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	<title>Copom &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Copom &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Copom decide hoje sobre Selic em meio a quórum reduzido e incertezas inflacionárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 15:20:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (28) se mantém a Taxa Selic no atual patamar de 15% ao ano, o mais elevado desde julho de 2006. A reunião marca a primeira decisão de política monetária de 2026 e ocorre em um cenário de desaceleração da inflação, mas ainda com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (28) se mantém a Taxa Selic no atual patamar de 15% ao ano, o mais elevado desde julho de 2006. A reunião marca a primeira decisão de política monetária de 2026 e ocorre em um cenário de desaceleração da inflação, mas ainda com pressões relevantes, especialmente no setor de serviços.</p>
<p>A expectativa predominante entre analistas é de manutenção dos juros. Apesar da recente queda do dólar, que voltou a girar em torno de R$ 5,20, o Banco Central tem reiterado a necessidade de cautela diante do ambiente de incertezas econômicas. Desde setembro de 2024, a Selic foi elevada sete vezes consecutivas, permanecendo inalterada nas últimas quatro reuniões.</p>
<p>A decisão desta quarta será tomada com quórum incompleto. Os mandatos dos diretores Renato Gomes, responsável pela Organização do Sistema Financeiro, e Paulo Pichetti, de Política Econômica, expiraram ao fim de 2025. As indicações dos substitutos pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva só devem ser enviadas ao Senado após o retorno do Congresso Nacional, em fevereiro.</p>
<p>Na ata da reunião anterior, realizada em dezembro, o Copom afirmou que a Selic deverá permanecer em nível elevado por um período prolongado, com o objetivo de assegurar a convergência da inflação à meta. Não houve, no entanto, sinalização clara sobre o início de um eventual ciclo de cortes.</p>
<p><strong>Inflação sob observação</strong></p>
<p>O comportamento dos preços segue no centro das atenções. O IPCA-15, prévia da inflação oficial, registrou alta de apenas 0,2% em outubro e acumula 4,5% em 12 meses, exatamente no teto da meta contínua. Já o IPCA cheio de novembro será divulgado ainda nesta quarta-feira.</p>
<p>Segundo o boletim Focus mais recente, a estimativa de inflação para 2025 recuou para 4,4%, levemente abaixo do limite superior da meta, que é de 4,5%. A meta central, em vigor desde janeiro de 2025, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>No novo regime de meta contínua, a inflação passa a ser avaliada mês a mês, sempre com base no acumulado em 12 meses, o que amplia o horizonte de monitoramento da política monetária e reduz a dependência do índice fechado de dezembro.</p>
<p><strong>Função da Selic</strong></p>
<p>A Selic é a principal ferramenta do Banco Central para controlar a inflação. Juros mais altos encarecem o crédito, desestimulam o consumo e a produção e ajudam a conter pressões inflacionárias. Por outro lado, taxas elevadas por períodos prolongados tendem a frear o crescimento econômico.</p>
<p>A decisão do Copom será anunciada no início da noite. O mercado acompanha atentamente o comunicado e, principalmente, o tom adotado pelo Banco Central, em busca de sinais sobre quando poderá começar um ciclo de flexibilização monetária.</p>
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		<item>
		<title>Copom avalia manter Selic em 15% e encerrar ciclo de altas após quase um ano de elevação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-avalia-manter-selic-em-15-e-encerrar-ciclo-de-altas-apos-quase-um-ano-de-elevacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Jul 2025 14:23:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
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		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Básica de Juros]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anuncia nesta quarta-feira (30) se interromperá o ciclo de aumento da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano – o maior patamar em quase duas décadas. A expectativa do mercado é de manutenção dos juros básicos, que desde setembro do ano passado foram elevados sete [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) anuncia nesta quarta-feira (30) se interromperá o ciclo de aumento da Taxa Selic, atualmente em 15% ao ano – o maior patamar em quase duas décadas. A expectativa do mercado é de manutenção dos juros básicos, que desde setembro do ano passado foram elevados sete vezes consecutivas para conter a inflação.</p>
