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	<title>Congresso Nacional &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Congresso Nacional &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Senado pode acelerar votação da PEC que prevê fim da escala 6&#215;1</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 22:05:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Direitos Trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6&#215;1 poderá ser votada em dois turnos pelo Senado Federal nesta quarta-feira (14). O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), informou nesta terça-feira (13) que o requerimento para acelerar a tramitação já conta com assinaturas suficientes para ser submetido [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6&#215;1 poderá ser votada em dois turnos pelo Senado Federal nesta quarta-feira (14). O presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), informou nesta terça-feira (13) que o requerimento para acelerar a tramitação já conta com assinaturas suficientes para ser submetido à análise dos senadores.</p>
<p>A votação antecipada depende da aprovação do calendário especial pelo plenário. Se o pedido passar, será possível dispensar o intervalo regimental entre os dois turnos e concluir a análise da proposta no mesmo dia. Pelo cronograma inicialmente previsto, a PEC seria votada em primeiro turno na quarta-feira, enquanto a segunda votação dependeria de novas sessões de discussão.</p>
<p>“Vários senadores assinaram um requerimento de calendário especial. Já há o número regimental para a apreciação do calendário especial na tarde da sessão de amanhã”, afirmou Alcolumbre ao encerrar a sessão deliberativa desta terça-feira.</p>
<h3>Proposta prevê duas folgas por semana</h3>
<p>A PEC 221/2019 estabelece a redução gradual da jornada máxima semanal de trabalho de 44 para 40 horas, sem diminuição salarial. O texto também prevê dois dias de descanso remunerado por semana, substituindo o modelo tradicional em que o trabalhador atua seis dias para ter um dia de folga.</p>
<p>Para entrar em vigor, a proposta precisa receber pelo menos 49 votos favoráveis em cada um dos dois turnos, número equivalente a três quintos dos 81 integrantes do Senado.</p>
<p>O texto em análise foi aprovado pela Câmara dos Deputados em maio e passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado no início de setembro. Com a aprovação na comissão, a matéria seguiu para o plenário.</p>
<h3>Mudanças seriam implementadas gradualmente</h3>
<p>A proposta estabelece um período de transição para que empresas e trabalhadores se adaptem às novas regras. Conforme o texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, a jornada máxima semanal deverá cair para 42 horas, com adoção do modelo de cinco dias de trabalho e dois de descanso.</p>
<p>Depois de mais 12 meses, o limite semanal será reduzido para 40 horas. A transição completa, portanto, está prevista para ocorrer ao longo de 14 meses.</p>
<p>A PEC também prevê condições específicas para profissionais com diploma de ensino superior que recebam remuneração igual ou superior a R$ 21.188,87. Para esses trabalhadores, a jornada poderá ser definida por negociação direta entre empregado e empregador, desde que seja mantida a escala 5&#215;2.</p>
<p>O texto preserva ainda a possibilidade de acordos e convenções coletivas para organizar jornadas de categorias que possuem regimes diferenciados.</p>
<h3>O que acontece depois da votação</h3>
<p>Se os senadores aprovarem a PEC nos dois turnos sem alterar seu conteúdo, o texto poderá seguir para promulgação pelo Congresso Nacional, sem necessidade de sanção presidencial.</p>
<p>Caso sejam aprovadas mudanças de mérito, a proposta terá de retornar à Câmara dos Deputados para nova análise. A votação em dois turnos é uma exigência constitucional para qualquer proposta de emenda à Constituição.</p>
<p>Até a conclusão dessas etapas, as regras atuais de jornada de trabalho continuam em vigor. A apresentação do requerimento de calendário especial, por si só, não significa que o fim da escala 6&#215;1 já tenha sido aprovado.</p>
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		<title>Senado aprova fim da “taxa das blusinhas” e isenção para compras de até US$ 50 avança para sanção</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/senado-aprova-fim-da-taxa-das-blusinhas-e-isencao-para-compras-de-ate-us-50-avanca-para-sancao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 22:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Taxa das blusinhas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (3), em votação simbólica, a Medida Provisória (MP) que elimina o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50, cerca de R$ 257. Com a aprovação nas duas Casas do Congresso Nacional, a medida que ficou conhecida como “taxa das blusinhas” segue agora para sanção presidencial e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado Federal aprovou nesta quinta-feira (3), em votação simbólica, a Medida Provisória (MP) que elimina o Imposto de Importação para compras internacionais de até US$ 50, cerca de R$ 257. Com a aprovação nas duas Casas do Congresso Nacional, a medida que ficou conhecida como “taxa das blusinhas” segue agora para sanção presidencial e transforma a isenção em uma regra permanente.</p>
