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	<title>crimes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>crimes &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>ONG acusa Hamas de cometer crimes contra a humanidade em 7 de outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ong-acusa-hamas-de-cometer-crimes-contra-a-humanidade-em-7-de-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luan Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Jul 2024 13:13:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[crime contra a humanidade]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Hamas]]></category>
		<category><![CDATA[Human Rights Watch]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[TPI]]></category>
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					<description><![CDATA[A Human Rights Watch (HRW) divulgou que o movimento islamita Hamas cometeu &#8220;vários crimes de guerra e crimes contra a humanidade&#8221; durante os ataques em Israel no dia 7 de outubro de 2023, resultando na morte de quase 1.200 pessoas e no sequestro de 251 indivíduos. &#8220;A investigação da HRW concluiu que o ataque liderado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Human Rights Watch (HRW) divulgou que o movimento islamita Hamas cometeu &#8220;vários crimes de guerra e crimes contra a humanidade&#8221; durante os ataques em Israel no dia 7 de outubro de 2023, resultando na morte de quase 1.200 pessoas e no sequestro de 251 indivíduos.</p>
<p>&#8220;A investigação da HRW concluiu que o ataque liderado pelo Hamas em outubro foi preparado para matar civis e sequestrar tantas pessoas quanto possível&#8221;, declarou Ida Sawyer, diretora de crises e conflito da organização, no último relatório.</p>
<p>No documento, a HRW afirmou que os comandos do Hamas realizaram vários crimes de lesa-humanidade, incluindo:</p>
<ul>
<li>Ataques contra civis,</li>
<li>Homicídios deliberados de pessoas detidas,</li>
<li>Tratamento cruel e desumano,</li>
<li>Violência sexual e de gênero,</li>
<li>Tomada de reféns,</li>
<li>Mutilação e saque de cadáveres,</li>
<li>Uso de escudos humanos,</li>
<li>Pilhagem.</li>
</ul>
<p>A HRW destacou que 815 das 1.195 pessoas assassinadas naquele dia eram civis. Dos 251 sequestrados, 116 ainda estão em Gaza, com 42 já confirmados mortos, sendo a maioria civis.</p>
<p><strong>Testemunhos</strong></p>
<p>Esses atos não foram &#8220;uma ocorrência tardia, um plano falho ou ato isolado&#8221;, afirmou a ONG, que investigou testemunhos de vítimas, familiares, equipes de socorro e peritos médicos, além de mais de 280 fotografias e vídeos do ataque.</p>
<p>&#8220;As autoridades do Hamas responderam às perguntas da HRW, assegurando ter ordenado às suas forças para que não atacassem civis e não se desviassem dos direitos humanos e do direito humanitário&#8221;, disse a HRW, que garantiu &#8220;ter encontrado provas do contrário&#8221;.</p>
<p>Em um dos vídeos do ataque, milicianos são vistos procurando ativamente civis e matando-os, comprovando a intencionalidade dos ataques e a tomada de reféns, &#8220;planejada e altamente coordenada&#8221;.</p>
<p>A HRW afirmou que precisa de uma investigação mais aprofundada para provar outros crimes, como a perseguição de grupos identificáveis por motivos raciais, étnicos ou religiosos, ou violações e outros atos de violência sexual.</p>
<p><strong>Acusações contra Israel</strong></p>
<p>A ONG também destacou que Israel cometeu crimes contra a humanidade ao realizar um castigo coletivo contra a população da Faixa de Gaza, após os ataques, que incluiu o corte de serviços essenciais e a limitação da entrada de ajuda humanitária. Desde 7 de outubro, mais de 38.700 palestinos morreram devido à ofensiva militar.</p>
<p>Este castigo &#8220;agrava o impacto dos mais de 17 anos do cerco ilegal de Gaza por parte de Israel&#8221;, país que a HRW acusou de cometer &#8220;crimes de `apartheid` e perseguição contra os palestinos&#8221;.</p>
<p><strong>Direito Humanitário</strong></p>
<p>A HRW pediu que todas as partes respeitem o direito humanitário. Além disso, solicitou que as milícias palestinas de Gaza libertem &#8220;imediata e incondicionalmente os civis que mantêm como reféns&#8221;.</p>
<p>&#8220;Devem ser tomadas medidas disciplinares contra os membros responsáveis por crimes de guerra e entregar para serem processadas pessoas que enfrentem uma ordem de detenção do Tribunal Penal Internacional (TPI)&#8221;, disse a ONG.</p>
