanciais sem a presença de nosso país. Se falarmos sobre a eficácia geral dessa reunião, ela é próxima de zero.&#8221;</p>
<p>O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou na semana passada que a Rússia estava disposta a acabar com a guerra, mas estabeleceu condições para a Ucrânia &#8211; renunciar às suas ambições de ingressar na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e retirar as tropas de quatro regiões reivindicadas pelo país &#8211; condições que Kiev rejeitou como equivalentes à rendição.</p>
<p>&#8220;Entendemos perfeitamente que chegará um momento em que será necessário conversar com a Rússia&#8221;, disse o ministro das Relações Exteriores da Ucrânia, Dmytro Kuleba. &#8220;Mas nossa posição é muito clara: não permitiremos que a Rússia fale na linguagem de ultimato como está falando agora.&#8221;</p>
<p>Peskov afirmou que a chamada iniciativa de paz de Putin permanece na agenda e reafirmou a posição de Moscou de que está aberta ao diálogo.</p>
<p>No terceiro ano da guerra, a Rússia controla quase 20% da Ucrânia e tem avançado gradualmente em várias frentes desde fevereiro.</p>
<p>Mais de 90 países participaram das discussões de dois dias na Suíça. A decisão da China de não participar praticamente garantiu que a cúpula não atingiria o objetivo da Ucrânia de persuadir os principais países do &#8220;Sul Global&#8221; a se unirem para isolar a Rússia.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">77553</post-id>	</item>
		<item>
		<title>G7 Acorda apoio financeiro à Ucrânia com ativos russos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/g7-acorda-apoio-financeiro-a-ucrania-com-ativos-russos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Jun 2024 23:49:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[G7]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=77540</guid>

					<description><![CDATA[Os líderes do Grupo dos Sete (G7) chegaram a um acordo preliminar nesta quinta-feira (13) para fornecer US$ 50 bilhões em empréstimos à Ucrânia. Esses recursos serão provenientes dos juros de ativos soberanos russos congelados após a invasão da Ucrânia por Moscou em 2022. O acordo político foi a peça central do dia de abertura [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os líderes do Grupo dos Sete (G7) chegaram a um acordo preliminar nesta quinta-feira (13) para fornecer US$ 50 bilhões em empréstimos à Ucrânia. Esses recursos serão provenientes dos juros de ativos soberanos russos congelados após a invasão da Ucrânia por Moscou em 2022.</p>
<p>O acordo político foi a peça central do dia de abertura da cúpula anual do G7, realizada no sul da Itália, que contou com a presença do presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy, pelo segundo ano consecutivo. Zelenskiy também assinou um acordo de segurança de 10 anos com o Japão, que fornecerá US$ 4,5 bilhões à Ucrânia este ano, e um novo acordo de segurança de longo prazo com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.</p>
<h4><strong>Desafios Domésticos e Ambições Globais</strong></h4>
<p>Muitos líderes do G7 enfrentam dificuldades em seus países, mas estão determinados a ter impacto no cenário mundial, especialmente ao combater as ambições econômicas da China. &#8220;Há muito trabalho a ser feito, mas tenho certeza de que nesses dois dias poderemos ter discussões que levarão a resultados concretos e mensuráveis&#8221;, disse a primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, no início das conversas em um resort de luxo na região de Puglia.</p>
<p>O plano do G7 para a Ucrânia envolve um empréstimo de vários anos utilizando os lucros de cerca de US$ 300 bilhões em fundos russos confiscados. Os detalhes técnicos serão finalizados nas próximas semanas, e o financiamento adicional deverá ser disponibilizado até o final do ano, segundo uma fonte diplomática do G7.</p>
<p>Uma autoridade sênior dos EUA afirmou que os Estados Unidos concordaram em fornecer até US$ 50 bilhões, mas esse valor pode diminuir à medida que outros países anunciem sua participação. O objetivo é garantir que o acordo possa ser executado por anos, independentemente das mudanças no poder político nos países do G7.</p>
<h4><strong>Outras Preocupações do G7</strong></h4>
