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	<title>Crime Organizado &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Crime Organizado &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo lança programa para reforçar combate ao crime organizado na Amazônia e nas fronteiras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-lanca-programa-para-reforcar-combate-ao-crime-organizado-na-amazonia-e-nas-fronteiras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 12:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal anunciou a criação do programa Território Seguro, Amazônia Soberana, iniciativa voltada ao enfrentamento do crime organizado na Amazônia Legal e em regiões de fronteira do país. A medida foi oficializada por meio de portaria publicada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e prevê ações integradas contra tráfico de drogas, lavagem de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal anunciou a criação do programa Território Seguro, Amazônia Soberana, iniciativa voltada ao enfrentamento do crime organizado na Amazônia Legal e em regiões de fronteira do país. A medida foi oficializada por meio de portaria publicada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública e prevê ações integradas contra tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, garimpo ilegal e outros crimes associados à atuação de facções criminosas.</p>
<p>O programa terá foco especial em áreas indígenas, comunidades tradicionais e municípios considerados estratégicos para rotas criminosas. Segundo o governo, a proposta busca ampliar a presença do Estado em regiões vulneráveis, fortalecendo operações de inteligência, monitoramento territorial e repressão qualificada.</p>
<p>A iniciativa integra o plano nacional Brasil Contra o Crime Organizado e contará com investimento inicial de R$ 209 milhões. Nesta primeira etapa, as ações serão concentradas em 42 municípios distribuídos entre Acre, Amazonas, Pará, Maranhão, Mato Grosso do Sul e Paraná.</p>
<p>Entre os objetivos anunciados pelo Ministério da Justiça estão a desarticulação de organizações criminosas, redução da violência, combate ao recrutamento de jovens por facções e fortalecimento da cooperação entre forças de segurança federais e estaduais. O programa também prevê medidas de inclusão social, incentivo a atividades econômicas sustentáveis e reinserção produtiva de populações vulneráveis.</p>
<p>As operações serão coordenadas pelo Centro de Cooperação Policial Internacional da Polícia Federal, com apoio de um comitê gestor formado por representantes do governo federal e órgãos de segurança pública. A estratégia inclui ainda o uso de tecnologias de monitoramento e análise de dados para rastrear movimentações financeiras e logísticas de grupos criminosos.</p>
<p>Durante o lançamento do programa em Manaus, o ministro da Justiça, Wellington Lima, afirmou que o enfrentamento ao crime organizado exige atuação conjunta entre os estados e o governo federal. “Enquanto os estados agiam separados, as facções atuavam em rede”, declarou.</p>
<p>A secretária nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos, Marta Machado, destacou que a nova política busca integrar segurança pública, proteção ambiental e desenvolvimento sustentável. “Hoje, sabemos que repressão qualificada, proteção ambiental, desenvolvimento sustentável e garantia de direitos precisam caminhar juntos”, afirmou.</p>
<p>O governo também anunciou a criação de força-tarefa com apoio da Interpol para ampliar o combate a organizações criminosas transnacionais que atuam nas áreas de fronteira da Amazônia.</p>
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		<title>Movimento Mães de Maio articula proposta de lei nacional contra violência policial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/movimento-maes-de-maio-articula-proposta-de-lei-nacional-contra-violencia-policial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:52:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[20 anos Crimes de Maio]]></category>
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					<description><![CDATA[O movimento Mães de Maio apresentou uma proposta legislativa voltada ao enfrentamento da violência policial e à proteção de familiares de vítimas de ações do Estado. A iniciativa busca criar mecanismos permanentes de assistência social, reparação e acolhimento para mães e parentes atingidos pela violência institucional em diferentes regiões do país. Criado após os chamados [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O movimento Mães de Maio apresentou uma proposta legislativa voltada ao enfrentamento da violência policial e à proteção de familiares de vítimas de ações do Estado. A iniciativa busca criar mecanismos permanentes de assistência social, reparação e acolhimento para mães e parentes atingidos pela violência institucional em diferentes regiões do país.</p>