<p>No dia 20 de maio, a procuradoria-geral do Tribunal Penal Internacional (TPI) emitiu mandados de captura para o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o ministro da Defesa, Yoav Gallant, e os líderes do Hamas, Yahya Sinwar, Ismail Haniyeh e Mohamed Deif. Deif foi alvo de um ataque israelense no sábado (13), em Mawasi, no sul da Faixa de Gaza, sem que tenha sido confirmada a sua morte.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Crimes de intolerância religiosa no Rio de Janeiro atingem quase 3 mil casos em 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/crimes-de-intolerancia-religiosa-no-rio-de-janeiro-atingem-quase-3-mil-casos-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jan 2024 23:32:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Instituto de Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[intolerância religiosa]]></category>
		<category><![CDATA[ISP]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado do Rio de Janeiro registrou aproximadamente 3 mil crimes que podem estar associados à intolerância religiosa em 2023, de acordo com um estudo inédito realizado pelo Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP). Dentre esses, 2.021 foram vítimas de injúria por preconceito, enquanto 890 foram alvos de preconceito relacionado a raça, cor, religião, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado do Rio de Janeiro registrou aproximadamente 3 mil crimes que podem estar associados à intolerância religiosa em 2023, de acordo com um estudo inédito realizado pelo Instituto de Segurança Pública do Rio (ISP). Dentre esses, 2.021 foram vítimas de injúria por preconceito, enquanto 890 foram alvos de preconceito relacionado a raça, cor, religião, etnia e procedência nacional.</p>
<p>Surpreendentemente, apenas 34 vítimas de ultraje a culto religioso procuraram as delegacias para registrar esses crimes no último ano. Babalaô Ivanir dos Santos, interlocutor da Comissão de Combate à Intolerância Religiosa do Rio de Janeiro, aponta o descrédito na efetividade dos registros como um fator para a baixa procura. Ele destaca a necessidade de políticas públicas e maior envolvimento do Ministério Público e da Defensoria Pública no combate à intolerância religiosa.</p>
<figure id="attachment_73144" aria-describedby="caption-attachment-73144" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/22-O-babalao-Ivanir-dos-Santos-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-73144" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/22-O-babalao-Ivanir-dos-Santos-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C308&#038;ssl=1" alt="O Babalaô Ivanir Dos Santos - Expresso Carioca" width="463" height="308" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/22-O-babalao-Ivanir-dos-Santos-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/01/22-O-babalao-Ivanir-dos-Santos-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-73144" class="wp-caption-text">O babalaô Ivanir dos Santos &#8211; Tomaz Silva/Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O estudo também revela que mulheres e pessoas negras são as principais vítimas desses crimes. A maioria dos incidentes ocorreu na zona oeste da capital, especialmente na região da 35ª Delegacia de Polícia, em Campo Grande. O Instituto de Segurança Pública enfatiza a importância de denunciar esses crimes e esclarecer que a intolerância religiosa é passível de punição.</p>
<p><em>“A injúria por preconceito é o ato de discriminar um indivíduo em razão da raça, cor, etnia, religião ou origem. Já o preconceito de raça, cor, religião, etnia e procedência nacional tem por objetivo a inferiorização de todo um grupo etnicorracial e atinge a dignidade humana”</em>, explicou o ISP em nota.</p>
<p>A inclusão de regras específicas sobre o uso de inteligência artificial (IA) na propaganda eleitoral é um dos aspectos mais controversos do ciclo eleitoral deste ano. O TSE procura evitar a disseminação de conteúdos falsos gerados por IA durante as campanhas. A responsabilidade pela retirada desses conteúdos será das plataformas, conforme previsto nas resoluções eleitorais. O presidente do TSE, Alexandre de Moraes, tem defendido a regulamentação dessa questão.</p>
<p>O estudo ressalta ainda a importância da conscientização sobre a diversidade de crenças religiosas e destaca a existência da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi), especializada na investigação desses crimes. É possível registrar casos não apenas na Decradi, mas também em qualquer delegacia de Polícia Civil ou pela Delegacia Online da Secretaria de Estado de Polícia Civil.</p>
<p>Diante desses números alarmantes, a sociedade e as autoridades são convocadas a enfrentar e combater a intolerância religiosa, assegurando o respeito à diversidade de crenças e promovendo políticas públicas eficazes contra esse tipo de crime.</p>
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		<title>Penas para crimes contra criança e adolescente ficam mais rigorosas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/penas-para-crimes-contra-crianca-e-adolescente-ficam-mais-rigorosas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Jan 2024 15:35:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Ampliação]]></category>
