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	<title>COP28 &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>COP28 &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>COP28 Celebra Histórico Acordo para a Transição Energética Global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 15:59:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Após intensas negociações e uma ampliação no cronograma, a Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (COP28) aprovou, nesta quarta-feira (13), um acordo de grande relevância, marcando um ponto de virada na busca pela transição energética global. O documento, resultado de discussões lideradas pelos Emirados Árabes Unidos, visa afastar as nações dos combustíveis fósseis, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após intensas negociações e uma ampliação no cronograma, a Conferência das Nações Unidas sobre as Alterações Climáticas (COP28) aprovou, nesta quarta-feira (13), um acordo de grande relevância, marcando um ponto de virada na busca pela transição energética global. O documento, resultado de discussões lideradas pelos Emirados Árabes Unidos, visa afastar as nações dos combustíveis fósseis, representando a primeira vez na história das conferências climáticas da ONU em que um texto final reflete esse comprometimento com fontes energéticas alternativas.</p>
<p>O presidente da Conferência sobre as Alterações Climáticas, Sultan Al Jaber, celebrando o que chamou de &#8220;decisão histórica&#8221;, destacou a inclusão da formulação sobre as energias fósseis no acordo final. &#8220;Devemos estar orgulhosos deste sucesso histórico, e os Emirados Árabes Unidos, o meu país, estão orgulhosos do seu papel para chegarmos até aqui&#8221;.</p>
<p>O texto aprovado insta à &#8220;transição dos combustíveis fósseis nos sistemas energéticos de forma justa, ordenada e equitativa, acelerando a ação nesta década crítica, com o objetivo de alcançar a neutralidade carbônica em 2050, de acordo com recomendações científicas”.</p>
<p>Notavelmente, a palavra &#8220;eliminar&#8221; foi substituída por &#8220;transição&#8221;, atendendo a contestações da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e da Arábia Saudita, abrindo espaço para uma possível continuidade do uso de combustíveis fósseis.</p>
<p>Embora muitos representantes de países tenham celebrado o acordo como um avanço significativo, defensores da justiça climática e a Aliança dos Pequenos Estados Insulares (Aosis) expressaram &#8220;preocupações&#8221;. Para a Aosis, o texto não atende às necessidades e não reflete ações concretas em conformidade com as recomendações científicas.</p>
<p>O secretário-geral da ONU, António Guterres, expressou seu contentamento com o acordo, destacando o reconhecimento pela necessidade de abandonar os combustíveis fósseis. Ele ressaltou a urgência em limitar o aumento da temperatura global a 1,5 graus Celsius, enfatizando a necessidade de reduções drásticas nas emissões globais de gases de efeito estufa nesta década.</p>
<p>A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, saudou o acordo como o início da era pós-fóssil, destacando o apoio mundial aos objetivos da UE para 2030. John Kerry, emissário dos Estados Unidos para o clima, considerou o acordo como motivo de otimismo em um mundo conturbado.</p>
<p>O presidente francês, Emmanuel Macron, descreveu o acordo como um compromisso significativo, comprometendo o mundo com uma transição sem combustíveis fósseis. No entanto, críticos apontam que o texto não oferece o equilíbrio necessário e que era necessário um avanço mais expressivo. O Brasil, por meio da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, instou os países desenvolvidos a liderarem a transição energética e fornecerem os meios necessários aos países em desenvolvimento.</p>
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		<title>COP28 Arrasta-se com Falta de Consenso sobre Combustíveis Fósseis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cop28-arrasta-se-com-falta-de-consenso-sobre-combustiveis-fosseis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2023 17:04:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A 28ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, a COP28, prolongou-se pela noite adentro, e o horário previsto para a conclusão passou sem qualquer acordo à vista. No centro da discórdia estão os combustíveis fósseis, pois o esboço do documento final não menciona a sua eliminação gradual. O diretor-geral da COP28 afirmou que a conferência [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A 28ª Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, a COP28, prolongou-se pela noite adentro, e o horário previsto para a conclusão passou sem qualquer acordo à vista. No centro da discórdia estão os combustíveis fósseis, pois o esboço do documento final não menciona a sua eliminação gradual. O diretor-geral da COP28 afirmou que a conferência está a trabalhar num novo esboço de acordo, reiterando que o objetivo é &#8220;alcançar o resultado mais ambicioso possível&#8221;.</p>