<p>Atualmente, essas compras estão sujeitas a uma alíquota de 20% de Imposto de Importação. A mudança vale para encomendas feitas pela internet e encaminhadas ao Brasil por meio de remessas postais.</p>
<p>A proposta também altera a tributação de compras internacionais de valor mais elevado. Para remessas de até US$ 3 mil, a alíquota do Imposto de Importação será reduzida de 60% para 30%.</p>
<h3>Medicamentos sem similar nacional também terão imposto zerado</h3>
<p>O texto aprovado pelos senadores incorporou mudanças feitas durante a tramitação da MP pela comissão especial mista. Entre elas está a isenção do Imposto de Importação para medicamentos que não possuem versão similar produzida no Brasil.</p>
<p>A relatora da proposta, senadora Leila do Vôlei (PDT-DF), defendeu a medida argumentando que as compras internacionais de baixo valor são utilizadas por famílias que buscam alternativas mais baratas para equilibrar o orçamento.</p>
<p>“Nós sabemos que são muitos os brasileiros que utilizam essas compras de pequeno valor. São pessoas que procuram um produto mais barato. São famílias que precisam fazer o orçamento caber no final do mês. São trabalhadores que pesquisam preço, comparam alternativas e encontram no comércio eletrônico uma maneira de ampliar seu poder de compra”, afirmou a senadora durante a votação.</p>
<h3>Governo terá que acompanhar efeitos da isenção</h3>
<p>Para acompanhar os impactos econômicos da mudança, o texto estabelece avaliações periódicas pelo Ministério da Fazenda. O objetivo é analisar efeitos da política sobre emprego, renda, preços, arrecadação e competitividade da indústria brasileira.</p>
<p>A primeira avaliação deverá ser realizada três meses após a entrada em vigor da medida. Depois disso, novos levantamentos serão feitos a cada seis meses. A legislação também prevê uma análise anual da política pelo Congresso Nacional.</p>
<p>A ideia é verificar se a redução da tributação beneficia os consumidores sem produzir efeitos considerados negativos para empresas e trabalhadores brasileiros.</p>
<h3>Plataformas terão novas obrigações de fiscalização</h3>
<p>A nova legislação também amplia as responsabilidades de plataformas digitais e operadores logísticos envolvidos nas importações.</p>
<p>As empresas deverão adotar mecanismos para identificar possíveis casos de subfaturamento, divisão artificial de encomendas e ocultação de remetentes. Também deverão manter informações sobre os vendedores estrangeiros, acompanhar operações consideradas suspeitas, conservar registros eletrônicos e colaborar com a Receita Federal.</p>
<p>O descumprimento das regras poderá resultar em penalidades, com medidas que incluem advertências e multas, além de suspensão temporária ou até proibição de operação no mercado brasileiro em situações graves ou reincidentes.</p>
<h3>Setores nacionais criticam redução dos impostos</h3>
<p>A aprovação da MP foi acompanhada por críticas de parlamentares e setores produtivos brasileiros, que apontam risco de aumento da concorrência de empresas estrangeiras sobre fabricantes e comerciantes nacionais.</p>
<p>Durante a discussão da proposta, o deputado Gilson Marques (Novo-SC) questionou a diferença de tratamento tributário entre produtos importados e aqueles fabricados no país.</p>
<p>“O exato benefício fiscal que está sendo dado para o mesmíssimo produto com o mesmíssimo preço precisa ser dado para o brasileiro, para quem produz aqui, para quem ainda acredita no Brasil”, afirmou.</p>
<p>Com a aprovação pelo Senado, a MP conclui sua tramitação no Congresso e depende agora da sanção presidencial para entrar definitivamente no ordenamento jurídico.</p>
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		<title>Lula defende acordo comercial entre Mercosul e China durante cúpula do bloco</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-defende-acordo-comercial-entre-mercosul-e-china-durante-cupula-do-bloco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2026 18:02:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[fim da escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[jornada de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que o Mercosul inicie negociações para um acordo comercial com a China durante a Cúpula de Chefes de Estado do bloco, realizada nesta terça-feira (30), em Assunção, no Paraguai. Em seu discurso, Lula afirmou que a aproximação com a economia chinesa faz parte da estratégia de ampliar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu que o Mercosul inicie negociações para um acordo comercial com a China durante a Cúpula de Chefes de Estado do bloco, realizada nesta terça-feira (30), em Assunção, no Paraguai. Em seu discurso, Lula afirmou que a aproximação com a economia chinesa faz parte da estratégia de ampliar a inserção internacional do Mercosul e fortalecer as relações com alguns dos mercados mais dinâmicos do mundo.</p>