<p>A taxa chegou a 10,5% entre junho e agosto do ano passado e, desde então, passou por uma sequência de aumentos: uma alta de 0,25 ponto, outra de 0,5, três elevações de 1 ponto percentual, uma de 0,5 e a última de 0,25 ponto. Segundo o boletim Focus, a previsão é que a Selic permaneça estável até o fim de 2025, com cortes apenas a partir de 2026.</p>
<p>Apesar da desaceleração do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou junho em 0,24% e acumulou 5,35% em 12 meses, fatores como o aumento da energia e das passagens aéreas continuam pressionando a inflação. A projeção do Focus indica inflação de 5,09% para este ano, acima do teto da meta contínua definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5%.</p>
<p>A Selic é o principal instrumento de política monetária do BC para controlar a inflação. Juros mais altos encarecem o crédito, desestimulam o consumo e ajudam a conter a alta dos preços, mas também podem frear a atividade econômica. Já reduções da taxa tornam o crédito mais barato, incentivam a produção e o consumo, podendo gerar pressão inflacionária.</p>
<p>O Copom, que se reúne a cada 45 dias, avalia cenários econômicos nacionais e internacionais para definir a taxa. Na última ata, o BC indicou que os juros permaneceriam em nível elevado por um período prolongado, dado que os núcleos de inflação seguem pressionados. A decisão será anunciada ao fim do dia.</p>
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		<item>
		<title>Copom decide hoje se interrompe ciclo de alta na Selic, que está no maior patamar desde 2006</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-hoje-se-interrompe-ciclo-de-alta-na-selic-que-esta-no-maior-patamar-desde-2006/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jun 2025 14:36:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (18) se mantém ou eleva a Taxa Selic, atualmente em 14,75% ao ano, maior nível desde 2006. A decisão ocorre em meio a um cenário de inflação em queda, mas ainda acima da meta e com pressões persistentes em setores como energia. Desde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central decide nesta quarta-feira (18) se mantém ou eleva a Taxa Selic, atualmente em 14,75% ao ano, maior nível desde 2006. A decisão ocorre em meio a um cenário de inflação em queda, mas ainda acima da meta e com pressões persistentes em setores como energia.</p>
<p>Desde setembro do ano passado, o Copom elevou a Selic seis vezes consecutivas para conter a inflação. Parte do mercado espera uma nova alta para 15%, enquanto outra aposta na manutenção da taxa — com o ciclo de aperto se encerrando.</p>
<p>O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) subiu apenas 0,26% em maio, acumulando 5,32% em 12 meses. Apesar da desaceleração, o número ainda está acima do teto da meta contínua, fixada em 3%, com tolerância de até 4,5%.</p>
<p>A decisão do Copom também será influenciada pelo novo sistema de metas contínuas de inflação, que considera os últimos 12 meses mês a mês — não apenas o índice fechado do ano. Isso aumenta a vigilância sobre os efeitos prolongados da política monetária.</p>
<p>Analistas acompanham de perto não só a taxa definida, mas o tom do comunicado que será divulgado ao final da reunião. Sinais sobre os próximos passos do BC podem indicar quando começará um eventual ciclo de redução dos juros, atualmente projetado para 2026, segundo o Boletim Focus.</p>
<p>A decisão será anunciada ao fim do dia e pode impactar diretamente o crédito, o consumo, os investimentos e o ritmo da economia brasileira nos próximos meses.</p>
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		<item>
		<title>Mercado melhora projeção para crescimento da economia em 2025 e reduz previsão de inflação</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-melhora-projecao-para-crescimento-da-economia-em-2025-e-reduz-previsao-de-inflacao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2025 16:46:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro elevou a projeção de crescimento da economia brasileira para 2025, passando de 2,13% para 2,18%, conforme o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central. A pesquisa semanal, que reúne expectativas de instituições financeiras, também revisou para baixo a previsão de inflação para o próximo ano, de 5,46% para 5,44%. Com [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro elevou a projeção de crescimento da economia brasileira para 2025, passando de 2,13% para 2,18%, conforme o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central. A pesquisa semanal, que reúne expectativas de instituições financeiras, também revisou para baixo a previsão de inflação para o próximo ano, de 5,46% para 5,44%.</p>
