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	<title>Construção Civil &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Construção Civil &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Hoff Analytics: Transformando Dados em Oportunidades no Mercado da Construção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Apr 2024 12:00:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Hoff Analytics é uma empresa que está revolucionando o mercado da construção civil através da tecnologia. Especializada em minerar e analisar um vasto volume de dados do ecossistema da construção, a empresa fornece informações valiosas para acompanhar movimentações, visualizar obras em andamento e identificar construtoras com obras em todo o Brasil. &#8220;Nossa plataforma permite [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Hoff Analytics é uma empresa que está revolucionando o mercado da construção civil através da tecnologia. Especializada em minerar e analisar um vasto volume de dados do ecossistema da construção, a empresa fornece informações valiosas para acompanhar movimentações, visualizar obras em andamento e identificar construtoras com obras em todo o Brasil.</p>
<p>&#8220;Nossa plataforma permite que nossos clientes acompanhem obras e projetos de construção em todo o país, identificando padrões, fases, metragens, localizações e muito mais&#8221;, explica Kelli Cristina, Coordenadora da Hoff Analytics.</p>
<p>A tecnologia da Hoff Analytics combina Big Data Analytics e Inteligência Artificial para transformar dados em oportunidades de negócios. Com essa plataforma inovadora, os clientes podem obter informações detalhadas sobre obras em andamento, possibilitando uma tomada de decisão mais ágil e precisa.</p>
<figure id="attachment_76205" aria-describedby="caption-attachment-76205" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-76205" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/18-Hoff-Analytics-Transformando-Dados-em-Oportunidades-no-Mercado-da-Construcao-Expresso-Carioca-1.webp?resize=800%2C600&#038;ssl=1" alt="Hoff Analytics Transformando Dados Em Oportunidades No Mercado Da Construção - Expresso Carioca" width="800" height="600" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/18-Hoff-Analytics-Transformando-Dados-em-Oportunidades-no-Mercado-da-Construcao-Expresso-Carioca-1.webp?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/18-Hoff-Analytics-Transformando-Dados-em-Oportunidades-no-Mercado-da-Construcao-Expresso-Carioca-1.webp?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/18-Hoff-Analytics-Transformando-Dados-em-Oportunidades-no-Mercado-da-Construcao-Expresso-Carioca-1.webp?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/18-Hoff-Analytics-Transformando-Dados-em-Oportunidades-no-Mercado-da-Construcao-Expresso-Carioca-1.webp?resize=150%2C113&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/04/18-Hoff-Analytics-Transformando-Dados-em-Oportunidades-no-Mercado-da-Construcao-Expresso-Carioca-1.webp?resize=750%2C563&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-76205" class="wp-caption-text">Equipe Hoff Analytics no web Summit Rio 2024 &#8211; Foto: Rodrigo Souza/Expresso Carioca</figcaption></figure>
<p>&#8220;Um dos principais benefícios da nossa plataforma é a capacidade de antecipar as necessidades do cliente&#8221;, destaca Janaine Nascimento, CEO da Hoff Analytics. &#8220;Ao fornecer dados sobre obras em andamento, nossos clientes podem se preparar com antecedência e oferecer produtos e serviços de forma proativa.&#8221;</p>
<p>Além disso, a plataforma da Hoff Analytics também oferece insights valiosos para empresas do setor da construção, permitindo identificar tendências de mercado e oportunidades de crescimento.</p>
<p>&#8220;Com nossa plataforma, os clientes podem acompanhar quando uma obra começa, quando termina, quem está construindo e quem está reformando&#8221;, acrescenta Janaine. &#8220;Isso é fundamental para o planejamento estratégico e o desenvolvimento de novos negócios.&#8221;</p>
<p>A presença da Hoff Analytics em eventos de inovação, como o que ocorreu em Lisboa, é crucial para estabelecer parcerias estratégicas, atrair investidores e expandir sua atuação no mercado. A empresa tem como objetivo continuar impulsionando a transformação digital no setor da construção civil, oferecendo soluções inovadoras e impactantes.</p>
