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	<title>Coronavírus &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Brasil se une à rede global da OMS para monitorar coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Apr 2024 15:27:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Brasil agora faz parte de uma rede internacional liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para monitorar diferentes tipos de coronavírus e identificar novas variantes que possam representar riscos à saúde pública. Conhecida como CoViNet, essa iniciativa é um desdobramento da rede de laboratórios de referência estabelecida pela OMS no início da pandemia de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil agora faz parte de uma rede internacional liderada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para monitorar diferentes tipos de coronavírus e identificar novas variantes que possam representar riscos à saúde pública. Conhecida como CoViNet, essa iniciativa é um desdobramento da rede de laboratórios de referência estabelecida pela OMS no início da pandemia de covid-19. O país é representado pelo Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz).</p>
<p>A CoViNet reúne 36 laboratórios de 21 países com experiência em vigilância de coronavírus em humanos, animais e ambiente. O objetivo é antecipar-se a uma nova pandemia, monitorando ativamente possíveis ameaças à saúde global. &#8220;Nós temos que ter uma rede que tenha pessoas capacitadas, com bastante expertise, não só na saúde humana, mas também animal e ambiental de coronavírus&#8221;, destaca Marilda Siqueira, chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios.</p>
<p>O laboratório brasileiro tem uma longa história de participação em iniciativas semelhantes, sendo referência para o vírus da gripe desde 1951. Com a pandemia de covid-19, o laboratório foi reconhecido como centro de excelência na América do Sul e Caribe para o diagnóstico do SARS-CoV-2. Agora, integrando a CoViNet, o laboratório fortalece ainda mais sua capacidade de contribuir para a vigilância global de coronavírus.</p>
<p>A principal função da CoViNet é monitorar não apenas o SARS-CoV-2, mas também outros coronavírus, identificando mutações que possam representar riscos à saúde pública. Isso inclui a vigilância de animais que possam transmitir esses vírus e mudanças no meio ambiente que possam favorecer a emergência de novos patógenos.</p>
<p>O Brasil, que possui manuais e guias para enfrentar pandemias de influenza, está revisando suas estratégias de preparação para futuras emergências de saúde. &#8220;A chave para combater uma próxima pandemia é detectá-la o mais rapidamente possível&#8221;, destaca Siqueira. O país está se preparando não apenas a nível nacional, mas também internacionalmente, para enfrentar futuros desafios de saúde pública.</p>
<p>Os dados gerados pela CoViNet irão orientar as políticas e estratégias de saúde global, garantindo que estejam embasadas nas informações científicas mais recentes e precisas. A participação brasileira nessa rede é fundamental para fortalecer a vigilância global de coronavírus e proteger a saúde pública em todo o mundo.</p>
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		<title>Vacina recombinante Zalika contra covid-19 é registrada pela Anvisa</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/vacina-recombinante-zalika-contra-covid-19-e-registrada-pela-anvisa/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Jan 2024 22:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[A nova vacina contra covid-19 registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (8), é fabricada pelo Instituto Serum, da Índia, e teve registro solicitado pela empresa brasileira Zalika Farmacêutica. O imunizante poderá ser usado em pessoas a partir de 12 anos de idade, e será administrado em duas doses, com intervalo de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A nova vacina contra covid-19 registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), nesta segunda-feira (8), é fabricada pelo Instituto Serum, da Índia, e teve registro solicitado pela empresa brasileira Zalika Farmacêutica. O imunizante poderá ser usado em pessoas a partir de 12 anos de idade, e será administrado em duas doses, com intervalo de 21 dias, e reforço após 6 meses, para maiores de 18 anos de idade.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A tecnologia empregada na vacina Zalika é chamada recombinante, por ter suas moléculas formadas pela combinação de duas fontes diferentes. Nesse caso, o antígeno de proteína S (spike), uma substância capaz de promover resposta do sistema imunológico, e o adjuvante à base de saponina, que permite a mistura que potencializa a produção dos anticorpos. Essa forma de produção traz mais segurança para dentro da indústria farmacêutica, explica a Anvisa.</p>
