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	<title>Cristiano Zanin &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Cristiano Zanin &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>STF mantém bloqueio de contas da Starlink após recurso negado por Zanin</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/stf-mantem-bloqueio-de-contas-da-starlink-apos-recurso-negado-por-zanin/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2024 23:30:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Alexandre de Moraes]]></category>
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					<description><![CDATA[Nesta sexta-feira (30), o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou um recurso apresentado pela Starlink, empresa de internet via satélite de Elon Musk, que buscava anular a decisão do ministro Alexandre de Moraes de bloquear as contas bancárias da empresa no Brasil. O bloqueio foi imposto como medida para assegurar o pagamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta sexta-feira (30), o ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou um recurso apresentado pela Starlink, empresa de internet via satélite de Elon Musk, que buscava anular a decisão do ministro Alexandre de Moraes de bloquear as contas bancárias da empresa no Brasil. O bloqueio foi imposto como medida para assegurar o pagamento de multas que totalizam R$ 18 milhões, decorrentes do descumprimento de ordens judiciais relacionadas ao bloqueio de perfis de investigados na rede social X, também de propriedade de Musk.</p>
<p>Zanin fundamentou sua decisão afirmando que o mandado de segurança, instrumento jurídico utilizado pela Starlink, não é aplicável para contestar atos jurisdicionais de outro ministro do STF. <em>&#8220;Diante dos diversos precedentes do Supremo Tribunal Federal sobre a inaplicabilidade do mandado de segurança contra decisões jurisdicionais, nego seguimento ao presente writ [decisão]&#8221;</em>, declarou Zanin.</p>
<p>A medida de bloqueio das contas foi intensificada após Moraes ter exigido, na quarta-feira (28), que Elon Musk nomeasse um novo representante legal do X no Brasil no prazo de 24 horas, prazo esse que não foi cumprido, resultando na suspensão da plataforma no país nesta sexta-feira.</p>
<p>Em resposta, a rede social X emitiu uma nota recusando-se a cumprir o que classificou como &#8220;decisões ilegais&#8221; de Moraes, alegando que essas ações têm a intenção de &#8220;censurar opositores políticos&#8221; do ministro. Musk também reagiu à decisão, utilizando sua conta no X para ironizar a intimação de Moraes, publicando uma imagem gerada por inteligência artificial que compara o ministro a vilões das franquias Harry Potter e Star Wars.</p>
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		<title>STF: Ministro Zanin Vota pela Anulação do Acórdão sobre Revisão da Vida Toda no INSS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 15:07:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiano Zanin]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[INSS]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revisão da vida toda]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), emitiu voto a favor da anulação do acórdão que autorizou a revisão da vida toda em aposentadorias concedidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O recálculo, aprovado pelo STF em dezembro do ano passado por 6 votos a 5, enfrenta agora a possibilidade de revisão. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), emitiu voto a favor da anulação do acórdão que autorizou a revisão da vida toda em aposentadorias concedidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O recálculo, aprovado pelo STF em dezembro do ano passado por 6 votos a 5, enfrenta agora a possibilidade de revisão.</p>
<p>Zanin concordou com os argumentos apresentados pelo INSS, que alegou que a Corte não considerou um ponto crucial que poderia impactar o resultado final do julgamento. O ministro propõe o retorno do caso ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para um novo julgamento pelo plenário daquela corte, o que resultaria em uma nova análise sobre a concessão ou não da revisão da vida toda aos segurados.</p>
<p>O voto de Zanin pode influenciar significativamente o desfecho do caso, pois outros cinco ministros já haviam votado anteriormente a favor da anulação da decisão do STJ que autorizou a revisão da vida toda. Caso esses ministros mantenham seus votos, a maioria pode ser revertida.</p>