<p>Com uma abordagem centrada no cliente e uma tecnologia de ponta, a Hoff Analytics está liderando o caminho para uma indústria da construção mais eficiente, transparente e sustentável.</p>
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		<title>Inflação da construção civil cai para 0,08% em fevereiro, diz IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inflacao-da-construcao-civil-cai-para-008-em-fevereiro-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Mar 2023 14:49:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou inflação de 0,08% em fevereiro deste ano. A taxa ficou abaixo das observadas em janeiro deste ano (0,31%) e de fevereiro de 2021 (0,56%). Segundo dados divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Sinapi acumulado em 12 meses chegou a 9,92%, abaixo [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou inflação de 0,08% em fevereiro deste ano. A taxa ficou abaixo das observadas em janeiro deste ano (0,31%) e de fevereiro de 2021 (0,56%).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo dados divulgados hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Sinapi acumulado em 12 meses chegou a 9,92%, abaixo dos 10,45% acumulados até janeiro.</p>
<p>Com a inflação de fevereiro, o custo nacional da construção por metro quadrado chegou a R$ 1.685,74.</p>
<p>A parcela dos materiais teve alta de preços de 0,10% no mês e passou a custar R$ 1.001,94 por metro quadrado. Já o custo da mão de obra subiu 0,04% e passou a ser de R$ 683,80.</p>
</div>
</div>
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		<title>Construção civil tem inflação de 0,44% em setembro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/construcao-civil-tem-inflacao-de-044-em-setembro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Oct 2022 14:11:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou inflação de 0,44% em setembro. A taxa foi inferior à observada em agosto, de 0,58%, e é a menor desde julho de 2020, segundo dados divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No ano, o Sinapi tem inflação acumulada de 10,22%. Em 12 [&#8230;]]]></description>
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<p>O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) registrou inflação de 0,44% em setembro. A taxa foi inferior à observada em agosto, de 0,58%, e é a menor desde julho de 2020, segundo dados divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>No ano, o Sinapi tem inflação acumulada de 10,22%. Em 12 meses, o indicador acumula alta de preços de 13,11%, abaixo dos 13,61% acumulados até agosto. O custo nacional da construção, por metro quadrado, passou a ser de R$ 1.669,19 em setembro.</p>
<p>A parcela dos materiais subiu 0,53% e passou a custar R$ 999,96 por metro quadrado. Já a mão de obra subiu 0,31% e passou a ter um custo por metro quadrado de R$ 669,23.</p>
</div>
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		<title>Índice Nacional da Construção Civil sobe 1,48% em julho</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/indice-nacional-da-construcao-civil-sobe-148-em-julho/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2022 14:49:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) avançou 1,48% em julho, o que significa um recuo de 0,17 ponto percentual em relação ao apurado em junho: 1,65%. O acumulado de janeiro a julho é de 9,11%, mas, nos últimos 12 meses, atingiu 14,07%. Esse percentual é um pouco abaixo dos 14,53% registrados nos doze meses [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi) avançou 1,48% em julho, o que significa um recuo de 0,17 ponto percentual em relação ao apurado em junho: 1,65%. O acumulado de janeiro a julho é de 9,11%, mas, nos últimos 12 meses, atingiu 14,07%. Esse percentual é um pouco abaixo dos 14,53% registrados nos doze meses imediatamente anteriores.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Os dados fazem parte do Sistema Nacional de Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil (Sinapi) de julho, divulgado hoje (9), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>O gerente do Sinapi, Augusto Oliveira, explicou que o segundo semestre começa com o terceiro maior índice do ano. A influência, mais uma vez, é da alta nas duas parcelas que o compõem: material e mão de obra.</p>