<p>Segundo nota divulgada pela Anvisa, para ser registrada, a vacina apresentou eficácia na fase 3 de estudo, a última etapa antes da aprovação, com variação entre 79,5%, para estudo conduzido nos Estados Unidos na população entre 12 e 17 anos de idade, a 90,4%, em estudo nos Estados Unidos e México, na população adulta.</p>
<p>O novo imunizante é o sexto a receber o registro individual definitivo da Anvisa. Além dele, têm esse tipo de autorização as vacinas Comirnty Ipfizer/Wyeth, Comirnaty bivalente (Pfizer), Jansses Vaccine (Janssen-Cila), Oxford/Covishield (Fiocruz e Astrazeneca) e Spikevax bivalente. Também têm registro definitivo na forma do consórcio Covax Facility, as vacinas Pfizer/Biontech, Astrazeneca, Janssen, Moderna, Sinopharm, Sinovac.</p>
<p>A CoronaVac (Butantan) também é autorizada para uso no país, mas apenas para modalidade emergencial. Outra forma de autorização existente é a de importação excepcional concedida atualmente apenas à vacina Sputnik, já que a Covaxin chegou a ter essa modalidade de autorização, mas foi suspensa em julho de 2021.</p>
<p>De acordo com a Anvisa, a vacina recombinante Zalika é monovalente para o vírus SarsCov-2 original e ainda não é capaz de imunizar contra a variante XBB 1.5, conforme a atual recomendação feita pela Organização Mundial da Saúde (OMS), por isso ainda passará por atualização este ano, para cumprir um termo firmado entre o órgão regulador brasileiro e a farmacêutica.</p>
<p>Para ser incorporada ao Programa Nacional de Imunizações (PNI), mantido pelo governo federal, a vacina recombinante Zalika ainda precisará passar por uma avaliação do Ministério da Saúde.</p>
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		<title>Saúde cria Memorial da Pandemia de Covid-19</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/saude-cria-memorial-da-pandemia-de-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Nov 2023 19:34:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portaria do Ministério da Saúde publicada nesta quarta-feira (1º) no Diário Oficial da União institui o Memorial da Pandemia de Covid-19, no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro. A proposta é que o local seja destinado à memória e reflexão sobre causas, consequências, enfrentamento e superação da pandemia, na perspectiva de estabelecer novos parâmetros [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p><a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-de-pessoal-gm/ms-n-1.819-de-31-de-outubro-de-2023-520132224" target="_blank" rel="noopener">Portaria</a> do Ministério da Saúde publicada nesta quarta-feira (1º) no <em>Diário Oficial da União</em> institui o Memorial da Pandemia de Covid-19, no Centro Cultural do Ministério da Saúde, no Rio de Janeiro. A proposta é que o local seja destinado à memória e reflexão sobre causas, consequências, enfrentamento e superação da pandemia, na perspectiva de estabelecer novos parâmetros e protocolos científicos de atuação do Estado brasileiro em situações de risco sanitário similar.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“O espaço deverá ter caráter educativo e de transmissão de conhecimento no campo da saúde, contemplando múltiplos olhares e perspectivas e assegurando interdisciplinaridade no tratamento do tema entre diferentes órgãos governamentais e instituições”, define a portaria.</p>
<p>O Ministério da Saúde criará uma comissão especial, à qual caberá propor o projeto do memorial; conceber uma política nacional de preservação da memória da pandemia de covid-19; acompanhar a instalação do memorial e elaborar o desenho de atividades a serem desenvolvidas no local, indicando potenciais parceiros; e definir a forma de trabalho, com a prerrogativa de convidar colaboradores de diferentes áreas do ministério e de outros órgãos e entidades.</p>
</div>
</div>
