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	<title>Consumo &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Americanos correm aos mercados e estocam produtos diante de novas tarifas de Trump</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/americanos-correm-aos-mercados-e-estocam-produtos-diante-de-novas-tarifas-de-trump/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2025 15:10:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Diante da iminente entrada em vigor de novas tarifas de importação anunciadas pelo ex-presidente Donald Trump, consumidores em diversas partes dos Estados Unidos estão correndo aos supermercados para estocar itens essenciais. A medida, que deve começar a valer nesta quarta-feira (8), reacendeu temores de inflação, recessão e até desabastecimento, especialmente entre os mais cautelosos. Thomas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante da iminente entrada em vigor de novas tarifas de importação anunciadas pelo ex-presidente Donald Trump, consumidores em diversas partes dos Estados Unidos estão correndo aos supermercados para estocar itens essenciais. A medida, que deve começar a valer nesta quarta-feira (8), reacendeu temores de inflação, recessão e até desabastecimento, especialmente entre os mais cautelosos.</p>
<p>Thomas Jennings, 53 anos, empurrava seu carrinho lotado em um Walmart Supercenter em Nova Jersey. &#8220;Estou dobrando a quantidade de tudo: feijão, enlatados, farinha. Tudo que posso&#8221;, afirmou. Horas antes, ele havia passado na rede atacadista Costco para comprar açúcar, farinha e água em grande volume. “Estou me preparando para o pior. Uma recessão está a caminho.”</p>
<p>A preocupação de Jennings ecoa em milhares de consumidores. Segundo a Tax Foundation, entidade apartidária de pesquisa fiscal, os novos encargos tarifários podem custar aos americanos US$ 3,1 trilhões em dez anos — o equivalente a um aumento de até US$ 2.100 por família somente em 2025.</p>
<p><strong>Lembrança da pandemia e medo de escassez</strong></p>
<p>Especialistas alertam que o comportamento de estocagem lembra o início da pandemia de Covid-19, quando prateleiras vazias e inflação marcaram os supermercados em todo o país. “As tarifas despertaram temores antigos”, disse Manish Kapoor, especialista em cadeia de suprimentos da GCG, na Califórnia. “Ainda não chegamos ao pânico generalizado, mas o alerta está ligado.”</p>
<p>Enquanto Walmart e Costco não comentaram oficialmente sobre o aumento na procura, consumidores seguem enchendo carrinhos e porões. O aposentado Angelo Barrio, 55 anos, começou a reforçar seu estoque doméstico desde novembro. Em sua última ida às lojas, comprou mais azeite de oliva — agora são 20 garrafas em casa —, além de arroz, pasta de dente e sabonete. “Você nunca sabe o quanto vai precisar”, disse.</p>
<p><strong>Idosos e renda fixa sentem o impacto</strong></p>
<p>Para Maggie Collins, cuidadora de idosos com mais de 60 anos, a situação é ainda mais delicada. “Tenho uma renda fixa. Cada centavo conta”, contou, enquanto abastecia o carrinho com itens de higiene e preferia marcas mais baratas. “Só neste mês, paguei o dobro pela carne que costumo cozinhar para meus netos.”</p>
<p>Collins teme o impacto das tarifas na vida dos mais velhos e questiona como os mais jovens vão lidar com um cenário econômico cada vez mais desafiador. “Eles estão apenas começando suas vidas, e o mundo já está tão difícil de sobreviver.”</p>
<p>A nova rodada de tarifas imposta por Trump, que ameaça sobretaxar produtos chineses em até 50% caso Pequim não recue de medidas retaliatórias, já está gerando impactos antes mesmo de ser implementada. E para muitos consumidores americanos, o reflexo direto será no bolso — e, possivelmente, nas prateleiras.</p>
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		<title>Diferença de preços dos itens da ceia de Natal chega a 76%</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/diferenca-de-precos-dos-itens-da-ceia-de-natal-chega-a-76/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Dec 2022 15:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ceia de Natal]]></category>