		<category><![CDATA[Criança e Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Punição]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
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					<description><![CDATA[A legislação brasileira que trata da proteção à criança e ao adolescente contra a violência foi reforçada nesta segunda feira (15), com a publicação no Diário Oficial da União da Lei 14.811/2024. A medida modifica o Código Penal, a Lei dos Crimes Hediondos e o Estatuto da Criança e do Adolescente e torna mais rigorosas as penalidades para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A legislação brasileira que trata da proteção à criança e ao adolescente contra a violência foi reforçada nesta segunda feira (15), com a publicação no <em>Diário Oficial da União</em> da <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/lei-n-14.811-de-12-de-janeiro-de-2024-537300944" target="_blank" rel="noopener">Lei 14.811/2024</a>. A medida modifica o Código Penal, a Lei dos Crimes Hediondos e o Estatuto da Criança e do Adolescente e torna mais rigorosas as penalidades para crimes contra essa população.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Uma das mudanças amplia em dois terços a punição por crime de homicídio contra menor de 14 anos em instituições de ensino. O texto estabelece também a exigência de certidões de antecedentes criminais de todos os colaboradores que trabalhem em locais onde são desenvolvidas atividades com crianças e adolescentes.</p>
<p>Outra alteração estabelece em cinco anos de prisão a penalidade para responsáveis por comunidade ou rede virtual, onde seja induzido o suicídio ou a automutilação de menor de 18 anos ou de pessoa com capacidade reduzida de resistência. Esse tipo de prática, assim como sequestro, cárcere privado e tráfico de crianças e adolescentes, foi tipificada como crime hediondo.</p>
<p>A lei descreve ainda os crimes de <em>bullying</em> e <em>cyberbullying</em>, definindo pena de dois a quatro anos de prisão para casos praticados em ambiente digital que não representem crime grave. Responsáveis pela transmissão ou exibição de conteúdos pornográficos com crianças e adolescentes também passam a ser penalizados, da mesma forma que os produtores desse tipo de conteúdo, com reclusão de quatro a oito anos, além da aplicação de multa.</p>
<p>O texto estabelece ainda pena de dois a quatro anos de prisão para o crime de não comunicação de desaparecimento de criança ou adolescente, de forma intencional. As mudanças têm efeito imediato e passam a valer com a publicação de lei.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Força-tarefa divulga e-mail para denúncias contra crimes no Discord</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/forca-tarefa-divulga-e-mail-para-denuncias-contra-crimes-no-discord/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jun 2023 00:08:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[Denúncias]]></category>
		<category><![CDATA[e-mail]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Força-tarefa]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[plataforma Discord]]></category>
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					<description><![CDATA[A Procuradoria-Geral de Justiça disponibilizou um endereço de email para as vítimas acionarem o Ministério Público do estado de São Paulo (MPSP) para registrar denúncias contra atos ilícitos de intolerância e misoginia cometidos por meio virtual e eletrônico na plataforma Discord. Por meio do endereço nai.intolerancia@mpsp.mp.br serão acolhidas e ouvidas as queixas para que os responsáveis sejam incriminados. A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Procuradoria-Geral de Justiça disponibilizou um endereço de email para as vítimas acionarem o Ministério Público do estado de São Paulo (MPSP) para registrar denúncias contra atos ilícitos de intolerância e misoginia cometidos por meio virtual e eletrônico na plataforma Discord. Por meio do endereço nai.intolerancia@mpsp.mp.br serão acolhidas e ouvidas as queixas para que os responsáveis sejam incriminados. A ação faz parte da força-tarefa criada em maio pela Procuradoria-Geral de Justiça para o combate desses crimes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;É importante ressaltar que são atos criminosos e não apenas desafios praticados por crianças e adolescentes. A maioria dos delitos é praticada por adultos que se aproveitam da vulnerabilidade da plataforma em relação a crianças e adolescentes para viabilizar e disseminar atrocidades”, disse a integrante do Grupo Especial de Combate aos Crimes Raciais e de Intolerância (Gecradi), Maria Fernanda Balsalobre Pinto.</p>