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		<title>Rio confirma o primeiro caso da subvariante Ômicron EG.5</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-confirma-o-primeiro-caso-da-subvariante-omicron-eg-5/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 16:52:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro confirmou nesta quarta-feira (30) o primeiro caso da subvariante Ômicron EG.5 da covid-19 na cidade, atestada pelo laboratório de sequenciamento genético da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Trata-se de um paciente do sexo masculino, de 46 anos de idade, que apresentou sintomas leves, manteve isolamento domiciliar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) do Rio de Janeiro confirmou nesta quarta-feira (30) o primeiro caso da subvariante Ômicron EG.5 da covid-19 na cidade, atestada pelo laboratório de sequenciamento genético da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Trata-se de um paciente do sexo masculino, de 46 anos de idade, que apresentou sintomas leves, manteve isolamento domiciliar e não apresenta mais sintomas. Ele não tem histórico de viagem, o que indica que há transmissão local dessa linhagem.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a secretaria, o paciente não havia tomado a dose de reforço com a bivalente contra covid-19, o que reforça a recomendação para que todas as pessoas maiores de 12 anos de idade realizem a dose de reforço, que mantém a proteção contra casos graves da variante Ômicron.</p>
<p><em>“É importante destacar que a cidade do Rio alcançou alta cobertura vacinal, atingindo 98% no esquema inicial [primeira e segunda dose]. No entanto, a proteção vai caindo ao longo do tempo, o que torna indispensável tomar a dose de reforço”</em>, alerta a nota.</p>
<p>As vacinas estão disponíveis nas 237 unidade de Atenção Primária &#8211; clínicas da família e centros municipais de saúde. Além do Super Centro Carioca de Vacinação, em Botafogo, que funciona todos os dias, das 8h às 22h, e nos postos extras espalhados pela cidade.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Fim da emergência de saúde pública foi acertado, avaliam especialistas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/fim-da-emergencia-de-saude-publica-foi-acertado-avaliam-especialistas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 May 2023 20:54:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de pôr fim à classificação da covid-19 como emergência de saúde pública de importância internacional já era esperada e foi acertada, avaliam especialistas de diferentes áreas ouvidos. Em pouco mais de três anos, a doença causou quase 7 milhões de mortes e 765 milhões de casos em [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de pôr fim à classificação da covid-19 como emergência de saúde pública de importância internacional já era esperada e foi acertada, avaliam especialistas de diferentes áreas ouvidos. Em pouco mais de três anos, a doença causou quase 7 milhões de mortes e 765 milhões de casos em todo o mundo, mas já era considerada controlada.</p>
<p>O epidemiologista e professor da Universidade de Illinois Urbana-Champaign, nos Estados Unidos, Pedro Hallal disse que a decisão anunciada nesta sexta-feira (5) é correta, mas não pode ser mal interpretada.</p>
<p>&#8220;O fato de que foi decretado o fim da emergência não significa que foi decretado o fim da covid-19. A doença ainda existe, mas, neste momento, acontece em níveis controlados. O que determina o estado de emergência é quando a doença está descontrolada. Então, pelo fato de se ter conseguido o controle da pandemia, com a vacinação especialmente, faz sentido que ela deixe de ser uma emergência sanitária&#8221;, disse.</p>
<p>O pesquisador compara que, assim como outras doenças presentes no cotidiano da população, a covid-19 continuará a ser um problema de saúde pública, apesar de não ser mais uma emergência.</p>
<p>&#8220;Diabetes é um problema de saúde pública e não é uma emergência sanitária. Infarto agudo do miocárdio, inatividade física e obesidade são problemas de saúde pública, mas não são emergências sanitárias. A única coisa que não se pode confundir é o fim da pandemia com o fim da covid-19&#8221;, alerta.</p>
<p>O presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia, Alberto Chebabo, disse que a decisão já era esperada, porque a doença tem apresentado dados epidemiológicos compatíveis com outras doenças respiratórias endêmicas, como a gripe.</p>
<p>&#8220;A covid-19 entrou em características de doença endêmica com surtos epidêmicos, como acontece com outras doenças respiratórias. A gente não tem mais o mesmo impacto que a gente teve na rede hospitalar, em mortalidade e casos graves, como a gente teve em 2020 e 2021&#8221;, disse.</p>
<p>O infectologista destaca o papel da vacinação para que esse cenário tenha mudado e também pondera que a doença vai continuar na rotina dos serviços de saúde em todo o mundo.</p>
