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	<title>COP29 &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Lula propõe antecipação de metas climáticas no G20 e reitera compromisso com o fim do desmatamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2024 17:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[COP29]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante a cúpula do G20, realizada nesta terça-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu que as principais economias do mundo antecipem suas metas de neutralidade climática para 2040 ou 2045, dez anos antes do previsto. O objetivo é combater com maior urgência os impactos das mudanças climáticas e limitar o aquecimento global. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante a cúpula do G20, realizada nesta terça-feira (19), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sugeriu que as principais economias do mundo antecipem suas metas de neutralidade climática para 2040 ou 2045, dez anos antes do previsto. O objetivo é combater com maior urgência os impactos das mudanças climáticas e limitar o aquecimento global.</p>
<p>“Aos países desenvolvidos, faço este apelo: assumam a responsabilidade histórica. Sem isso, não terão credibilidade para exigir ambição dos demais,” afirmou Lula na abertura da sessão dedicada ao desenvolvimento sustentável e transição energética.</p>
<p><strong>Responsabilidade Comum e Diferenciada</strong></p>
<p>Lula enfatizou que a justiça climática exige que nações industrializadas, responsáveis por grande parte das emissões históricas de gases de efeito estufa, liderem os esforços globais. Segundo ele, embora todos os países devam contribuir, o princípio das “responsabilidades comuns, porém diferenciadas” deve ser a bússola para guiar as ações climáticas.</p>
<p>O presidente lembrou que os países do G20, que respondem por 80% das emissões globais, têm papel central no enfrentamento do desafio climático. Ele defendeu que os integrantes do grupo apresentem Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) mais ambiciosas e abrangentes, alinhadas à meta de limitar o aumento da temperatura global a 1,5°C.</p>
<p><strong>Brasil Líder na Preservação e Energias Renováveis</strong></p>
<p>Lula destacou o compromisso brasileiro com a preservação ambiental e a transição energética. Ele anunciou que o desmatamento no Brasil será erradicado até 2030 e ressaltou os avanços na matriz energética do país, que já conta com 90% de sua eletricidade proveniente de fontes renováveis.</p>
<p>“Somos líderes em biocombustíveis e avançamos em energia eólica, solar e no desenvolvimento de hidrogênio verde,” declarou. O presidente também celebrou a criação do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, que remunera nações em desenvolvimento que preservam florestas nativas.</p>
<p><strong>Críticas e Chamados à Ação</strong></p>
<p>Lula criticou o descumprimento das promessas financeiras do Acordo de Paris, lembrando que os US$ 100 bilhões anuais prometidos pelos países ricos para apoiar a transição climática nunca se concretizaram. “Hoje, falamos em trilhões de dólares, mas esses recursos estão sendo desperdiçados em armamentos, enquanto o planeta agoniza,” disse.</p>
<p>Ele pediu maior integração internacional, sugerindo a criação de um Conselho de Mudança do Clima na ONU para articular esforços fragmentados. Também apontou a necessidade de avançar nas discussões durante a COP29, em Baku, e destacou que a COP30, em Belém, será crucial para alcançar mudanças significativas.</p>
<p>“Não podemos adiar para Belém o que deve ser tratado agora. A COP30 será a última chance de evitar uma ruptura irreversível no sistema climático,” alertou.</p>
<p><strong>Apelo Final</strong></p>
<p>Encerrando seu discurso, Lula reafirmou o compromisso do Brasil com a preservação ambiental e convidou os líderes mundiais a agirem com coragem e determinação: “A esperança renasce a cada compromisso assumido em defesa da vida e do futuro do planeta.”</p>
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		<title>&#8220;Estamos a caminho de um suicídio planetário&#8221;, alerta climatologista Carlos Nobre</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/estamos-a-caminho-de-um-suicidio-planetario-alerta-climatologista-carlos-nobre/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Nov 2024 12:44:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Azerbaijão]]></category>
		<category><![CDATA[Convenção do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[COP29]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O renomado climatologista Carlos Nobre, figura de destaque nos estudos sobre o clima, alertou para o perigo iminente das atuais políticas de combate às mudanças climáticas durante a COP29, que acontece em Baku, Azerbaijão. Segundo Nobre, as medidas apresentadas até o momento não são suficientes para impedir que o aquecimento global ultrapasse níveis seguros, colocando [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O renomado climatologista Carlos Nobre, figura de destaque nos estudos sobre o clima, alertou para o perigo iminente das atuais políticas de combate às mudanças climáticas durante a COP29, que acontece em Baku, Azerbaijão. Segundo Nobre, as medidas apresentadas até o momento não são suficientes para impedir que o aquecimento global ultrapasse níveis seguros, colocando o planeta em rota de risco ambiental grave. &#8220;Estamos a caminho de um suicídio planetário se não acelerarmos drasticamente a redução das emissões&#8221;, afirmou.</p>