<p>Criado após os chamados Crimes de Maio de 2006, em São Paulo, o movimento se tornou uma das principais referências nacionais na denúncia da letalidade policial e da impunidade em casos envolvendo agentes de segurança pública. Naquele período, uma onda de confrontos e execuções deixou ao menos 564 mortos e 110 feridos em várias cidades paulistas, segundo levantamentos citados por entidades de direitos humanos. A maior parte das vítimas era formada por jovens negros e moradores das periferias.</p>
<p>A proposta defendida pelo grupo ficou conhecida como “Lei Mães de Maio”. O texto prevê a criação de um programa nacional de enfrentamento aos impactos causados pela violência institucional, incluindo apoio psicológico, assistência social e medidas de proteção para familiares de vítimas e sobreviventes de ações violentas praticadas por agentes do Estado.</p>
<figure id="attachment_90584" aria-describedby="caption-attachment-90584" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-90584" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-Debora-Maria-da-Silva-e-uma-das-fundadoras-do-movimento-Maes-de-Maio-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Débora Maria da Silva é uma das fundadoras do movimento Mães de Maio, rede formada por mães, familiares e amigos de vítimas da violência do Estado - Paulo Pinto/Agência Brasil" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-Debora-Maria-da-Silva-e-uma-das-fundadoras-do-movimento-Maes-de-Maio-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-Debora-Maria-da-Silva-e-uma-das-fundadoras-do-movimento-Maes-de-Maio-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-Debora-Maria-da-Silva-e-uma-das-fundadoras-do-movimento-Maes-de-Maio-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/12-Debora-Maria-da-Silva-e-uma-das-fundadoras-do-movimento-Maes-de-Maio-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-90584" class="wp-caption-text">Débora Maria da Silva é uma das fundadoras do movimento Mães de Maio, rede formada por mães, familiares e amigos de vítimas da violência do Estado &#8211; Paulo Pinto/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>As integrantes do movimento afirmam que muitas famílias enfrentam não apenas a perda dos filhos e parentes, mas também dificuldades financeiras, adoecimento emocional e falta de apoio estatal após os episódios de violência. Segundo o grupo, o objetivo da proposta é impedir a revitimização dessas famílias e garantir políticas públicas permanentes de reparação e memória.</p>
<p>A fundadora do movimento, Débora Silva Maria, transformou a morte do filho, Edson Rogério Silva dos Santos, assassinado em maio de 2006 na Baixada Santista, em uma mobilização nacional por justiça e direitos humanos. Desde então, o coletivo passou a reunir mães e familiares de vítimas de violência policial em diferentes estados brasileiros.</p>
<p>Além da proposta legislativa, o movimento tem atuado em diversas frentes nacionais e internacionais. Recentemente, organizações ligadas ao grupo encaminharam denúncias à Organização das Nações Unidas cobrando providências do Estado brasileiro em relação aos Crimes de Maio e à continuidade da violência policial no país. As entidades pedem reconhecimento oficial das violações de direitos humanos, responsabilização dos envolvidos e medidas para reduzir a letalidade policial.</p>
<p>Entre as reivindicações apresentadas estão o fortalecimento do controle externo das polícias, criação de políticas de redução da violência policial, reparação às famílias das vítimas e reconhecimento dos Crimes de Maio como graves violações de direitos humanos. O movimento também defende que os casos sejam considerados imprescritíveis, permitindo a continuidade das investigações e eventuais responsabilizações judiciais.</p>
<p>Especialistas em direitos humanos avaliam que o debate sobre violência institucional ganhou maior visibilidade nos últimos anos diante do aumento das operações policiais letais em estados como São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia. Pesquisadores apontam que o Brasil segue registrando elevados índices de mortes decorrentes de intervenção policial, principalmente em áreas periféricas e comunidades vulneráveis.</p>
<p>Para o movimento Mães de Maio, a proposta de lei representa uma tentativa de transformar o luto das famílias em instrumento de mobilização social e construção de políticas públicas voltadas à prevenção da violência de Estado e à garantia de direitos para as vítimas e seus familiares.</p>