<p>&#8220;A gente comemora o fim da emergência de saúde pública internacional, mas a doença vai continuar presente em nossas vidas. O vírus não vai desaparecer e ainda haverá alguns surtos epidêmicos, como acontece com os outros vírus respiratórios, que também causam impacto em alguns momentos com aumento de casos, internações e óbitos&#8221;.</p>
<p>O pediatra infectologista Renato Kfouri, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações e presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, explica que um dos principais motivos para a emergência ter se alongado até hoje era a necessidade de garantir recursos para países pobres investirem no controle da doença.</p>
<p>&#8220;Isso era mantido, embora alguns países já tivessem abandonado essa terminologia, porque a Organização Mundial da Saúde entende que, para prover recursos a países mais pobres, investimentos em vigilância e ofertas de vacinas, ainda era necessário manter essa denominação&#8221;, disse.</p>
<p>Kfouri considera que a pandemia da covid-19 foi provavelmente o maior problema de saúde enfrentado nessa geração, com desafios de diferentes naturezas.</p>
<p>&#8220;Tivemos grandes desafios, no que se refere a políticas públicas de contenção de transmissão, com <em>lockdowns</em>, distanciamentos e uso de máscaras e uso político dessas recomendações. Muitos negacionistas de países como o nosso e os Estados Unidos fizeram uso político da máscara, da vacina, ou tentaram minimizar o problema, e chegamos, infelizmente, depois de pouco mais de três anos, a esse saldo triste para a humanidade e para as famílias que perderam seus familiares, amigos e entes queridos&#8221;.</p>
<p>O médico defende que é preciso usar as lições dessa pandemia para se preparar para as próximas, evitando que problemas como o aumento da desigualdade se repitam durante o enfrentamento de uma emergência sanitária.</p>
<p>&#8220;Essa pandemia pegou todos de surpresa. Não havia insumos, não havia máscaras, e os mais pobres, não só os países, mas dentro de uma mesma população, foram os que mais sofreram. A pandemia acentuou a desigualdade em todos os locais. Esse é um momento de reflexão, para que possamos olhar para frente e para trás e programar nosso futuro, porque outras virão. Essa certamente não será a última e espero que possamos estar mais preparados para enfrentá-las&#8221;.</p>
</div>
</div>
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		<title>Pesquisa confirma prejuízos de memória em infectados por covid-19</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/pesquisa-confirma-prejuizos-de-memoria-em-infectados-por-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2023 10:00:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) descobriram que a proteína Spike do SARS-CoV-2, quando injetada no cérebro de camundongos, induz alterações de memória. Essas mudanças ocorrem de forma tardia, em torno de 20 a 30 dias após a infecção, tal como acontece [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) descobriram que a proteína Spike do SARS-CoV-2, quando injetada no cérebro de camundongos, induz alterações de memória. Essas mudanças ocorrem de forma tardia, em torno de 20 a 30 dias após a infecção, tal como acontece com seres humanos infectados pelo vírus da covid-19.</p>
<p>“Imita bem o que acontece na doença. Quando isso ocorre, a gente está na frente de um bom modelo experimental”, disse nesta segunda-feira (10) a neurocientista Claudia Figueiredo, da Faculdade de Farmácia da UFRJ, uma das líderes da pesquisa. O artigo foi publicado no periódico internacional <em>Cell Report</em>.</p>
<p>Pesquisas clínicas com pacientes que tiveram covid-19 mostraram que, depois que passa a fase aguda da doença, eles têm um prejuízo da memória que aparece meses depois. Segundo Claudia Figueiredo, o experimento mostrou que não era necessário ter o vírus replicado nos camundongos, mas bastava a proteína estar disponível no cérebro para causar prejuízo de memória.</p>
<p>“A gente avançou na caracterização do mecanismo. E isso é superimportante porque, quando a gente descobre o mecanismo, abre portas para fazer terapias mais direcionadas”. Para a avaliação da função de memória dos camundongos, os pesquisadores usaram diferentes estratégias comportamentais, incluindo testes de reconhecimento de padrões e do labirinto aquático.</p>
<h2>Bloqueio</h2>
<p>Ao mesmo tempo, os 25 pesquisadores das duas instituições identificaram moléculas que, quando estão inibidas, não há esse prejuízo de memória. Para bloquear as moléculas que causavam as perdas de memória, foram usados animais geneticamente modificados que tinham deleção, ou remoção, de uma proteína.</p>