<p>Segundo o presidente, o bloco sul-americano vem ampliando sua agenda de negociações comerciais e já mantém diálogos com países como Canadá, Índia e Vietnã. Durante a reunião, também foi anunciado o início das negociações para uma parceria econômica com o Japão. Na avaliação de Lula, o próximo passo deve ser a abertura formal das conversas com a China.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Mercosul está avançando nos diálogos com Canadá, Índia e Vietnã. Nesta cúpula, daremos mais um passo ao lançar as negociações de uma parceria econômica com o Japão. Em breve, queremos fazer o mesmo com a China e seguir nos aproximando dos mercados mais dinâmicos do planeta&#8221;, afirmou o presidente.</p></blockquote>
<p>Ao defender a ampliação das relações comerciais, Lula também criticou o que classificou como &#8220;alinhamento automático&#8221; nas relações internacionais e afirmou que o atual cenário geopolítico exige maior autonomia dos países do Mercosul para diversificar seus parceiros econômicos. Segundo ele, o bloco deve atuar de forma pragmática, buscando oportunidades que contribuam para o crescimento econômico, a geração de empregos e o fortalecimento da competitividade regional.</p>
<p>A proposta de aprofundar a relação comercial com a China ocorre em um momento de expansão da agenda externa do Mercosul. Além das negociações com países asiáticos, o bloco busca consolidar acordos já firmados e ampliar sua presença em mercados considerados estratégicos para as exportações dos países-membros.</p>
<p>A China é atualmente o principal parceiro comercial do Brasil e um dos maiores destinos das exportações do Mercosul. Produtos como soja, minério de ferro, carnes, celulose e outros bens do agronegócio e da indústria representam parte significativa das vendas para o mercado chinês, tornando a relação econômica cada vez mais relevante para os países da região.</p>
<p>Durante a cúpula, Lula destacou que o fortalecimento do Mercosul passa pela ampliação das parcerias internacionais e pela capacidade do bloco de responder às mudanças da economia global. Para o presidente, a integração regional deve caminhar lado a lado com uma política de abertura a novos mercados, preservando a autonomia dos países sul-americanos e ampliando as oportunidades de comércio e investimentos.</p>
<p>A defesa de um acordo com a China integra uma estratégia mais ampla de diversificação das relações comerciais do Mercosul. Caso as negociações avancem, o bloco poderá ampliar ainda mais o acesso de seus produtos ao mercado asiático, ao mesmo tempo em que fortalece sua posição nas cadeias globais de comércio em um cenário internacional marcado por disputas econômicas e mudanças nas rotas comerciais.</p>
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		<item>
		<title>Governo prepara projeto para ampliar limite de faturamento do MEI e atualizar regras da categoria</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-prepara-projeto-para-ampliar-limite-de-faturamento-do-mei-e-atualizar-regras-da-categoria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:46:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[fim da escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Motta]]></category>
		<category><![CDATA[José Guimarães]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal pretende encaminhar à Câmara dos Deputados um projeto de lei para ampliar o limite de faturamento permitido aos Microempreendedores Individuais (MEIs), atendendo a uma demanda antiga do setor. A proposta está sendo elaborada pelo Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e deverá atualizar regras consideradas defasadas por [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal pretende encaminhar à Câmara dos Deputados um projeto de lei para ampliar o limite de faturamento permitido aos Microempreendedores Individuais (MEIs), atendendo a uma demanda antiga do setor. A proposta está sendo elaborada pelo Ministério do Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte e deverá atualizar regras consideradas defasadas por entidades empresariais e representantes dos pequenos negócios.</p>
<p>Atualmente, o limite anual de faturamento para enquadramento como MEI é de R$ 81 mil. A avaliação do governo é que o valor já não acompanha a realidade econômica do país, especialmente após anos de inflação acumulada e crescimento das atividades de pequenos empreendedores.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pelo Ministério do Empreendedorismo, o texto em elaboração pretende criar uma transição mais equilibrada para os empresários que ultrapassam o teto atual. A proposta também deverá estabelecer novas faixas de contribuição e mecanismos para evitar que empreendedores sejam desenquadrados automaticamente ao registrar crescimento em seus negócios.</p>
<p>A iniciativa surge em meio às discussões sobre a modernização do regime do MEI. Paralelamente ao projeto do governo, já tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei Complementar 108/2021, aprovado pelo Senado, que propõe elevar o teto anual de faturamento para R$ 130 mil e permitir a contratação de até dois funcionários. Em março deste ano, a Câmara aprovou o regime de urgência para a matéria, acelerando sua tramitação.</p>
