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	<title>Crianças &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Crianças &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>ONU trata proteção de crianças no ambiente digital como prioridade global urgente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 29 May 2026 14:34:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso]]></category>
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		<category><![CDATA[Mundo Digital]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Proteção]]></category>
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					<description><![CDATA[A Organização das Nações Unidas passou a tratar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital como uma das prioridades mais urgentes da agenda internacional ligada aos direitos humanos, educação e segurança online. O alerta ocorre diante do aumento da exposição de menores a conteúdos violentos, exploração sexual, desinformação, discursos de ódio e mecanismos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização das Nações Unidas passou a tratar a proteção de crianças e adolescentes no ambiente digital como uma das prioridades mais urgentes da agenda internacional ligada aos direitos humanos, educação e segurança online. O alerta ocorre diante do aumento da exposição de menores a conteúdos violentos, exploração sexual, desinformação, discursos de ódio e mecanismos considerados prejudiciais ao desenvolvimento infantil nas plataformas digitais.</p>
<p>Segundo organismos ligados à ONU, crianças e adolescentes estão entrando cada vez mais cedo no ambiente digital e permanecendo conectados por períodos mais longos, muitas vezes sem mecanismos adequados de proteção. Dados citados pelo UNICEF mostram que 93% das crianças e adolescentes brasileiros utilizam a internet e que o primeiro contato com a rede acontece em idade cada vez menor.</p>
<p>A preocupação internacional também envolve o funcionamento das plataformas digitais. Especialistas apontam que redes sociais, aplicativos e jogos eletrônicos utilizam sistemas desenvolvidos para ampliar o tempo de permanência dos usuários online, o que pode estimular uso compulsivo, exposição inadequada e vulnerabilidade emocional entre crianças e adolescentes.</p>
<p>No Brasil, o debate ganhou força após a entrada em vigor do chamado ECA Digital, legislação voltada à proteção de menores no ambiente online. A lei estabelece novas responsabilidades para empresas de tecnologia, incluindo remoção rápida de conteúdos ilegais, mecanismos de controle parental, verificação de idade e restrições a práticas consideradas abusivas contra crianças e adolescentes.</p>
<p>O governo brasileiro também regulamentou a nova legislação neste ano, criando uma política nacional voltada à proteção digital da infância. O texto prevê atuação conjunta entre órgãos públicos, empresas, famílias e sociedade civil para prevenir violações de direitos no ambiente virtual.</p>
<p>A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, afirmou durante a regulamentação da lei que “os direitos de crianças e adolescentes precisam ser garantidos em todos os espaços. Criança é prioridade absoluta em qualquer território, inclusive no ambiente digital”.</p>
<p>Entre os principais pontos defendidos pela ONU e por entidades internacionais estão a criação de ambientes digitais mais seguros, limitação da coleta de dados de menores, combate à exploração sexual infantil, controle de conteúdos violentos e ampliação da transparência das plataformas digitais sobre seus sistemas de recomendação e publicidade.</p>
<p>A ONU também vem pressionando governos e empresas para acelerar medidas de proteção diante do crescimento de crimes digitais envolvendo menores. O Fundo das Nações Unidas para a Infância defende que legislações específicas para o ambiente online se tornem prioridade em diferentes países.</p>
<p>Em 2024, a própria ONU lançou os Princípios Globais para a Integridade da Informação, documento internacional que reúne recomendações voltadas à construção de espaços digitais considerados mais seguros e saudáveis, especialmente para crianças e adolescentes.</p>
<p>Especialistas em proteção digital alertam que o avanço tecnológico acelerou desafios relacionados à infância, principalmente em temas como cyberbullying, exposição precoce, manipulação algorítmica, jogos de aposta disfarçados em games e compartilhamento indevido de dados pessoais.</p>
<p>A avaliação de organismos internacionais é de que a proteção infantil no ambiente virtual deve seguir os mesmos princípios já aplicados no mundo físico, garantindo segurança, privacidade, educação e desenvolvimento saudável para crianças e adolescentes conectados à internet.</p>