<p>“Nós vimos que animais que tinham uma deleção nessa via não desenvolviam o prejuízo de memória. Foi usado então um inibidor dessa via e viu-se que, quando se inibe a via, a proteína Spike não exerce essa patogênese sobre a memória, através dessa proteína. Essa descoberta pode ser um caminho para a prevenção desse prejuízo de memória”, explicou Claudia.</p>
<p>A neurocientista informou que já existem medicamentos no mercado, usados para tratar artrite reumatoide, que poderiam ser testados em pacientes com covid-19 ou que já tiveram a doença, para ver se é possível prevenir essa perda de memória. “Pode ser uma situação de reposicionar fármaco”, apontou. Ela advertiu, no entanto, que para que esses medicamentos sejam usados em seres humanos, é preciso que se realizem ensaios clínicos nos pacientes.</p>
<h2>Testes clínicos</h2>
<p>A ideia, a partir de agora, é que outros grupos de cientistas que trabalham com pesquisa clínica se dediquem a testar essas ferramentas, para que fiquem disponíveis para os pacientes, uma vez que os fármacos disponíveis no mercado para outras doenças já passaram pela fase de avaliação de toxicidade.</p>
<p>“Deve ser testado em pacientes que tiveram covid e têm maior chance de desenvolver prejuízo de memória ou em pessoas que têm fatores de risco para desenvolverem essas perdas de memória”. Segundo Claudia Figueiredo, é importante que os testes sejam feitos logo depois de o paciente ter covid-19, como maneira de prevenir. &#8220;Não dá para esperar o prejuízo de memória se instalar&#8221;, ressaltou.</p>
<p>O estudo foi financiado pela Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj) e pelo Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino.</p>
</div>
</div>
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		<title>Covid-19: Anvisa reitera segurança das doses da vacina bivalente</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/covid-19-anvisa-reitera-seguranca-das-doses-da-vacina-bivalente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Mar 2023 17:51:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De acordo com a Anvisa, as vacinas bivalentes BA.1 e BA.4/BA.5 contra a covid-19, produzidas pela Pfizer, estão seguras para uso, já que estão dentro do prazo de validade. A agência reguladora afirmou em nota divulgada nesta sexta-feira (17) que os imunizantes possuem validade de 18 meses, a contar da data de fabricação. &#8220;Anteriormente aprovadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com a Anvisa, as vacinas bivalentes BA.1 e BA.4/BA.5 contra a covid-19, produzidas pela Pfizer, estão seguras para uso, já que estão dentro do prazo de validade. A agência reguladora afirmou em nota divulgada nesta sexta-feira (17) que os imunizantes possuem validade de 18 meses, a contar da data de fabricação.</p>
<p>&#8220;Anteriormente aprovadas para uso em até 12 meses, essas vacinas passaram por um rigoroso processo de avaliação técnica da Agência de estudos de estabilidade, antes da aprovação da ampliação do prazo de validade&#8221;, diz a nota.</p>
<p>De acordo com a Anvisa, a análise dos dados dos estudos também demonstrou que não houve alteração nas especificações de qualidade das vacinas durante o período adicional ao prazo anteriormente autorizado.</p>
<blockquote><p>“As vacinas são seguras, eficazes e podem ser utilizadas pelo Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde, conforme os estudos de estabilidade avaliados e aprovados pela Agência”, garante a diretora Meiruze Sousa Freitas.</p></blockquote>
<p>A Anvisa destaca que a ampliação do prazo de validade das vacinas bivalentes da Pfizer foi permitida mediante a adoção de medidas de comunicação e rastreabilidade dos lotes. Entre essas medidas, a empresa incluiu em seu portal eletrônico e no Comirnaty Education a listagem de todos os lotes disponíveis no Brasil e seus respectivos prazos de validade para consulta dos profissionais de saúde e cidadãos. A agência reforça que os cuidados de conservação das vacinas permanecem os mesmos e que a empresa Pfizer é responsável pela qualidade e segurança dos produtos.</p>
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<h2>Variantes</h2>
<p>As vacinas bivalentes da Pfizer oferecem proteção contra a variante original do vírus causador da Covid-19 e contra as cepas que surgiram posteriormente, incluindo a Ômicron, variante de preocupação no momento.</p>
<p>Essas vacinas foram autorizadas para uso como dose de reforço na população a partir de 12 anos. A Anvisa reforça que a imunização continua sendo essencial no combate à covid-19, especialmente na prevenção de casos graves e mortes.</p>
