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	<title>crédito imobiliário &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>crédito imobiliário &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula lança novo modelo de crédito imobiliário e amplia teto do SFH para R$ 2,25 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Oct 2025 17:02:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[crédito imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Sistema Financeiro da Habitação]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta sexta-feira (10), em São Paulo, um novo modelo de crédito imobiliário que reformula as regras de utilização da poupança no setor habitacional. A medida, apresentada durante o evento Incorpora 2025, busca ampliar a oferta de financiamento, sobretudo para a classe média, e modernizar o Sistema Brasileiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva anunciou nesta sexta-feira (10), em São Paulo, um novo modelo de crédito imobiliário que reformula as regras de utilização da poupança no setor habitacional. A medida, apresentada durante o evento Incorpora 2025, busca ampliar a oferta de financiamento, sobretudo para a classe média, e modernizar o Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE).</p>
<p>Entre as principais mudanças está a elevação do teto do imóvel financiado no Sistema Financeiro da Habitação (SFH), que passa de R$ 1,5 milhão para R$ 2,25 milhões. Segundo o governo, a atualização atende a uma demanda do mercado e possibilita que mais famílias recorram ao crédito habitacional em condições favorecidas, com juros limitados a 12% ao ano.</p>
<h3>Fim dos compulsórios e mais crédito disponível</h3>
<p>Atualmente, 65% dos recursos captados na caderneta de poupança são obrigatoriamente direcionados ao crédito imobiliário, enquanto 20% ficam retidos no Banco Central (BC) como depósito compulsório e 15% são destinados a operações livres. Pelo novo modelo, os compulsórios serão eliminados gradualmente até 2027, e a poupança passará a servir de referência direta para o volume de recursos aplicados em habitação.</p>
<p>Na prática, isso significa que quanto maior o volume de depósitos em poupança, maior será a oferta de crédito habitacional. Além disso, bancos que não captam poupança poderão participar do mercado em condições equivalentes, graças à inclusão de instrumentos como LCIs (Letras de Crédito Imobiliário) e CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários) no direcionamento do sistema.</p>
<h3>Impacto esperado</h3>
<p>O governo estima que a mudança permitirá à Caixa Econômica Federal financiar cerca de 80 mil novas moradias até 2026, reforçando o papel do banco público no setor. Hoje, as famílias de renda até R$ 12 mil já são atendidas pelo programa Minha Casa, Minha Vida, com condições subsidiadas; a nova política amplia as possibilidades de acesso ao crédito para a classe média.</p>
<h3>Desafios do setor</h3>
<p>O anúncio ocorre em um cenário de queda na atratividade da poupança. Em 2023 e 2024, as retiradas líquidas chegaram a R$ 87,8 bilhões e R$ 15,5 bilhões, respectivamente. Em 2025, o saldo negativo já soma R$ 78,5 bilhões. O movimento é atribuído à manutenção da taxa Selic em patamares elevados, o que estimula os investidores a migrarem para aplicações mais rentáveis.</p>
<p>Apesar desse desafio, o governo aposta que a modernização das regras e o aumento da concorrência entre instituições financeiras vão impulsionar o crédito habitacional e destravar o mercado imobiliário nos próximos anos.</p>
<p>A transição será gradual, mas a previsão é que o novo sistema esteja plenamente em vigor a partir de janeiro de 2027.</p>
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		<title>Caixa registra R$ 3 bilhões de lucro no primeiro trimestre</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/caixa-registra-r-3-bilhoes-de-lucro-no-primeiro-trimestre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 May 2022 01:31:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Caixa]]></category>
		<category><![CDATA[crédito imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[sistema financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 3 bilhões no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 3,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o lucro foi de R$ 3,16 bilhões. As informações foram apresentadas em balanço do banco público divulgado nesta quinta-feira (12). O lucro líquido é o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Caixa Econômica Federal registrou lucro líquido de R$ 3 bilhões no primeiro trimestre deste ano, uma queda de 3,8% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando o lucro foi de R$ 3,16 bilhões. As informações foram apresentadas em balanço do banco público divulgado nesta quinta-feira (12).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O lucro líquido é o resultado geral da empresa, e representa basicamente a diferença entre as receitas líquidas e todos os custos e despesas ao longo de um determinado período.</p>
<p>A queda no lucro do trimestre está relacionada à provisão de operações de crédito vinculadas ao Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe) e ao Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Até o final do ano, o banco espera contabilizar os recursos provisionados com a execução das perdas por meio dos fundos garantidores.</p>
<p>&#8220;O balanço da Caixa está sendo penalizado por provisões e perdas, que serão recuperadas quando nós executarmos as garantias dos fundos garantidores do FGO, pelo Banco do Brasil, para o Pronampe. E o FGI, para o BNDES, que são os fundos que nos dão a maior parte desse aprovisionamento de volta&#8221;, explicou Pedro Guimarães, presidente da Caixa.</p>
<p>A carteira de crédito do banco no trimestre ficou em R$ 889 bilhões, aumento de 11,2% em relação ao ano passado. Trata-se da maior carteira de crédito entres as instituições financeiras do país.</p>
<h2>Crédito imobiliário</h2>
<p>Líder no mercado de crédito imobiliário no Brasil, a Caixa encerrou o mês de março com R$ 34,4 bilhões em concessão de financiamento, um aumento de quase 18% na comparação com os três primeiros meses do ano passado.</p>
<p>O saldo total da carteira de crédito imobiliário da Caixa está em R$ 570,5 bilhões, crescimento de 10,1% em relação ao primeiro trimestre do ano passado.</p>
<p>O número de clientes da Caixa fechou o trimestre em 148,4 milhões. Desde o final de 2018, quando o número de clientes do banco público era de 92,7 milhões, houve aumento de cerca de 55 milhões novos clientes em cerca de quatro anos. Há, atualmente, cerca de 221,6 milhões de contas ativas no banco, pelo balanço trimestral.</p>
<h2>Agronegócio</h2>
<p>A Caixa também destacou a forte expansão no financiamento do agronegócio no país. O banco saiu do oitavo para o segundo lugar no mercado de crédito do setor. Foram concedidos R$ 6,7 bilhões em crédito no primeiro trimestre, um crescimento de 204,6% de contratações, na comparação com igual período de 2021, e de 142,9% no saldo da carteira de financiamento.</p>
<p>&#8220;Somos o segundo banco no agro. Em várias das feiras que temos participado fomos o maior banco na feira, como, por exemplo, na Agrishow, em Ribeirão Preto. A maior originação foi da Caixa Econômica Federal, com R$ 3 bilhões em quatro dias, em uma feira só&#8221;, destacou Pedro Guimarães.</p>
<h2>Microcrédito</h2>
<p>A Caixa também informou que já concedeu R$ 1,2 bilhão em microcrédito, com cerca de 1,7 milhão de contratos, liderando o segmento no país. Cerca de 370 mil contratos envolveram beneficiários do programa Auxílio Brasil.</p>
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