<p>Com esse cenário, o Brasil deve manter trajetória positiva no Produto Interno Bruto (PIB), após alta de 3,4% em 2024 e avanço de 1,4% no primeiro trimestre de 2025, impulsionado pelo setor agropecuário. Para os anos seguintes, as projeções indicam crescimento de 1,81% em 2026 e 2% tanto em 2027 quanto em 2028.</p>
<p>Apesar da leve redução, a expectativa de inflação para 2025 segue acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional, que é de 3%, com tolerância de até 4,5%. O IPCA acumulado em 12 meses está em 5,53%, pressionado por alimentos e medicamentos, segundo o IBGE.</p>
<p><strong>Selic segue alta, com perspectiva de queda só a partir de 2026</strong></p>
<p>A taxa básica de juros (Selic) permanece em 14,75% ao ano — nível mantido pelo Banco Central diante das incertezas econômicas e da pressão inflacionária. O mercado acredita que a taxa se manterá nesse patamar até o fim de 2025, com expectativa de redução gradual: 12,5% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p>O dólar, por sua vez, deve encerrar 2025 cotado a R$ 5,80 e subir para R$ 5,89 até o fim de 2026.</p>
<p>A política monetária segue em ritmo de cautela, com o Copom indicando prudência nas próximas decisões, enquanto o país busca equilíbrio entre controle da inflação e estímulo à atividade econômica.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Mercado eleva projeção do PIB para 2025, mas inflação segue acima da meta</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/mercado-eleva-projecao-do-pib-para-2025-mas-inflacao-segue-acima-da-meta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 May 2025 14:05:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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					<description><![CDATA[O mercado financeiro ajustou para cima a previsão de crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central, a nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano passou de 2% para 2,02%. A expectativa para os anos seguintes permanece relativamente estável: o mercado projeta [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado financeiro ajustou para cima a previsão de crescimento da economia brasileira em 2025. Segundo o Boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira (19) pelo Banco Central, a nova estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) do próximo ano passou de 2% para 2,02%.</p>
<p>A expectativa para os anos seguintes permanece relativamente estável: o mercado projeta crescimento de 1,7% em 2026 e 2% em 2027 e 2028.</p>
<p>Em 2024, o Brasil já havia registrado uma expansão de 3,4%, o maior avanço desde 2021, quando o PIB cresceu 4,8%. Foi o quarto ano seguido de crescimento da atividade econômica.</p>
<h3>Inflação preocupa</h3>
<p>Apesar do otimismo moderado com o crescimento, o mercado reduziu ligeiramente a expectativa de inflação para 2025, que caiu de 5,51% para 5,5%, ainda acima do teto da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4,5%. A meta central é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.</p>
<p>Para os anos seguintes, o Boletim Focus prevê desaceleração inflacionária: 4,5% em 2026, 4% em 2027 e 3,8% em 2028. No acumulado de 12 meses até abril de 2024, o IPCA soma 5,53%, pressionado por itens como alimentos e medicamentos, mesmo com desaceleração nos últimos dois meses.</p>
<h3>Juros em alta</h3>
<p>Para conter a inflação, o Comitê de Política Monetária (Copom) manteve a taxa Selic em 14,75% ao ano, após seis altas consecutivas. A decisão foi influenciada por incertezas no cenário global e pelo encarecimento de alimentos e energia. O BC afirmou que o ambiente permanece incerto e exige prudência nas próximas decisões.</p>
<p>O mercado projeta que a Selic permaneça em 14,75% até o fim de 2025, caindo para 12,5% em 2026, 10,5% em 2027 e 10% em 2028.</p>
<p>A política de juros altos busca esfriar a demanda e conter a inflação, mas também pode desacelerar a economia ao tornar o crédito mais caro e desestimular o consumo.</p>
<h3>Dólar em alta</h3>
<p>Outro indicador que chama atenção é a previsão de câmbio: o mercado estima que o dólar feche 2024 em R$ 5,82 e chegue a R$ 5,90 no fim de 2026, refletindo a percepção de risco e a política monetária nos Estados Unidos.</p>
<p>Com inflação ainda pressionada e juros elevados, o desafio do governo e do Banco Central será equilibrar crescimento econômico com controle dos preços, em um cenário que segue marcado por volatilidade interna e externa.</p>