<p>Segundo o promotor de Justiça e membro do Grupo de Atuação Especial de Segurança Pública (Gaesp), Danilo Pugliesi, embora crimes individuais e episódios isolados ocorram na internet e devam ser combatidos, no caso específico da plataforma Discord há um discurso estruturado de ódio e práticas contínuas de desumanização.</p>
<p>Aplicativo popular entre os jovens, o Discord vem sendo alvo de investigações por ter canais com conteúdos que fazem apologia ao nazismo, racismo, pedofilia e exploração sexual. O Discord oferece <em>chat</em> de voz, texto e vídeo e é bastante utilizado por <em>gamers</em> para se comunicar com amigos e outros usuários ao jogar <em>online</em>. O aplicativo, entretanto, vem sendo usado por criminosos para circular conteúdos violentos. Semelhante ao WhatsApp, o aplicativo dá ao usuário a possibilidade de entrar em diferentes salas de conversa com amigos ou pessoas desconhecidas.</p>
<p>Na resolução que instituiu a força-tarefa, o procurador-geral de Justiça, Mario Sarrubbo, considera que crianças e adolescentes, sempre do gênero feminino, são submetidos a práticas sexuais abusivas, por meio de provedores de aplicação, redes sociais de diferentes comunidades e jogos eletrônicos <em>online</em>, onde são exibidos conteúdos ilícitos para usuários por meio de bate-papo.</p>
<p>A investigação do MPSP tem desdobramentos na esfera criminal e no âmbito da tutela coletiva.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Trump é acusado de crimes ligados ao ataque ao Capitólio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/trump-e-acusado-de-crimes-ligados-ao-ataque-ao-capitolio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 20 Dec 2022 12:24:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acusação]]></category>
		<category><![CDATA[Capitólio]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Invasão]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente dos Estados Unidos (EUA) Donald Trump é acusado de quatro crimes relacionados com o ataque ao Capitólio, por suspeita de ter incitado a invasão no dia 6 de janeiro de 2021. A comissão parlamentar fez apenas uma avaliação política, que não é vinculativa. As conclusões do Congresso foram enviadas para o Departamento de Justiça, ao qual [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ex-presidente dos Estados Unidos (EUA) Donald Trump é acusado de quatro crimes relacionados com o ataque ao Capitólio, por suspeita de ter incitado a invasão no dia 6 de janeiro de 2021.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A comissão parlamentar fez apenas uma avaliação política, que não é vinculativa.</p>
<p>As conclusões do Congresso foram enviadas para o Departamento de Justiça, ao qual cabe investigar os crimes. Mas a acusação parece não afetar o ex-presidente norte-americano.</p>
<p>Donald Trump disse que ser acusado de quatro crimes pela comissão que investiga o ataque ao Capitólio o fortalece e acusou o painel de querer impedi-lo de se recandidatar à Presidência.</p>
<p>“Essa gente não percebe que, quando vêm atrás de mim, as pessoas que amam a liberdade defendem-me”, escreveu na madrugada de hoje o ex-presidente em comunicado, divulgado em sua rede social Truth Social. “Isso me fortalece. O que não me mata torna-me mais forte”.</p>
<p>Trump afirma, na rede social, que tentou enviar 20 mil militares para evitar a violência em 6 de janeiro e que foi à televisão dizer a todos para irem embora.</p>
<p>Citou uma “agência de investigação dos democratas” que quer impedi-lo de voltar a se candidatar. “Porque sabem que vou ganhar”, argumentou. Para ele, as acusações são “uma tentativa partidária” de colocar ele e o partido republicano de lado.</p>
<p><strong><a href="https://www.rtp.pt/" target="_blank" rel="noopener">RTP</a></strong></p>
</div>
</div>
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		<title>Polícia do Rio deflagra operação contra banco digital</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/policia-do-rio-deflagra-operacao-contra-banco-digital/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Nov 2022 18:01:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
		<category><![CDATA[Estelionato]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Pirâmide Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Polícia Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpriu, na manhã de hoje (3), 12 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a uma empresa que se passava por instituição de investimento, no centro do Rio de Janeiro e em Niterói, na primeira fase da Operação Quimera. A investigação da Delegacia de Defraudações aponta para a prática de estelionato [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<div>