<p>Além da situação na Ucrânia, os líderes do G7 expressaram preocupações com a situação na fronteira entre Israel e Líbano e endossaram os esforços dos EUA para garantir um cessar-fogo na Faixa de Gaza. Eles também pediram a Israel que evitasse uma ofensiva em grande escala na cidade de Rafah, no sul de Gaza, conforme suas obrigações segundo a lei internacional.</p>
<p>As nações ocidentais também destacaram a preocupação com o excesso de capacidade industrial da China, que está distorcendo os mercados globais, e a determinação em ajudar os países africanos a desenvolverem suas economias.</p>
<p>A cúpula continua com a expectativa de que as discussões resultem em ações concretas que reforcem a cooperação internacional e a estabilidade global.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">77540</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Brasil recebe presidência do G20 e propõe força-tarefa contra fome</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-recebe-presidencia-do-g20-e-propoe-forca-tarefa-contra-fome/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Sep 2023 13:58:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[Express Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Narenda Modi]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Presidência]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=69216</guid>

					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, neste domingo (10), a presidência do G20, durante o encerramento da 18ª Cúpula de Chefes de Governo e Estado do grupo, que ocorre em Nova Déli, na Índia. Durante a cerimônia, a liderança do bloco foi transmitida do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, para Lula. A presidência brasileira [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, neste domingo (10), a presidência do G20, durante o encerramento da 18ª Cúpula de Chefes de Governo e Estado do grupo, que ocorre em Nova Déli, na Índia. Durante a cerimônia, a liderança do bloco foi transmitida do primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, para Lula.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A presidência brasileira no G20 terá três prioridades: a inclusão social e a luta contra a desigualdade, a fome e a pobreza; o enfrentamento das mudanças climáticas e a promoção do desenvolvimento sustentável em suas dimensões econômica, social e ambiental; e a defesa da reforma das instituições de governança global, que reflita a geopolítica do presente.</p>
<p>“Todas essas prioridades estão contidas no lema da presidência brasileira, que diz ‘Construindo um Mundo Justo e um Planeta Sustentável’”, disse Lula durante discurso no encerramento do encontro. Ele anunciou que serão criadas duas forças-tarefas: a Aliança Global contra a Fome e a Pobreza e a Mobilização Global contra a Mudança do Clima.</p>
<p>O presidente brasileiro lembrou a tragédia no Rio Grande do Sul em decorrência da passagem de um ciclone extratropical. De acordo com o último balanço, divulgado às 18h deste sábado (9), o estado contabiliza 41 mortes e 46 pessoas seguem desaparecidas. São 88 municípios em estado de calamidade pública.</p>
<p>“Isso nos chama a atenção porque fenômenos como esse têm acontecido nos mais diferentes lugares do nosso planeta”, apontou. Ontem (9), durante discurso em outro evento da cúpula, Lula cobrou recursos de países ricos contra aquecimento global. “A natureza continua dando demonstração de que nós precisamos cuidar dela com muito mais carinho”, acrescentou o presidente.</p>
<p>O G20 reúne 19 das maiores economias do mundo e a União Europeia. A União Africana também tornou-se membro permanente durante a cúpula na Índia.</p>
<h2>Combate à fome</h2>
<p>“Precisamos redobrar os esforços para alcançar a meta de acabar com a fome no mundo até 2030, caso contrário estaremos diante do maior fracasso multilateral dos últimos anos. Agir para combater a mudança do clima exige vontade política e determinação dos governantes, e também recursos e transferência de tecnologia”, disse Lula, sobre as linhas basilares da presidência brasileira.</p>
<p>Ele também destacou a necessidade de que países emergentes tenham mais participação nas decisões do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI). “A insustentável dívida externa dos países mais pobres precisa ser equacionada. A OMC [Organização Mundial do Comércio] tem que ser revitalizada e seu sistema de solução de controvérsias precisa voltar a funcionar. Para recuperar sua força política, o Conselho de Segurança da ONU precisa contar com a presença de novos países em desenvolvimento entre seus membros permanentes e não permanentes”, defendeu.</p>