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		<item>
		<title>Alckmin propõe retirar alimentos e energia do cálculo da Selic</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/alckmin-propoe-retirar-alimentos-e-energia-do-calculo-da-selic/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Mar 2025 19:43:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Geraldo Alckmin]]></category>
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		<category><![CDATA[Taxa Básica de Juros]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, sugeriu nesta segunda-feira (24) que o Banco Central (BC) exclua a inflação de alimentos e energia ao calcular a taxa básica de juros, a Selic. A proposta surge em meio ao ciclo de alta da taxa, que atualmente está em 14,25% [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, sugeriu nesta segunda-feira (24) que o Banco Central (BC) exclua a inflação de alimentos e energia ao calcular a taxa básica de juros, a Selic. A proposta surge em meio ao ciclo de alta da taxa, que atualmente está em 14,25% ao ano, após novo ajuste do Comitê de Política Monetária (Copom).</p>
<p>Alckmin citou o exemplo do Federal Reserve (Fed), banco central dos Estados Unidos, que adota uma metodologia semelhante ao excluir esses fatores do cálculo dos juros básicos. Segundo ele, eventos climáticos extremos e tensões geopolíticas impulsionam o aumento nos preços de alimentos e energia, sem que a política monetária tenha impacto direto sobre essas variações.</p>
<h3><strong>Impactos da Selic Elevada na Economia</strong></h3>
<p>Durante sua participação em um evento promovido pelo jornal Valor Econômico, Alckmin destacou que uma taxa de juros elevada encarece o custo do crédito e prejudica o crescimento econômico. Ele argumentou que o BC deve focar em combater a inflação de itens cuja variação possa ser controlada por meio da política monetária.</p>
<p>“O preço dos alimentos, por exemplo, depende muito do clima. Se tivermos uma seca severa, os preços sobem, e aumentar os juros não fará chover. O mesmo ocorre com a energia, já que os preços do petróleo são definidos internacionalmente”, afirmou o presidente em exercício.</p>
<p>A proposta de Alckmin sugere um olhar mais flexível sobre os choques de oferta, que elevam os preços de maneira pontual, mas não refletem uma inflação estrutural. “O objetivo é que o aumento dos juros seja direcionado para áreas onde tenha maior impacto no controle da inflação, sem penalizar desnecessariamente o crescimento econômico”, completou.</p>
<h3><strong>Repercussões na Política Monetária</strong></h3>
<p>O impacto da Selic não se restringe ao crédito e ao consumo. Alckmin ressaltou que cada ponto percentual de aumento na taxa básica de juros gera um custo adicional de cerca de R$ 48 bilhões para a dívida pública.</p>
<p>A inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), registrou alta de 1,31% em fevereiro, impulsionada principalmente pelo aumento na conta de luz. O índice acumulado em 12 meses chegou a 5,06%, ultrapassando o teto da meta de inflação do Banco Central, que é de 4,5%.</p>
<p>Diante desse cenário, o Copom afirmou que a economia brasileira segue aquecida, embora apresente sinais de desaceleração. O órgão sinalizou que novas elevações da Selic poderão ocorrer em menor magnitude, mas evitou antecipar decisões para os próximos meses.</p>
<h3><strong>Próximos Passos e Reflexos no Mercado</strong></h3>
<p>A proposta de Alckmin levanta um debate sobre a metodologia de cálculo da taxa de juros no Brasil. Caso a ideia avance, a política monetária poderá passar por ajustes que aliviem a pressão sobre o crédito e incentivem a atividade econômica.</p>
<p>Enquanto isso, o mercado financeiro segue atento aos próximos movimentos do Banco Central, avaliando como a inflação e os juros elevados impactarão o consumo, os investimentos e a trajetória da economia brasileira nos próximos meses.</p>
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		<item>
		<title>Copom inicia primeira reunião sob comando de Galípolo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-inicia-primeira-reuniao-sob-comando-de-galipolo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Jan 2025 15:18:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gabriel Galípolo]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deu início nesta terça-feira (28) à primeira reunião sob a liderança do novo presidente do BC, Gabriel Galípolo. Em meio à alta do dólar e ao aumento dos preços dos alimentos, a diretoria do BC decidirá o novo patamar da taxa básica de juros, a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deu início nesta terça-feira (28) à primeira reunião sob a liderança do novo presidente do BC, Gabriel Galípolo. Em meio à alta do dólar e ao aumento dos preços dos alimentos, a diretoria do BC decidirá o novo patamar da taxa básica de juros, a Selic, que atualmente está em 12,25% ao ano.</p>