<p>O objetivo era que, até as 11h desta terça-feira (hora local), se alcançasse uma &#8220;conclusão ordenada do encontro&#8221;, mas essa hora chegou sem qualquer acordo.</p>
<p>Os Estados-membros da União Europeia (UE), os Estados Unidos (EUA) e muitos países insulares estão em desacordo com a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e a Arábia Saudita em relação à eliminação gradual dos combustíveis fósseis.</p>
<p>O último rascunho do documento final, apresentado nesta segunda-feira no Dubai, não menciona a eliminação gradual dos combustíveis fósseis. Em vez disso, o documento sugere que as nações devem &#8220;reduzir o consumo e a produção de combustíveis fósseis de forma justa, ordenada e equitativa&#8221;. Em essência, o documento de 21 páginas concederia total liberdade aos países signatários do Acordo de Paris para escolherem sua forma de &#8220;reduzir&#8221; os combustíveis fósseis, sem obrigações.</p>
<p>A UE considerou o documento &#8220;inaceitável&#8221;, e os países insulares asseguraram que não irão assinar sua &#8220;certidão de óbito&#8221;.</p>
<p>Vários representantes de países presentes em Dubai criticaram a falta de ambição no texto final.</p>
<p>&#8220;Há um grupo grande, muito grande de países, mesmo uma supermaioria, que quer mais ambição&#8221;, disse o comissário europeu para o Clima, Wopke Hoekstra.</p>
<p>O texto é &#8220;inaceitável&#8221; e &#8220;muito abaixo da ambição necessária para manter as nossas ilhas acima da superfície da água&#8221;, denunciou Joseph Sikulu, responsável pelo Pacífico da organização não governamental (ONG) 350.org.</p>
<p>&#8220;É um insulto para aqueles que vieram aqui lutar pela nossa sobrevivência&#8221;, acrescentou. À procura do &#8220;resultado mais ambicioso possível&#8221;.</p>
<p>O presidente da COP28, Majid Al Suwaidi, revelou que a cúpula está a trabalhar numa nova versão do texto do acordo, baseada nas &#8220;linhas vermelhas&#8221; expressas pelos países que rejeitaram a primeira proposta.</p>
<p>&#8220;Passamos a última noite discutindo e recebendo feedback e isso nos colocou numa posição para redigir novo texto, que inclua todos os elementos de que precisamos para um plano compreensivo até 2030&#8221;, afirmou Al Suwaidi.</p>
<p>&#8220;O texto que divulgamos foi um ponto de partida para a discussão. É completamente normal para um processo baseado na necessidade de consenso. Sabíamos que as opiniões eram polarizadas, mas não sabíamos quais eram as linhas vermelhas dos países&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;O objetivo é chegar a um consenso&#8221;, disse Al Suwaidi aos jornalistas em entrevista. &#8220;Todos gostaríamos de terminar a tempo, mas queremos alcançar o resultado mais ambicioso possível. Esse é o nosso único objetivo&#8221;, garantiu.</p>
<p>O diretor-geral da COP28 disse que os delegados querem incluir neste novo esboço uma menção &#8220;histórica&#8221; sobre o futuro dos combustíveis fósseis.</p>
<p>&#8220;Nesta COP tentamos fazer algo que nunca foi feito antes, algo histórico. Parte disso é incluir os combustíveis fósseis no texto. Se pudermos, isso seria histórico&#8221;, afirmou Al Suwaidi.</p>
<p>Outro compromisso menos controverso presente no documento final consiste em triplicar a capacidade de energia renovável até 2030.</p>
<p>As empresas consideram o compromisso &#8220;realista&#8221;, mas lembram que não é fácil. &#8220;É realista, mas há elementos que precisam ser resolvidos, como licenças, arrendamentos, conexões à rede&#8221;, disse Anders Opedal, presidente executivo da norueguesa Equinor, uma importante empresa de energia renovável, à Reuters.</p>
