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	<title>Corte de Gastos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Corte de Gastos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula sanciona mudanças no BPC, mas mantém abrangência para deficiências leves</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-sanciona-mudancas-no-bpc-mas-mantem-abrangencia-para-deficiencias-leves/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Dec 2024 23:16:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[BPC]]></category>
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		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, o projeto de lei que altera as normas para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC). A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na noite desta sexta-feira (28). Entre as mudanças sancionadas, destacam-se: Cadastro biométrico obrigatório para novos beneficiários. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou, com vetos, o projeto de lei que altera as normas para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC). A decisão foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União na noite desta sexta-feira (28).</p>
<p>Entre as mudanças sancionadas, destacam-se:</p>
<ul>
<li><strong>Cadastro biométrico obrigatório</strong> para novos beneficiários.</li>
<li><strong>Atualização cadastral periódica</strong>, ao menos a cada dois anos.</li>
<li>Extensão da exigência de biometria para aposentadorias e pensões, além do BPC.</li>
</ul>
<h3>Vetos presidenciais</h3>
<p>Lula vetou o artigo que limitava a concessão do benefício apenas a pessoas com deficiências de graus médio ou grave. Com isso, o benefício continuará disponível também para pessoas com deficiência de grau leve.</p>
<p>Na justificativa, o governo alegou que a proposta original poderia gerar <strong>insegurança jurídica</strong> e comprometer o acesso de grupos vulneráveis ao benefício. O veto havia sido negociado previamente no Senado durante a tramitação do projeto.</p>
<p>Outro ponto vetado foi o trecho que revogava regras para a reinserção de beneficiários no programa Bolsa Família. O Planalto argumentou que essa mudança também contraria o interesse público, ao introduzir incertezas nas regras de elegibilidade.</p>
<h3>Benefício e abrangência</h3>
<p>O BPC garante um salário mínimo mensal a pessoas com deficiência e idosos acima de 65 anos que não possuam condições de sustentar a si mesmos ou serem sustentados por suas famílias.</p>
<p>Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, o benefício contempla deficiências que resultem em impedimentos físicos, mentais, intelectuais ou sensoriais de longo prazo (mínimo de dois anos), dificultando a participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições.</p>
<p>As novas regras visam aprimorar o controle e a transparência no programa, ao mesmo tempo em que mantêm a proteção para os grupos mais vulneráveis.</p>
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		<title>Haddad acredita na estabilização do dólar e reforça medidas fiscais para 2025</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/haddad-acredita-na-estabilizacao-do-dolar-e-reforca-medidas-fiscais-para-2025/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2024 22:19:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[câmbio flutuante]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[Após sucessivos recordes de alta do dólar, que chegou a R$ 6,20 nesta quarta-feira (18), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressou confiança na estabilização da moeda norte-americana. Apesar de considerar possível um ataque especulativo no mercado, Haddad ressaltou que o Brasil mantém um câmbio flutuante e que os fundamentos econômicos apontam para a acomodação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após sucessivos recordes de alta do dólar, que chegou a R$ 6,20 nesta quarta-feira (18), o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, expressou confiança na estabilização da moeda norte-americana. Apesar de considerar possível um ataque especulativo no mercado, Haddad ressaltou que o Brasil mantém um câmbio flutuante e que os fundamentos econômicos apontam para a acomodação da cotação.</p>
<p>“O câmbio é flutuante e, nesse momento de incerteza, oscila. Mas acredito que irá se estabilizar em breve”, disse o ministro antes de uma reunião com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco. Haddad também destacou que as principais instituições financeiras têm perspectivas mais otimistas do que os operadores de mercado.</p>
<h3>Medidas para conter oscilações</h3>
