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	<title>Crescimento da Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Crescimento da Economia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Juros elevados puxam economia para baixo e PIB cai 0,3% em outubro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/juros-elevados-puxam-economia-para-baixo-e-pib-cai-03-em-outubro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2025 15:38:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Atividade Econômica]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento da Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia brasileira registrou retração de 0,3% em outubro na comparação com setembro, marcando o segundo mês seguido de queda da atividade. Em setembro, o recuo havia sido ainda mais intenso, de 0,6%. O desempenho reflete, sobretudo, o impacto do nível elevado da taxa de juros sobre o ritmo de crescimento do país. Apesar da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia brasileira registrou retração de 0,3% em outubro na comparação com setembro, marcando o segundo mês seguido de queda da atividade. Em setembro, o recuo havia sido ainda mais intenso, de 0,6%. O desempenho reflete, sobretudo, o impacto do nível elevado da taxa de juros sobre o ritmo de crescimento do país.</p>
<p>Apesar da desaceleração mensal, na comparação com outubro do ano passado o Produto Interno Bruto (PIB) apresentou expansão de 1%. Já no trimestre móvel encerrado em outubro, o crescimento foi de 1,5% em relação ao mesmo período de 2024. No acumulado de 12 meses, a economia brasileira avançou 2,3%.</p>
<p>Os dados fazem parte do Monitor do PIB, levantamento mensal produzido pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) e divulgado nesta terça-feira (16).</p>
<h3>Impacto dos juros altos</h3>
<p>Segundo a economista Juliana Trece, responsável pelo estudo, a perda de dinamismo da economia está “fortemente associada ao patamar elevado da taxa de juros”. Atualmente, a taxa Selic está em 15% ao ano, o nível mais alto desde julho de 2006, quando alcançou 15,25%.</p>
<p>Definida pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, a Selic elevada é justificada como instrumento de combate à inflação, que só voltou ao centro da meta em novembro, após 13 meses fora do intervalo de tolerância.</p>
<p>O encarecimento do crédito provocado pelos juros altos reduz o investimento e o consumo, ajudando a conter a inflação. Em contrapartida, o efeito colateral é o esfriamento da atividade econômica, com impactos negativos sobre a geração de emprego e renda.</p>
<h3>Desempenho por setores</h3>
<p>O comportamento do PIB pode ser analisado tanto pelo lado da produção quanto pelo da demanda. Pela ótica da produção, Juliana Trece destaca que o desempenho da agropecuária e da indústria contribuiu para a retração da atividade em outubro.</p>
<p>Já pelo lado da demanda, os investimentos — medidos pela formação bruta de capital fixo — e o consumo do governo tiveram contribuição negativa para o resultado do período.</p>
<p>Na comparação do trimestre móvel encerrado em outubro com o mesmo intervalo do ano anterior, o consumo das famílias cresceu 0,5%. O avanço foi sustentado principalmente pelos serviços e pelos bens semiduráveis, enquanto o consumo de bens duráveis e não duráveis exerceu pressão negativa.</p>
<p>As exportações também tiveram papel relevante no crescimento econômico, com alta de 8,9% no trimestre móvel, impulsionadas principalmente por produtos agropecuários e da indústria extrativa mineral. As vendas externas mantêm trajetória de crescimento desde março de 2025.</p>
<p>Em valores correntes, a FGV estima que o PIB brasileiro acumulado até outubro alcance R$ 10,53 trilhões.</p>
<h3>Indicadores e dados oficiais</h3>
<p>O Monitor do PIB é um dos principais indicadores de acompanhamento da economia nacional. Outro termômetro relevante é o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado na segunda-feira (15), que apontou queda de 0,2% de setembro para outubro e crescimento de 2,5% em 12 meses.</p>
<p>Já os dados oficiais do PIB são divulgados trimestralmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 4 de dezembro, o órgão informou que a economia cresceu 0,1% no terceiro trimestre e 2,7% no acumulado de 12 meses. O resultado do quarto trimestre de 2025 será divulgado em 3 de março de 2026.</p>