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					<description><![CDATA[A diferença de preços dos itens que compõem a ceia de Natal e de ano novo chega a 76,5%, apontou a pesquisa realizada pelo Procon-SP. A maior variação encontrada foi no item lentilha cozida caixa de 250g, da Vapza – em um local o produto foi encontrado por R$ 9,69 e, em outro, por R$ [&#8230;]]]></description>
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<p>A diferença de preços dos itens que compõem a ceia de Natal e de ano novo chega a 76,5%, apontou a pesquisa realizada pelo Procon-SP. A maior variação encontrada foi no item lentilha cozida caixa de 250g, da Vapza – em um local o produto foi encontrado por R$ 9,69 e, em outro, por R$ 5,49, diferença de 76,5%.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Entre os panetones e chocotones, um dos itens mais consumidos nesta época, a maior diferença encontrada foi de 54%. O chocotone lata de 750g, da marca Bauducco, custava R$ 61,59 em um estabelecimento e R$ 39,99 em outro.</p>
<p>A equipe de pesquisas da Escola de Proteção e Defesa do Consumidor, responsável pelo levantamento, realizou a coleta de preços de forma remota do dia 30 de novembro a 2 de dezembro e no dia 6 de dezembro nos sites de sete grandes supermercados: Andorinha, Carrefour, Clube Extra, Kanguru, Mambo, Pão de Açúcar e Sonda.</p>
<p>Foram comparados os preços de 67 itens de diferentes marcas, dentre eles azeites, bombons, carnes, conservas, farofas prontas, frutas em calda, lentilhas, panetones e chocotones, com o objetivo de oferecer uma referência de preços ao consumidor.</p>
<p>Na comparação dos produtos comuns entre as pesquisas deste ano com a do ano passado, constatou-se que houve acréscimo no preço médio de 11,08%; o Índice de Preços ao Consumidor IPC-SP da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE), referente ao período analisado, registrou variação de 7,35%.</p>
<h2>Dicas</h2>
<p>O Procon-SP orienta que o consumidor planeje o cardápio da ceia, listando os alimentos, bebidas e ingredientes para o preparo, o que ajuda a evitar compras desnecessárias e por impulso.</p>
<p>Também é recomendado ao consumidor fazer uma comparação entre os preços de estabelecimentos e considere a relação qualidade, peso e preço do item a ser adquirido, inclusive o preço do frete e o prazo de entrega.</p>
<p>Caso a compra seja online, é importante ler todas as características dos produtos e, antes de efetuar a compra, outra dica é <a href="https://sistemas.procon.sp.gov.br/evitesite/list/evitesites.php" target="_blank" rel="noopener">consultar a lista de sites não confiáveis</a> do Procon-SP.</p>
<p>O relatório completo pode ser consultado na <a href="https://www.procon.sp.gov.br/wp-content/uploads/2022/12/ReltCeiaNatal2022.pdf" target="_blank" rel="noopener">página do Procon-SP</a>.</p>
</div>
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		<title>Amantes de café podem ter menor risco de morte prematura, diz estudo</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/amantes-de-cafe-podem-ter-menor-risco-de-morte-prematura-diz-estudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 May 2022 14:45:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[risco de morte]]></category>
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					<description><![CDATA[As pessoas que tomam café &#8211; com ou sem açúcar – têm menor risco de morte prematura. No entanto, os peritos alertam que a descoberta pode não estar ligada somente a esse consumo. No Reino Unido são bebidas diariamente cerca de 98 milhões de xícaras de café. Nos Estados Unidos, esse número sobe para 517 milhões. Estudos anteriores [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>As pessoas que tomam café &#8211; com ou sem açúcar – têm menor risco de morte prematura. No entanto, os peritos alertam que a descoberta pode não estar ligada somente a esse consumo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No Reino Unido são bebidas diariamente cerca de 98 milhões de xícaras de café. Nos Estados Unidos, esse número sobe para 517 milhões.</p>
<p>Estudos anteriores sugeriam que o café pode ser benéfico para a saúde, com o seu consumo associado a menor risco de doença hepática crónica, a certos tipos de câncer e até a demência.</p>