<p>O custo nacional da construção, por metro quadrado, chegou a R$ 1.652,27 em julho. Desse valor, R$ 987,88 correspondem a materiais e R$ 664,39 à mão de obra. No mês anterior, o custo nacional tinha fechado em R$ 1628,25.</p>
<p>Em relação a junho, a taxa da parcela de materiais alcançou 1,38%, o que significa alta de 0,19 ponto percentual. Naquele mês tinha ficado em 1,19%. Na comparação com o índice de julho de 2021, que era de 2,88%, houve queda de 1,50 ponto percentual.</p>
<p>“A parcela dos materiais apresentou alta em relação ao mês anterior. Quando comparado ao índice de julho de 2021, temos uma queda significativa”, disse o gerente.</p>
<p>Acrescentou que, apesar dos acordos coletivos de trabalho firmados no período, a parcela da mão de obra registrou, em julho, variação de 1,62%, caindo 0,73 ponto percentual em relação a junho.</p>
<p>Os materiais acumularam variação de 8,56% de janeiro a julho de 2022 e 9,92% para mão de obra. Em 12 meses ficaram em 15,82% e 11,52%, respectivamente.</p>
<h2>Estados</h2>
<p>A maior taxa entre os estados foi anotada no Paraná. Lá, houve avanço na parcela de materiais e reajuste para as categorias profissionais, o que contribuiu para a variação mensal de 5,18%.</p>
<p>A região Sul, onde também houve acordos de categorias profissionais no Rio Grande do Sul, foi a que teve a maior variação regional em julho: 3,33%. Na região Norte, 0,85%, no Nordeste, 1,50%, no Sudeste, 1,05% e no Centro-Oeste, 1,24%.</p>
<p>Já os custos regionais, por metro quadrado, atingiram R$ 1.622,08 no Norte; R$ 1.546,52 no Nordeste; R$ 1.723,94 no Sudeste; R$ 1.717,01 no Sul e R$ 1.658,26 no Centro-Oeste.</p>
<p>“Neste mês, o Paraná destacou-se com a maior taxa entre os estados. Com o Rio Grande do Sul apresentando a terceira maior taxa do mês, a região sul registrou a maior variação em julho”, observou Oliveira.</p>
<h2>Finalidade do Sinapi</h2>
<p>O objetivo da pesquisa, uma produção conjunta do IBGE e da Caixa, é produzir séries mensais de custos e índices para o setor habitacional, e, ainda, séries mensais de salários medianos de mão de obra e preços medianos de materiais, máquinas e equipamentos e serviços da construção para os setores de saneamento básico, infraestrutura e habitação.</p>
<p>Segundo o IBGE, as estatísticas do Sinapi “são fundamentais na programação de investimentos, sobretudo para o setor público. Os preços e custos auxiliam na elaboração, análise e avaliação de orçamentos, enquanto os índices possibilitam a atualização dos valores das despesas nos contratos e orçamentos”.</p>
</div>
</div>
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		<title>Setor da construção empregou 2 milhões de pessoas em 2020, diz IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/setor-da-construcao-empregou-2-milhoes-de-pessoas-em-2020-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 15:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
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		<category><![CDATA[Paic 2020]]></category>
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					<description><![CDATA[Em sua trigésima edição, divulgada hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) revela que, em 2020, primeiro ano da pandemia do novo coronavírus, o setor da construção envolveu um total de 131,8 mil empresas ativas que empregaram 2 milhões de pessoas, às quais foram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Em sua trigésima edição, divulgada hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Pesquisa Anual da Indústria da Construção (Paic) revela que, em 2020, primeiro ano da pandemia do novo coronavírus, o setor da construção envolveu um total de 131,8 mil empresas ativas que empregaram 2 milhões de pessoas, às quais foram pagos R$ 58,7 bilhões em salários, retiradas e outras remunerações.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Foram gerados R$ 325,1 bilhões em valor de incorporações, obras ou serviços da construção, naquele ano. A sondagem indica que os resultados do valor de incorporações, obras ou serviços da construção somaram R$ 147,3 bilhões para o segmento de Construção de edifícios; R$ 106,4 bilhões para Obras de infraestrutura; e R$ 71,4 bilhões para Serviços especializados para construção.</p>