<p>De acordo com o último boletim Focus – pesquisa semanal realizada pelo Banco Central com analistas de mercado – é esperada uma elevação de 1 ponto percentual, levando a Selic para 13,25% ao ano. Esta será a quarta alta consecutiva da taxa básica, dando continuidade às medidas anunciadas pelo Copom em sua última reunião, realizada em dezembro de 2024.</p>
<p><strong>Justificativa para a Alta</strong></p>
<p>Na ocasião, o comitê destacou o agravamento das incertezas externas e os impactos do pacote fiscal aprovado no fim do ano passado como fatores determinantes para a continuidade da política monetária contracionista. O Copom já havia sinalizado a intenção de realizar duas elevações consecutivas de 1 ponto percentual, a primeira delas em janeiro.</p>
<p>A decisão final sobre o novo patamar da Selic será anunciada nesta quarta-feira (29), ao fim do dia. Desde setembro de 2024, quando a taxa começou a subir após período de estabilidade em 10,5%, o Copom tem adotado um ciclo de alta para controlar a inflação e enfrentar os desafios econômicos.</p>
<p><strong>Inflação em Alta</strong></p>
<p>A pressão inflacionária tem sido um dos principais motivos para a manutenção da política de juros altos. Segundo o último boletim Focus, a projeção de inflação para 2025 subiu de 4,96% há quatro semanas para 5,5%, acima do teto da meta de 3% definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). A meta permite um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual, podendo chegar a até 4,5%.</p>
<p>Na ata de sua última reunião, o Copom alertou que o atual cenário econômico demanda uma política monetária ainda mais restritiva. Entre os fatores apontados estão a alta do dólar e o aumento de preços, que intensificam a necessidade de medidas para conter a demanda aquecida.</p>
<p><strong>Impactos da Taxa Selic</strong></p>
<p>A Selic é a taxa utilizada nas negociações de títulos públicos emitidos pelo Tesouro Nacional e serve como referência para as demais taxas de juros da economia. Ao aumentá-la, o Banco Central busca conter o consumo e o crédito, freando a inflação. Por outro lado, juros mais altos podem dificultar a expansão da economia, ao encarecer financiamentos e desestimular investimentos.</p>
<p>Quando a Selic é reduzida, o efeito é o oposto: o crédito se torna mais barato, incentivando o consumo e a produção. No entanto, esse movimento também pode trazer risco de pressão inflacionária, caso a oferta não acompanhe o aumento da demanda.</p>
<p><strong>Reuniões do Copom</strong></p>
<p>O Copom se reúne a cada 45 dias. No primeiro dia da reunião, são realizadas apresentações técnicas sobre as economias brasileira e global, além de análises do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do comitê – que incluem a diretoria do BC – definem a nova taxa Selic.</p>
<p><strong>Meta Contínua de Inflação</strong></p>
<p>Desde janeiro de 2025, o Brasil adotou o sistema de meta contínua para a inflação, que considera o índice acumulado em 12 meses. A meta estabelecida pelo CMN é de 3%, com intervalo de tolerância entre 1,5% e 4,5%. Esse modelo substitui o antigo sistema, que avaliava apenas o índice fechado ao fim de cada ano.</p>
<p>De acordo com o último Relatório de Inflação, divulgado em dezembro, o BC manteve a projeção de que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerre 2025 em 4,5%. Essa previsão, contudo, pode ser revisada no próximo relatório, previsto para março, dependendo do comportamento do dólar e dos preços.</p>
<p>A decisão do Copom nesta semana será determinante para os rumos da política econômica do país, com impacto direto no controle da inflação e no crescimento econômico.</p>
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		<title>Copom decide novo ajuste da Selic em meio a pressões econômicas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/copom-decide-novo-ajuste-da-selic-em-meio-a-pressoes-economicas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2024 13:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[Juros Básicos]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa Selic]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciará nesta quarta-feira (6) se eleva a taxa Selic, atualmente em 10,75% ao ano. Com o dólar em alta e o impacto da seca pressionando o custo de alimentos e energia, o comitê avalia um aumento de 0,5 ponto percentual, o que elevaria a taxa para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciará nesta quarta-feira (6) se eleva a taxa Selic, atualmente em 10,75% ao ano. Com o dólar em alta e o impacto da seca pressionando o custo de alimentos e energia, o comitê avalia um aumento de 0,5 ponto percentual, o que elevaria a taxa para 11,25% ao ano, segundo o último boletim Focus.</p>