<h2>G20 no Brasil</h2>
<p>A presidência brasileira começa em 1º de dezembro de 2023 e se encerra em 30 de novembro de 2024. A agenda do G20 será decidida e implementada pelo governo do Brasil, com apoio direto da Índia, última ocupante da presidência, e da África do Sul, país que exercerá o mandato em 2025. Esse sistema é conhecido como troika e é um dos diferenciais do grupo em relação a outros organismos internacionais.</p>
<p>Entre dezembro de 2023 e novembro de 2024, o Brasil deverá organizar mais de 100 reuniões oficiais em várias cidades do país, que incluem cerca de 20 reuniões ministeriais, 50 reuniões de alto nível e eventos paralelos. O ponto alto será a 19ª Cúpula de chefes de Estado e governo do G20, nos dias 18 e 19 de novembro de 2024, no Rio de Janeiro.</p>
<p>De acordo com Lula, no G20, o Brasil pretende organizar os trabalhos em torno de três orientações gerais. Primeiro, ele propõe uma aproximação entre a trilha de política, mais ampla e onde se discutem políticas públicas, e a trilha de finanças, onde se discutem as questões de financiamento, de forma que “se coordenem e trabalhem de forma mais integrada”. “Não adianta acordarmos a melhor política pública se não alocarmos os recursos necessários para sua implementação”, avaliou.</p>
<p>A presidência brasileira deve criar ainda um canal de diálogo entre os líderes e a sociedade civil, assegurando que os grupos de engajamento da sociedade, entidades de classe e órgãos públicos tenham a oportunidade de reportar suas conclusões e recomendações aos representantes de governo.</p>
<p>Para o presidente, também é preciso evitar discussões sobre questões geopolíticas, como guerras, para não esvaziar a agenda de discussões das várias instâncias do bloco. “Não nos interessa um G20 dividido. Só com uma ação conjunta é que podemos fazer frente aos desafios dos nossos dias. Precisamos de paz e cooperação em vez de conflitos”, disse.</p>
<h2>Agenda internacional</h2>
<p>É a primeira vez que o Brasil assume a presidência do G20 desde a sua criação, em 1999. O país esteve presente desde o início, quando as 20 maiores economias do mundo se reuniram com o objetivo de buscar uma solução para a grave crise financeira que abalou todos os mercados e que levou à quebra de um número enorme de bancos e outras companhias.</p>
<p>O grupo reunia, à época, apenas ministros de finanças e presidentes de bancos centrais. Em 2008, para enfrentar nova crise financeira internacional, passou a ter o formato atual, com chefes de Estado e de governo.</p>
<p>“Nossa atuação conjunta nos permitiu enfrentar os momentos mais críticos, mas foi insuficiente para corrigir os equívocos estruturais do neoliberalismo. A arquitetura financeira global mudou pouco e as bases de uma nova governança econômica não foram lançadas. Novas urgências surgiram, os desafios se acumularam e se agravaram, vivemos num mundo em que a riqueza está mais concentrada, em que milhões de seres humanos ainda passam fome, em que o desenvolvimento sustentável está sempre ameaçado, em que as instituições de governança ainda refletem a realidade de meados do século passado”, alertou Lula em seu discurso em Nova Déli.</p>
<p>Para ele, a redução das desigualdades deve estar no centro da agenda internacional. “Só vamos conseguir enfrentar todos esses problemas se tratarmos da questão da desigualdade. A desigualdade de renda, de acesso à saúde, educação e alimentação, de gênero e raça e de representação está na origem de todas essas anomalias”, destacou.</p>
<p>Além dos líderes dos países-membros do G20 – África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Argentina, Austrália, Brasil, Canadá, China, Coreia do Sul, Estados Unidos, França, Índia, Indonésia, Itália, Japão, México, Reino Unido, Rússia, Turquia e União Europeia –, participaram da cúpula, na condição de convidados da presidência indiana, os líderes de Bangladesh, Egito, Emirados Árabes Unidos, Espanha, Maurício, Nigéria, Omã, Países Baixos, Singapura e União Africana.</p>
<p>O principal documento resultante da 18ª Cúpula do G20 foi a Declaração de Líderes, que incluiu temas como necessidade do desenvolvimento sustentável, da cooperação econômica e científica, de ações contra desigualdade e da redução do sofrimento causado pelas guerras.</p>