<p>O Banco Central tem intervindo no mercado, vendendo dólares para conter a alta, enquanto o Tesouro Nacional substituiu os leilões tradicionais de títulos por operações de troca e recompra até o final da semana. Haddad reconheceu que rumores de especulação são consistentes, mas prefere focar nos fundamentos econômicos: “Esses movimentos especulativos são contidos por intervenções coordenadas do Tesouro e do Banco Central.”</p>
<h3>Pacote fiscal e votação no Congresso</h3>
<p>Durante a reunião com Pacheco, Haddad reforçou a importância da aprovação do pacote fiscal no Senado até sexta-feira (20) para viabilizar a votação do Orçamento de 2025. Entre as medidas, estão a revisão das regras de reajuste do salário mínimo, com aumento real previsto entre 0,6% e 2,5% ao ano, e a contenção de benefícios tributários em caso de déficit primário.</p>
<p>“Estamos confiantes de que as propostas serão aprovadas com poucas alterações. As desidratações têm sido de pequena monta, e a base fiscal que projetamos será mantida”, afirmou o ministro.</p>
<p>Haddad não descartou a necessidade de novos ajustes fiscais em 2025, especialmente dependendo do desfecho de uma ação no Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a compensação financeira das desonerações da folha de pagamento. Caso o STF decida que o repasse de R$ 8,7 bilhões esquecidos no sistema financeiro ao Tesouro Nacional é irregular, o governo precisará criar novas medidas para cobrir o impacto da prorrogação da desoneração até 2027.</p>
<h3>Reforma tributária e cenário econômico</h3>
<p>Outro tema abordado foi a regulamentação da reforma tributária do consumo, aprovada pelo Congresso. Para Haddad, o novo sistema representa um marco histórico que contribuirá para o crescimento sustentável da economia brasileira.</p>
<p>“Enquanto lidamos com questões urgentes como o dólar e os juros, também trabalhamos em medidas estruturais que garantirão um futuro econômico mais estável e promissor. Se concluirmos o ano com a aprovação das medidas fiscais, teremos uma agenda positiva consolidada”, concluiu.</p>
<p>A aprovação do pacote fiscal e a estabilização do câmbio são vistas como cruciais para fechar o ano de 2024 com avanços concretos e estabelecer as bases para um 2025 mais equilibrado economicamente.</p>
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		<item>
		<title>Congresso intensifica votações para aprovar cortes, LDO e Orçamento antes do recesso</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/congresso-intensifica-votacoes-para-aprovar-cortes-ldo-e-orcamento-antes-do-recesso/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Dec 2024 13:42:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[LDO]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[orçamento]]></category>
		<category><![CDATA[Reforma Tributária]]></category>
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					<description><![CDATA[O Congresso Nacional inicia uma semana decisiva para votar temas prioritários antes do recesso legislativo, que começa no próximo sábado (21). Entre as matérias em discussão, estão o pacote de cortes de gastos do governo federal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o Orçamento de 2025 (PLOA) e a regulamentação da reforma tributária. Pacote fiscal: [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional inicia uma semana decisiva para votar temas prioritários antes do recesso legislativo, que começa no próximo sábado (21). Entre as matérias em discussão, estão o pacote de cortes de gastos do governo federal, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), o Orçamento de 2025 (PLOA) e a regulamentação da reforma tributária.</p>
<h3><strong>Pacote fiscal: corte de gastos e mudanças no salário mínimo</strong></h3>
<p>Com potencial de economizar R$ 70 bilhões nos próximos dois anos, o pacote fiscal inclui propostas como:</p>
<ul>
<li><strong>Mudança no reajuste do salário mínimo</strong>: O piso salarial será corrigido pela inflação mais um limite de crescimento do PIB de até 2,5%, abaixo da regra atual. Para 2025, o salário mínimo será R$ 1.515, R$ 6 a menos do que seria pelo modelo vigente.</li>
<li><strong>Revisão do abono salarial</strong>: Benefício deixará de acompanhar o crescimento do salário mínimo e será reajustado apenas pela inflação, o que, a longo prazo, reduzirá seu valor real.</li>
<li><strong>Bloqueios de emendas parlamentares</strong>: Em caso de déficit fiscal, o governo poderá bloquear até 15% das emendas discricionárias.</li>
</ul>
<p>O pacote inclui projetos de lei ordinária, complementar e uma proposta de emenda à Constituição (PEC), exigindo quóruns diferenciados para aprovação.</p>
<h3><strong>Orçamento e LDO</strong></h3>
<p>A Comissão Mista de Orçamento (CMO) concluiu a análise dos relatórios setoriais, e o texto final do Orçamento de 2025 está pronto para votação. A LDO, que define metas e prioridades para o governo, também será deliberada, com sessões previstas para quarta (18) e quinta-feira (19).</p>
