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	<title>Conhecimento &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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		<title>Jovens veem Inteligência Artificial como diferencial para conquistar emprego, aponta pesquisa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Dec 2025 13:06:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (3) revela que 80% dos jovens brasileiros consideram o conhecimento em Inteligência Artificial (IA) um diferencial importante para conseguir uma oportunidade de emprego. O levantamento, realizado pela Nexus e pela Demà, ouviu 2.016 jovens de 14 a 29 anos em todas as 27 unidades da federação, entre 14 e 20 [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma pesquisa divulgada nesta quarta-feira (3) revela que 80% dos jovens brasileiros consideram o conhecimento em Inteligência Artificial (IA) um diferencial importante para conseguir uma oportunidade de emprego. O levantamento, realizado pela Nexus e pela Demà, ouviu 2.016 jovens de 14 a 29 anos em todas as 27 unidades da federação, entre 14 e 20 de julho. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com 95% de confiança.</p>
<p>O estudo mostra também que 11% dos entrevistados acreditam que o domínio da tecnologia não faz diferença na busca por trabalho, enquanto 3% veem o conhecimento em IA como potencialmente prejudicial, e 2% não souberam responder.</p>
<h4><strong>IA e educação: apoio para tarefas e estudos</strong></h4>
<p>Segundo o levantamento, a percepção sobre os impactos da IA na aprendizagem também é majoritariamente positiva: 69% dos jovens consideram que essas ferramentas ajudam no processo de estudo, enquanto 24% acham que podem atrapalhar e 7% não têm opinião formada.</p>
<p>O uso cotidiano da Inteligência Artificial já é uma realidade consolidada entre os jovens:</p>
<ul>
<li><strong>83%</strong> utilizam IA para pesquisas gerais ou acadêmicas;</li>
<li><strong>71%</strong> recorrem aos recursos para auxiliar em deveres de casa, trabalhos escolares e estudos para provas;</li>
<li><strong>70%</strong> usam a tecnologia para tradução de textos;</li>
<li><strong>67%</strong> empregam IA para resumir ou corrigir conteúdos;</li>
<li><strong>66%</strong> utilizam para gerar novas ideias;</li>
<li><strong>63%</strong> criam imagens;</li>
<li><strong>62%</strong> produzem novos textos;</li>
<li><strong>52%</strong> preparam apresentações e relatórios com apoio das ferramentas.</li>
</ul>
<h4><strong>IA como aliada da produtividade</strong></h4>
<p>Para Juan Carlos Moreno, diretor da Demà, os dados reforçam a consolidação da tecnologia entre os jovens:</p>
<blockquote><p>“É muito representativo que pelo menos metade dos entrevistados confirme que usa IA de alguma forma. Sem dúvida, a Inteligência Artificial é um agente facilitador das nossas demandas diárias, um aliado da eficiência e produtividade”, afirma.</p></blockquote>
<p>Moreno destaca ainda que a tecnologia está particularmente presente nas rotinas de estudo:</p>
<blockquote><p>“A pesquisa mostra que a grande maioria dos adolescentes utiliza IA para ajudar no dever de casa. A inteligência artificial veio para ficar e transformar nossas jornadas, principalmente as de aprendizado.”</p></blockquote>
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		<title>Conhecimento indígena pode melhorar relação com o meio ambiente</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/conhecimento-indigena-pode-melhorar-relacao-com-o-meio-ambiente/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 May 2024 17:01:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Conhecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Indigenas]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[Após seguidas catástrofes socioambientais causadas pela ação do homem na natureza, a busca por conhecimentos que possam orientar a humanidade na relação com o meio ambiente têm sido cada vez mais presente nas pesquisas científicas. Em muitas delas, o conhecimento indígena, enterrado pela cultura colonizadora, volta à tona na forma de escavações arqueológicas. Um exemplo [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Após seguidas catástrofes socioambientais causadas pela ação do homem na natureza, a busca por conhecimentos que possam orientar a humanidade na relação com o meio ambiente têm sido cada vez mais presente nas pesquisas científicas. Em muitas delas, o conhecimento indígena, enterrado pela cultura colonizadora, volta à tona na forma de escavações arqueológicas.</p>
<p>Um exemplo é o estudo <em>Tropical forests as key sites of the Anthropocene: past and present perspectives</em> (em livre tradução <em>As florestas tropicais como locais-chave da cena humana: perspectivas passadas e presentes</em>) realizado na Amazônia peruana e publicado, em 2021, na revista científica <em>Proceedings of the National Academy of Sciences</em>.</p>