<p>As expectativas são de que a Selic encerre 2024 em 11,75%, visando conter a inflação que ultrapassa o teto da meta definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 3% com uma margem de tolerância até 4,5%. O Copom justifica o ajuste pelo ritmo de crescimento econômico e pela pressão inflacionária, especialmente em alimentos e serviços, que juntos mantêm o IPCA em 4,42% no acumulado de 12 meses.</p>
<p>O processo de elevação da Selic já dura mais de dois anos e reflete as políticas do BC para controlar a inflação. Após manter a Selic inalterada em junho e julho deste ano, o Copom iniciou um novo ciclo de alta em julho, focado em ajustar a política monetária ao contexto atual. A decisão de hoje será anunciada no final do dia, após análise detalhada da economia nacional e global.</p>
<p>A elevação da taxa básica de juros encarece o crédito, estimulando a poupança e, ao mesmo tempo, desacelerando a economia. Com a inflação pressionada pela seca e pelo câmbio, a taxa mais alta visa compensar os aumentos nos preços de bens essenciais, como energia e alimentos, com objetivo de estabilizar o índice de preços e mantê-lo dentro da meta de 3% para 2024.</p>
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		<title>Decisão do Copom: Manutenção ou corte na taxa de juros será definida hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Jun 2024 14:12:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Juros]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Selic]]></category>
		<category><![CDATA[taxa básica]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) enfrenta nesta quarta-feira (19) a tarefa de decidir sobre a manutenção ou corte da taxa básica de juros, a Selic. A atual taxa de 10,5% ao ano pode ser mantida ou reduzida em 0,25 ponto percentual, em meio a divergências entre os membros do colegiado. A recente valorização do dólar, o aumento da inflação e as taxas de juros elevadas nos Estados Unidos complicam a decisão, tornando incerto se o ciclo de cortes iniciado em agosto do ano passado terá continuidade.</p>
<p>Em maio, o Copom não deu indicações claras sobre suas próximas ações. De acordo com o boletim Focus, pesquisa semanal realizada com analistas de mercado, a previsão é que a Selic permaneça em 10,5% ao ano até o final de 2024, contrastando com a expectativa de um mês atrás, que apontava para uma Selic de 10%.</p>
<p>A decisão será anunciada ao fim do dia. O Copom, nas últimas sete reuniões, reduziu a Selic com seis cortes de 0,5 ponto percentual e um corte de 0,25 ponto percentual na última reunião de maio.</p>
<h4><strong>Inflação</strong></h4>
<p>Na ata da reunião mais recente, o Copom destacou um aumento nas expectativas de inflação. A divisão entre os diretores do Banco Central foi atribuída ao compromisso com as diretrizes anteriores, sem influências políticas. Até março, o BC sinalizava um corte de 0,5 ponto percentual em maio.</p>
<p>Na última votação, os diretores Carolina de Assis Barros, Diogo Abry Guillen, Otávio Ribeiro Damaso e Renato Dias de Brito Gomes, nomeados pelo governo anterior, apoiaram uma redução de 0,25 ponto percentual. Em contraste, Ailton de Aquino Santos, Gabriel Muricca Galípolo, Paulo Picchetti e Rodrigo Alves Teixeira, nomeados pelo governo atual, votaram por um corte de 0,50 ponto. O presidente do BC, Roberto Campos Neto, também nomeado pelo governo anterior, desempatou a votação a favor do corte de 0,25 ponto.</p>
<p>O boletim Focus mais recente mostrou que a estimativa de inflação para 2024 aumentou de 3,8% para 3,96% nas últimas quatro semanas, aproximando-se do teto da meta de 3% estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que pode alcançar até 4,5% devido ao intervalo de tolerância de 1,5 ponto.</p>
<p>Em maio, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador oficial da inflação, subiu para 0,46%. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontou que o aumento foi impulsionado pelos alimentos, devido às enchentes no Rio Grande do Sul. O IPCA acumulou alta de 3,93% em 12 meses, dentro da meta para 2024.</p>
