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	<title>Cúpula da Amazônia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Cúpula da Amazônia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Participação de nações desenvolvidas na preservação ambiental não se trata de um favor, afirma Lula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Aug 2023 13:22:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
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		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Programa conversa com o Presidente]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta segunda-feira (14), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou que a ajuda financeira dos países desenvolvidos para a preservação da floresta amazônica não deve ser encarada como um favor, mas sim como uma obrigação para compensar uma dívida com o planeta. Durante sua transmissão semanal intitulada &#8220;Conversa com o presidente&#8221;, Lula ressaltou que, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta segunda-feira (14), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva enfatizou que a ajuda financeira dos países desenvolvidos para a preservação da floresta amazônica não deve ser encarada como um favor, mas sim como uma obrigação para compensar uma dívida com o planeta. Durante sua transmissão semanal intitulada &#8220;Conversa com o presidente&#8221;, Lula ressaltou que, à luz do término da Cúpula da Amazônia na semana anterior, as nações da região estão agora em posição de pleitear essa contribuição na Conferência das Partes (COP28) que ocorrerá nos Emirados Árabes no final do ano.</p>
<blockquote><p>&#8220;A lógica é simples de entender. As nações ricas ingressaram na Revolução Industrial muito antes do Brasil, o que as torna responsáveis pela poluição global bem antes de nós. Elas já desmataram suas florestas muito antes também. Agora, o que se espera delas é um compromisso financeiro que permita o desenvolvimento de outras nações. Não estamos buscando ajuda, mas sim um ressarcimento justo. É como se estivessem quitando uma dívida com a humanidade&#8221;, afirmou Lula.</p></blockquote>
<blockquote><p>&#8220;Agora temos a capacidade de nos apresentarmos ao mundo, lá nos Emirados Árabes, e comunicar o seguinte: &#8216;Olhem, a situação é clara. Reivindicamos essa contribuição de vocês, e isso não é um ato benevolente. É o pagamento de uma dívida que vocês têm com o planeta Terra, uma vez que devastaram suas próprias florestas um século ou até um século e meio antes de nós. Portanto, é hora de compensar para que possamos preservar nossas florestas, ao mesmo tempo gerando emprego, oportunidades de trabalho e aprimorando as condições de vida das pessoas'&#8221;, detalhou o presidente.</p></blockquote>
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		<title>Tecnologia e Inovação Traçam Rumos para os Sistemas Alimentares da Amazônia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tecnologia-e-inovacao-tracam-rumos-para-os-sistemas-alimentares-da-amazonia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Aug 2023 13:39:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Bioeconomia]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[A promoção do desenvolvimento econômico sustentável na Amazônia através da bioeconomia é amplamente considerada como a solução para substituir práticas ilegais. Nesse contexto, a sinergia entre tecnologia, inovação e sistemas alimentares sustentáveis assume um papel crucial. Este foi o ponto central discutido durante a sessão inaugural da plenária intitulada &#8220;Diálogos sobre Bioeconomia Amazônica: Transformação Rural [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A promoção do desenvolvimento econômico sustentável na Amazônia através da bioeconomia é amplamente considerada como a solução para substituir práticas ilegais. Nesse contexto, a sinergia entre tecnologia, inovação e sistemas alimentares sustentáveis assume um papel crucial. Este foi o ponto central discutido durante a sessão inaugural da plenária intitulada &#8220;Diálogos sobre Bioeconomia Amazônica: Transformação Rural Inclusiva&#8221;, que teve lugar no domingo (6), como parte da iniciativa &#8220;Diálogos Amazônicos&#8221; realizada em Belém (PA).</p>
<p>Maria Helena Semedo, vice-diretora da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), enfatizou que a bioeconomia na Amazônia deve estar intrinsecamente ligada a uma transformação rural inclusiva, onde os povos indígenas e as comunidades tradicionais desempenham um papel central. Ela enfatizou que essas populações não devem ser apenas consultadas, mas também participar ativamente no processo decisório.</p>
