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	<title>Conitec &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>SUS Introduz primeiro medicamento para demência associada ao Parkinson</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/sus-introduz-primeiro-medicamento-para-demencia-associada-ao-parkinson/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 23:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Demência]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde anunciou nesta sexta-feira (21) a incorporação da rivastigmina ao Sistema Único de Saúde (SUS), marcando a primeira vez que um medicamento com registro específico para tratar demência associada à doença de Parkinson estará disponível na rede pública. A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) recomendou [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde anunciou nesta sexta-feira (21) a incorporação da rivastigmina ao Sistema Único de Saúde (SUS), marcando a primeira vez que um medicamento com registro específico para tratar demência associada à doença de Parkinson estará disponível na rede pública.</p>
<p>A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) recomendou favoravelmente a rivastigmina, que tem demonstrado eficácia no controle dos sintomas cognitivos associados à demência em pacientes com Parkinson. Aproximadamente 30% das pessoas com Parkinson desenvolvem demência, para as quais, até agora, não havia tratamento medicamentoso disponível pelo SUS.</p>
<p>A demência relacionada ao Parkinson pode causar lentidão cognitiva, déficits de atenção e memória, além de alucinações, delírios e apatia.</p>
<p>&#8220;O envelhecimento da nossa população é uma realidade. A doença de Parkinson, que não tem cura, afeta uma parcela significativa de brasileiros. Essas pessoas, junto com seus familiares e cuidadores, precisam do apoio do SUS para ter acesso a tratamentos que proporcionem uma melhor qualidade de vida&#8221;, afirmou Carlos Gadelha, secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Complexo da Saúde do Ministério da Saúde.</p>
<h4><strong>Sobre o Parkinson</strong></h4>
<p>O Parkinson é a segunda doença neurodegenerativa mais comum no mundo, ficando atrás apenas do Alzheimer, que já é tratado com a rivastigmina na rede pública. A doença afeta entre 100 e 200 pessoas a cada 100 mil indivíduos com mais de 40 anos, com a incidência aumentando significativamente após os 60 anos.</p>
<p>Além da rivastigmina, o SUS oferece uma variedade de tratamentos para Parkinson, incluindo medicamentos, fisioterapia, e intervenções como implantes de eletrodos e geradores de pulsos para estimulação cerebral. Esses tratamentos visam retardar a progressão da doença e aliviar seus sintomas.</p>
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		<title>Saúde abre consulta para incorporar ao SUS vacina pediátrica da Pfizer</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/saude-abre-consulta-para-incorporar-ao-sus-vacina-pediatrica-da-pfizer/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 06 Dec 2022 17:41:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Conitec]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde abriu nesta terça-feira (6), consulta pública que trata da incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) da vacina da Pfizer para crianças de 6 meses a menores de 5 anos contra a covid-19. Segundo a pasta, as manifestações podem ser enviadas até o dia 15 de dezembro, pelo site da Comissão Nacional de Incorporação de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Ministério da Saúde abriu nesta terça-feira (6), consulta pública que trata da incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS) da vacina da Pfizer para crianças de 6 meses a menores de 5 anos contra a covid-19. Segundo a pasta, as manifestações podem ser enviadas até o dia 15 de dezembro, pelo <em>site</em> da <a href="https://www.gov.br/conitec/pt-br" target="_blank" rel="noopener">Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS</a> (Conitec). “O período de contribuição terá duração de 10 dias devido à relevância do tema e qualquer pessoa pode participar. Essa etapa faz parte de todos os processos de incorporação analisados pela Comissão”, ressaltou a pasta em nota.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Atualmente, no caso da faixa etária entre 6 meses e menores de 3 anos, a vacina da Pfizer é recomendada para as crianças com comorbidades. A Conitec deu recomendação preliminar favorável à incorporação. Após a consulta pública, o tema volta para a Comissão para o parecer final.</p>
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		<title>Nota técnica teve pouco impacto no combate à pandemia, diz ministro</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/nota-tecnica-teve-pouco-impacto-no-combate-a-pandemia-diz-ministro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2022 23:38:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pandemia]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, compareceu a audiência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado nesta terça-feira (29) para falar sobre nota técnica de uma secretaria da pasta na qual constava que vacinas seriam ineficazes na prevenção da covid-19. A nota foi emitida pelo secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, Hélio Angotti. [&#8230;]]]></description>
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<p>O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, compareceu a audiência da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado nesta <span id="OBJ_PREFIX_DWT4873_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT4876_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span>ça-feira (29) para falar sobre nota técnica de uma secretaria da pasta na qual constava que vacinas seriam ineficazes na prevenção da covid-19.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A nota foi emitida pelo secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde, Hélio Angotti. O documento também afirmou que medicamentos sem comprovação científica para tratar da doença são eficazes. Na ocasião, entidades reagiram à postura do secretário. Segundo Queiroga, a nota técnica reflete uma opinião que é de responsabilidade do secretário.</p>
<p>“Essas questões serão enfrentadas tecnicamente, dentro do rito processual próprio, e eu o farei de acordo com a legislação. [A nota] é uma posição do secretário. Os secretários respondem pelas posições deles, e eu respondo pela minha posição. Por isso existe recurso ao ministro”, disse o ministro.</p>
<p>Para o ministro, o caso vai <span id="OBJ_PREFIX_DWT4875_com_zimbra_date" role="link"><span id="OBJ_PREFIX_DWT4878_com_zimbra_date" role="link">ter</span></span> pouco impacto no trabalho de enfrentamento à pandemia, porque o Brasil está com a campanha de vacinação avançada e que o ministério continuará incorporando ao programa de imunização todas as vacinas aprovadas pela Anvisa.</p>
<p>De acordo com Queiroga, em breve, o país deve relaxar o quadro de emergência sanitária decretado pelo ministério.</p>
<p>O presidente da CDH, senador Humberto Costa (PT-PE), criticou o ministro por não tomar posição no caso. Humberto lembrou que, quando esteve na CPI da Pandemia, Queiroga disse que as decisões da Conitec sobre medicamentos para covid-19 prevaleceriam. No entanto, a rejeição assinada pelo secretário Angotti ainda está em vigor.</p>
<h2>Entenda</h2>
<p>Em janeiro deste ano, a Secretaria de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos decidiu não acatar o relatório da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias ao Sistema Único de Saúde (Conitec) sobre as diretrizes para uso de medicamentos para tratamento hospitalar do paciente com covid-19. Com isso, permanece a orientação que libera a cada médico a decisão de indicação de medicamento para o tratamento da doença.</p>
<p>O relatório aprovado pela Conitec contraindicou o uso de cloroquina e hidroxicloroquina para o tratamento de pacientes com covid-19, seguindo o entendimento de sociedades médicas e da Organização Mundial da Saúde.</p>
<p>O secretário Hélio Angotti Neto justificou a negativa em nota técnica, na qual apontou razões para a decisão, entre as quais: incerteza do cenário científico diante de uma doença desconhecida, utilização de medicamentos fora da bula (<em>off label</em>) durante a pandemia, respeito à autonomia profissional, seleção restritiva de estudos destinados à tomada de decisão e análise dos fármacos “de forma isolada ou em combinação simples”.</p>
</div>
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