<h2>Desperdício</h2>
<p>Essa semana o Ministério da Saúde divulgou nota informando que perdeu de milhões doses de vacinas contra a covid-19. Segundo a pasta, isso aconteceu pelo fato de o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro ter negado à equipe de transição informações sobre estoques e validade de vacinas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ao todo, incluindo o quantitativo perdido em 2023, o desperdício de vacinas contra a covid-19 chegou a 38,9 milhões de doses desde 2021. Um prejuízo de cerca de R$ 2 bilhões aos cofres públicos&#8221;, informou a pasta.</p></blockquote>
<p>Segundo a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro não compartilhou dados sobre os estoques com a equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a transição de governo.</p>
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		<title>Rio reabre quatro postos para vacina bivalente contra covid-19</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rio-reabre-quatro-postos-para-vacina-bivalente-contra-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Mar 2023 15:56:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Bivalente]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Vacinação]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro reabre, a partir desta segunda-feira (6), quatro pontos de vacinação (PV) que vão reforçar a campanha de imunização da vacina bivalente contra a covid-19. O objetivo da reabertura dos postos, que funcionarão de segunda a sexta-feira, é facilitar o acesso da população à vacina. Dessa forma, voltam a funcionar hoje (6) os postos do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro reabre, a partir desta segunda-feira (6), quatro pontos de vacinação (PV) que vão reforçar a campanha de imunização da vacina bivalente contra a covid-19. O objetivo da reabertura dos postos, que funcionarão de segunda a sexta-feira, é facilitar o acesso da população à vacina.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Dessa forma, voltam a funcionar hoje (6) os postos do Tijuca Tênis Clube, das 8h às 17h, e Shopping do Méier, das 9h às 17h, ambos na zona norte. Amanhã (7), serão reabertos os PVs no Parque Shopping Sulacap, das 10h às 16h, na zona oeste, e no Museu da República, na zona sul, das 8h às 17h nos dias úteis e, aos sábados, das 8h às 12h.</p>
<p>O secretário municipal de Saúde, Rodrigo Prado, explicou que a prefeitura está abrindo pontos extras que foram importantes, também, na primeira campanha de vacinação contra a covid-19. “Nosso objetivo é ampliar a vacinação na cidade, facilitando o acesso da população. É importante que as pessoas se vacinem para continuarmos com esse cenário positivo que a vacina propiciou a todos”, disse Prado.</p>
<p>Os quatro PVs vão ofertar a vacina Pfizer bivalente como reforço para idosos e pessoas imunocomprometidas a partir dos 12 anos que tenham tomado a segunda dose há, pelo menos, quatro meses. Além deles, poderão se vacinar com doses de Pfizer adulta os cariocas a partir de 12 anos que ainda não completaram o esquema vacinal.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Saúde conta ainda com o Super Centro Carioca de Vacinação, localizado no bairro de Botafogo, zona sul da cidade, que funciona todos os dias da semana, inclusive aos domingos, das 8h às 22 horas.</p>
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		<title>Jovens são os mais afetados pelos efeitos da pandemia, mostra estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/jovens-sao-os-mais-afetados-pelos-efeitos-da-pandemia-mostra-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Mar 2023 13:47:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>
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					<description><![CDATA[Os jovens são a parcela da população mais afetada pela crise de saúde causada pela pandemia de covid-19, segundo relatório anual do Estado Mental do Mundo, divulgado nesta semana pela organização de pesquisa sem fins lucrativos Sapien Labs. No Brasil, o estudo mostrou que existem 39% mais pessoas de 18 a 24 anos relatando queixas de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Os jovens são a parcela da população mais afetada pela crise de saúde causada pela pandemia de covid-19, segundo relatório anual do Estado Mental do Mundo, divulgado nesta semana pela organização de pesquisa sem fins lucrativos Sapien Labs. No Brasil, o estudo mostrou que existem 39% mais pessoas de 18 a 24 anos relatando queixas de saúde mental quando comparadas à faixa etária de 55 a 64 anos.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A população jovem, especialmente na faixa entre 18 e 24 anos, tem uma probabilidade cinco vezes maior de relatar queixas de saúde mental em comparação com a geração de seus avós. “Não há uma única região, grupo linguístico ou país onde o declínio do bem-estar mental em gerações sucessivamente mais jovens não é aparente. Isso se traduz em um aumento dramático na porcentagem de cada geração mais jovem que está mentalmente angustiada ou lutando em um nível qualificável como de natureza clínica ou requerendo ajuda profissional”, aponta o estudo internacional.</p>
