<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>crise hídrica &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/crise-hidrica/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Tue, 17 Sep 2024 00:20:21 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>crise hídrica &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Rio de Janeiro reduz captação de água no sistema imunana-laranjal em 10%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-de-janeiro-reduz-captacao-de-agua-no-sistema-imunana-laranjal-em-10/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 13:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Cedae]]></category>
		<category><![CDATA[crise hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=79595</guid>

					<description><![CDATA[Devido à **seca prolongada** que atinge o estado do Rio de Janeiro, a Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae) reduziu em **10% a captação de água no Sistema Imunana-Laranjal**, responsável por atender cerca de 2 milhões de pessoas nos municípios de **Niterói, São Gonçalo, Itaboraí** e parte de **Maricá**. A medida foi anunciada nesta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Devido à **seca prolongada** que atinge o estado do Rio de Janeiro, a Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae) reduziu em **10% a captação de água no Sistema Imunana-Laranjal**, responsável por atender cerca de 2 milhões de pessoas nos municípios de **Niterói, São Gonçalo, Itaboraí** e parte de **Maricá**. A medida foi anunciada nesta segunda-feira (16) pelo presidente da Cedae, Aguinaldo Ballon, como parte dos esforços para gerenciar o impacto da estiagem.</p>
<p>Ballon também destacou que a **captação de água no Sistema Acari**, que abastece a **Baixada Fluminense**, sofreu uma redução ainda mais drástica de **30%**. No entanto, a Estação de Tratamento de Água do Guandu está compensando parte dessa perda, garantindo mais água para a região afetada.</p>
<p><strong>Situação crítica e medidas preventivas</strong></p>
<p>Com a previsão de **ausência de chuvas significativas nos próximos 15 dias**, a crise hídrica tende a se agravar. O governo do estado está preocupado com a situação, e a Cedae solicita que a população faça **uso consciente da água**, evitando desperdícios em atividades como lavagem de carros e calçadas.</p>
<p>O volume de água na **Região Hidrográfica do Guandu**, que abastece aproximadamente 9 milhões de pessoas, também está em queda, operando com apenas **67,23% da sua capacidade**. Além disso, o **Reservatório do Funil**, responsável pela geração de energia elétrica no Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo, está com apenas **27,84% da sua capacidade**, o que ameaça a oferta de energia na região.</p>
<p>Especialistas apontam que a situação poderia ser ainda mais grave se não fosse o recorde de chuvas registrado no início do ano, quando janeiro acumulou **348,9 milímetros** de precipitação.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">79595</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Pantanal enfrenta crise hídrica histórica em 2024, aponta estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pantanal-enfrenta-crise-hidrica-historica-em-2024-aponta-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jul 2024 13:53:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Biomas]]></category>
		<category><![CDATA[crise hídrica]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pantanal]]></category>
		<category><![CDATA[Seca]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=78016</guid>

					<description><![CDATA[O Pantanal, uma das áreas úmidas mais ricas em biodiversidade do mundo, enfrenta a pior crise hídrica das últimas quatro décadas, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (3). Desde 2019, o bioma tem experimentado secas severas, e a situação em 2024 pode ser a mais crítica já registrada. Nos primeiros quatro meses deste ano, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Pantanal, uma das áreas úmidas mais ricas em biodiversidade do mundo, enfrenta a pior crise hídrica das últimas quatro décadas, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira (3). Desde 2019, o bioma tem experimentado secas severas, e a situação em 2024 pode ser a mais crítica já registrada. Nos primeiros quatro meses deste ano, a área inundada foi menor do que a observada no período de seca do ano passado.</p>
<p>Realizado pela empresa ArcPlan e encomendado pelo WWF-Brasil com financiamento do WWF-Japão, o estudo utilizou dados do satélite Planet para mapear a cobertura de água. “O pulso de cheias não aconteceu em 2024, e isso é alarmante para a manutenção do sistema pantaneiro,” afirmou Helga Correa, especialista em conservação do WWF-Brasil e uma das autoras do estudo.</p>
<p>Os dados revelam que o nível do Rio Paraguai, que define a presença de seca quando está abaixo de 4 metros, não passou de 1 metro em 2024. Nos primeiros cinco meses do ano, o nível esteve 68% abaixo da média esperada. Esta situação agrava a vulnerabilidade do Pantanal, com a previsão de secas ainda mais severas até outubro, aumentando o risco de grandes incêndios.</p>
<p>A estação chuvosa na Bacia do Alto Rio Paraguai, onde se situa o Pantanal, ocorre entre outubro e abril. No entanto, entre janeiro e abril de 2024, a área coberta por água foi de apenas 400 mil hectares, inferior à média de 440 mil hectares da estação seca de 2023. Esta redução contínua de inundações pode ter consequências drásticas para a fauna, flora e a economia local, que depende da navegabilidade dos rios e da diversidade de espécies.</p>
<p>Além das mudanças climáticas, ações humanas como a construção de barragens, desmatamento e queimadas agravam a crise hídrica. A combinação desses fatores pode levar o Pantanal a um ponto de não retorno, comprometendo sua capacidade de recuperação natural e resultando em uma redução abrupta de espécies.</p>
<p>O estudo destaca que as secas extremas e queimadas afetam a qualidade da água, introduzindo cinzas no sistema hídrico e causando mortalidade de peixes, além de dificultar o acesso à água das comunidades. Helga Correa enfatiza a necessidade urgente de mapear as populações tradicionais vulneráveis e de implementar medidas de prevenção e adaptação à seca.</p>
<p>Entre as recomendações do estudo estão o mapeamento das principais ameaças aos corpos hídricos do Pantanal, fortalecimento de políticas públicas para conter o desmatamento, restauração de áreas de Proteção Permanente (APPs) e apoio a práticas sustentáveis que valorizem as comunidades locais e o setor produtivo. Essas ações são cruciais para preservar o Pantanal e garantir a sustentabilidade de seu ecossistema e das populações que dele dependem.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">78016</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