<p>O ministro do Empreendedorismo, Márcio França, já havia afirmado anteriormente que qualquer alteração no limite do MEI exige estudos detalhados para evitar impactos nas contas públicas e no mercado de trabalho formal. Apesar disso, o governo reconhece a necessidade de atualizar as regras diante do crescimento do empreendedorismo no país.</p>
<p>O Brasil possui atualmente mais de 15 milhões de microempreendedores individuais registrados, segundo dados do setor. A categoria representa uma das principais portas de entrada para a formalização de pequenos negócios, oferecendo tributação simplificada, emissão de notas fiscais e acesso a benefícios previdenciários.</p>
<p>Entidades ligadas ao empreendedorismo defendem que o aumento do limite permitirá que milhares de profissionais continuem formalizados sem precisar migrar precocemente para regimes tributários mais complexos. O argumento é que muitos negócios acabam ultrapassando o teto atual apenas por causa da atualização de preços e da expansão natural das atividades.</p>
<p>Além da ampliação do faturamento permitido, as discussões envolvem a criação de mecanismos de transição entre o MEI e a microempresa, reduzindo o impacto tributário para empreendedores que registram crescimento gradual. A medida é vista como uma forma de estimular a expansão dos negócios sem desestimular a formalização.</p>
<p>A expectativa é que o projeto seja encaminhado ao Congresso Nacional nas próximas semanas. Caso avance, a proposta poderá beneficiar milhões de empreendedores e representar uma das principais mudanças nas regras do MEI desde a última atualização significativa do regime.</p>
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		<item>
		<title>Congresso Nacional avança na criação de frente parlamentar voltada à paz mundial</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/congresso-nacional-avanca-na-criacao-de-frente-parlamentar-voltada-a-paz-mundial/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:35:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Diário Oficial da União]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Paz mundial]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[O Congresso Nacional do Brasil deu mais um passo para a criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial, proposta que pretende ampliar o papel do Legislativo na promoção de ações voltadas à convivência pacífica entre países. A iniciativa foi aprovada no Senado e tem como objetivo estimular debates, formular propostas e apoiar projetos relacionados à [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional do Brasil deu mais um passo para a criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial, proposta que pretende ampliar o papel do Legislativo na promoção de ações voltadas à convivência pacífica entre países.</p>
<p>A iniciativa foi aprovada no Senado e tem como objetivo estimular debates, formular propostas e apoiar projetos relacionados à solução pacífica de conflitos, ao fortalecimento dos direitos humanos e à cooperação internacional.</p>
<p>A proposta é de autoria do senador Flávio Arns e contou com relatoria do senador Paulo Paim. Segundo os parlamentares, a criação da frente ocorre em um contexto global marcado por crises humanitárias e conflitos armados, o que reforça a necessidade de articulação institucional em defesa da paz.</p>
<p>Entre as atribuições do grupo estão o incentivo à produção de estudos e pesquisas sobre o tema, além da articulação com especialistas, universidades, organismos internacionais e representantes da sociedade civil. A proposta também prevê apoio à tramitação de iniciativas legislativas alinhadas à promoção da justiça social e da cultura de paz.</p>
<p>A frente parlamentar será formada por deputados e senadores que aderirem voluntariamente, podendo contar ainda com a participação de ex-parlamentares como membros honorários. As atividades deverão ocorrer nas dependências do Senado Federal, seguindo um regimento próprio.</p>
<p>Com a medida, o Congresso busca consolidar o compromisso histórico do Brasil com a resolução pacífica de conflitos e ampliar sua contribuição em debates globais relacionados à estabilidade internacional e à proteção de populações vulneráveis.</p>
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		<title>Congresso promulga acordo histórico entre Mercosul e União Europeia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/congresso-promulga-acordo-historico-entre-mercosul-e-uniao-europeia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 14:40:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[acordo Mercosul-União Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Promulgação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Congresso Nacional promulgou o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, concluindo a tramitação do texto no Brasil e abrindo caminho para a implementação das medidas previstas no tratado. A iniciativa marca um dos principais avanços recentes nas relações econômicas entre os dois blocos, após mais de duas décadas de negociações. O [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Congresso Nacional promulgou o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia, concluindo a tramitação do texto no Brasil e abrindo caminho para a implementação das medidas previstas no tratado. A iniciativa marca um dos principais avanços recentes nas relações econômicas entre os dois blocos, após mais de duas décadas de negociações.</p>