<p>Maria Helena ressaltou: &#8220;Estamos falando do uso sustentável dos recursos da região para a produção de alimentos e outros produtos de alto valor agregado, promovendo a exploração responsável e sustentável dos recursos naturais com o objetivo de trazer benefícios econômicos, sociais e ambientais para a região, mas principalmente para as comunidades locais que muitas vezes têm sido negligenciadas.&#8221;</p>
<p>Ela enfatizou a importância da pesquisa, inovação tecnológica e ciência no processo de transformação, realçando a necessidade de reconhecer os saberes tradicionais e ancestrais em paralelo com o desenvolvimento.</p>
<p>Semedo delineou três pilares para a transformação inclusiva da Amazônia: estratégias para combater a fome, reduzir desigualdades e garantir equidade no acesso aos recursos; análise da sustentabilidade na economia amazônica, abordando a governança da posse da terra, gestão responsável dos recursos e uso coletivo do território pelas comunidades indígenas e afrodescendentes; e os desafios e oportunidades para a produção sustentável e o abastecimento de alimentos, com um foco especial no fortalecimento da agricultura familiar e na participação das mulheres rurais.</p>
<p>O governador do Pará, Helder Barbalho, detalhou o plano estadual de bioeconomia elaborado em 2022, explorando 43 produtos potenciais com comércio sustentável em sincronia com a floresta. Barbalho projetou exportações de até US$ 120 bilhões por ano e expressou a necessidade de investir em ciência, tecnologia e inovação para compreender melhor a biodiversidade da região.</p>
<p>Sônia Guajajara, ministra dos Povos Indígenas, delineou as metas do governo, incluindo a proteção de pelo menos 80% da Floresta Amazônica e a biodiversidade associada, a eliminação do desmatamento e o avanço na demarcação de terras indígenas e territórios quilombolas.</p>
<p>João Paulo Capobianco, secretário-executivo do Ministério do Meio Ambiente e Mudança Climática (MMA), destacou a importância de encerrar a destruição da floresta e proteger os povos indígenas e as populações tradicionais. Ele afirmou que o Fundo Amazônia já investiu mais de 27% dos recursos em ações de apoio à bioeconomia e que o objetivo é aumentar esses investimentos.</p>
<p>Paulo Teixeira, ministro do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar, enfatizou a necessidade de incentivar a produção de itens da biodiversidade local, desenvolver uma agricultura regenerativa e instalar agroindústrias na região.</p>
<p>A plenária, integrada ao evento &#8220;Diálogos Amazônicos&#8221;, é uma preparação para a Cúpula da Amazônia, que reunirá os países da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) para discutir questões ambientais e sociais.</p>
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		<title>Apib quer projetos territoriais na Amazônia afetada pelo narcotráfico</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/apib-quer-projetos-territoriais-na-amazonia-afetada-pelo-narcotrafico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Aug 2023 21:59:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Apib]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[No evento Diálogos Amazônicos, realizado em Belém, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) quer, além da proteção dos territórios das comunidades, o fortalecimento de projetos de gestão territorial afetados pelo narcotráfico. Segundo o coordenador executivo da entidade, Kleber Karipuna, que participa do evento prévio à Cúpula da Amazônia, as propostas preparadas para serem entregues aos [&#8230;]]]></description>
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<p>No evento Diálogos Amazônicos, realizado em Belém, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) quer, além da proteção dos territórios das comunidades, o fortalecimento de projetos de gestão territorial afetados pelo narcotráfico.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o coordenador executivo da entidade, Kleber Karipuna, que participa do evento prévio à Cúpula da Amazônia, as propostas preparadas para serem entregues aos oito chefes de Estado que participarão da Cúpula da Amazônia, a partir do dia 8 de agosto, já representam um cenário de “novos tempos” para os povos indígenas.</p>
<p>“Daqui para a frente, a Cúpula poderá ser o evento alavancador de propostas, debates e novos espaços de diálogo, caso essas propostas façam sentido para as realidades dos povos indígenas brasileiros”, disse. “<em>Temos grandes expectativas e estamos articulando estratégias com as lideranças e organizações indígenas e parceiras para levar protagonismo e as pautas indígenas para esses espaços”</em>, acrescentou.</p>