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		<title>Comissão divulga protocolo nacional para atendimento de crianças vítimas de violência sexual</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/comissao-divulga-protocolo-nacional-para-atendimento-de-criancas-vitimas-de-violencia-sexual/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 11:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso Sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes divulgou um fluxo nacional de atendimento voltado a vítimas de abuso e exploração sexual. O material foi desenvolvido para orientar a atuação de órgãos públicos e profissionais envolvidos no acolhimento de crianças e adolescentes em situação de violência. O protocolo reúne diretrizes para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Intersetorial de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes divulgou um fluxo nacional de atendimento voltado a vítimas de abuso e exploração sexual. O material foi desenvolvido para orientar a atuação de órgãos públicos e profissionais envolvidos no acolhimento de crianças e adolescentes em situação de violência.</p>
<p>O protocolo reúne diretrizes para áreas como saúde, assistência social, educação, segurança pública, conselhos tutelares e sistema de Justiça. A proposta é criar procedimentos integrados para evitar falhas no atendimento e reduzir a revitimização das vítimas durante o processo de denúncia e acompanhamento.</p>
<p>O documento estabelece etapas para identificação de sinais de violência, acolhimento inicial, encaminhamento para atendimento especializado e acompanhamento psicológico e social. Também orienta sobre a coleta de depoimentos e a atuação coordenada entre diferentes instituições responsáveis pela proteção das vítimas.</p>
<p>Segundo os responsáveis pela elaboração do material, a intenção é garantir que crianças e adolescentes recebam atendimento humanizado, com prioridade para a proteção física e emocional das vítimas. A iniciativa também busca fortalecer a articulação entre municípios, estados e governo federal no enfrentamento à violência sexual infantojuvenil.</p>
<p>A publicação ocorre dentro das ações nacionais de combate à violência sexual contra crianças e adolescentes, tema que mobiliza campanhas de conscientização, capacitação de profissionais e ampliação de canais de denúncia em todo o país.</p>
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		<title>Anvisa libera uso do Mounjaro para jovens com diabetes tipo 2 e amplia opções de tratamento no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anvisa-libera-uso-do-mounjaro-para-jovens-com-diabetes-tipo-2-e-amplia-opcoes-de-tratamento-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 22:01:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[ANVISA]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[diabetes 2]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo de Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Monjauro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou a ampliação do uso do medicamento Mounjaro (tirzepatida) para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2 no Brasil. A decisão permite que o tratamento seja indicado para pacientes entre 10 e 17 anos, marcando uma mudança significativa no enfrentamento da doença nessa faixa etária. Até então, o medicamento [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Agência Nacional de Vigilância Sanitária autorizou a ampliação do uso do medicamento Mounjaro (tirzepatida) para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2 no Brasil. A decisão permite que o tratamento seja indicado para pacientes entre 10 e 17 anos, marcando uma mudança significativa no enfrentamento da doença nessa faixa etária.</p>
<p>Até então, o medicamento era restrito ao público adulto. Com a nova autorização, o país passa a incorporar uma alternativa terapêutica mais moderna para um grupo que, historicamente, contava com opções limitadas, como o uso de insulina e metformina.</p>
<h3>Avanço diante do crescimento da doença entre jovens</h3>
<p>A decisão da Anvisa ocorre em um contexto de aumento expressivo do diabetes tipo 2 entre crianças e adolescentes — condição antes mais comum em adultos. Atualmente, cerca de 213 mil jovens convivem com a doença no Brasil, além de mais de 1,4 milhão que apresentam quadro de pré-diabetes.</p>
<p>Especialistas associam esse crescimento, principalmente, ao avanço da obesidade infantil e a mudanças no estilo de vida, como sedentarismo e alimentação inadequada. O cenário coloca o país entre aqueles com maior número de casos da doença nessa faixa etária.</p>
<h3>Como o medicamento atua no organismo</h3>
<p>O Mounjaro é um fármaco injetável desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly e pertence a uma classe inovadora de medicamentos que atuam simultaneamente em dois hormônios relacionados ao controle da glicose e do apetite.</p>
<p>Essa ação dupla contribui tanto para a redução dos níveis de açúcar no sangue quanto para o controle do peso corporal — fator considerado decisivo no tratamento do diabetes tipo 2, especialmente entre jovens.</p>
<h3>Resultados clínicos e eficácia</h3>