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		<title>Brasil lança versão em português do relatório sobre clima do IPCC</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/brasil-lanca-versao-em-portugues-do-relatorio-sobre-clima-do-ipcc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 13:54:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IPCC]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[Neste sábado (2), o governo brasileiro e o Pacto Global da ONU no Brasil lançam na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP28) a versão em português do Relatório Síntese sobre Mudança Climática 2023, elaborado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC). O evento tem este ano como sede Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Neste sábado (2), o governo brasileiro e o Pacto Global da ONU no Brasil lançam na Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP28) a versão em português do <em>Relatório Síntese sobre Mudança Climática 2023</em>, elaborado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima (IPCC). O evento tem este ano como sede Dubai, nos Emirados Árabes Unidos,<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O documento, produto final do <em>Sexto Relatório de Avaliação do IPCC</em> (AR6), resume o conhecimento científico sobre a mudança do clima, impactos e riscos generalizados, possibilidades de mitigação e de adaptação.</p>
<p>Conforme apresentação do relatório &#8211; assinada pelo Secretário-Geral da Organização Meteorológica Mundial, Petteri Taalas, e pela secretária-geral adjunta das Nações Unidas e Diretora Executiva do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Inger Andersen -, o relatório síntese “confirma que o uso insustentável e desigual de energia e da terra, bem como mais de um século de queima de combustíveis fósseis, inequivocamente causaram o aquecimento global, com a temperatura da superfície global atingindo 1,1°C a mais que no período de 1850 – 1900 em 2011 – 2020.”</p>
<p>A previsão contida no texto é de que a temperatura global aumentará em 1,5°C na primeira metade da próxima década e “será muito difícil controlar o aumento da temperatura dentro de 2°C até o final do século XXI.” De acordo com o relatório, a limitação do aquecimento global exige zerar as emissões de gás carbônico (CO2) emitido na queima de combustíveis fósseis (como petróleo e carvão) e biomassa (como ocorre nas florestas brasileiras).</p>
<h2>Tradução</h2>
<p>A tradução do documento é iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), feita em conjunto com o Pacto Global da ONU no Brasil. De acordo com os publicadores, o texto em português facilita amplia a difusão de informações científicas sobre mudança do clima para toda a Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP) – além do Brasil, Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné-Equatorial, Moçambique, Portugal, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe.</p>
<p>Em nota, o CEO do Pacto Global da ONU no Brasil, Carlo Pereira, assinala que “o relatório traduzido é um grande esforço e acerto de todas as partes envolvidas. Quando se trata de mudanças climáticas, é preciso ser muito objetivo e derrubar qualquer barreira, dentre elas, a da língua. Tornar as informações científicas acessíveis a mais pessoas, empresas e países traz todos para a ação e permite que tudo seja mais assertivo.”</p>
<p>De acordo com a ministra Luciana Santos (MCTI), a elaboração do Relatório Síntese “contou com a contribuição de diversos cientistas brasileiros nos grupos de trabalho e no processo de elaboração dos relatórios”.</p>
<p>Esse é o quinto documento do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas traduzido pelo MCTI e pelo Pacto Global da ONU no Brasil. Já ganharam <a href="https://www.gov.br/mcti/pt-br/acompanhe-o-mcti/sirene/publicacoes/relatorios-do-ipcc" target="_blank" rel="noopener">versões em português</a> o “Relatório Especial do IPCC sobre o Aquecimento Global de 1,5°C”; o relatório sobre <em>Mudança do Clima e Terra</em>; o relatório <em>O Oceano e a Criosfera em um Clima em Mudança</em>; e o relatório <em>Mudança do Clima 2021</em>.</p>
<p>A CPLP foi criada em 1996 com o propósito de intensificar as relações entre os países falantes do português e também com a finalidade de difundir o idioma. A <em>Declaração Constitutiva</em> descreve que um dos objetivos da comunidade é “o incentivo à cooperação bilateral e multilateral para a proteção e preservação do meio ambiente, nos Estados Membros, com vistas à promoção do desenvolvimento sustentável.” Juntos, os países da CPLP ocupam território de área total de 10 milhões de km² e formam uma população de mais de 250 milhões de habitantes. Apesar da articulação de quase 30 anos, os países não formam bloco de negociação na COP28.</p>
</div>
</div>
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		<title>Lula: planeta está farto de acordos climáticos não cumpridos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-planeta-esta-farto-de-acordos-climaticos-nao-cumpridos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 13:44:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Acordos]]></category>