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		<title>Especialista aponta permanência de práticas da ditadura na segurança pública brasileira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/especialista-aponta-permanencia-de-praticas-da-ditadura-na-seguranca-publica-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 13:30:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[O sistema de segurança pública brasileiro ainda carrega estruturas, métodos e práticas originados durante o período da ditadura militar, segundo análises de especialistas da área. A avaliação reforça o debate sobre a permanência de modelos de atuação policial marcados pela militarização, pela violência institucional e pela dificuldade de controle externo das corporações. Pesquisadores e estudiosos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O sistema de segurança pública brasileiro ainda carrega estruturas, métodos e práticas originados durante o período da ditadura militar, segundo análises de especialistas da área. A avaliação reforça o debate sobre a permanência de modelos de atuação policial marcados pela militarização, pela violência institucional e pela dificuldade de controle externo das corporações.</p>
<p>Pesquisadores e estudiosos da segurança pública afirmam que, mesmo após a redemocratização do país, parte significativa da estrutura policial brasileira permaneceu praticamente inalterada. Entre os pontos mais criticados estão a lógica de enfrentamento baseada na ideia de “guerra ao inimigo”, a autonomia excessiva de determinados setores das forças policiais e a ausência de mecanismos mais rígidos de fiscalização e responsabilização.</p>
<p>De acordo com especialistas, a Constituição Federal de 1988 preservou elementos do modelo implantado durante o regime militar, especialmente na organização das polícias militares estaduais. A manutenção dessa estrutura teria contribuído para consolidar práticas operacionais centradas no confronto armado e no uso frequente da força letal em territórios periféricos e comunidades vulneráveis.</p>
<p>Outro aspecto destacado é a dificuldade dos governos estaduais em exercer controle efetivo sobre as corporações policiais. Pesquisadores apontam que as instituições possuem elevado grau de autonomia interna, o que limita mudanças profundas na política de segurança pública e dificulta a implementação de estratégias voltadas à prevenção da violência e à proteção de direitos civis.</p>
<p>O debate também envolve críticas ao sistema fragmentado de segurança pública do Brasil. Especialistas argumentam que a falta de integração entre órgãos de investigação, policiamento ostensivo, inteligência e sistema penitenciário compromete a eficiência das ações e favorece disputas institucionais. Para estudiosos do setor, o país ainda não conseguiu consolidar um modelo nacional articulado e alinhado aos princípios democráticos.</p>
<p>As discussões ganharam força nos últimos anos diante do aumento das operações policiais letais e das denúncias de abusos cometidos por agentes de segurança. Organizações de direitos humanos e pesquisadores afirmam que a cultura institucional herdada da ditadura contribui para a naturalização da violência policial e da impunidade em casos de mortes durante operações.</p>
<p>Especialistas também defendem a ampliação de mecanismos de transparência, controle externo e formação humanizada dos agentes de segurança como caminhos para modernizar o sistema brasileiro. Entre as propostas debatidas estão a revisão do modelo militarizado das polícias, maior integração entre forças de segurança e investimentos em inteligência e prevenção social da violência.</p>
<p>Para estudiosos da área, o desafio do Brasil não se resume ao combate à criminalidade, mas envolve também a construção de um sistema de segurança compatível com os princípios do Estado democrático de direito, capaz de garantir proteção à população sem reproduzir práticas autoritárias do passado.</p>
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		<title>Lula reforça parceria estratégica com os EUA, mas destaca defesa da soberania brasileira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-reforca-parceria-estrategica-com-os-eua-mas-destaca-defesa-da-soberania-brasileira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 May 2026 16:26:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (9) que o Brasil pretende ampliar sua cooperação com os Estados Unidos em setores estratégicos, mantendo, porém, a defesa da soberania nacional como prioridade nas negociações entre os dois países. A declaração foi divulgada após o encontro realizado nesta semana entre Lula e o presidente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou neste sábado (9) que o Brasil pretende ampliar sua cooperação com os Estados Unidos em setores estratégicos, mantendo, porém, a defesa da soberania nacional como prioridade nas negociações entre os dois países.</p>
<p>A declaração foi divulgada após o encontro realizado nesta semana entre Lula e o presidente norte-americano Donald Trump, em Washington. Segundo o governo brasileiro, a reunião abordou temas ligados ao comércio bilateral, tarifas de exportação, combate ao crime organizado e exploração de minerais considerados estratégicos para a economia global.</p>