<h3><strong>Reforma tributária avança para a fase final</strong></h3>
<p>Após aprovação no Senado, o texto de regulamentação da reforma tributária retorna à Câmara para análise. A proposta inclui as regras do IVA Dual (CBS e IBS), substituindo cinco tributos atuais, e a criação do Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos prejudiciais à saúde e ao meio ambiente. A transição para o novo modelo começa em 2026 e se estenderá até 2033.</p>
<h3><strong>Esforço concentrado para aprovações rápidas</strong></h3>
<p>Para viabilizar as votações, reuniões de comissões foram suspensas, e a tramitação das propostas ocorrerá em regime de urgência. Segundo o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), há consenso entre as lideranças para concluir as matérias até o fim da semana.</p>
<p>A movimentação reflete a urgência do governo em implementar medidas de ajuste fiscal e concluir as mudanças no sistema tributário, essenciais para a estabilidade econômica em 2025.</p>
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		<title>Governo prevê economia de R$ 327 bilhões com pacote de cortes até 2030</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-preve-economia-de-r-327-bilhoes-com-pacote-de-cortes-ate-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2024 16:40:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Corte de Gastos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Haddad]]></category>
		<category><![CDATA[Pacote fiscal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Fazenda anunciou nesta quinta-feira (28) que o pacote de corte de gastos obrigatórios poderá gerar uma economia de R$ 327 bilhões entre 2025 e 2030. Para os primeiros dois anos, 2025 e 2026, a redução estimada nos custos públicos é de R$ 71,9 bilhões. Economia progressiva A economia prevista pelo governo será [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Fazenda anunciou nesta quinta-feira (28) que o pacote de corte de gastos obrigatórios poderá gerar uma economia de R$ 327 bilhões entre 2025 e 2030. Para os primeiros dois anos, 2025 e 2026, a redução estimada nos custos públicos é de R$ 71,9 bilhões.</p>
<h3><strong>Economia progressiva</strong></h3>
<p>A economia prevista pelo governo será escalonada ao longo dos anos:</p>
<ul>
<li><strong>2025:</strong> R$ 30,6 bilhões;</li>
<li><strong>2026:</strong> R$ 41,3 bilhões;</li>
<li><strong>2027:</strong> R$ 49,2 bilhões;</li>
<li><strong>2028:</strong> R$ 57,5 bilhões;</li>
<li><strong>2029:</strong> R$ 68,6 bilhões;</li>
<li><strong>2030:</strong> R$ 79,9 bilhões.</li>
</ul>
<p>Embora as projeções sejam preliminares, o governo destacou a importância do pacote para melhorar o equilíbrio fiscal.</p>
<h3><strong>Detalhamento das medidas</strong></h3>
<p>As medidas estão divididas entre ações que exigem mudanças constitucionais, projetos de lei e decisões administrativas:</p>
<ol>
<li><strong>Proposta de Emenda à Constituição (PEC):</strong><br />
A PEC incluirá temas como:</p>
<ul>
<li>Revisão do abono salarial;</li>
<li>Regras para o Fundeb;</li>
<li>Prorrogação da Desvinculação de Receitas da União (DRU);</li>
<li>Ajustes orçamentários em subsídios e subvenções;</li>
<li>Correção do Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) pelo IPCA.<br />
A economia estimada com a PEC varia de R$ 11,1 bilhões em 2025 a R$ 28,4 bilhões em 2030.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Projetos de lei:</strong><br />
Assuntos a serem tratados por leis ordinárias ou complementares incluem:</p>
<ul>
<li>Teto para reajustes do salário mínimo;</li>
<li>Restrições ao Bolsa Família e Benefício de Prestação Continuada (BPC);</li>
<li>Biometria para novos benefícios sociais;</li>
<li>Correção de distorções na previdência dos militares;</li>
<li>Revisão da Lei Aldir Blanc.<br />
Esses projetos devem gerar economia de R$ 11,7 bilhões em 2025 e R$ 44,5 bilhões em 2030.</li>
</ul>
</li>
<li><strong>Medidas administrativas:</strong>
<ul>
<li>Escalonamento de concursos e provimento de vagas: R$ 1 bilhão por ano entre 2025 e 2030;</li>
<li>Mudanças nas regras para emendas parlamentares, com economia de até R$ 7,7 bilhões anuais nos primeiros anos.</li>
</ul>
</li>
</ol>
<h3><strong>Impacto político e social</strong></h3>
<p>As medidas, embora focadas na contenção de despesas, podem enfrentar resistência no Congresso devido a potenciais cortes em áreas sensíveis como benefícios sociais e reajustes salariais. A equipe econômica ressalta, no entanto, que o pacote é crucial para garantir a sustentabilidade fiscal e o cumprimento das metas estabelecidas no arcabouço fiscal.</p>
<p>O governo aposta na aprovação das medidas como parte de um esforço coordenado para equilibrar as contas públicas, fortalecer a economia e recuperar a capacidade de investimento em longo prazo.</p>
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