<p>A liberação do uso pediátrico foi baseada em estudos clínicos internacionais que demonstraram resultados expressivos. Entre os principais dados observados estão:</p>
<ul>
<li>Redução superior a 2 pontos percentuais na hemoglobina glicada, indicador essencial para o controle da doença;</li>
<li>Queda de até 12% no índice de massa corporal (IMC);</li>
<li>Alta taxa de resposta ao tratamento, com melhora significativa no controle glicêmico.</li>
</ul>
<p>Esses resultados reforçam o potencial do medicamento como alternativa eficaz para pacientes que não conseguem controlar a doença com terapias convencionais.</p>
<h3>Impacto no tratamento e desafios de acesso</h3>
<p>A ampliação do uso do Mounjaro representa uma mudança relevante no arsenal terapêutico disponível no Brasil, aproximando o país de tendências internacionais no combate ao diabetes tipo 2.</p>
<p>No entanto, especialistas alertam que a autorização regulatória não garante acesso imediato ao medicamento, especialmente no sistema público de saúde. A incorporação ao SUS ainda depende de análises adicionais, incluindo custo, impacto orçamentário e definição de protocolos clínicos.</p>
<p>Além disso, o tratamento exige acompanhamento médico rigoroso, sobretudo por se tratar de pacientes em fase de desenvolvimento. A indicação deve ser individualizada, considerando fatores como evolução da doença, resposta a outros medicamentos e condições gerais de saúde.</p>
<h3>Novo cenário para o cuidado infantojuvenil</h3>
<p>A decisão da Anvisa sinaliza uma mudança no enfrentamento do diabetes tipo 2 entre jovens no Brasil. Ao incorporar terapias mais modernas, o país amplia as possibilidades de controle da doença e reduz riscos de complicações futuras, como problemas cardiovasculares e metabólicos.</p>
<p>Ao mesmo tempo, o avanço reforça a necessidade de políticas públicas voltadas à prevenção, com foco em alimentação saudável, prática de atividades físicas e diagnóstico precoce — fatores essenciais para conter o crescimento da doença nas novas gerações.</p>
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		<title>Anistia Internacional pede responsabilização por ataque a escola no Irã</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/anistia-internacional-pede-responsabilizacao-por-ataque-a-escola-no-ira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 17:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Anistia Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque]]></category>
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		<category><![CDATA[Escola]]></category>
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		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A organização Anistia Internacional defendeu que os responsáveis pelo ataque a uma escola na cidade de Minab, no sul do Irã, sejam responsabilizados. Segundo investigação divulgada pela entidade, a ação teria sido realizada por forças dos Estados Unidos e resultou na morte de 168 pessoas, muitas delas crianças. De acordo com a organização de direitos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A organização Anistia Internacional defendeu que os responsáveis pelo ataque a uma escola na cidade de Minab, no sul do Irã, sejam responsabilizados. Segundo investigação divulgada pela entidade, a ação teria sido realizada por forças dos Estados Unidos e resultou na morte de 168 pessoas, muitas delas crianças.</p>
<p>De acordo com a organização de direitos humanos, o ataque atingiu diretamente um prédio escolar cheio de estudantes, além de outras estruturas localizadas em um complexo adjacente ligado à Guarda Revolucionária Islâmica. A ofensiva teria sido realizada com armas guiadas, mas, segundo a entidade, não foram tomadas todas as precauções necessárias para evitar vítimas civis, o que caracterizaria violação do direito internacional humanitário.</p>
<p>A investigação aponta que as forças norte-americanas podem ter usado informações desatualizadas, pois o edifício que atualmente funcionava como escola teria feito parte, no passado, de instalações militares. Mesmo assim, a organização afirma que atacar um local civil protegido, como uma escola, é proibido pelas normas internacionais de guerra.</p>
<p>A diretora sênior de pesquisa e campanhas da Anistia Internacional, Erika Guevara-Rosas, classificou o episódio como um exemplo trágico do impacto da guerra sobre a população civil. Segundo ela, o local que deveria servir como espaço seguro de aprendizado acabou se transformando em cenário de uma “matança em massa”.</p>
<p>A organização informou que pretende apresentar suas conclusões e recomendações às autoridades dos Estados Unidos, pedindo investigações independentes e responsabilização dos envolvidos no planejamento e execução do ataque.</p>
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		<item>
		<title>Projeto quer proibir acesso de menores de 16 anos às redes sociais no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Feb 2026 16:04:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[16 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Projeto de Lei]]></category>
