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	<title>Crise Energética &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil descarta crise energética em 2024 e racionamento, afirma ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2024 15:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Apagão]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Energética]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, assegurou nesta quinta-feira (12), durante um evento em São Paulo, que o Brasil não corre o risco de enfrentar uma crise energética ou de racionamento em 2024. De acordo com o ministro, a segurança energética do país está garantida, e o foco do governo agora é implementar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, assegurou nesta quinta-feira (12), durante um evento em São Paulo, que o Brasil não corre o risco de enfrentar uma crise energética ou de racionamento em 2024. De acordo com o ministro, a segurança energética do país está garantida, e o foco do governo agora é implementar medidas para minimizar o impacto das tarifas de energia elétrica sobre os consumidores.</p>
<p>Silveira explicou que, embora a utilização de usinas térmicas seja uma solução viável para garantir 100% de segurança energética, seu custo elevado exige uma abordagem cautelosa. “Ter segurança energética total é possível com energia térmica, mas isso impacta diretamente no custo ao consumidor. Estamos trabalhando para garantir segurança com menor impacto tarifário”, afirmou o ministro.</p>
<p><strong>Preocupações para 2025 e os efeitos climáticos</strong></p>
<p>Apesar do otimismo para 2024, o ministro revelou que o governo está preocupado com as perspectivas hidrológicas para 2025. Ele mencionou que as mudanças climáticas exigem atenção especial, o que torna o planejamento energético fundamental. &#8220;Diante do cenário climático atual, é crucial considerar 2025 e 2026 como anos potencialmente desafiadores, e estamos nos preparando para isso&#8221;, disse Silveira.</p>
<p>Em resposta a esses desafios, o governo planeja dobrar a capacidade do parque de energia térmica do Brasil até 2031. Atualmente, o país possui uma capacidade instalada de cerca de 20 gigawatts (GW) em energia térmica. O aumento da demanda, registrado em setembro de 2024, quando o consumo atingiu 105 GW em uma única tarde, reforça a necessidade de expandir a infraestrutura energética.</p>
<p><strong>Investimentos e melhorias da Enel no fornecimento de energia</strong></p>
<p>Durante o evento, a empresa Enel Distribuição São Paulo, que tem enfrentado desafios em relação a apagões e qualidade do serviço, apresentou ao ministro um plano de investimentos para melhorar a rede de distribuição de energia. A Enel anunciou um investimento de R$ 2 bilhões por ano para modernização e expansão da rede elétrica em São Paulo, além de aumentar os investimentos no Ceará e no Rio de Janeiro.</p>
<p>Esses investimentos, impulsionados por um decreto de junho do Ministério de Minas e Energia que endureceu as regras para concessões de distribuição de energia, incluem a contratação de cinco mil colaboradores e a integração de 1.650 novos veículos à frota até 2026. Em São Paulo, a empresa se comprometeu a realizar 600 mil podas em áreas de concessão em 2024, dobrando o número de intervenções realizadas no ano anterior.</p>
<p>Com essas medidas, o governo e a Enel esperam melhorar a qualidade dos serviços prestados, garantir a segurança energética e mitigar o impacto nas contas de luz dos brasileiros, ao mesmo tempo em que se preparam para os desafios climáticos futuros.</p>
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		<title>Crise Energética abala Ilha do Governador e gera protestos dos moradores contra a Light</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jan 2024 12:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crise Energética]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ilha do Governador]]></category>
		<category><![CDATA[Light]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ilha do Governador enfrenta, neste início de ano, uma situação inusitada e desafiadora devido à instabilidade no fornecimento de energia elétrica, causando surpresa e revolta entre os moradores. A população insulana se depara com um colapso no sistema elétrico, resultando em desconforto evidente e prejuízos generalizados. Diante desse cenário, a Federação das Associações de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ilha do Governador enfrenta, neste início de ano, uma situação inusitada e desafiadora devido à instabilidade no fornecimento de energia elétrica, causando surpresa e revolta entre os moradores. A população insulana se depara com um colapso no sistema elétrico, resultando em desconforto evidente e prejuízos generalizados.</p>
<p>Diante desse cenário, a Federação das Associações de Moradores da Ilha (Famig) e a Associação Comercial Empresarial da Ilha do Governador (Aceig) uniram esforços para elaborar um documento conjunto.</p>
<p><em>&#8220;A Light não preparou a população para esse verdadeiro caos na vida dos insulanos, das empresas e prestadores de serviços. Tudo começou de repente e sem aviso algum. Na tarde da sexta, dia 12, faltou luz na Ilha por cerca de 5 horas, pegando de surpresa a todos, desconsertando a população e trazendo megas prejuízos aos negócios da região&#8221;,</em> declarou José Richard, presidente da Associação Comercial Empresarial da Ilha do Governador, durante uma reunião na sede da Aceig.</p>
<p>Além disso, a vereadora informou na data de ontem (22/01), através de suas redes sociais, protocolou no ministério público de um abaixo assinado com mais de cinco mil assinaturas de moradores e comerciantes pedindo a abertura de uma ação civil pública contra a empresa. Durante a reunião na Aceig, foram discutidas medidas para anexar à ação pública depoimentos que comprovem os danos causados pela Light. Isso inclui depoimentos de instituições de saúde e reportagens divulgadas pela mídia, onde diretores da Light estimam que os apagões podem se estender até o mês de outubro.</p>
<p><em>&#8220;Não vamos medir esforços para que a Light assuma suas responsabilidades e normalize urgentemente o fornecimento de energia na Ilha. Se a empresa falhou em seu planejamento, que assuma essa responsabilidade e os prejuízos à população, que não merece esse tratamento&#8221;</em>, afirmou a vereadora Tânia Bastos, destacando a determinação em buscar justiça diante dos problemas enfrentados pela comunidade insulana.</p>
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