<h4><strong>Taxa Selic</strong></h4>
<p>A Selic é a taxa básica de juros usada nas negociações de títulos públicos e serve como referência para outras taxas na economia. É o principal instrumento do Banco Central para controlar a inflação. Através de operações de mercado aberto, o BC busca manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião.</p>
<p>Aumentar a Selic visa conter a demanda aquecida, refletindo nos preços ao encarecer o crédito e incentivar a poupança, o que pode dificultar a expansão econômica. Além da Selic, os bancos consideram risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas ao definir os juros cobrados dos consumidores.</p>
<p>Reduzir a Selic tende a baratear o crédito, incentivando produção e consumo, diminuindo o controle da inflação e estimulando a economia.</p>
<p>O Copom se reúne a cada 45 dias. No primeiro dia, apresentações técnicas sobre a economia brasileira e mundial e o mercado financeiro são feitas. No segundo dia, os membros do Copom, composto pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic.</p>
<h4><strong>Meta</strong></h4>
<p>Para 2024, a meta de inflação do BC, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Para 2025 e 2026, as metas também são de 3%, com o mesmo intervalo de tolerância.</p>
<p>No último Relatório de Inflação de março, o BC manteve a previsão de que o IPCA terminaria 2024 em 3,5%, antes da alta do dólar e das enchentes no Rio Grande do Sul. O próximo relatório será divulgado no fim de junho.</p>
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		<title>Centrais sindicais promovem ato em São Paulo pela redução dos juros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/centrais-sindicais-promovem-ato-em-sao-paulo-pela-reducao-dos-juros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Jun 2024 20:29:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ato pela queda dos juros]]></category>
		<category><![CDATA[autoridade monetária]]></category>
		<category><![CDATA[Avenida Paulista]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Centrais Sindicais]]></category>
		<category><![CDATA[Copom]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Juros Básicos]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça-feira (18), centrais sindicais realizaram um ato na Avenida Paulista, no centro de São Paulo, pedindo a redução da taxa básica de juros (Selic). Com bandeiras e carros de som, os manifestantes se reuniram em frente ao prédio do Banco Central (BC), criticando também o presidente da instituição, Campos Neto.</p>
<p>O protesto coincide com o início da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que definirá os juros básicos da economia. Na última reunião, em maio, o Copom reduziu a Selic para 10,5% ao ano, sendo o sétimo corte consecutivo, mas a velocidade das reduções diminuiu: de agosto do ano passado a março deste ano, a taxa foi reduzida em 0,5 ponto percentual por reunião, enquanto na última reunião o corte foi de 0,25 ponto percentual.</p>
<p>Apesar dessas reduções, os sindicalistas consideram que a taxa de juros ainda está muito alta. “Ainda é muito alto. Não dá para o Brasil fazer investimento”, afirmou Neiva Ribeiro dos Santos, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região.</p>
<p>Neiva argumenta que a alta taxa de juros transfere recursos que poderiam ser usados para o bem-estar da população para especuladores financeiros. “A cada ponto percentual que os juros se mantêm nesse patamar significa R$ 38 bilhões na dívida pública. É dinheiro que o governo poderia estar investindo em outras coisas, em saúde, educação, infraestrutura, e está remunerando os juros da dívida, que quem ganha é um grupo de bilionários”, disse.</p>
<p>Além disso, Neiva destacou que as altas taxas impactam no endividamento das famílias.</p>
<p>### Tendência de Manutenção<br />
Na última ata da reunião do Copom, não havia indicativo de novos cortes na taxa de juros. Os membros do colegiado mostraram preocupação com as expectativas de inflação acima da meta, “em meio a um cenário macroeconômico mais desafiador do que o previsto anteriormente”.</p>
<p>A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 3% para este ano, com um intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo, resultando em um limite inferior de 1,5% e um superior de 4,5%.</p>
<p>De acordo com a edição de segunda-feira (17) do Boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central com representantes de instituições financeiras, a expectativa do mercado é de manutenção da Selic no patamar atual.</p>
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