<p>A presidência da Índia iniciou-se em dezembro de 2022 sob o lema <em>Uma Terra, Uma Família, Um Futuro</em>. Durante o período, o G20 teve como prioridades gerais estilos de vida sustentáveis, tecnologia, crescimento inclusivo, multilateralismo e liderança de mulheres.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">69216</post-id>	</item>
		<item>
		<title>G20: depois de favelas e macacos, Nova Delhi remove cães das ruas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/g20-depois-de-favelas-e-macacos-nova-delhi-remove-caes-das-ruas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2023 15:04:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cães]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Favelas]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[India]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Delhi]]></category>
		<category><![CDATA[remoção]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=69137</guid>

					<description><![CDATA[Centenas de cães que vagam pelas ruas da capital Indiana, Nova Delhi, estão sendo recolhidos pelas autoridades e levados para abrigos antes da cúpula do G20. O encontro ocorrerá nesta semana. As autoridades já limparam favelas da cidade e colocaram imitações de languros (espécie de macaco) para espantar macacos dos espaços públicos antes do evento. O encontro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Centenas de cães que vagam pelas ruas da capital Indiana, Nova Delhi, estão sendo recolhidos pelas autoridades e levados para abrigos antes da cúpula do G20. O encontro ocorrerá nesta semana.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As autoridades já limparam favelas da cidade e colocaram imitações de languros (espécie de macaco) para espantar macacos dos espaços públicos antes do evento.</p>
<p>O encontro do G20 levará a maior delegação de líderes mundiais da história à capital indiana. Entre os presentes estarão os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva, do Brasil, Joe Biden, dos Estados Unidos; o primeiro-ministro britânico, Rishi Sunak; o príncipe saudita, Mohammed Bin Salman; o premiê canadense, Justin Trudeau; e o premiê japonês, Fumio Kishida.</p>
<p>As autoridades da capital negam que a remoção tenha a ver com o encontro. Contudo, ambulâncias que estão sendo usadas na captura dos animais foram vistas e exibiam uma placa que dizia: “A serviço do G20”.</p>
<p>O território da capital tem mais de 60 mil cães de rua, de acordo com dados do governo. Eles são alimentados e cuidados pela população de mais de 20 milhões de pessoas, mas casos de ataque contra humanos são raros.</p>
<p>A prefeitura emitiu em agosto uma ordem para remover os cachorros “das proximidades de locais à vista do encontro do G20”. A ordem, porém, foi retirada dois dias depois, em meio a críticas. Mais de mil animais já foram capturados em regiões próximas do aeroporto e do local do encontro.</p>
<p>Testemunhas viram a prefeitura removendo cães, usando varas com um laço em uma das pontas. Em seguida, os animais eram arrastados para as ambulâncias.</p>
<p>“O que a Índia está fazendo é irônico, dado que o tema do G20 é uma terra, uma família, um futuro. É hipócrita falar de um futuro compartilhado quando não damos espaço nem para essesseres”, disse Ambika Shukla, da organização não governamental People for Animals.</p>
<p>A administração municipal afirmou em comunicado que os cães estão sendo rastreados e serão devolvidos à região onde foram capturados. Ela não deu um prazo, contudo: “Todos os cachorros estão a salvo e confortáveis, com ajuda veterinária para avaliá-los”.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">69137</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Comunidades nas Favelas de Nova Delhi são Removidas antes da Cúpula do G20</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/comunidades-nas-favelas-de-nova-delhi-sao-removidas-antes-da-cupula-do-g20/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Sep 2023 13:53:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[demolição]]></category>
		<category><![CDATA[desejo]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Favelas]]></category>
		<category><![CDATA[G20]]></category>
		<category><![CDATA[India]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Dheli]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=69042</guid>