<p>Na clínica da psicóloga Mariana Azevedo, especialista em saúde mental e dependência química, houve um aumento expressivo no atendimento a crianças e adolescentes, por isso foi necessário fazer uma capacitação para atender esse público. “A pandemia do novo coronavírus aumentou o número de atendimentos de jovens com transtornos mentais, incluindo depressão e ansiedade. Além disso, a falta de contato social, o isolamento e a incerteza do futuro estão entre os fatores que mais contribuem para o agravamento desse quadro”, aponta Mariana Azevedo.</p>
<p>Nessa busca de alivio para o desconforto e as angústias existenciais, a psicóloga identificou um fenômeno curioso entre os jovens que é a necessidade de simbolizar essas dores e frustrações no corpo por meio de tatuagens. &#8220;A gente percebe esse aumento da tentativa de alivio do desconforto, da angústia, do mal-estar, pelo corpo, por meio das tatuagens&#8221;, exemplifica.</p>
<p>A pandemia também trouxe mudanças significativas na forma como os jovens se relacionam e interagem socialmente, especialmente após a privação do ambiente escolar por conta do isolamento social. &#8220;Uma das coisas que marca a adolescência é essa separação do núcleo familiar para uma constituição do sujeito. E nesse contexto, o convívio entre jovens que acontecia na escola deixou de existir por conta das restrições e do isolamento social&#8221;, explica.</p>
<p>A necessidade de manter o distanciamento físico e a redução de atividades presenciais afetaram negativamente a saúde mental dos jovens, que muitas vezes dependem do contato social para se sentirem conectados e pertencentes a um grupo.</p>
<p>O declínio do bem-estar mental das gerações mais novas também pode estar associado ao aumento do abuso de drogas e álcool. Segundo a psicóloga Mariana Azevedo, isso se traduz em um aumento dramático na porcentagem de cada geração mais jovem que está mentalmente angustiada. &#8220;Com esse novo cenário, alguns pacientes passaram a ter acesso a medicações psiquiátricas e a fazer abuso dessas substâncias. Por exemplo, houve um aumento expressivo do uso de Ritalina&#8221;, afirma a psicóloga.</p>
<p>O excesso de liberdade e de acesso à informação criou um contraponto entre famílias liberais e outras mais fechadas e dogmáticas. &#8220;O que eu observo que aconteceu na pandemia é que a convivência desses nesses núcleos familiares muito dogmáticos foi assim enlouquecedor, literalmente&#8221;, afirma Mariana Azevedo.</p>
<p>Nesse contexto, ela ressalta que muitos jovens que já lidavam com transtornos mentais antes da pandemia tiveram sua condição agravada pela falta de acesso a tratamentos adequados de saúde mental.</p>
<p>Apesar do quadro preocupante, a psicóloga ressalta um aspecto positivo dessa pandemia, que foi a diminuição do preconceito contra a terapia e de outros processos de autoconhecimento. &#8220;Muitas pessoas passaram a buscar a terapia para ter qualidade de vida. E agora podem falar sobre o que sentem, das suas vivências, sem que isso precise estar sendo &#8216;confessado&#8217;. Acabam se amparando nisso para se permitir falar de algo que causou um mal-estar, por exemplo&#8221;, completa.</p>
<h2>Relatório do Estado Mental do Mundo</h2>
<p>O estudo mostra como o mundo está se recuperando da pandemia e como as relações familiares e amizades estão se deteriorando, com consequências significativas para o bem-estar mental.</p>
<p>A cada ano, o relatório apresenta o estado mental das populações, as tendências em relação aos anos anteriores – e pela primeira vez o estudo inclui o Brasil. O levantamento coletou 407.959 respostas pela internet de países de todos os continentes, em nove idiomas diferentes.</p>
<p>Na região da América Latina e do Caribe, por exemplo, enquanto menos de 15% das pessoas entre 55 e 64 anos tiveram pontuações negativas no índice, entre 18 e 24 anos esse percentual foi acima de 50%. Isso quer dizer que mais da metade dos jovens desses locais relataram sintomas clínicos de transtornos de saúde mental.</p>