		<category><![CDATA[Redes Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[Renan Ferreirinha]]></category>
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					<description><![CDATA[O debate sobre o uso de redes sociais por crianças e adolescentes ganhou força no Congresso Nacional após a apresentação de um projeto de lei que propõe restringir o acesso de menores de 16 anos às plataformas digitais no Brasil. A proposta foi apresentada pelo deputado federal Renan Ferreirinha (PSD-RJ), relator da legislação que limitou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O debate sobre o uso de redes sociais por crianças e adolescentes ganhou força no Congresso Nacional após a apresentação de um projeto de lei que propõe restringir o acesso de menores de 16 anos às plataformas digitais no Brasil. A proposta foi apresentada pelo deputado federal Renan Ferreirinha (PSD-RJ), relator da legislação que limitou o uso de celulares nas escolas brasileiras.</p>
<p>O texto prevê a proibição da criação e manutenção de contas em redes sociais consideradas de acesso aberto por crianças e adolescentes abaixo dessa faixa etária. Para jovens entre 16 e 18 anos, a proposta estabelece mecanismos de supervisão parental e vinculação das contas aos responsáveis legais.</p>
<p>Segundo Ferreirinha, a iniciativa busca enfrentar problemas relacionados ao uso precoce e excessivo das redes sociais, como ansiedade, depressão, cyberbullying, exposição a conteúdos violentos ou sexualizados e riscos de aliciamento virtual. O parlamentar afirmou que o ambiente digital se tornou um espaço sem controle adequado para menores de idade.</p>
<figure id="attachment_90467" aria-describedby="caption-attachment-90467" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-90467" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/02-Projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-Brasil-Expresso-Carioca-1.webp?resize=800%2C531&#038;ssl=1" alt="Projeto Quer Proibir Acesso De Menores De 16 Anos às Redes Sociais No Brasil - Expresso Carioca" width="800" height="531" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/02-Projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-Brasil-Expresso-Carioca-1.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/02-Projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-Brasil-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/02-Projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-Brasil-Expresso-Carioca-1.webp?resize=768%2C510&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/02-Projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-Brasil-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2026/05/02-Projeto-quer-proibir-acesso-de-menores-de-16-anos-as-redes-sociais-no-Brasil-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C498&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-90467" class="wp-caption-text">Deputado Renan Ferreirinha (PSD-RJ). &#8211; Foto: Cláudio Ferreira</figcaption></figure>
<p>A proposta segue uma tendência internacional de regulamentação do acesso de jovens às plataformas digitais. Países como a Austrália já aprovaram medidas semelhantes, exigindo mecanismos mais rígidos de verificação de idade e controle parental.</p>
<p>O projeto altera dispositivos do chamado ECA Digital, legislação voltada à proteção de crianças e adolescentes no ambiente online. Entre as exigências previstas estão a adoção de sistemas de checagem etária pelas plataformas e medidas de segurança mais rigorosas para impedir o cadastro irregular de menores.</p>
<p>Especialistas em educação e saúde mental vêm debatendo os impactos do uso intenso das redes sociais entre adolescentes. Estudos citados pelos defensores da proposta apontam relação entre o excesso de exposição às plataformas e aumento de transtornos emocionais, dificuldades de concentração e isolamento social.</p>
<p>Nas redes sociais e fóruns online, o tema gerou reações divididas. Parte dos usuários apoia medidas mais rígidas de proteção digital para crianças e adolescentes, enquanto outros demonstram preocupação com possíveis excessos de controle e dificuldades de fiscalização.</p>
<p>Para que a proposta vire lei, o texto ainda precisará passar por análise das comissões da Câmara dos Deputados e do Senado Federal antes de eventual sanção presidencial.</p>
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		<item>
		<title>EAV Parque Lage oferece programação especial para crianças nos domingos de janeiro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/eav-parque-lage-oferece-programacao-especial-para-criancas-nos-domingos-de-janeiro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Dec 2025 19:42:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretê]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[EAV Parque Lage]]></category>