<p>Em publicação nas redes sociais, Lula afirmou que o diálogo entre os dois países seguirá avançando nos próximos meses. O presidente ressaltou que o Brasil pretende fortalecer acordos internacionais sem abrir mão de sua independência política e econômica.</p>
<p>O encontro entre os chefes de Estado ocorreu na Casa Branca e teve duração superior a três horas. Além das conversas diplomáticas, as delegações discutiram medidas para reduzir tensões comerciais existentes entre os dois países. Um dos pontos centrais foi a criação de um grupo de trabalho com prazo de 30 dias para apresentar propostas relacionadas a tarifas e investigações comerciais conduzidas pelos Estados Unidos contra produtos brasileiros.</p>
<p>Outro tema debatido foi a cooperação internacional no combate ao crime organizado transnacional. Lula destacou a atuação da Polícia Federal brasileira e afirmou que o país possui experiência no enfrentamento ao tráfico de drogas e armas. O presidente também mencionou a possibilidade de participação norte-americana em uma nova base de integração policial instalada em Manaus para reforçar ações de segurança nas fronteiras sul-americanas.</p>
<p>As conversas também incluíram o interesse dos Estados Unidos em minerais críticos e estratégicos existentes no território brasileiro. Esses recursos são considerados fundamentais para setores tecnológicos e industriais, especialmente nas áreas de energia, defesa e produção de semicondutores.</p>
<p>Segundo integrantes do governo brasileiro, a estratégia é ampliar investimentos internacionais preservando a autonomia nacional sobre recursos naturais e decisões econômicas. O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, afirmou que o país busca atrair capital estrangeiro sem restringir negociações a um único parceiro internacional.</p>
<p>A aproximação diplomática entre Brasil e Estados Unidos acontece em meio a tentativas de reequilibrar as relações comerciais e políticas entre os dois países após anos de divergências em temas internacionais e econômicos. Apesar das diferenças ideológicas entre Lula e Trump, o governo brasileiro avalia que o diálogo pode gerar avanços em áreas consideradas estratégicas para ambos os lados.</p>
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		<title>Lula anuncia decreto de GLO em portos e aeroportos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-anuncia-decreto-de-glo-em-portos-e-aeroportos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 22:21:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou decreto convocando as Forças Armadas para operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) nos aeroportos de Guarulhos (SP), do Galeão (RJ) e nos portos de Portos de Santos (SP), Itaguaí (RJ) e da cidade do Rio de Janeiro. O ato estabelece a criação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, assinou decreto convocando as Forças Armadas para operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) nos aeroportos de Guarulhos (SP), do Galeão (RJ) e nos portos de Portos de Santos (SP), Itaguaí (RJ) e da cidade do Rio de Janeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O ato estabelece a criação de uma operação integrada de combate ao crime organizado. “Por isso estou fazendo esse decreto de GLO”, explicou Lula em discurso no Palácio do Planalto. Conforme o presidente, a GLO vai valer até maio do próximo ano nesses lugares. “Se for necessário reforçar em mais portos e aeroportos, nós vamos reforçar”, garantiu.</p>
<p>O presidente reconheceu que a violência tem se agravado a cada dia e que o governo federal vai participar “ativamente” e ajudar os governos estaduais no combate ao crime organizado e ao tráfico de drogas e de armas.</p>
<h2>Rio de Janeiro</h2>
<p>No caso do Rio de Janeiro, o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em conjunto com o governo estadual vai implantar Comitê Integrado de Investigação Financeira de Recuperação de Ativos (Cifra), “visando enfraquecer o poder financeiro das quadrilhas”.</p>
<p>Lula prometeu que “a Polícia Federal [PF] ampliará as ações de inteligência, as operações de prisões e apreensões de bens pertencentes às quadrilhas, às milícias, especialmente no Rio de Janeiro.” A PF e a Força Nacional de Segurança Pública manterão efetivos extras que já estão atuando no policiamento no Rio e nas rodovias federais no estado.</p>
<p>Além do Rio de Janeiro, de porto e aeroporto no estado de São Paulo, o governo prevê atuação também nas faixas de fronteira de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Paraná. “Neste caso não é necessário GLO. Na faixa de fronteira, o Exército e a Aeronáutica atuarão em articulação com a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal”, disse Lula.</p>
<p>Haverá ainda reforços de efetivos e equipamentos da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal e da Força Nacional nos cinco estados.</p>