<h2>Serviço</h2>
<p>A Rede SARAH contribui com o Ministério da Saúde no que se refere às ações voltadas ao enfrentamento da pandemia e suas graves consequências. O hospital oferece tratamento gratuito para reabilitação de pacientes pós-covid-19. Entre as principais alterações neurológicas tratadas estão: perda de força ou de sensibilidade nos membros superiores e inferiores, alterações do equilíbrio e da coordenação motora, além de alterações da memória.</p>
<p>Os programas de reabilitação incluem estimulação neuropsicológica e da capacidade cognitiva e ocorrem com um agendamento prévio pelo<a href="http://site%20sarah.br/" target="_blank" rel="noopener"> site sarah.br</a>.</p>
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		<title>Brasil começa a aplicar vacina bivalente contra covid-19</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-comeca-a-aplicar-vacina-bivalente-contra-covid-19/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Feb 2023 16:54:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Coronavírus]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[Vacina bivalente]]></category>
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					<description><![CDATA[Começa a ser aplicada hoje (27) em todo o país a vacina bivalente contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina melhora a imunidade contra o vírus da cepa original e também contra a variante Ômicron e tem perfil de segurança e eficácia semelhante ao das vacinas monovalentes. “A vacina monovalente, como o próprio nome [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Começa a ser aplicada hoje (27) em todo o país a vacina bivalente contra a covid-19. De acordo com o Ministério da Saúde, a vacina melhora a imunidade contra o vírus da cepa original e também contra a variante Ômicron e tem perfil de segurança e eficácia semelhante ao das vacinas monovalentes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p><em>“A vacina monovalente, como o próprio nome diz, tem um tipo só do vírus que causa a covid. Ela foi originalmente desenhada com aquele chamado vírus ancestral, o primeiro que apareceu na China no fim de 2019. Então, todas as vacinas que a gente tinha e usou até agora eram monovalentes, independentemente do laboratório fabricante”</em>, explicou o diretor da Sociedade Brasileira de Imunizações, Juarez Cunha.</p>
<p>Inicialmente, a vacina será aplicada somente nos chamados grupos de risco. Conforme divisão anunciada pelo ministério, a imunização será feita da seguinte forma: na fase 1, pessoas acima de 70 anos, imunocomprometidos, indígenas, ribeirinhos e quilombolas; na fase 2, pessoas com idade entre 60 e 69 anos; na fase 3, gestantes e puérperas; e na fase 4, profissionais de saúde.</p>
<p><em>“Essas populações, do que a gente tem nesses três anos de pandemia, são as pessoas que mais sofreram e mais sofrem com a doença. É importante termos um planejamento porque não tem vacina suficiente para incluir toda a população com a bivalente. A tendência é que, com o passar do tempo, a gente vá aumentando os grupos que vão receber.”</em></p>
<p>No Brasil, duas vacinas bivalentes, ambas produzidas pelo laboratório Pfizer, receberam autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial. Elas são indicadas como dose única de reforço para crianças e adultos, após dois meses da conclusão do esquema vacinal primário, ou como última dose de reforço.</p>
<p><em>“Para quem é recomendada a bivalente? Só como reforço. Para pessoas que foram plenamente vacinadas com o esquema primário que, em geral, são duas doses ou dose única. Mesmo para aquelas que já fizeram a terceira e a quarta doses, dois reforços”, disse Juarez. “Essas pessoas que têm essa vacinação já feita, desde que tenham se passado quatro meses da última dose, podem receber a bivalente.”</em></p>
<p>O ministério reforça que as vacinas monovalentes contra a covid-19 seguem disponíveis em unidades básicas de Saúde (UBS) para a população em geral e são classificadas como “altamente eficazes contra a doença”, garantindo grau elevado de imunidade e evitando casos leves, graves e óbitos pela doença.</p>
<p><em>“A aplicação da bivalente não significa que as vacinas monovalentes não continuam protegendo. Elas continuam protegendo, mesmo para a variante Ômicron, mas, claro, tendo a possibilidade de uma vacina desenhada mais especificamente para a variante circulante, a tendência é termos melhor resposta.”</em></p>
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