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		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Em seu primeiro discurso na abertura da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), em Dubai, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (1º) que o planeta está farto de acordos climáticos não cumpridos, de metas de redução de emissão de carbono negligenciadas, de discursos eloquentes e vazios e do auxílio [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Em seu primeiro discurso na abertura da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP28), em Dubai, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta sexta-feira (1º) que o planeta está farto de acordos climáticos não cumpridos, de metas de redução de emissão de carbono negligenciadas, de discursos eloquentes e vazios e do auxílio financeiro aos países pobres que não chega. “O planeta já não espera para cobrar da próxima geração”.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Durante a solenidade, lula citou que a humanidade sofre com secas, enchentes e ondas de calor cada vez mais extremas e frequentes e lembrou a seca no Norte do Brasil e as enchentes no Sul. “A Amazônia amarga uma das mais trágicas secas de sua história. No Sul, tempestades e ciclones deixam um rastro inédito de destruição e morte”, destacou. “A ciência e a realidade nos mostram que desta vez a conta chegou antes”.</p>
<p>“Quantos líderes mundiais estão de fato comprometidos em salvar o planeta? Somente no ano passado, o mundo gastou mais de US$ 2 trilhões em armas. Quantia que poderia ser investida no combate à fome e no enfrentamento da mudança climática. Quantas toneladas de carbono são emitidas pelos mísseis que cruzam o céu e desabam sobre civis inocentes, sobretudo crianças e mulheres famintas?”</p>
<p>Segundo o presidente, a conta das mudanças climáticas não é a mesma para todos e chegou primeiro para as populações mais pobres. Ele lembrou que o 1% mais rico do planeta emite o mesmo volume de carbono que 66% de toda a população mundial. “O mundo naturalizou disparidades inaceitáveis de renda, gênero e raça.”</p>
<p>“Trabalhadores do campo, que têm suas lavouras de subsistência devastadas pela seca, e já não podem alimentar suas famílias. Moradores das periferias das grandes cidades, que perdem o pouco que têm quando a enchente arrasta tudo: casas, móveis, animais de estimação e seus próprios filhos. A injustiça que penaliza as gerações mais jovens é apenas uma das faces das desigualdades que nos afligem”.</p>
<p>Para Lula, não é possível enfrentar as mudanças do clima sem combater as desigualdades. “Quem passa fome tem sua existência aprisionada na dor do presente. E torna-se incapaz de pensar no amanhã. Reduzir vulnerabilidades socioeconômicas significa construir resiliência frente a eventos extremos. Significa também ter condições de redirecionar esforços para a luta contra o aquecimento global.”</p>
<p>“O não cumprimento dos compromissos assumidos corrói a credibilidade do regime. É preciso resgatar a crença no multilateralismo. É inexplicável que a ONU [Organização das Nações Unidas], apesar de seus esforços, se mostre incapaz de manter a paz, simplesmente porque alguns dos seus membros lucram com a guerra. É lamentável que acordos como o Protocolo de Kyoto ou os Acordos de Paris não sejam implementados”.</p>
<p>“Governantes não podem se eximir de suas responsabilidades. Nenhum país resolverá seus problemas sozinho. Estamos todos obrigados a atuar juntos além de nossas fronteiras. O Brasil está disposto a liderar pelo exemplo”, concluiu, ao citar os ajustes das metas climáticas brasileiras, a redução do desmatamento na Amazônia e o que chamou de industrialização verde, agricultura de baixo carbono e bioeconomia.</p>
</div>
</div>
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		<title>Entenda: COP28 avalia ação de países contra aquecimento global</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/entenda-cop28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Nov 2023 14:51:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023 (COP28) começou nesta quinta-feira (30) em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Reunindo representantes de cerca de 200 países e 70 mil pessoas, o encontro deve apresentar, pela primeira vez, um balanço global de como cada país está atuando para cumprir com o Acordo de Paris, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas de 2023 (COP28) começou nesta quinta-feira (30) em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Reunindo representantes de cerca de 200 países e 70 mil pessoas, o encontro deve apresentar, pela primeira vez, um balanço global de como cada país está atuando para cumprir com o Acordo de Paris, quando as nações se comprometeram a limitar o aumento da temperatura da terra a 1,5º C acima dos níveis pré-industriais.  <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Ou seja, pela primeira vez desde o Acordo de Paris, serão avaliadas as contribuições dos países para a redução do aquecimento da terra. A análise servirá de base para a COP30, em 2025, quando o Acordo de Paris completará 10 anos, e está prevista a adoção de novas medidas para mitigar o aquecimento da terra.</p>
<p>“A COP 28 faz uma revisão do que foi proposto nas edições passadas e verifica como cada país tem evoluído. Ela é uma prestação de contas de cada país”, explicou Pedro Côrtes, professor do Instituto de Energia e Ambiente da Universidade de São Paulo (USP). Segundo Côrtes, os acordos climáticos não punem os países que não os cumprem.</p>
<p>“É como se fosse um puxão de orelha só. Dizem: ‘vocês poderiam ter reduzido mais e não o fizeram’, e os representantes do país vão tentar explicar os motivos, mas o que a gente verifica é que países como Estados Unidos e China acabam não abraçando essas causas tanto quanto poderiam e deveriam”, destacou.</p>
<h2>Meta</h2>
<figure id="attachment_71223" aria-describedby="caption-attachment-71223" style="width: 463px" class="wp-caption alignleft"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-A-meta-de-limite-do-aumento-do-aquecimento-global-podera-ser-revista-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-71223" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-A-meta-de-limite-do-aumento-do-aquecimento-global-podera-ser-revista-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="A Meta De Limite Do Aumento Do Aquecimento Global Poderá Ser Revista - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-A-meta-de-limite-do-aumento-do-aquecimento-global-podera-ser-revista-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-A-meta-de-limite-do-aumento-do-aquecimento-global-podera-ser-revista-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71223" class="wp-caption-text">A meta de limite do aumento do aquecimento global poderá ser revista, diz Karen Oliveira, a diretora da TNC Brasil &#8211; Foto: Daniel Guedes/Divulgação</figcaption></figure>
<p>Outra expectativa é a da reafirmação do compromisso assumido pelos países de manter a meta de aumento da temperatura em 1,5ºC em comparação aos níveis pré-industriais. A diretora de Políticas Públicas e Relações Governamentais da TNC Brasil, Karen Oliveira, ressaltou que existe um risco de essa meta ser revista.</p>
<p>“Infelizmente, este é um debate que está na mesa. Às vezes, os próprios textos das discussões sobre o clima usam o termo &#8216;preferencialmente&#8217; ao citar a necessidade de não passar a meta de 1,5ºC. Mas nós sabemos que não é uma questão de preferência, é uma questão obrigatória frente as consequências danosas das mudanças do clima”, afirmou.</p>
<p>Em relatório anual divulgado no último dia 20, o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) informou que o mundo pode aumentar a temperatura em até 2,9ºC até 2100 se não houver mudanças nas políticas atuais. O número é quase o dobro do limite fixado pelo Acordo de Paris. O documento também registrou aumento de 1,2% da emissão de gases do efeito estufa entre 2021 e 2022.</p>
<p>“É a maior quantidade jamais registrada. Salvo o setor do transporte, todos os demais setores repuseram inteiramente as quedas de emissões causadas pela pandemia de covid-19 e agora já superam os níveis de 2019”, diz a Organização das Nações Unidas (ONU).</p>
<p>“O mundo está muito fora de rota para conseguir limitar o aumento da temperatura em 1,5ºC. Então, é preciso fazer muito mais, e isso passa pela eliminação dos combustíveis fósseis”, defendeu a coordenadora adjunta de Política Internacional do Observatório do Clima, Stela Herschmann.</p>
<p>Stela acrescentou que está em andamento uma articulação para prorrogar a produção de combustíveis fósseis por meio do uso de tecnologias que mitigam sua utilização, como a captura de carbono, que filtra os gases jogados na atmosfera e os armazena. “São tentativas dos produtores de petróleo de estender a vida útil de sua produção. O que os cientistas do mundo falam é que precisamos reduzir de maneira drástica as emissões. Não temos tempo a perder com essas soluções tecnológicas que não são viáveis economicamente e que não têm larga escala”, destacou.</p>