<p>O acordo estabelece a redução gradual de tarifas de importação e exportação entre os países envolvidos. Pelo texto, o Mercosul deverá eliminar cerca de 91% das tarifas aplicadas a produtos europeus ao longo de até 15 anos, enquanto a União Europeia prevê a retirada de aproximadamente 95% das taxas sobre bens exportados pelos países sul-americanos em um prazo menor, de até 12 anos.</p>
<p>Com a promulgação, o tratado passa a ter validade jurídica no Brasil sem necessidade de sanção presidencial, etapa que formaliza a adesão do país ao acordo internacional aprovado pelo Legislativo.</p>
<p>O entendimento entre os blocos abrange não apenas o comércio de bens, mas também regras relacionadas a serviços, investimentos, compras governamentais e propriedade intelectual. Além disso, inclui compromissos ligados à sustentabilidade e ao cumprimento de acordos ambientais internacionais.</p>
<p>Considerado um dos maiores acordos comerciais do mundo, o tratado envolve um mercado de centenas de milhões de pessoas e grande volume econômico, ampliando as oportunidades de negócios entre América do Sul e Europa.</p>
<p>A expectativa do governo brasileiro é que a abertura comercial impulsione as exportações, aumente a competitividade da indústria nacional e fortaleça a inserção do país no comércio internacional. Por outro lado, o acordo também prevê prazos diferenciados e mecanismos de proteção para setores considerados mais sensíveis à concorrência externa.</p>
<p>Apesar do avanço no Brasil e em outros países do Mercosul, o acordo ainda depende de etapas de validação no âmbito europeu para sua implementação completa. Enquanto isso, há previsão de aplicação provisória de parte das medidas, conforme o andamento das ratificações nos países envolvidos.</p>
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		<title>Governo avalia enviar projeto para acelerar o fim da escala 6&#215;1 no Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-avalia-enviar-projeto-para-acelerar-o-fim-da-escala-6x1-no-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jan 2026 22:20:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[emendas paralamentares]]></category>
		<category><![CDATA[escala 6x1]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Feminicidio]]></category>
		<category><![CDATA[Gleisi Hoffmann]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O fim da escala de trabalho seis dias por um de descanso (6&#215;1) voltou ao centro da agenda do governo federal. Segundo a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, a mudança é tratada como prioridade em 2026 e pode ganhar um novo impulso com o envio de um projeto do Executivo ao Congresso Nacional para [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fim da escala de trabalho seis dias por um de descanso (6&#215;1) voltou ao centro da agenda do governo federal. Segundo a ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, a mudança é tratada como prioridade em 2026 e pode ganhar um novo impulso com o envio de um projeto do Executivo ao Congresso Nacional para unificar as propostas já em tramitação e acelerar a votação.</p>
<p>Em conversa com a imprensa nesta quarta-feira (28), Gleisi afirmou que a expectativa do Palácio do Planalto é de que a proposta seja aprovada ainda no primeiro semestre do ano legislativo, que começa oficialmente em fevereiro. Para a ministra, o momento é oportuno após avanços em pautas econômicas e sociais do governo Lula.</p>
<p>“Depois de corrigir o salário mínimo com ganho real, ampliar o emprego e garantir a isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil, é hora de avançar na qualidade de vida da população”, declarou.</p>
<p>A ministra destacou que a atual escala afeta de forma mais intensa as mulheres, que acabam acumulando responsabilidades domésticas e familiares no único dia livre da semana. Segundo ela, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva está pessoalmente comprometido com a pauta e considera a mudança uma questão de justiça social.</p>
<p>Gleisi também afirmou que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta, demonstra abertura para pautar o tema. Na avaliação do governo, o projeto tende a repetir o caminho da isenção do Imposto de Renda, que teve aprovação unânime nas duas Casas do Congresso, impulsionado pelo apoio da opinião pública.</p>
<p>“Quando a proposta é clara e tem respaldo popular, o Parlamento costuma ser sensível”, avaliou, ressaltando que setores como a indústria já adotam escalas de trabalho diferenciadas em diversas atividades.</p>