					<description><![CDATA[Quando os habitantes de uma comunidade nas favelas da região de Janta Camp, em Nova Delhi, ficaram sabendo que a cúpula do G20 aconteceria na capital indiana, a apenas 500 metros de suas casas, eles tinham a esperança de que isso pudesse trazer benefícios para eles. No entanto, o que aconteceu foi que eles perderam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando os habitantes de uma comunidade nas favelas da região de Janta Camp, em Nova Delhi, ficaram sabendo que a cúpula do G20 aconteceria na capital indiana, a apenas 500 metros de suas casas, eles tinham a esperança de que isso pudesse trazer benefícios para eles.</p>
<p>No entanto, o que aconteceu foi que eles perderam suas moradias.</p>
<p>Dharmender Kumar, Khushboo Devi e seus três filhos estavam entre as dezenas de pessoas em Delhi cujas casas foram demolidas nos últimos meses – uma ação que, segundo os moradores e ativistas, faz parte dos preparativos para a cúpula que ocorrerá nos dias 9 e 10 de setembro.</p>
<p>Alguns moradores da comunidade recorreram à alta corte na tentativa de impedir os despejos, mas o tribunal considerou os assentamentos ilegais. As autoridades municipais, então, ordenaram que eles deixassem o local até 31 de maio.</p>
<p>Autoridades do governo liderado pelo primeiro-ministro Narendra Modi alegam que as casas foram construídas ilegalmente em terras do governo e que sua remoção faz parte de &#8220;uma atividade contínua&#8221;.</p>
<p>As casas nas favelas, como a de Janta Camp, foram erguidas ao longo de décadas, formando uma espécie de mosaico habitacional. A maioria dos moradores trabalha nas proximidades e vive ali há muitos anos, dentro dos limites de suas modestas residências.</p>
<p>As demolições começaram quatro meses atrás. Escavadeiras chegaram em uma manhã quente de maio, e imagens de vídeo mostram casas temporárias sendo destruídas enquanto os antigos moradores assistiam, alguns deles em lágrimas.</p>
<p>“O governo está derrubando casas e despejando pessoas vulneráveis em nome da melhoria da cidade, sem qualquer consideração pelo que acontecerá com elas”, afirmou Sunil Kumar Aledia, do Centro para o Desenvolvimento Holístico, com sede em Nova Delhi, que trabalha com pessoas em situação de rua.</p>
<p>Pelo menos 49 operações de demolição ocorreram em Nova Delhi entre 1º de abril e 27 de julho, resultando na recuperação de quase 93 hectares de terras do governo, de acordo com o ministro da Habitação júnior, Kaushal Kishore, que declarou ao Parlamento em julho que &#8220;nenhuma casa foi demolida para embelezar a cidade para a cúpula do G20&#8221;.</p>
<p>A demolição das habitações em Janta Camp chocou Mohammed Shameem, outro morador, que esperava que os líderes do G20 &#8220;dessem algo aos pobres&#8221;. Ele expressou seu desapontamento dizendo: &#8220;O oposto está acontecendo aqui. Os líderes virão, sentarão em cima de nossos destroços e farão suas refeições&#8221;.</p>
<p>Para Kumar, que trabalha como balconista em um escritório em Pragati Maidan, a demolição de sua casa e o despejo de sua família têm graves consequências. &#8220;Se nos mudarmos daqui, a educação de meus filhos também será prejudicada&#8221;, lamentou. &#8220;Aqui eles podem estudar porque a escola fica perto.&#8221;</p>
<p>Dois dos filhos de Kumar – Srishti, de 5 anos, e Eshant, de 10 anos – frequentam uma escola pública nas proximidades. Sua filha mais nova, Anokhee, tem apenas nove meses de idade. A família, que também inclui o pai de Khushboo Devi, viveu em seu barraco por 13 anos até receber a ordem de desocupação sob a justificativa de que &#8220;a área precisava ser limpa&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">69042</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Cúpula UE-Ucrânia em Kiev envia mensagem firme à Rússia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cupula-ue-ucrania-em-kiev-envia-mensagem-firme-a-russia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Feb 2023 14:24:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Kiev]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Russia]]></category>
		<category><![CDATA[Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=57263</guid>