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					<description><![CDATA[A Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage preparou uma programação especial voltada ao público infantil para os domingos de janeiro, período tradicional de férias escolares. Batizado de “Fazendo Arte no Parque”, o projeto acontece nos dias 11, 18 e 25 de janeiro, sempre das 10h às 12h, e propõe atividades criativas que dialogam [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><a href="https://www.instagram.com/entretee" target="_blank" rel="noopener"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-83228 aligncenter" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/05/Logo_Entrete_300x-e1746198766483.png?resize=200%2C32&#038;ssl=1" alt="Entretê - Expresso Carioca" width="200" height="32" /></a></p>
<p>A Escola de Artes Visuais (EAV) do Parque Lage preparou uma programação especial voltada ao público infantil para os domingos de janeiro, período tradicional de férias escolares. Batizado de “Fazendo Arte no Parque”, o projeto acontece nos dias 11, 18 e 25 de janeiro, sempre das 10h às 12h, e propõe atividades criativas que dialogam com a natureza, o corpo e a imaginação das crianças.</p>
<figure id="attachment_87460" aria-describedby="caption-attachment-87460" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-87460" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-EAV-Parque-Lage-oferece-programacao-especial-para-criancas-nos-domingos-de-janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?resize=400%2C267&#038;ssl=1" alt="EAV Parque Lage Oferece Programação Especial Para Crianças Nos Domingos De Janeiro - Expresso Carioca" width="400" height="267" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-EAV-Parque-Lage-oferece-programacao-especial-para-criancas-nos-domingos-de-janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?w=400&amp;ssl=1 400w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-EAV-Parque-Lage-oferece-programacao-especial-para-criancas-nos-domingos-de-janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/12/18-EAV-Parque-Lage-oferece-programacao-especial-para-criancas-nos-domingos-de-janeiro-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-87460" class="wp-caption-text">Programação Especial Para Crianças Nos Domingos De Janeiro &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>As oficinas buscam estimular a curiosidade, a experimentação e o brincar como forma de aprendizado, convidando os pequenos a desenvolver projetos artísticos a partir de elementos naturais, movimentos corporais e jogos criativos. Para participar, é necessário realizar inscrição prévia pelo site <a href="http://www.eavparquelage.rj.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">www.eavparquelage.rj.gov.br</a>, com valor de R$ 100 por dinâmica.</p>
<p>Segundo a diretora da instituição, Tania Queiroz, a iniciativa reforça a vocação histórica da escola para a formação de novos públicos.<br />
“As atividades para as crianças fazem parte da nossa programação do Mês das Férias escolares. Apresentamos oficinas diversificadas, voltadas ao desenvolvimento da curiosidade e da criatividade dos pequenos. Ao longo de sua história, a EAV sempre desenvolveu ações para todos os públicos, atraindo e conquistando pessoas de todas as idades”, afirma.</p>
<p>Referência no ensino e na difusão da arte contemporânea no Brasil e na América Latina, a EAV do Parque Lage oferece atualmente mais de 50 cursos em diferentes áreas artísticas. Em 2025, a instituição celebra 50 anos de atuação, com uma programação intensa e comemorativa ao longo do ano.</p>
<h3>Programação completa</h3>
<p><strong>11 de janeiro – Laboratório de inventos na floresta</strong><br />
<em>Com Marrytsa Melo e Filipe Machado</em><br />
Horário: 10h às 12h<br />
Faixa etária: 6 a 12 anos</p>
<p>A oficina propõe uma experiência de criação em arte e tecnologia em meio à floresta do Parque Lage. A partir da pergunta “como nasce um invento?”, as crianças são convidadas a integrar elementos naturais a circuitos eletrônicos simples, dando forma a inventos fantásticos e interativos. A atividade valoriza o fazer coletivo, a imaginação e a troca de experiências.</p>
<p><strong>18 de janeiro – Brincar, pular e desenhar</strong><br />
<em>Com João Costa e Deise Alcantara</em><br />
Horário: 10h às 12h<br />
Faixa etária: 5 a 12 anos</p>
<p>Com foco na espontaneidade e no prazer de criar, a oficina apresenta o desenho como uma forma de brincar — individual e coletiva. Por meio de desafios lúdicos e movimentos corporais, as crianças experimentam o desenho como gesto, sensação e descoberta, estimulando a coordenação motora, a criatividade e a expressão livre.</p>
<p><strong>25 de janeiro – Movimento expressivo e criação</strong><br />
<em>Com Regina Neves</em><br />
Horário: 10h às 12h<br />
Faixa etária: 5 a 8 anos</p>