<p>A Marinha também será mobilizada e deverá ampliar atuação, em articulação com a Polícia Federal, na Baía da Guanabara (RJ), Baía de Sepetiba (RJ), nos acessos marítimos ao Porto de Santos e no Lago de Itaipu.</p>
<p>O MJSP e o Ministério da Defesa coordenarão comitê de acompanhamento das ações e deverão apresentar plano de modernização tecnológica para atuação da PF, PRF, Polícia Penal Federal, Exército, Marinha e Aeronáutica, visando melhorar a atuação em portos e aeroportos e fronteiras.</p>
</div>
</div>
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		<title>Dino defende mudança na lei para enquadrar facções como terroristas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/dino-defende-mudanca-na-lei-para-enquadrar-faccoes-como-terroristas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Oct 2023 22:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Flávio Dino]]></category>
		<category><![CDATA[Lavagem de Dinheiro]]></category>
		<category><![CDATA[Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Terrorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, defendeu, nesta quinta-feira (26), mudanças na lei sobre terrorismo (Lei 13.260/2016), para “alargar” a definição e enquadrar as facções criminosas como terroristas, para que sejam alvos de mecanismos mais rigorosos de enfraquecimento financeiro. “Quando falamos de terrorismo, lembramos sempre de organizações globais articuladas com a disputa [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, defendeu, nesta quinta-feira (26), mudanças na lei sobre terrorismo (<a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2015-2018/2016/lei/l13260.htm" target="_blank" rel="noopener">Lei 13.260/2016</a>), para “alargar” a definição e enquadrar as facções criminosas como terroristas, para que sejam alvos de mecanismos mais rigorosos de enfraquecimento financeiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Quando falamos de terrorismo, lembramos sempre de organizações globais articuladas com a disputa geopolítica por água, energia, território, e que atuariam, inclusive, no Brasil. Mas temos que voltar nosso olhar também para um aspecto que, lato sensu, eu classifico como terrorismo. Um domínio do território, como milícias e facções que se estabeleceram no Rio de Janeiro, é ou não é, materialmente falando, ato de terrorismo?”, questionou Dino.</p>
<p>Segundo ele, fechar os caminhos de financiamento deve ser o centro da estratégia brasileira de superação da criminalidade organizada.</p>
<p>“Esse é o caminho verdadeiro e não ficções como esta do alargamento infinito, fiscalmente inviável, dos contingentes policiais ou mesmo essas demagogias rasteiras de sair dando tiro no meio da rua, achando que há, nessas armas, balas de prata que vão, por encanto, definir a extirpação do crime organizado, do terrorismo lato sensu do Brasil e assegurar paz que os cidadãos e cidadãs brasileiros merecem”, defendeu.</p>
<p>O ministro participou do congresso sobre prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo da Federação Brasileira dos Bancos (Febraban).</p>
<p>Segundo Dino, a legislação trata o terrorismo como o ato de provocar terror social e generalizado, aludindo à sabotagem de meio de transporte, “que foi o que esta facção de milicianos fez [no Rio de Janeiro], tocou fogo em ônibus, trens e impediu a circulação de pessoas e mercadorias”.</p>
<p>Contudo, segundo o ministro, a atual lei exige que esses atos derivem de preconceito ou discriminação por raça, cor, etnia e religião. “E há aí um fechamento do âmbito de incidência da norma”, explicou.</p>
<p>A lei sobre terrorismo prevê pena de 15 anos a 30 anos de prisão para “quem receber, obtiver, guardar, mantiver em depósito, solicitar, investir ou de qualquer modo contribuir para a obtenção de ativo, bem ou recurso financeiro, com a finalidade de financiar, total ou parcialmente, pessoa, grupo de pessoas, associação, entidade, organização criminosa que tenha como atividade principal ou secundária, mesmo em caráter eventual, a prática dos crimes de terrorismo”.</p>
<h2>Bloqueios</h2>
<p>Segundo Dino, neste ano, a Polícia Federal (PF) já bloqueou quase R$ 3 bilhões em ativos de organizações criminosas, identificados em operações. No ano passado, os bloqueios chegaram a R$ 350 milhões de bens vinculados a práticas criminosas.</p>
<p>Em uma só operação, segundo o ministro, foram bloqueados aproximadamente 200 apartamentos de altíssimo padrão nas áreas mais nobre do Brasil e que eram pertencentes a uma facção criminosa.</p>
<p>Dino explicou que está sendo constituída uma rede nacional de recuperação de ativos, a Rede Recupera, no âmbito do conselho de governança da Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (Enccla), composto por 90 organismos.</p>