					<description><![CDATA[UE e Ucrânia se reunirão em cúpula em Kiev na próxima sexta-feira. O presidente ucraniano acredita que a realização da cimeira na capital é uma mensagem forte enviada à Rússia. Volodymyr Zelensky espera que a reunião reflita uma forte cooperação e progresso com a UE e planeja implementar reformas para integrar o bloco europeu. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>UE e Ucrânia se reunirão em cúpula em Kiev na próxima sexta-feira. O presidente ucraniano acredita que a realização da cimeira na capital é uma mensagem forte enviada à Rússia. Volodymyr Zelensky espera que a reunião reflita uma forte cooperação e progresso com a UE e planeja implementar reformas para integrar o bloco europeu.</p>
<p>A cúpula com a UE é uma etapa crucial para a Ucrânia na busca de integração ao bloco europeu, após ter obtido o status de candidato à adesão.</p>
<p>Em seu discurso na terça-feira (31), o presidente ucraniano celebrou a realização da cúpula, visando um elevado nível de cooperação e avanço com a UE. &#8220;Estamos à espera de notícias para a Ucrânia&#8221;, disse Zelensky.</p>
<p><em>&#8220;O fato de esta cimeira ser realizada em Kiev é um forte sinal dirigido tanto aos nossos parceiros quanto aos nossos inimigos&#8221;, disse o primeiro-ministro ucraniano Denys Chmygal, ao declarar que espera da cúpula &#8220;uma avaliação provisória positiva dos nossos esforços para a integração europeia&#8221;</em>.</p>
<p>O presidente ucraniano planeja realizar reformas governamentais como parte do processo de negociação para obter a adesão da Ucrânia à UE.</p>
<p><em>“O que é muito importante é que estamos preparando novas reformas na Ucrânia”</em>, disse Zelensky, citado pela Reuters.</p>
<blockquote><p>“São reformas que em muitos aspectos vão mudar as realidades sociais, jurídicas e políticas, tornando-as mais humanas, mais transparentes e mais eficazes”, acrescentou.</p></blockquote>
<p>Nas últimas semanas, o governo de Zelensky tem enfrentado uma série de demissões devido a notícias de corrupção. A reestruturação é uma tentativa de combater a corrupção na Ucrânia, uma das principais condições da UE para a integração ao bloco europeu.</p>
<h2>Políticos europeus</h2>
<p>Boris Johnson, ex-premiê britânico e atual conservador inglês, pediu nesta quarta-feira (1°) o início imediato do processo de adesão da Ucrânia à OTAN, argumentando que é a única maneira de acabar com a guerra.</p>
<p><em>“Não temos alternativa. Se deixarmos a Ucrânia sem assistência, eles provavelmente perderiam esta guerra. E se eles perderem, todos nós perdemos”.</em></p>
<h2>Tanques</h2>
<p>Petr Pavel, ex-presidente do Comitê Militar da OTAN e atual presidente da República Tcheca, afirmou que a Ucrânia está moral e praticamente preparada para se juntar à aliança assim que o conflito terminar. Ele também defendeu o fornecimento de armas pelo Ocidente à Ucrânia:</p>
<blockquote><p>“Não temos alternativa. Se deixarmos a Ucrânia sem assistência, eles provavelmente perderiam esta guerra. E se eles perderem, todos nós perdemos”.</p></blockquote>
<p>A cúpula está programada para acontecer em dois dias, após o avanço nas negociações para o envio de tanques para a Ucrânia por parte dos aliados ocidentais, com o aval da Alemanha. Segundo o ministro de Negócios Estrangeiros da Ucrânia, Kiev espera receber de 120 a 140 tanques do Ocidente para combater o exército russo.</p>
<p>Esta é a primeira vez que o número total de armas pesadas prometidas por aliados ocidentais é divulgado por Kiev. Anteriormente, a Ucrânia indicou precisar de várias centenas de tanques pesados, mísseis de longo alcance e aviões para realizar contra-ofensivas e reconquistar territórios ocupados pela Rússia. Além dos tanques Leopard 2 dos aliados, a Ucrânia também vai receber os M1 Abrams dos Estados Unidos.</p>
<p>O presidente dos EUA, Joe Biden, afirmou ontem que existem conversas em andamento com Kiev para planejar futura assistência militar, mas ele recusou a oferta de caças F16 para a Ucrânia, que solicitou o fortalecimento da sua aviação para enfrentar Moscou.</p>
<p>Completando-se um ano desde a invasão russa na Ucrânia, o presidente de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou que está considerando enviar ajuda militar à Ucrânia. Em uma entrevista à CNN, ele também expressou disponibilidade para atuar como mediador entre a Rússia e a Ucrânia, caso seja solicitado.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">57263</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