<p>Voltada à iniciação na dança, a atividade trabalha os princípios da experimentação e do reconhecimento do corpo em movimento. A proposta oferece uma vivência corporal lúdica, na qual as crianças exploram o movimento como linguagem artística e forma de expressão, ampliando a percepção do próprio corpo e do espaço.</p>
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		<title>MEC lança cartilha para fortalecer combate ao trabalho infantil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mec-lanca-cartilha-para-fortalecer-combate-ao-trabalho-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Oct 2025 14:25:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Cartilha]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[ECA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MEC]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho infantil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta semana a cartilha “Enfrentamento ao Trabalho Infantil”, material que tem como objetivo apoiar educadores, gestores e profissionais da educação na promoção de uma cultura de respeito aos direitos da criança e do adolescente. Segundo a pasta, a publicação busca fortalecer o papel da escola como espaço estratégico de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Educação (MEC) divulgou nesta semana a cartilha “Enfrentamento ao Trabalho Infantil”, material que tem como objetivo apoiar educadores, gestores e profissionais da educação na promoção de uma cultura de respeito aos direitos da criança e do adolescente.</p>
<p>Segundo a pasta, a publicação busca fortalecer o papel da escola como espaço estratégico de prevenção, já que é no ambiente escolar onde situações de vulnerabilidade podem ser identificadas de forma mais rápida por professores e gestores.</p>
<blockquote><p>“Por meio de práticas pedagógicas voltadas à cidadania, à reflexão crítica e à valorização da infância, educadores podem contribuir para a conscientização sobre o tema e para a criação de redes locais de cuidado, com a compreensão de que a escola é parte do Sistema de Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente”, destacou o MEC em nota oficial.</p></blockquote>
<h3>Formação e práticas pedagógicas</h3>
<p>A cartilha propõe ações educativas e formativas que incentivam o debate em sala de aula, integrando o enfrentamento ao trabalho infantil às políticas de educação em direitos humanos. O documento também incentiva a formação continuada de professores e a elaboração de materiais pedagógicos contextualizados às realidades regionais.</p>
<p>Com uma abordagem formativa e reflexiva, o material aborda as causas estruturais do trabalho infantil e seus impactos sociais, econômicos e psicológicos no desenvolvimento de crianças e adolescentes. O MEC reforça que o enfrentamento dessa violação de direitos exige ações integradas entre escola, família, comunidade e poder público, para garantir o cumprimento da legislação e o acesso à educação de qualidade.</p>
<h3>Base legal</h3>
<p>O conteúdo da cartilha é fundamentado em marcos legais como a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), além do Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos e das Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos.</p>
<p>A iniciativa foi desenvolvida em parceria com a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e conta com apoio da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI).</p>
<h3>Panorama no Brasil</h3>
<p>Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) apontam que, em 2023, o Brasil registrava 1,6 milhão de crianças e adolescentes de 5 a 17 anos em situação de trabalho infantil. O número representa uma leve redução em relação a 2022, quando foram contabilizados 1,8 milhão de casos.</p>
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		<title>Uma em cada seis crianças de até 6 anos já sofreu racismo no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uma-em-cada-seis-criancas-de-ate-6-anos-ja-sofreu-racismo-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Oct 2025 10:19:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma em cada seis crianças brasileiras de até 6 anos já foi vítima de racismo. É o que revela a pesquisa Panorama da Primeira Infância: o impacto do racismo, encomendada ao Datafolha pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal e divulgada nesta segunda-feira (6). O levantamento ouviu 2.206 pessoas, sendo 822 responsáveis diretos por bebês e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma em cada seis crianças brasileiras de até 6 anos já foi vítima de racismo. É o que revela a pesquisa Panorama da Primeira Infância: o impacto do racismo, encomendada ao Datafolha pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal e divulgada nesta segunda-feira (6).</p>
<p>O levantamento ouviu 2.206 pessoas, sendo 822 responsáveis diretos por bebês e crianças de 0 a 6 anos, em entrevistas presenciais realizadas em pontos de grande fluxo populacional em abril deste ano.</p>
<h3>Onde o racismo acontece</h3>