<p>Karipuna disse que as expectativas são positivas, pois representam oportunidade de levar as pautas indígenas aos espaços de poder. <em>“É um espaço fundamental para proporcionar o debate das propostas e discussões relacionadas aos povos indígenas dos países amazônicos e apresentá-las aos presidentes da Bacia Amazônica, incluindo a Guiana Francesa&#8221;.</em></p>
<p>Durante os debates, a Apib tem defendido, conforme ele, a proteção dos territórios amazônicos; o fortalecimento dos projetos de gestão territorial, principalmente, nas regiões de fronteira que têm sido afetadas pelo avanço do narcotráfico. “Além disso, posso citar também a pauta climática”.</p>
<p>Karipuna lembrou que, em abril, os povos indígenas decretaram emergência climática durante o Acampamento Terra Livre, em Brasília. “A Apib vai continuar reforçando a importância das demarcações de terras indígenas e da derrubada da tese do marco temporal no combate à crise climática”, afirmou.</p>
<p><em>“Teremos, em breve, a COP30 no Brasil. É necessário que a gente continue presente, protagonizando e apresentando as pautas do movimento indígena em eventos como esse, bem como avançando nas políticas que garantam os direitos dos povos originários”</em>, complementou.</p>
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		<title>Extrativistas querem que produtos tenham chancela de povo amazônico</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/extrativistas-querem-que-produtos-tenham-chancela-de-povo-amazonico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Aug 2023 21:55:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Bioeconomia]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Júlio Barbosa, um dos participantes dos debates do Diálogos Amazônicos em Belém (PA), resume em uma palavra temas e objetivo do evento que antecede a Cúpula da Amazônia: sociobioeconomia. “Precisamos debater agora que tipo de bioeconomia nós queremos para os povos da Amazônia. Nesses debates sobre [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente do Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Júlio Barbosa, um dos participantes dos debates do Diálogos Amazônicos em Belém (PA), resume em uma palavra temas e objetivo do evento que antecede a Cúpula da Amazônia: sociobioeconomia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><em>“Precisamos debater agora que tipo de bioeconomia nós queremos para os povos da Amazônia. Nesses debates sobre desenvolvimento sustentável e bioeconomia, o que queremos? Aquela bioeconomia dentro da visão empresarial, onde o lucro fica concentrado na mão de poucos e a classe trabalhadora acaba sendo usada como mão de obra barata? Nós entendemos que é preciso envolver os povos da Amazônia”</em>, disse.</p>
<p><em>“O que defendemos é uma sociobioeconomia que leve em consideração a forma de vida das populações que habitam a Amazônia”</em>, complementou ao dizer que as discussões não devem se limitar a “mercado, produto e preço”.</p>
<p>Morador da reserva extrativista Chico Mendes, no Acre, o seringueiro diz que a sociobioeconomia observa produtos, mas em um aspecto muito mais importante, que envolve todo o processo de proteção de um determinado território, conservação de culturas e defesa de tradições.</p>
<p><em>“Sem isso, não haverá qualquer perspectiva [das discussões em debate], porque não podemos pensar isso em uma situação na qual a questão fundiária amazônica continue sendo uma bagunça, vendo nossa biodiversidade sendo destruída a todo momento pela ganância do capital e pelos mega projetos defendidos pelo agronegócio brasileiro”</em>, acrescentou.</p>
<p>As expectativas sobre a conclusão dos trabalhos é, segundo ele, positiva, desde que, de fato a voz dos povos seja escutada, inclusive para questões relativas à segurança e ao combate a crimes praticados em território amazônico, como tráfico de drogas, grilagem e violência contra comunidades tradicionais.</p>
<p><em>“Precisamos de um esquema muito forte de segurança e proteção das fronteiras pan-amazônicas, que vão além da Amazônia brasileira,. Por isso, todos os governantes e chefes de Estado dos oito países precisam assumir, de fato, compromissos para enfrentar as ilegalidades da exploração do garimpo; o narcotráfico, que entra muito forte na nossa região e em nossos territórios”.</em></p>