<h3>Prioridades do ano legislativo</h3>
<p>Com a retomada dos trabalhos do Congresso em 2 de fevereiro, o governo federal prepara uma agenda ampla de votações. Além do fim da escala 6&#215;1, estão entre as prioridades a aprovação do acordo de livre comércio entre Mercosul e União Europeia, a regulamentação do trabalho por aplicativos, a PEC da Segurança Pública e o projeto de lei antifacção.</p>
<p>O Executivo também aposta na aprovação de medidas provisórias, como a criação do programa Gás do Povo e do Regime Especial de Tributação para Serviços de Datacenter (Redata). Paralelamente, o governo atua para manter o veto presidencial ao chamado PL da Dosimetria, que prevê a redução de penas para condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro.</p>
<p>Segundo Gleisi, flexibilizar punições neste momento comprometeria o caráter pedagógico das decisões judiciais e representaria um risco ao Estado Democrático de Direito.</p>
<h3>Pacto contra o feminicídio e relação com o Congresso</h3>
<p>A ministra também anunciou que os Três Poderes devem assinar, no próximo dia 4 de fevereiro, um pacto nacional de enfrentamento ao feminicídio, tema que ganhou destaque na agenda do governo Lula.</p>
<p>Sobre a relação com o Legislativo, Gleisi afirmou que o impasse em torno das emendas parlamentares está resolvido. O Orçamento de 2026 prevê cerca de R$ 61 bilhões em emendas, sendo R$ 37,8 bilhões de execução obrigatória. O governo pretende antecipar o pagamento de ao menos 65% dessas emendas até julho.</p>
<h3>Caso Banco Master</h3>
<p>Durante a entrevista, Gleisi também comentou as investigações envolvendo o Banco Master e rejeitou tentativas da oposição de associar o governo ou o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski às fraudes financeiras investigadas pela Polícia Federal.</p>
<p>Segundo a ministra, o presidente Lula mantém diálogo institucional com diversos setores, inclusive o bancário, e determinou que as apurações sobre o caso fossem conduzidas com rigor técnico. Ela lembrou que Lewandowski rompeu todos os contratos privados antes de assumir o ministério e que foi durante sua gestão que o banqueiro Daniel Vorcaro acabou preso.</p>
<p>A investigação da Operação Compliance Zero apura um esquema de concessão de créditos falsos que pode chegar a R$ 17 bilhões, além da tentativa de compra do banco pelo BRB. Para Gleisi, a oposição tenta politizar o caso, enquanto o governo sustenta que as apurações seguem de forma independente pelos órgãos de controle.</p>
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		<title>Governo envia ao Congresso projeto para criar política nacional de proteção a defensores de direitos humanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2025 19:16:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Nacional dos Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional de Proteção a Defensores de Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto de Lei]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional, nesta sexta-feira (12), o Projeto de Lei que institui a Política Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos. A iniciativa pretende criar um marco normativo permanente para assegurar condições mais seguras a indivíduos e coletivos que atuam na defesa de direitos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="389" data-end="867">O presidente Luiz Inácio Lula da Silva encaminhou ao Congresso Nacional, nesta sexta-feira (12), o Projeto de Lei que institui a Política Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos. A iniciativa pretende criar um marco normativo permanente para assegurar condições mais seguras a indivíduos e coletivos que atuam na defesa de direitos fundamentais no Brasil — um dos países que mais registra assassinatos de defensores, segundo organismos internacionais.</p>
<p data-start="869" data-end="1324">Ao anunciar o envio da matéria durante a 13ª Conferência Nacional dos Direitos Humanos (ConDH), em Brasília, Lula destacou a urgência da proposta.<br data-start="1015" data-end="1018" />“Infelizmente, o Brasil é um dos países que mais mata defensoras e defensores dos direitos humanos. Por isso, a aprovação e a implementação dessa política é tão necessária e urgente”, afirmou. O evento, retomado após quase uma década de hiato, ocorre desde quarta-feira (10) e não era realizado desde 2016.</p>
<p data-start="1326" data-end="1894">O presidente atribuiu o agravamento das ameaças contra defensores à ascensão da extrema-direita no mundo, fenômeno que, segundo ele, estimulou “uma inédita onda de negacionismo dos valores humanistas” e fortaleceu desigualdades estruturais como machismo e racismo.<br data-start="1590" data-end="1593" />“Os inimigos dos direitos humanos miram grupos tradicionalmente vulnerabilizados — negros, mulheres, indígenas, idosos, quilombolas, pessoas com deficiência, população LGBTQIA+ e pessoas em situação de rua”, disse Lula, ao pedir engajamento dos movimentos sociais na pressão pela aprovação do projeto.</p>
<h2 data-start="1896" data-end="1951"><strong data-start="1899" data-end="1951">Condenações internacionais impulsionam o projeto</strong></h2>