<p>Segundo os dados, 16% dos responsáveis afirmaram que as crianças sob seus cuidados já sofreram discriminação racial. O índice é maior entre responsáveis pretos e pardos (19%) e menor entre responsáveis brancos (10%).<br />
A pesquisa mostra ainda que:</p>
<ul>
<li><strong>54%</strong> dos casos ocorreram em creches e pré-escolas (61% na pré-escola e 38% na creche);</li>
<li><strong>42%</strong> em espaços públicos, como ruas, praças e parquinhos;</li>
<li><strong>20%</strong> em comunidades, vizinhanças ou condomínios;</li>
<li><strong>16%</strong> no âmbito familiar;</li>
<li><strong>14%</strong> em espaços privados, como shoppings e clubes;</li>
<li><strong>6%</strong> em serviços de saúde;</li>
<li><strong>3%</strong> em igrejas ou templos.</li>
</ul>
<h3>Impactos no desenvolvimento</h3>
<p>De acordo com o estudo, episódios de racismo na infância configuram experiências adversas que expõem as crianças ao estresse tóxico, com impacto direto na saúde física, no desenvolvimento socioemocional e no aprendizado.</p>
<p>Para a CEO da fundação, Mariana Luz, a escola, que deveria ser espaço de proteção e socialização, tem sido palco de violações:</p>
<blockquote><p>“É crítico combater o racismo desde o berço. Uma criança pequena, em fase de maior desenvolvimento, não pode estar sujeita a um ambiente de discriminação.”</p></blockquote>
<h3>Educação antirracista e lei</h3>
<p>A pesquisa também ressalta a necessidade de uma educação antirracista desde a primeira infância, como prevê a Lei nº 10.639/2003, que obriga o ensino da história e cultura afro-brasileira em todas as etapas de ensino. No entanto, dados de 2023 mostram que sete em cada dez secretarias municipais de Educação não cumpriram a norma.</p>
<h3>Racismo é crime</h3>
<p>O racismo é crime inafiançável e imprescritível no Brasil, de acordo com a Constituição e a Lei nº 7.716/1989. A Lei nº 14.532/2023 endureceu as penas para injúria racial, que agora variam de 2 a 5 anos de reclusão, podendo ser dobradas se praticadas por mais de uma pessoa.</p>
<p>As vítimas devem registrar boletim de ocorrência, reunir testemunhas e preservar provas em casos de agressão física.</p>
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		<item>
		<title>União de Maricá realiza festa de Cosme e Damião com música e diversão para crianças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/uniao-de-marica-realiza-festa-de-cosme-e-damiao-com-musica-e-diversao-para-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Sep 2025 15:49:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Cosme e Damião]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Doces]]></category>
		<category><![CDATA[Entretê]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso no Carnaval]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Camarote]]></category>
		<category><![CDATA[União de Maricá]]></category>
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					<description><![CDATA[No próximo sábado (27), a União de Maricá abre as portas de sua quadra para celebrar São Cosme e São Damião. A partir das 13h, o evento gratuito vai reunir música, recreação e momentos especiais dedicados às crianças e às famílias da cidade. A programação contará com a apresentação do cantor Miguelzinho do Cavaco, fenômeno [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-85742" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Logo_Carnaval.png?resize=329%2C92&#038;ssl=1" alt="Expresso No Carnaval - Expresso Carioca" width="329" height="92" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Logo_Carnaval.png?w=329&amp;ssl=1 329w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Logo_Carnaval.png?resize=300%2C84&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/Logo_Carnaval.png?resize=150%2C42&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 329px) 100vw, 329px" /></p>
<p>No próximo sábado (27), a União de Maricá abre as portas de sua quadra para celebrar São Cosme e São Damião. A partir das 13h, o evento gratuito vai reunir música, recreação e momentos especiais dedicados às crianças e às famílias da cidade.</p>
<p>A programação contará com a apresentação do cantor Miguelzinho do Cavaco, fenômeno das redes sociais, e da jovem maricaense Laura Pitta, que levará sua voz marcante ao público. O encontro terá ainda a participação da comissão de frente da Virando Esperança, escola mirim da Unidos do Viradouro, que promete encantar os presentes.</p>