<p>Para os pesquisadores, os resultados podem se dever ao fato de os consumidores de café serem mais ricos</p>
<p>Cientistas chineses descobriram que consumidores de quantidade moderada de café todos os dias, com ou sem açúcar, tinham risco de morte mais baixo, durante um período de sete anos, do que não consumidores.</p>
<p>Resultados semelhantes foram encontrados para o café instantâneo, moído e descafeinado.</p>
<p>O estudo baseia-se em dados de participantes do BioBank – que recolheu informações genéticas, de estilo de vida e de saúde de mais de 500 mil pessoas, desde o início de 2006, incluindo detalhes sobre hábitos de consumo de café dos participantes.</p>
<p>A equipe utilizou dados das certidões de óbito para rastrear os participantes, durante um período médio de sete anos, a partir de 2009.</p>
<p>Depois de ter em conta fatores como idade, sexo, etnia, nível de formação, tabagismo, quantidade de atividade física, índice de massa corporal e dieta, os investigadores verificaram que, em comparação com os que não bebiam café, as pessoas que o bebiam sem açúcar tinham menos risco de morte.</p>
<p>A maior redução, um risco de menos de 29%, foi observada nos que bebiam de 2,5 a 4,5 xícaras de café por dia.</p>
<p>As reduções no risco de morte também foram observadas para o café adoçado com açúcar, pelo menos para os que bebiam de 1,5 a 3,5 xícaras diariamente. A tendência era menos clara para os que utilizavam adoçantes artificiais.</p>
</div>
</div>
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		<title>Vinte e nove por cento dos pequenos negócios evitam usar energia elétrica no horário de pico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2022 13:23:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Aumento]]></category>
		<category><![CDATA[Consumo]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Energia Elétrica]]></category>
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		<category><![CDATA[Sebrae Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Na última semana, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que a taxa extra, aplicada às contas de luz, ficará na cor verde até o fim do ano, sem cobrança adicional para os consumidores. “A medida vai favorecer os pequenos negócios. Nos últimos dois anos, esses foram os negócios foram mais impactados com a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última semana, o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) informou que a taxa extra, aplicada às contas de luz, ficará na cor verde até o fim do ano, sem cobrança adicional para os consumidores. “A medida vai favorecer os pequenos negócios. Nos últimos dois anos, esses foram os negócios foram mais impactados com a pandemia. Com o aumento da energia elétrica, os empreendedores precisaram avaliar se valia a pena repassar esse aumento para o consumidor. Essa medida trará alívio para quem empreende”, reforça Aline Barreto, analista do Sebrae Rio.</p>
<p>Em recente levantamento feito pelo Sebrae, empreendedores do Estado do Rio de Janeiro tomaram medidas para diminuição dos custos com energia elétrica. Nos últimos meses, 29% dos pequenos negócios evitam usar energia no horário de pico, 2% instalaram painéis solares, 8% trocaram equipamentos antigos por outros mais modernos, 9% inspecionaram a qualidade das instalações elétricas da empresa, 36% orientaram seus colaboradores sobre a importância de gastar menos energia e 31% não tomaram nenhuma medida.</p>
<p><strong>Dicas do Sebrae Rio</strong></p>
<p>&#8211; Invista em dispositivos econômicos com selo Procel, que categoriza produtos de A a G.<br />
&#8211; Substitua aparelhos antigos, faça revisão nos aparelhos e desligue aparelhos que não estão sendo usados.<br />
&#8211; Aposte em iluminação natural ou solar.<br />
&#8211; Conscientize funcionários.<br />
&#8211; Evite usar muitos aparelhos na mesma tomada<br />
&#8211; Observe o horário de uso dos aparelhos<br />
&#8211; Invista em isolamento térmico<br />
&#8211; Troque lâmpadas por modelos mais econômicos<br />
&#8211; Busque orientação especializada<br />
&#8211; Invista em fontes renováveis de energia</p>
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