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		<title>Mercado eleva para 2,92% projeção de crescimento da economia em 2023</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-eleva-para-292-projecao-de-crescimento-da-economia-em-2023/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Sep 2023 17:54:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[boletim Focus]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento da Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Pela quinta semana seguida, a previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu, passando de 2,89% para 2,92%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (25), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos. Para o próximo ano, a expectativa para o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Pela quinta semana seguida, a previsão do mercado financeiro para o crescimento da economia brasileira este ano subiu, passando de 2,89% para 2,92%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (25), pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central (BC) com a projeção para os principais indicadores econômicos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para o próximo ano, a expectativa para o Produto Interno Bruto (PIB &#8211; a soma dos bens e serviços produzidos no país) é de crescimento de 1,5%. Para 2025 e 2026, o mercado financeiro projeta expansão do PIB em 1,9% e 2%, respectivamente.</p>
<p>Superando as projeções, no segundo trimestre do ano a economia brasileira cresceu 0,9%, na comparação com os primeiros três meses de 2023, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em relação ao segundo trimestre do ano passado, a economia brasileira avançou 3,4%.</p>
<p>O PIB acumula alta de 3,2% no período de 12 meses. No semestre, a alta acumulada foi de 3,7%.</p>
<h2>Inflação</h2>
<p>A previsão para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) &#8211; considerada a inflação oficial do país – permaneceu em 4,86% nesta edição do Focus. Para 2024, a estimativa de inflação ficou em 3,86%. Para 2025 e 2026, as previsões são de 3,5% para os dois anos.</p>
<p>A estimativa para este ano está acima do teto da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. Definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), a meta é de 3,25% para 2023, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 1,75% e o superior 4,75%.</p>
<p>Segundo o BC, no último Relatório de Inflação, a chance de o índice oficial superar o teto da meta em 2023 é de 61%.</p>
<p>A projeção do mercado para a inflação de 2024 também está acima do centro da meta prevista, fixada em 3%, mas ainda dentro do intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual.</p>
<p>Em agosto, influenciado pelo aumento do custo da energia elétrica, o IPCA foi de 0,23%, segundo o IBGE. O índice é superior ao registrado em agosto do ano passado, quando havia sido observada deflação (queda de preços) de 0,36%.</p>
<p>O IPCA acumula taxa de 3,23% no ano. Em 12 meses, a inflação acumulada é de 4,61%.</p>
<h2>Taxa de juros</h2>
<p>Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros &#8211; a Selic &#8211; definida em 12,75% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). O comportamento dos preços fez o BC cortar os juros pela segunda vez no semestre.</p>
<p>De março de 2021 a agosto de 2022, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo de aperto monetário que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis. Por um ano, de agosto do ano passado a agosto deste ano, a taxa foi mantida em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>
<p>Antes do início do ciclo de alta, a Selic tinha sido reduzida para 2% ao ano, no nível mais baixo da série histórica iniciada em 1986. Por causa da contração econômica gerada pela pandemia de covid-19, o Banco Central tinha derrubado a taxa para estimular a produção e o consumo. A taxa ficou no menor patamar da história de agosto de 2020 a março de 2021.</p>
<p>Para o mercado financeiro, a Selic deve encerrar 2023 em 11,75% ao ano. Para o fim de 2024, a estimativa é que a taxa básica caia para 9% ao ano. Para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é de Selic em 8,5% ao ano para os dois anos.</p>
<p>Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Mas, além da Selic, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas. Desse modo, taxas mais altas também podem dificultar a expansão da economia.</p>
<p>Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação e estimulando a atividade econômica.</p>
<p>Por fim, a previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar está em R$ 4,95 para o fim deste ano. Para o fim de 2024, a previsão é de que a moeda americana fique em R$ 5.</p>
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