<figure id="attachment_85942" aria-describedby="caption-attachment-85942" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" loading="lazy" decoding="async" class="size-full wp-image-85942" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Uniao-de-Marica-realiza-festa-de-Cosme-e-Damiao-com-musica-e-diversao-para-criancas-Expresso-Carioca-1.webp?resize=800%2C534&#038;ssl=1" alt="União De Maricá Realiza Festa De Cosme E Damião Com Música E Diversão Para Crianças - Expresso Carioca" width="800" height="534" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Uniao-de-Marica-realiza-festa-de-Cosme-e-Damiao-com-musica-e-diversao-para-criancas-Expresso-Carioca-1.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Uniao-de-Marica-realiza-festa-de-Cosme-e-Damiao-com-musica-e-diversao-para-criancas-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Uniao-de-Marica-realiza-festa-de-Cosme-e-Damiao-com-musica-e-diversao-para-criancas-Expresso-Carioca-1.webp?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Uniao-de-Marica-realiza-festa-de-Cosme-e-Damiao-com-musica-e-diversao-para-criancas-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/09/25-Uniao-de-Marica-realiza-festa-de-Cosme-e-Damiao-com-musica-e-diversao-para-criancas-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C501&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-85942" class="wp-caption-text">União de Maricá Realiza Festa de Cosme e Damião Com Música e Diversão Para Crianças &#8211; Foto: Leandro Andrade</figcaption></figure>
<p>Além das atrações musicais, a festa oferecerá brinquedos infláveis, recreadores e personagens vivos, garantindo uma tarde de lazer e diversão para a garotada. A quadra da União de Maricá está localizada na Rodovia Amaral Peixoto, nº 29024, em frente ao Atacadão.</p>
<hr />
<p><strong>Serviço</strong></p>
<p><strong>Festa de Cosme e Damião da União de Maricá</strong></p>
<p><strong>Data:</strong> 27 de setembro (sábado)<br />
<strong>Horário de início:</strong> 13h<br />
<strong>Endereço:</strong> Quadra da União de Maricá – Rodovia Amaral Peixoto, nº 29024 (em frente ao Atacadão)<br />
<strong>Atrações:</strong> Miguelzinho do Cavaco, Laura Pitta, comissão de frente da Virando Esperança, personagens vivos, brinquedos infláveis e recreação para crianças<br />
Entrada gratuita</p>
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		<item>
		<title>Pesquisadora defende participação infantil em decisões que as afetem</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisadora-defende-participacao-infantil-em-decisoes-que-as-afetem/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jul 2025 14:56:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[direito das crianças]]></category>
		<category><![CDATA[ECA]]></category>
		<category><![CDATA[ECA 35 anos]]></category>
		<category><![CDATA[estatuto da criança]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[zsuzsanna rutai]]></category>
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					<description><![CDATA[A pesquisadora e referência internacional em direitos da infância Zsuzsanna Rutai defendeu que crianças tenham direito a participar e opinar em decisões que as afetam diretamente — um princípio já previsto tanto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) quanto na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, mas que ainda está [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pesquisadora e referência internacional em direitos da infância Zsuzsanna Rutai defendeu que crianças tenham direito a participar e opinar em decisões que as afetam diretamente — um princípio já previsto tanto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) quanto na Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos da Criança, mas que ainda está longe de ser realidade.</p>
<p>Em visita ao Brasil, Zsuzsanna concedeu entrevista à <em>Agência Brasil</em> e afirmou que, mesmo 35 anos após a promulgação do ECA e da ratificação do tratado internacional por 196 países, “esse princípio não está estabelecido em todos os níveis onde deveria existir — da família às políticas públicas”.</p>
<p>Atualmente na organização Child Rights Connect, que apoia o Comitê da ONU responsável por monitorar a convenção, a pesquisadora apontou que nem mesmo democracias maduras conseguem garantir às crianças voz nos debates legislativos e sociais.</p>
<blockquote><p><em>“Quando crianças se erguem em defesa dos próprios direitos humanos, defendem o direito de outras crianças ou de grupos adultos, não são levadas a sério. A sua posição, o seu direito de estar ali, também é questionada”, destacou.</em></p></blockquote>
<p>Zsuzsanna lembrou que repressões podem ser sutis, como professores que punem alunos por se engajarem, aplicando provas extras ou prejudicando notas.</p>
<h3>Educação como motor da mudança</h3>
<p>Para a especialista, transformar o ambiente escolar é essencial para formar gerações empáticas, conscientes de seus direitos e do papel da democracia. Ela coordena o projeto-piloto Agora e o Futuro, em parceria com o Instituto Alana, para desenvolver um currículo de formação para crianças líderes em direitos humanos.</p>
<p>A iniciativa, em fase inicial no Brasil e com expansão prevista para Togo, Moldávia e Tailândia, vai priorizar métodos não formais e interativos para que crianças conheçam seus direitos e aprendam a defendê-los.</p>
<blockquote><p><em>“ Se quisermos realmente deixar um legado, temos que erguer as próximas gerações”, concluiu.</em></p></blockquote>
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