<p>Nobre destacou que, embora o Acordo de Paris tenha estabelecido uma meta de redução de 43% nas emissões de gases de efeito estufa até 2030, esse nível de corte já se mostra insuficiente. De acordo com ele, o aquecimento global alcançou 1,5°C acima dos níveis pré-industriais há 16 meses e corre o risco de se tornar permanente se permanecer nessa marca por três anos consecutivos. A previsão de especialistas aponta para um aumento ainda maior, com temperaturas podendo chegar a 2,5°C em 2050, caso as emissões globais continuem no ritmo atual.</p>
<p><strong>Responsabilidade Global e a Posição do Brasil</strong></p>
<p>O climatologista também criticou a falta de renovação das metas de muitos países antes do prazo final, em 2025. Entre os poucos que já atualizaram suas Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs) está o Brasil, que apresentou novos compromissos para redução de emissões até 2035. O vice-presidente Geraldo Alckmin é responsável por expor essas novas metas na COP29, destacando o papel do Brasil, futuro anfitrião da COP30, na liderança da agenda climática global.</p>
<p><strong>Adaptação e Ações Locais como Respostas Urgentes</strong></p>
<p>Nobre enfatizou que, além de intensificar as medidas para redução de emissões, os países devem se preparar para os impactos inevitáveis das mudanças climáticas, que incluem a intensificação de eventos climáticos extremos como furacões e tempestades. Ele citou exemplos recentes, como os furacões nos Estados Unidos e México, e as enchentes devastadoras em Valência, na Espanha. Segundo ele, a adaptação é uma questão especialmente urgente para países em desenvolvimento, que são mais vulneráveis a esses impactos.</p>
<p>No Brasil, Nobre reforça que é possível promover o consumo consciente e reduzir emissões individuais. &#8220;No Brasil, 75% das emissões vêm do desmatamento, principalmente na Amazônia e no Cerrado. Mas há alternativas sustentáveis, como a carne da pecuária regenerativa, que reduz as emissões e mantém preços competitivos,&#8221; explicou. Ele também apontou os benefícios econômicos da energia solar e dos veículos elétricos, que se tornam cada vez mais acessíveis e sustentáveis em comparação aos combustíveis fósseis.</p>
<p>Para Nobre, a transição para um consumo sustentável e a escolha por alternativas mais limpas e economicamente viáveis são passos concretos que podem ser adotados por todos. “Sociedades democráticas, como a nossa, têm a oportunidade de liderar essa transformação. Podemos contribuir diretamente comprando carne de pecuária sustentável e veículos elétricos, escolhas que têm tanto impacto ambiental quanto retorno financeiro,” concluiu.</p>
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		<title>Azerbaijão sediará COP29: país busca destacar esforços ambientais em evento climático global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ramon Freitas]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Oct 2024 15:12:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Azerbaijão]]></category>
		<category><![CDATA[COP29]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Ilham Liyev]]></category>
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					<description><![CDATA[A cidade de Baku, no Azerbaijão, será o centro das atenções entre 11 e 22 de novembro deste ano, quando sediará a 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29). Com o tema &#8220;Solidariedade por um Mundo Verde&#8221;, a conferência pretende promover compromissos mais ambiciosos dos países na luta contra a crise climática. Simon [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de Baku, no Azerbaijão, será o centro das atenções entre 11 e 22 de novembro deste ano, quando sediará a 29ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP29). Com o tema &#8220;Solidariedade por um Mundo Verde&#8221;, a conferência pretende promover compromissos mais ambiciosos dos países na luta contra a crise climática. Simon Stiell, chefe do clima da ONU, declarou recentemente que o encontro será crucial para garantir o financiamento climático e evitar impactos ambientais devastadores.</p>
<p>Apesar de ser um importante produtor de petróleo e gás natural, o Azerbaijão vem mostrando interesse em diversificar sua matriz energética para reduzir emissões. Durante a campanha para sediar o evento, o governo se comprometeu a reduzir em 40% suas emissões de gases do efeito estufa até 2050 e a elevar a participação de fontes renováveis para 30% até 2030. Projetos de energia solar, eólica, hídrica e hidrogênio verde já foram implementados e servirão como exemplos para o evento. Além disso, o Estádio Olímpico de Baku, que receberá as áreas de participação social e de negociações oficiais, será abastecido por fontes renováveis, incluindo óleo vegetal hidrogenado.</p>
<p>A escolha do Azerbaijão como sede reflete a política de rotatividade entre regiões das Nações Unidas. No entanto, questões geopolíticas influenciaram a decisão, especialmente devido a vetos da Rússia a candidatos da União Europeia em razão das sanções pela guerra na Ucrânia. O Azerbaijão foi escolhido em detrimento da Armênia após negociações sobre a situação de Nagorno-Karabakh, região de conflitos recentes entre as duas nações.</p>
<p>Apesar de questionamentos internacionais sobre democracia e direitos humanos no Azerbaijão, o presidente Ilham Aliyev celebrou a escolha do país como um “sinal de respeito” da comunidade global ao compromisso do Azerbaijão com a energia verde e o desenvolvimento sustentável. Em meio a desafios políticos e pressões econômicas, o Azerbaijão espera usar a COP29 para consolidar sua imagem como ator relevante no cenário climático global, apesar das contradições de uma economia baseada na exploração de combustíveis fósseis.</p>
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