<p>De acordo com os dados apurados pelo IBGE, houve mudança estrutural no setor da construção, nos últimos dez anos: o segmento de maior participação em valor de incorporações, obras ou serviços da construção no ano de 2011, que foi o de obras de infraestrutura, que caiu de 41,7% para 32,7% do total, em 2020. Em contrapartida, o segmento de construção de edifícios teve a participação ampliada de 39,9% para 45,3%, no período. Da mesma forma, o segmento de serviços especializados para construção aumentou sua participação de 18,5% para 22,0%, de 2011 para 2020. Na década pesquisada, o setor formal da construção passou a se caracterizar por empresas de menor porte e pagando salários mais baixos.</p>
<p>No primeiro ano da pandemia do novo coronavírus, o valor adicionado bruto da construção sofreu queda de 6,3% em relação ao ano anterior, segundo o Sistema de Contas Nacionais (SCN), do IBGE. Também em 2020, o Produto Interno Bruto (PIB, soma de todos os bens e serviços produzidos no país) caiu, em volume, 0,9%, em decorrência dos impactos produzidos pela pandemia na economia como um todo. Da mesma forma, a produção física industrial de insumos típicos da construção civil enfrentou retração de 0,2%, em 2020, sendo a queda mais acentuada nos primeiros meses daquele ano, revela o SCN.</p>
<h2>Setor privado</h2>
<p>A Paic mostra que, em 2020, o setor privado teve sua maior participação na década, respondendo por 70,2% do valor de obras ou serviços da construção, contra 61,5%, em 2011. Segundo o IBGE, o aumento foi influenciado, principalmente, pelo segmento de construção de edifícios e dos serviços especializados para construção, nos quais a participação do setor privado atingiu 82% e 79,4%, respectivamente, em 2020, contra 75,6% e 78%, em 2011.</p>
<p>Já no segmento de obras de infraestrutura, que tem no setor público seu principal contratante historicamente, o valor de obras ou serviços da construção foi dividido com a esfera privada. Com isso, a participação do setor público sofreu retração de 7,9 pontos percentuais em dez anos, caindo de 57,9%, em 2011, para 50%, em 2020, enquanto o setor privado ampliou sua fatia de 42,1% para 50%. Ainda de acordo com a PAIC, a participação do setor público como demandante de obras ou serviços da construção caiu 8,7 pontos percentuais (p.p.) no período de 2011 a 2020.</p>
<p>O grupo das oito maiores empresas da construção reduziu o valor, caindo de 11% do total do setor, em 2011, para 4,8%, em 2020, queda de 6,2 pontos percentuais. Por segmentos, houve queda no valor das empresas de construção de edifícios, de 8,7% para 7% na década, e no segmento de obras de infraestrutura, de 25,3%, em 2011, para 10% em 2020 (queda de 15,3 p.p.). No sentido contrário, o segmento de serviços especializados para construção apresentou expansão da concentração, subindo de 4,7%, em 2011, para 7,2%, em 2020.</p>
<h2>Emprego</h2>
<p>A Paic 2020 evidencia redução do número de pessoas ocupadas de 2,7 milhões, em 2011, para 2 milhões, em 2020. Isso significou perda de 680,7 mil empregos. Embora essa queda tenha ocorrido nos três segmentos da construção, o destaque foi para a construção de edifícios, que respondeu por 46,1% da retração registrada. Em ternos de distribuição do pessoal empregado, a construção de edifícios se manteve como o principal segmento empregador, com 35,3% de participação em 2020, seguido por serviços especializados para construção, com 33%, e obras de infraestrutura, com 31,8%.</p>
<p>O levantamento do IBGE registra que, entre 2019 e 2020, o volume de emprego na indústria da construção aumentou em 71,8 mil pessoas. O segmento que mais contribuiu para esse resultado foi o de obras de infraestrutura, que empregou 61,6 mil pessoas a mais no período, seguido por construção de edifícios, com mais 32,7 mil pessoas. Por outro lado, o segmento de serviços especializados para construção mostrou queda de 22,5 mil pessoas nesse período.</p>
<p>Do ponto de vista do emprego formal, a pesquisa constatou que os impactos da pandemia do novo coronavírus não puderam configurar um resultado negativo para o setor da construção em 2020, frente o ano anterior. O segmento de obras de infraestrutura, em especial, já vinha retomando o ritmo das atividades e não enfrentou graves problemas de abastecimento em termos de materiais para construção no primeiro ano da pandemia. Soma-se a isso o porte maior das empresas, que teria representado “maior estabilidade dos vínculos formais de trabalho em 2020 relativamente a 2019”. A pesquisa destacou ainda que os vários decretos federais, estaduais e municipais incluíram a construção no rol de atividades essenciais, o que permitiu a continuidade das obras durante a pandemia.</p>