<p>O tema está em julgamento no plenário virtual do STF, onde os ministros votam remotamente. A sessão está programada para se estender até as 23h50 de 1º de dezembro. Até o momento, o ministro Luís Roberto Barroso acompanhou Zanin, divergindo do relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, que considerou válido o julgamento do STJ.</p>
<p>Caso a votação no STF resulte em apoio à revisão da vida toda, Zanin propõe a modulação dos efeitos da decisão, limitando o direito a eventuais diferenças de valor a partir de 13 de dezembro de 2022.</p>
<p><strong>Entenda o Caso:</strong></p>
<p>No ano passado, o STF reconheceu que o beneficiário pode escolher o critério de cálculo que resulte no maior valor mensal da aposentadoria. Contudo, a decisão não é definitiva, e recursos contra ela estão em andamento. A regra de transição que excluía contribuições anteriores a julho de 1994 pode ser afastada se for desvantajosa para o segurado.</p>
<p>O processo em questão trata do recurso do INSS contra uma decisão do STJ que permitiu a um segurado a revisão do benefício com base nas contribuições anteriores a 1994. Associações que defendem os aposentados argumentam que essas contribuições devem ser consideradas no cálculo dos benefícios, uma vez que foram excluídas pela reforma da Previdência de 1999. Segurados do INSS teriam tido uma redução nos benefícios devido a essa exclusão.</p>
<p>Para saber quem tem direito ao recálculo e se é vantajoso buscar a revisão, a Agência Brasil publicou uma reportagem explicativa após a decisão do STF.</p>
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		<title>Zanin vota contra a descriminalização da maconha para uso pessoal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/zanin-vota-contra-a-descriminalizacao-da-maconha-para-uso-pessoal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2023 22:35:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cristiano Zanin]]></category>
		<category><![CDATA[Droga]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maconha]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quinta-feira (24) contra a descriminalização do porte de maconha e de demais drogas para consumo pessoal. Zanin proferiu o primeiro voto divergente sobre a questão. O ministro reconheceu que o atual sistema penal é falho e não aplica a despenalização para pessoas pobres, negras e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), votou nesta quinta-feira (24) contra a descriminalização do porte de maconha e de demais drogas para consumo pessoal.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Zanin proferiu o primeiro voto divergente sobre a questão. O ministro reconheceu que o atual sistema penal é falho e não aplica a despenalização para pessoas pobres, negras e de baixa escolarização.</p>
<p>Contudo, o ministro disse que a descriminalização apresenta &#8220;problemas jurídicos&#8221; e pode agravar o combate às drogas.</p>
<p>&#8220;Não tenho dúvida que os usuários de drogas são vítimas do tráfico e das organizações criminosas para exploração ilícita dessas substâncias. A descriminalização, ainda que parcial das drogas, poderá contribuir ainda mais para esse problema de saúde pública&#8221;, afirmou.</p>
<p>Apesar de se manifestar contra a descriminalização, Zanin votou para fixar a quantidade de 25 gramas de maconha ou seis plantas fêmeas de canabis para configurar a situação de uso pessoal em apreensões policiais.</p>
<p>O placar do julgamento é de 4 votos a 1 para descriminalização do porte de maconha para uso pessoal.</p>
<p>A sessão prossegue para a tomada dos votos dos demais ministros.</p>
<p>O Supremo julga a constitucionalidade do Artigo 28 da Lei das Drogas (Lei 11.343/2006). Para diferenciar usuários e traficantes, a norma prevê penas alternativas de prestação de serviços à comunidade, advertência sobre os efeitos das drogas e comparecimento obrigatório a curso educativo para quem adquirir, transportar ou portar drogas para consumo pessoal.</p>
<p>A lei deixou de prever a pena de prisão, mas manteve a criminalização. Dessa forma, usuários de drogas ainda são alvos de inquérito policial e processos judiciais que buscam o cumprimento das penas alternativas.</p>
<p>No caso concreto que motivou o julgamento, a defesa de um condenado pede que o porte de maconha para uso próprio deixe de ser considerado crime.  O acusado foi detido com três gramas de maconha.</p>
</div>
</div>
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