<p>Ao investigar as mudanças causadas pelos habitantes da maior floresta tropical do planeta, os pesquisadores concluíram que ao longo de 5.000 anos, incluindo o período após o contato europeu, as florestas não foram periodicamente desmatadas para a agricultura ou significativamente modificadas pelas populações indígenas.</p>
<p>A vivência harmônica dessas populações com a floresta, revelado por camadas profundas no solo, demonstraram “como as sociedades indígenas foram, e ainda são, forças positivas na integridade e na biodiversidade do seu ecossistema, e como o conhecimento indígena deve ser utilizado nos esforços de conservação e sustentabilidade”, avalia o estudo.</p>
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<figure id="attachment_76940" aria-describedby="caption-attachment-76940" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-76940" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/19-Floresta-Amazonica-Expresso-Carioca.jpg?resize=754%2C502&#038;ssl=1" alt="Floresta Amazônica - Expresso Carioca" width="754" height="502" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/19-Floresta-Amazonica-Expresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/19-Floresta-Amazonica-Expresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/19-Floresta-Amazonica-Expresso-Carioca.jpg?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2024/05/19-Floresta-Amazonica-Expresso-Carioca.jpg?resize=750%2C499&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-76940" class="wp-caption-text">Floresta Amazônica &#8211; Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Esse conhecimento permanece perpetuado nas muitas comunidades indígenas ainda existentes no Brasil, mas não consegue ultrapassar as barreiras da educação formal ofertada à maior parte da população no país, diz o antropólogo da Universidade de Brasília (UnB) Gersem Baniwa.</p>
<p>“Não se reconhece essa história milenar, que a arqueologia moderna na Amazônia já provou existir há mais de 15 mil anos, de verdadeiras civilizações que produziram muita ciência, muita política, muita economia, muito comércio, muita cultura, aritmética. Houve, inclusive, modelos de política, de cacicados na Amazônia, com extensas redes de relações comerciais, culturais e políticas”, diz o professor.</p>
<p>Todo esse conhecimento foi perdido em um processo de desconstrução da história imposto por colonizadores e perpetuado na educação até os dias de hoje, afirma o historiador da Universidade Federal do Pará (Ufpa) Márcio Couto. “Quando a gente estuda na educação básica, a contribuição dos indígenas é associada a questões folclóricas. Eles contribuíram com a rede, com o hábito de tomar banho e, por outro lado, as populações brancas, europeias, contribuíram com a formação de um estado nacional, por exemplo. Vemos aí uma hierarquização das contribuições, colocando no primeiro plano as contribuições das populações brancas, em seguida as populações africanas e em último lugar as populações indígenas”, observa.</p>
<p>Não enxergar os povos indígenas como sujeitos de conhecimento fez com que o Brasil, na sua construção sociocultural, não apenas ignorasse essa contribuição, mas também deixasse de usufruir desse conhecimento em grande parte de seu território. “Se a gente pega as áreas de preservação ambiental no Brasil, ou mesmo na América, as áreas onde têm mais verde, onde têm mais mata preservada, essas áreas coincidem com os mapas das terras indígenas”, reforça Couto.</p>
<p>Outra consequência, para Baniwa, é o surgimento de gerações que perderam a capacidade de se relacionar com o que está ao seu redor. “Uma parcela da ciência moderna já começa a compreender esse mundo, no sentido da natureza, do universo, do cosmo, como agentes vivos, mas os povos indígenas já têm isso milenarmente.”, destaca.</p>
<p>A própria arqueologia tem se revelado uma das principais ferramentas na retomada desse conhecimento e também para transpor as barreiras que o mantém fora das salas de aula. O arqueólogo da Universidade de São Paulo (USP) Eduardo Góes Neves, que pesquisa a Amazônia há mais de 30 anos, ressalta que o crescimento da arqueologia no Brasil tem estimulado uma busca maior das pessoas por essa etapa da história do Brasil.</p>
<p>“As pessoas têm um interesse, mesmo fora da Amazônia, em entender melhor quem nós somos, o que o Brasil é. O Brasil se formou como essa imagem de uma parte das elites intelectuais aqui do nosso país, que se viam com europeus transplantados para o novo mundo. Essa visão é totalmente equivocada, é uma construção, que, na verdade, só prejudica o nosso país”, explica.</p>
<p>Em meio à catástrofe do Rio Grande do Sul, o próprio uso de expressões como “crise climática” é questionado pelo antropólogo indígena, que a considera uma leitura equivocada do problema, causada pela falta de acesso a esses conhecimentos. “Não é uma crise climática, não é o clima que está em crise, não é a natureza que está em crise, é a humanidade e a civilização humana que está em crise. A gente prefere se enganar, transferir a nossa responsabilidade, dizendo que é o ambiente que está em crise, para não dizer que é uma crise civilizatória da humanidade”, conclui.</p>
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