<p data-start="1952" data-end="2259">A ministra dos Direitos Humanos e da Cidadania, Macaé Evaristo, explicou que o PL responde diretamente a condenações impostas ao Brasil pela Corte Interamericana de Direitos Humanos. Segundo ela, o texto propõe um sistema “permanente, federativo e interministerial” capaz de proteger vidas de forma efetiva.</p>
<p data-start="2261" data-end="2295">Entre as decisões citadas estão:</p>
<ul data-start="2296" data-end="2584">
<li data-start="2296" data-end="2375">
<p data-start="2298" data-end="2375"><strong data-start="2298" data-end="2349">o assassinato do advogado Gabriel Sales Pimenta</strong>, morto em 1982 no Pará;</p>
</li>
<li data-start="2376" data-end="2469">
<p data-start="2378" data-end="2469"><strong data-start="2378" data-end="2416">a execução de Manoel Luis da Silva</strong>, trabalhador rural assassinado em 1997 na Paraíba;</p>
</li>
<li data-start="2470" data-end="2584">
<p data-start="2472" data-end="2584"><strong data-start="2472" data-end="2517">o desaparecimento de Almir Muniz da Silva</strong>, liderança rural vista pela última vez em 2002, também na Paraíba.</p>
</li>
</ul>
<p data-start="2586" data-end="2788">Dados das Nações Unidas revelam que, entre 2015 e 2019, foram registrados <strong data-start="2660" data-end="2725">1.323 assassinatos de defensores de direitos humanos no mundo</strong>, sendo <strong data-start="2733" data-end="2750">174 no Brasil</strong>, o equivalente a 13% do total global.</p>
<h2 data-start="2790" data-end="2851"><strong data-start="2793" data-end="2851">Novas portarias: combate à violência e ao sub-registro</strong></h2>
<p data-start="2852" data-end="3058">Durante a conferência, Macaé Evaristo também assinou uma série de portarias. Em parceria com o Ministério das Mulheres, instituiu o <strong data-start="2984" data-end="3057">Fórum de Enfrentamento à Violência contra Mulheres em Situação de Rua</strong>.</p>
<p data-start="3060" data-end="3463">Outra medida, assinada juntamente com o Ministério da Saúde, cria o programa <strong data-start="3137" data-end="3160">Raízes da Cidadania</strong>, voltado à redução do sub-registro de nascimento em maternidades. Segundo a ministra, <strong data-start="3247" data-end="3337">77 mil crianças brasileiras de até cinco anos ainda não possuem certidão de nascimento</strong>. “Emitir o documento já na maternidade é um passo fundamental para garantir dignidade desde o primeiro dia de vida”, afirmou.</p>
<p data-start="3465" data-end="3637">Também foi lançado o <strong data-start="3486" data-end="3574">Plano Nacional de Proteção a Defensoras e Defensores de Direitos Humanos (2025–2035)</strong>, desenvolvido com o Ministério da Justiça e Segurança Pública.</p>
<h2 data-start="3639" data-end="3691"><strong data-start="3642" data-end="3691">Convenção Interamericana contra Discriminação</strong></h2>
<p data-start="3692" data-end="4030">Lula ainda assinou a mensagem que encaminha ao Congresso a <strong data-start="3751" data-end="3834">Convenção Interamericana contra Todas as Formas de Discriminação e Intolerância</strong>, tratado que entrou em vigor em 2020 e que poderá ser ratificado pelo Brasil após aprovação parlamentar. A convenção define parâmetros jurídicos regionais para combater práticas discriminatórias.</p>
<h2 data-start="4032" data-end="4080"><strong data-start="4035" data-end="4080">Conferência Nacional retorna após 10 anos</strong></h2>
<p data-start="4081" data-end="4377">A 13ª ConDH marca a retomada de um importante espaço de diálogo plural e participativo voltado à formulação de diretrizes para o Sistema Nacional de Direitos Humanos. Desde o início do ano, mais de <strong data-start="4279" data-end="4323">200 etapas estaduais, regionais e livres</strong> foram realizadas, reunindo mais de <strong data-start="4359" data-end="4376">670 propostas</strong>.</p>
<p data-start="4379" data-end="4713">Para a presidente do Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH), a defensora pública federal Charlene Borges, a presença de Lula no evento reforça o compromisso do Estado brasileiro com a participação social.<br data-start="4589" data-end="4592" />“Precisamos devolver ao povo aquilo que lhe pertence: a participação direta na construção das políticas públicas”, disse.</p>
<p data-start="4715" data-end="5093">Ela destacou que a diversidade de delegados presentes amplia a compreensão sobre as múltiplas formas de violação de direitos.<br data-start="4840" data-end="4843" />“Populações quilombolas, indígenas, ribeirinhas, ciganas, comunidades tradicionais, população negra, LGBT+, migrantes, refugiados, pessoas com deficiência e tantos outros grupos vulnerabilizados compõem a riqueza e a complexidade do Brasil”, afirmou.</p>
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		<title>Lula envia ao Congresso o novo Plano Nacional de Cultura</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-envia-ao-congresso-o-novo-plano-nacional-de-cultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2025 13:10:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência Nacional de Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[governo federal]]></category>
