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	<title>Cotas Raciais &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Justiça de Santa Catarina suspende lei que vetava cotas raciais em universidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 19:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Cotas Raciais]]></category>
		<category><![CDATA[diretório estadual do PSOL]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Justiça de Santa Catarina determinou a suspensão da lei estadual que proibia a adoção de cotas raciais no ingresso de estudantes em instituições de ensino superior que recebem recursos públicos do estado. A decisão foi proferida nesta terça-feira (27) e interrompe os efeitos da Lei nº 19.722/2026, aprovada pela Assembleia Legislativa catarinense (Alesc) e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Justiça de Santa Catarina determinou a suspensão da lei estadual que proibia a adoção de cotas raciais no ingresso de estudantes em instituições de ensino superior que recebem recursos públicos do estado. A decisão foi proferida nesta terça-feira (27) e interrompe os efeitos da Lei nº 19.722/2026, aprovada pela Assembleia Legislativa catarinense (Alesc) e sancionada pelo governador Jorginho Mello.</p>
<p>A norma restringia as políticas de reserva de vagas apenas a pessoas com deficiência, estudantes oriundos da rede pública de ensino ou candidatos enquadrados em critérios exclusivamente socioeconômicos, excluindo qualquer recorte racial. A suspensão foi concedida pela desembargadora Maria do Rocio Luz Santa Ritta, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, após pedido apresentado pelo diretório estadual do PSOL.</p>
<p>Na decisão, a magistrada destacou que a legislação estadual contraria o entendimento já pacificado do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconhece a constitucionalidade das políticas de ações afirmativas baseadas em critérios raciais no acesso ao ensino superior. Para ela, a vedação ampla e abstrata imposta pela lei catarinense não se sustenta diante da jurisprudência consolidada da Corte.</p>
<p>“A proibição legislativa genérica, sem qualquer análise concreta de necessidade ou adequação, mostra-se incompatível, ao menos em juízo preliminar, com a interpretação constitucional já firmada pelo Supremo Tribunal Federal”, afirmou a desembargadora no despacho.</p>
<p>Paralelamente à decisão no âmbito estadual, o tema também chegou ao STF. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), em conjunto com outras entidades, protocolou ações diretas de inconstitucionalidade questionando a validade da lei sancionada em Santa Catarina. Os processos ficaram sob a relatoria do ministro Gilmar Mendes.</p>
<p>Na segunda-feira (26), o ministro determinou que o governo catarinense apresente manifestação no prazo de 48 horas, antes de qualquer deliberação definitiva da Corte sobre o caso. A discussão reacende o debate nacional sobre políticas de inclusão no ensino superior e o alcance das competências legislativas dos estados frente aos entendimentos já estabelecidos pelo Supremo.</p>
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		<title>Cotas raciais em concursos públicos ganham novas regras: negros, indígenas e quilombolas terão reservas específicas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 15:22:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Concursos Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Cotas Raciais]]></category>
		<category><![CDATA[Distribuição]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[negros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Quilombolas]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que regulamenta a nova política de cotas raciais em concursos públicos, detalhando como será feita a distribuição dos 30% de vagas reservadas para ações afirmativas em órgãos federais. Publicado em edição extra do Diário Oficial da União nesta sexta-feira (27), o texto divide as cotas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que regulamenta a nova política de cotas raciais em concursos públicos, detalhando como será feita a distribuição dos 30% de vagas reservadas para ações afirmativas em órgãos federais. Publicado em edição extra do <em>Diário Oficial da União</em> nesta sexta-feira (27), o texto divide as cotas da seguinte forma:</p>
<ul>
<li><strong>25% para pessoas pretas e pardas</strong>,</li>
<li><strong>3% para indígenas</strong>,</li>
<li><strong>2% para quilombolas</strong>.</li>
</ul>
<p>A regra vale para todos os concursos e seleções públicas da administração pública federal direta, autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista controladas pela União.</p>
<p>Caso não haja candidatos suficientes para ocupar uma das cotas, as vagas serão redistribuídas entre os demais grupos cotistas antes de voltarem à ampla concorrência. Candidatos que se enquadrarem em mais de uma categoria de reserva serão classificados apenas na de maior percentual.</p>
<p>Além de concorrer pelas cotas, todos os inscritos também disputarão as vagas da ampla concorrência. Se aprovados por essa via, não ocuparão vagas reservadas.</p>
<h3>Verificação de autodeclaração</h3>
<p>A confirmação da autodeclaração será obrigatória. No caso de negros, haverá banca de heteroidentificação com cinco membros. Para indígenas e quilombolas, a validação será feita por comissões específicas de maioria representativa. Documentos exigidos incluem declarações de comunidades e, no caso de quilombolas, certificação da Fundação Cultural Palmares.</p>
<h3>Regras para os concursos</h3>
<p>O decreto proíbe a publicação de vários editais para burlar a aplicação das cotas, salvo justificativas formalizadas. Também será exigido que os candidatos cotistas tenham acesso a todas as fases do concurso, desde que atinjam a nota mínima.</p>
<p>A política será acompanhada por um comitê nacional e os procedimentos de verificação poderão ser revistos após dois anos, com participação da sociedade civil.</p>
<p>Com isso, o governo federal reforça o compromisso com a inclusão racial no serviço público, ampliando a política de cotas e assegurando representatividade real nos quadros da administração pública.</p>
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