<p>Com relação ao governo brasileiro, ele cobra o compromisso de rever a matriz energética do país. <em>“Não podemos utilizar riquezas da Amazônia para fornecer energia elétrica para o grande setor empresarial do Sul do país, com seus grandes parques industriais, enquanto nossas comunidades [do Norte] estão sem um sistema de energia adequado”</em>, argumentou ao defender a realização de consultas prévias à população, antes do aval a empreendimentos hidrelétricos.</p>
<p>Os Diálogos Amazônicos são um evento prévio à Cúpula da Amazônia. Ambos ocorrem em Belém, sendo os Diálogos responsáveis pela produção das propostas da sociedade civil a serem apresentadas aos presidentes dos países amazônicos participantes da cúpula, a partir do dia 8 de agosto. Ministros do governo reforçaram que o principal objetivo do Diálogos Amazônicos é retomar espaço de conversa e debate com povos que vivem na região para condução do desenvolvimento sustentável.</p>
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		<title>Em Belém, Conselhão fecha acordo para retomada do Bolsa Verde</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/em-belem-conselhao-fecha-acordo-para-retomada-do-bolsa-verde/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 19:13:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa Verde]]></category>
		<category><![CDATA[Cúpula da Amazônia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, conhecido como Conselhão, instalou nesta sexta-feira (4) um grupo de trabalho para a Amazônia e outro para a restauração de áreas degradadas. O evento Diálogos Amazônicos acontece em Belém e antecede a Cúpula da Amazônia, que vai reunir chefes de Estado da região nos próximos dias 8 e 9.  [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, conhecido como Conselhão, instalou nesta sexta-feira (4) um grupo de trabalho para a Amazônia e outro para a restauração de áreas degradadas. O evento Diálogos Amazônicos acontece <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" />em Belém e antecede a Cúpula da Amazônia, que vai reunir chefes de Estado da região nos próximos dias 8 e 9. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, o grupo de trabalho da Amazônia terá o prazo de 60 dias para construir propostas. “É muito positivo que ele ocorra no marco da Cúpula da Amazônia”, avaliou. “Para o presidente Lula, a Amazônia não é problema, a Amazônia é solução e é um grande ativo para o desenvolvimento econômico brasileiro”, concluiu. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O presidente Lula disse que não dá para discutir o desenvolvimento econômico e social do Brasil sem discutir e fortalecer a Amazônia. A Amazônia brasileira, não só do ponto de vista territorial, mas pela importância do seu potencial econômico, pela identidade cultural, por tudo aquilo que a gente tem para descobrir, é um grande ativo para o desenvolvimento do Brasil.” <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<h2>Bolsa Verde <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></h2>
<p>Durante o evento, foi assinado ainda um acordo de cooperação técnica entre os ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima; do Desenvolvimento Social; e do Desenvolvimento Social para a retomada do programa Bolsa Verde, que fazia pagamentos a famílias em áreas de reserva extrativista e comunidades tradicionais da Amazônia como forma de estimular a preservação da floresta e promover a regeneração de áreas degradadas. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, lembrou que, durante o processo de transição de governo, foi solicitada a ampliação de recursos para comunidades tradicionais no país. “Conseguimos cerca de R$ 200 milhões para o programa Bolsa Verde, um pagamento pelo serviço ambiental que as comunidades tradicionais prestam para proteger a Amazônia”. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O Bolsa Verde consiste num recurso de R$ 600 a cada três meses para as famílias que vivem dentro de reservas e assentamentos extrativistas e outras modalidades de assentamento especial”, explicou. “Vamos trabalhar ombro a ombro. O que queremos é ter, para as populações tradicionais, o mesmo que já demos para os agricultores familiares e grandes produtores”, completou, ao citar o Plano Safra. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Queremos o Pró-Floresta para as populações tradicionais. Temos uma comunidade que protege, que preserva”, destacou. “A preservação das florestas do planeta é feita pelos povos indígenas e pelos povos tradicionais. 80% das áreas com florestas que são protegidas são habitadas pelos povos tradicionais.” <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
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