		<category><![CDATA[Luiz Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Nacional de Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal encaminha nesta segunda-feira (17) ao Congresso Nacional a nova versão do Plano Nacional de Cultura (PNC), documento que vai nortear as políticas culturais brasileiras pelos próximos dez anos. A entrega será marcada por uma cerimônia no Palácio do Planalto, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também assinará o decreto de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal encaminha nesta segunda-feira (17) ao Congresso Nacional a nova versão do <strong>Plano Nacional de Cultura (PNC)</strong>, documento que vai nortear as políticas culturais brasileiras pelos próximos dez anos. A entrega será marcada por uma cerimônia no Palácio do Planalto, onde o presidente Luiz Inácio Lula da Silva também assinará o decreto de criação da <strong>Comissão Intergestores Tripartite</strong>, instância que reunirá União, estados e municípios para fortalecer a governança e a cooperação federativa na área da cultura.</p>
<p>De acordo com o governo, o texto reafirma a cultura como <em>política de Estado</em> e como elemento fundamental para a democracia, a soberania nacional e o desenvolvimento social. A cerimônia contará com a presença da ministra da Cultura, Margareth Menezes, além de autoridades, agentes territoriais e representantes dos comitês de cultura de todo o país — integrantes do Programa Nacional dos Comitês de Cultura (PNCC), que simbolizam a participação popular na construção das políticas culturais brasileiras.</p>
<h3>Construção coletiva</h3>
<p>O novo PNC foi estruturado a partir das propostas aprovadas na <strong>4ª Conferência Nacional de Cultura (CNC)</strong>, realizada em março de 2024, em Brasília. Com o tema <em>Democracia e Direito à Cultura</em>, o encontro reuniu 1,2 mil delegados de todas as regiões do país e aprovou 30 propostas estratégicas para orientar o plano.</p>
<p>Essas propostas foram organizadas em seis eixos principais:</p>
<ol>
<li>Institucionalização, Marcos Legais e Sistema Nacional de Cultura</li>
<li>Democratização do Acesso e Participação Social</li>
<li>Identidade, Patrimônio e Memória</li>
<li>Diversidade Cultural e Transversalidades (gênero, raça e acessibilidade)</li>
<li>Economia Criativa, Trabalho, Renda e Sustentabilidade</li>
<li>Direito às Artes e Linguagens Digitais</li>
</ol>
<p>A conferência marcou o fim de um hiato de mais de dez anos desde a última edição, realizada em 2013, que avaliou a execução das metas do primeiro Plano Nacional de Cultura.</p>
<h3>Histórico</h3>
<p>O PNC original foi instituído em 2010 pela Lei nº 12.343, após duas conferências nacionais, com vigência prevista até 2020. O ciclo, no entanto, foi prorrogado em 2021 e 2022, estendendo sua validade até dezembro de 2024. Agora, o novo plano chega ao Congresso para atualizar diretrizes e renovar o compromisso com a política cultural brasileira.</p>
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		<title>Mais de 40 mil protestam na Paulista contra PEC da Blindagem e anistia a golpistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Sep 2025 22:52:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Anistia]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PEC da Blindagem]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 42,4 mil pessoas se reuniram neste domingo (21) na avenida Paulista, em São Paulo, para protestar contra a PEC da Blindagem — que exige autorização do Congresso para processar deputados e senadores — e contra a anistia a condenados pela tentativa de golpe de Estado. Segundo levantamento do Monitor do Debate Político no [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 42,4 mil pessoas se reuniram neste domingo (21) na avenida Paulista, em São Paulo, para protestar contra a PEC da Blindagem — que exige autorização do Congresso para processar deputados e senadores — e contra a anistia a condenados pela tentativa de golpe de Estado.</p>
<p>Segundo levantamento do Monitor do Debate Político no Meio Digital, da USP, atos foram registrados em 33 cidades brasileiras, incluindo todas as capitais.</p>
<p>Com cartazes que chamavam o Congresso de “inimigo do povo”, manifestantes exigiram a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, já condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe, organização criminosa e outros crimes.</p>
<p>Os protestos foram convocados pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, ligadas a movimentos sociais e partidos de esquerda e centro-esquerda, e reuniram sindicatos, artistas, indígenas, professores e estudantes.</p>
<p>Depoimentos destacaram a defesa da Constituição de 1988, o medo de retrocessos democráticos e a importância de a juventude se mobilizar. “Não podemos aceitar que parlamentares saiam impunes. Dizer não à impunidade é dizer sim à democracia”, afirmou a liderança indígena Tamikuã Txih, do povo Pataxó.</p>
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