<p>A pesquisa mostra que, em 2020, comparativamente a 2019, houve incremento de 3,8% no número de pessoas ocupadas. Já os salários, retiradas e outras remunerações pagas foram ampliadas em apenas 0,2%, o que sinaliza uma estabilidade real. Isso quer dizer que mesmo em um ano de pandemia da covid-19, o setor da construção demonstrou relativa estabilidade no montante de salários, retiradas e outras remunerações.</p>
<h2>Custos e despesas</h2>
<p>Considerando o número total de pessoas ocupadas dividido pelo número de empresas, notou-se queda na ocupação de 28 para 15 pessoas, entre 2011 e 2020. Essa tendência foi observada nos três segmentos, destacando obras de infraestrutura, que ocupava 98 pessoas, em média, em 2011, e passou a ocupar 45, em 2020. Também a remuneração média, medida em salário-mínimo (s.m.), teve redução nos últimos dez anos, passando de 2,6 s.m. para 2,2 s.m.</p>
<p>Em relação aos custos e despesas da indústria da construção, verificou-se que os gastos com pessoal continuaram liderando, com crescimento de 46,4%, em 2011, para 49,3%, em 2020, enquanto consumo de materiais caiu de 37,9% para 35,9%; e obras e serviços contratados a terceiros reduziram de 15,6% para 14,8%.</p>
<p>Na comparação da última década, obras residenciais continuaram sendo o principal produto da construção, com 24,9% de participação no total, expansão de 2,7 p.p. em dez anos. Em segundo lugar, aparecem serviços especializados para construção, com mais 3 p.p. de participação. O maior aumento no período entre 2011 e 2020 coube ao grupo de obras de infraestrutura para energia elétrica, telecomunicações, água, esgoto e transporte por dutos, que subiu de uma participação de 11,5%, em 2011, para 14,7%, em 2020. O IBGE destacou que na relação entre 2019 e 2020, esse grupo experimentou queda de 0,5 ponto percentual. A maior redução, entretanto, foi observada no grupo de edificações industriais, comerciais e outras edificações não residenciais, que passaram de 14,9% para 10,6%.</p>
<h2>Por regiões</h2>
<p>A análise por regiões revela que não houve grandes mudanças tanto em relação ao número de pessoas ocupadas como ao valor de incorporações, obras ou serviços da construção para empresas com 5 ou mais pessoas. Nas duas variáveis, o Sudeste foi o destaque. Em termos de emprego, a região elevou sua participação de 47,6% para 49,7% do pessoal ocupado. Apesar da queda de 51,9% para 48,5% nos últimos dez anos no valor de incorporações, obras ou serviços da construção, o Sudeste brasileiro permaneceu na liderança do <em>ranking</em> no país.</p>
<p>De acordo com a Paic 2020, a Região Sul apresenta tendência de crescimento nos últimos dez anos, elevando participação tanto no valor de incorporações, obras e serviços de construção, como em pessoal ocupado. O Nordeste, em contrapartida, foi a região que mais perdeu em participação, no referente a pessoal ocupado, na década (de 24% para 19,2%).</p>
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		<title>Custo da construção civil sobe 2,17% em maio, diz IBGE</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/custo-da-construcao-civil-sobe-217-em-maio-diz-ibge/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jun 2022 14:55:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
		<category><![CDATA[Custo]]></category>
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		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de preços de 2,17% em maio deste ano. A taxa ficou acima do 1,21% de abril, segundo dados divulgados hoje (9). Segundo o IBGE, essa é a maior taxa desde julho de 2021. Com o resultado, o [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), registrou alta de preços de 2,17% em maio deste ano. A taxa ficou acima do 1,21% de abril, segundo dados divulgados hoje (9).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo o IBGE, essa é a maior taxa desde julho de 2021. Com o resultado, o Sinapi acumula, em 12 meses, alta de custo de 15,44% em maio, acima dos 15% registrados em abril. O custo nacional da construção passou a ser de R$ 1.601,76 por metro quadrado.</p>
<p>A mão de obra subiu 2,49% em maio e passou a ter o custo de R$ 638,78 por metro quadrado. Já os materiais ficaram 1,96% mais caros no mês e passaram a custar R$ 962,98.</p>
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