<p>A Polícia Civil do Rio de Janeiro cumpriu, na manhã de <span id="OBJ_PREFIX_DWT236_com_zimbra_date" role="link">hoje</span> (3), 12 mandados de busca e apreensão em endereços ligados a uma empresa que se passava por instituição de investimento, no centro do Rio<span id="OBJ_PREFIX_DWT237_com_zimbra_date" role="link"> de Janeiro</span> e em Niterói, na primeira fase da Operação Quimera.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A investigação da Delegacia de Defraudações aponta para a prática de estelionato e pirâmide financeira por parte da instituição que pode <span id="OBJ_PREFIX_DWT238_com_zimbra_date" role="link">ter</span> lesado dezenas de clientes no estado.</p>
<p>Segundo a Polícia Civil, a quadrilha captava os recursos e prometia lucros mensais para os clientes. Porém, as vítimas perderam todo o dinheiro repassado para o grupo.</p>
<p>“Os golpistas se apresentavam como empresa de investimento, mas não tinham autorização do Banco Central para operar. Além disso, eles fizeram propaganda em shows de cantores consagrados transmitidos pela internet como forma de ganhar a confiança dos investidores”, informou a Polícia Civil.</p>
<p>Os delitos apurados são de estelionato, organização criminosa e crime contra a economia popular. A polícia não divulgou o nome da empresa.</p>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>São Paulo vai dobrar número de policiais para combater crimes nas ruas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sao-paulo-vai-dobrar-numero-de-policiais-para-combater-crimes-nas-ruas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 May 2022 15:27:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[crimes]]></category>
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<p>O governo de São Paulo anunciou hoje (4) que vai dobrar o número de policiais nas ruas da capital paulista para combater furtos e assaltos. Segundo o governador Rodrigo Garcia, há uma percepção de que estão aumentando os crimes, especialmente os roubos de celulares usados para retirar dinheiro das contas bancárias das vítimas pelos aplicativos dos bancos. “Infelizmente, os crimes contra o patrimônio: PIX, furto de veículos, roubos de celulares, também estão crescendo”, disse.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Criminosos que se disfarçam como entregadores de refeições por aplicativo serão um dos focos da Operação Sufoco. “Eu vou deixar aqui, em nome da população de São Paulo, um aviso muito claro a esses bandidos que, de maneira covarde, estão escondidos atrás de um capacete, estão com uma mochila de falso entregador de <em>delivery</em> nas costas, que, de maneira covarde, assaltam pessoas e assediam mulheres, para que eles mudem de profissão ou mudem de estado, porque a polícia vai atrás de cada um deles”, enfatizou o governador.</p>
<p>Ele explicou que as empresas vão compartilhar as informações dos cadastros de entregadores com a polícia. “Quero agradecer essas empresas que estão sendo colaborativas e estão abrindo e trocando informações dos bancos de dados com as nossas polícias. Isso vai ser fundamental em um momento de uma blitz”, disse.</p>
<h2>Como será</h2>
<p>O aumento do número de policiais nas ruas será feito a partir das diárias por jornada extraordinária em que os agentes podem fazer horas-extras de trabalho nos horários que estariam de folga.</p>
<p>Segundo o governo, assim será possível aumentar de 5 mil para 9,7 mil por dia o número de policiais nas ruas da capital paulista. Serão gastos R$ 41,8 milhões por mês com o pagamento das jornadas extraordinárias e com o aumento do uso de viaturas e helicópteros.</p>
<p>A prefeitura de São Paulo também vai aumentar o efetivo da Guarda Civil Metropolitana (GCM) nas ruas. O número de guardas nas ruas deve passar de uma média de 1,8 mil para 2,5 mil.</p>
<p>As polícias e a GCM vão atuar nos principais eixos de trânsito da cidade e nos locais com maior registro de assaltos e furtos.</p>
<h2>Sensação de segurança</h2>
<p>O governador disse, ainda, que um dos objetivos da operação é “melhorar a sensação de segurança da população”. Segundo ele, mais do que estatísticas, a ação responde a uma percepção de insegurança frente aos roubos e furtos na cidade &#8211; “o que a população está vendo nas ruas e sentindo no seu dia a dia na cidade”.</p>
<p>Ele defendeu, também, o uso da força letal contra criminosos que se disponham a fazer enfrentamento contra a polícia. “Aqui em São Paulo, o bandido que levantar a arma para a polícia vai levar bala. Porque é isso que a sociedade está esperando, uma polícia ativa que, dentro dos limites da lei, vai agir com muito rigor contra a criminalidade”, assegurou.</p>
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