<h2>Crise Climática</h2>
<figure id="attachment_71225" aria-describedby="caption-attachment-71225" style="width: 463px" class="wp-caption alignright"><a href="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-COP28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-globa-l-Expresso-Carioca.webp?ssl=1"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-71225" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-COP28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-globa-l-Expresso-Carioca.webp?resize=463%2C309&#038;ssl=1" alt="COP28 Avalia Ação De Países Contra Aquecimento Global - Expresso Carioca" width="463" height="309" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-COP28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-globa-l-Expresso-Carioca.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/11/29-COP28-avalia-acao-de-paises-contra-aquecimento-globa-l-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /></a><figcaption id="caption-attachment-71225" class="wp-caption-text">COP28 avaliará ações contra aquecimento global &#8211; Ralf Vetterle/Pixabay</figcaption></figure>
<p>As emissões de gases do efeito estufa, como o dióxido de carbono (CO2) e metano (CH4), são responsáveis pelo aquecimento da terra e impulsionam a atual crise climática, marcada por eventos extremos, como o calor excessivo, as secas prolongadas e as chuvas muito intensas.</p>
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<p>Os gases do efeito estufa lançados na atmosfera vêm aumentando desde a Revolução Industrial (séculos 18 e 19), principalmente por meio da queima de combustíveis fósseis.  Esta é uma das principais preocupações de cientistas, sociedades e governos que vêm mobilizando os encontros sobre o clima desde a Eco de 1992, que ocorreu no Rio de Janeiro.</p>
<p>No Acordo de Paris, em 2015, 195 países se comprometeram a combater o aquecimento global “em bem menos de 2º C acima dos níveis pré-industriais”, buscando limitá-lo a 1,5ºC. Já o Brasil se comprometeu a reduzir, até 2030, em 43% a emissão dos gases do efeito estufa em relação aos níveis de 2005.</p>
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		<title>Guterres Classifica Degelo na Antártida como &#8220;Devastador&#8221; e Apela a Ações na COP28</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/guterres-classifica-degelo-na-antartida-como-devastador-e-apela-a-acoes-na-cop28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 15:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida]]></category>
		<category><![CDATA[António Guterrez]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[COP28]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, durante sua visita à região, expressou profunda preocupação com a &#8220;aceleração absolutamente devastadora&#8221; do degelo na Antártida. Guterres, acompanhado pelo presidente chileno Gabriel Bori, destacou a urgência de ações intensas durante a 28ª Conferência da ONU sobre o Clima (COP28), que terá início em Dubai. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, durante sua visita à região, expressou profunda preocupação com a &#8220;aceleração absolutamente devastadora&#8221; do degelo na Antártida. Guterres, acompanhado pelo presidente chileno Gabriel Bori, destacou a urgência de ações intensas durante a 28ª Conferência da ONU sobre o Clima (COP28), que terá início em Dubai.</p>
<p>&#8220;A Antártida está acordando, e o mundo tem que acordar&#8221;, declarou Guterres, descrevendo a região como um &#8220;gigante adormecido&#8221;. Ele enfatizou a importância da COP28 como uma oportunidade para as nações concordarem com a eliminação progressiva dos combustíveis fósseis e cumprir os objetivos do Acordo de Paris, visando manter o aquecimento global abaixo de 1,5 graus Celsius.</p>
<p>O líder da ONU destacou a necessidade de compromissos com projetos de energia renovável e melhorias na eficiência energética das redes e tecnologias existentes. O evento acontecerá de 30 de novembro a 12 de dezembro no Dubai, em um momento em que as projeções da ONU indicam um aquecimento global de 2,5°C a 2,9°C até o final do século.</p>
<p>Relatórios recentes, incluindo um do Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC), alertaram sobre a urgência de reduzir as emissões pela metade até 2030 para evitar um aumento de temperatura acima de 1,5 graus Celsius. Estudos indicam que o degelo da Antártida é &#8220;inevitável&#8221; devido ao aumento das temperaturas, contribuindo para a elevação do nível global do mar.</p>
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