<p>Ele defendeu, ainda, uma maior integração das equipes de inteligência da PF, do Ministério da Justiça e das polícias civis nos estados. Dino citou que, em operação integrada recente, as forças policiais desarticularam uma quadrilha que atuava em 20 estados e que movimentou R$ 500 milhões em um ano, com a prática de lavagem de dinheiro e transferências financeiras por meio de criptomoedas.</p>
<p>Para o ministro, nessa integração é preciso ter um olhar especial para esses aspectos da lavagem de dinheiro, “para que haja o enfraquecimento do enorme poder financeiro que essas organizações ostentam”.</p>
<h2>Enccla</h2>
<p>O ministro explicou que a cada ciclo, a Enccla prioriza temas de atuação. No atual ciclo que se encerra em novembro, com a plenária do conselho, o foco foi os crimes virtuais, com destaque a criptoativos, e também crimes ambientais, como mineração, desmatamento e grilagem de terras.</p>
<p>Além da Rede Recupera, Dino citou outras ações eficazes da Enccla, como o programa de capacitação; a rede relativa a laboratórios sobre tecnologias contra lavagem de dinheiro e a Rede Nacional de Polícias Judiciárias no Combate à Corrupção (Renaccor), que promove a integração e troca de experiências entre policiais civis e federais.</p>
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		<title>Garimpo em área yanomami é mantido por crime organizado, aponta investigação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/garimpo-em-area-yanomami-e-mantido-por-crime-organizado-aponta-investigacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2023 13:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Crime Organizado]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[garimpeiros]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos garimpeiros que foram mortos por agentes de segurança na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, no último domingo (30), era membro de uma organização criminosa com atuação em todo o país. As autoridades federais agora estão concentrando esforços de inteligência na região para investigar essa linha de suspeita. O presidente do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Rodrigo Agostinho, revelou essa informação em uma entrevista à imprensa em Boa Vista na noite de segunda-feira (1º).</p>
<p>&#8220;Nosso serviço de inteligência tem encontrado indícios muito fortes de que alguns pontos de garimpo são mantidos com o apoio de organizações criminosas. Isso está sendo investigado. Uma das pessoas que morreu na operação de domingo [30] tinha envolvimento muito forte com uma das organizações criminosas&#8221;, disse Agostinho.</p>
<p>Para monitorar a situação na Terra Indígena Yanomami em Roraima após o ataque que resultou na morte de um indígena e ferimento de dois no último sábado (29), o presidente do Ibama participou de uma comitiva do governo federal que esteve na região. Durante entrevista à imprensa na noite de segunda-feira (1), Rodrigo Agostinho revelou que um dos quatro garimpeiros mortos no confronto com agentes de segurança no domingo (30) era membro de uma facção criminosa com atuação nacional, e que essa linha de investigação está entre as ações de inteligência do governo federal na região.</p>
<p>Durante uma operação de combate ao garimpo ilegal na Terra Indígena Yanomami, em Roraima, quatro garimpeiros foram mortos em um confronto com agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Ibama. De acordo com o presidente do Ibama, um dos mortos era integrante de uma facção criminosa nacionalmente ativa, o PCC. No local do confronto, as autoridades apreenderam um grande arsenal de armas, incluindo fuzil, pistolas, espingardas, munição e outros equipamentos bélicos. A operação foi realizada um dia após um ataque que deixou um indígena morto e dois feridos na mesma região.</p>
<p><strong><span style="font-size: 1.953em;">Lavagem e capitalização</span></strong></p>
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<p>Segundo o presidente do Ibama, a atuação de facções criminosas é cada vez mais comum em atividades extrativistas ilegais, como o garimpo, a grilagem de terras e o comércio clandestino de madeira.</p>
<p>&#8220;A gente tem percebido que essas atividades passaram a exercer uma atração de facções criminosas. Elas servem, ao mesmo tempo, como forma de lavagem de dinheiro, por meio do garimpo ilegal, por exemplo, mas também como fonte de capitalização desses grupos, já que o tráfico internacional de drogas demanda grande investimento de operação&#8221;, explicou Rodrigo Agostinho.</p>
<h2>Balanço</h2>
<p>O Ibama informou que, desde o início da operação, há cerca de três meses, foram destruídos 327 acampamentos de garimpeiros, 18 aviões, dois helicópteros, centenas de motores e dezenas de balsas, barcos e tratores. Também foram apreendidas 36 toneladas de cassiterita, 26 mil litros de combustível, além de equipamentos usados por criminosos.</p>
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