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	<title>Conflito &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Tensões na América Latina: Diálogo Entre Venezuela e Guiana Sobre Essequibo em Pauta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Dec 2023 15:22:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, está programado para se reunir nesta quinta-feira (14) em São Vicente e Granadinas com o presidente da Guiana, Irfaan Ali, em meio a crescentes tensões em torno do conflito territorial envolvendo a área de Essequibo, que é potencialmente rica em petróleo. O desentendimento acerca desta vasta região de selva, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, está programado para se reunir nesta quinta-feira (14) em São Vicente e Granadinas com o presidente da Guiana, Irfaan Ali, em meio a crescentes tensões em torno do conflito territorial envolvendo a área de Essequibo, que é potencialmente rica em petróleo.</p>
<p>O desentendimento acerca desta vasta região de selva, abrangendo 160 mil quilômetros quadrados (km²), persiste ao longo de décadas. No entanto, nos últimos anos, a Venezuela reacendeu sua reivindicação, incluindo áreas offshore, à medida que significativas descobertas de petróleo e gás foram feitas.</p>
<p>Embora a disputa esteja atualmente sob análise da Corte Internacional de Justiça, uma decisão final pode levar anos. Recentemente, os eleitores venezuelanos rejeitaram a jurisdição do tribunal em um plebiscito, apoiando a criação de um novo estado. A Guiana, por sua vez, questionou a participação na votação, reafirmando que a fronteira terrestre não está em discussão.</p>
<p>Analistas políticos em Caracas interpretam o plebiscito como uma estratégia de Maduro para avaliar o apoio a seu governo antes das eleições presidenciais de 2024, mais do que como um prelúdio para uma invasão.</p>
<p>O primeiro-ministro de São Vicente e Granadinas, Ralph Gonsalves, também presidente p ro tempore da Comunidade dos Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), será o anfitrião da reunião, que foi anunciada no fim de semana.</p>
<p><em>&#8220;Esperamos alcançar um relaxamento das tensões e reduzir a agressividade nas declarações da Guiana&#8221;</em>, afirmou o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Yván Gil, no início desta semana. Ele reiterou os comentários de Maduro e de seus aliados, argumentando que a votação concedeu um mandato para o controle de Essequibo.</p>
<p>O presidente da Guiana, Irfaan Ali, enfatizou que seu país defenderá a soberania e fronteiras, instando a Venezuela a reduzir o ritmo de seus avanços em relação à Guiana.</p>
<p>Na semana passada, Maduro anunciou a autorização para a exploração de petróleo em Essequibo, gerando indignação por parte de Ali. Este último buscou tranquilizar investidores, incluindo a Exxon Mobil e a futura parceira Chevron, assegurando que seus investimentos estão seguros.</p>
<p>As áreas offshore respondem pela totalidade da produção de petróleo da Guiana, impulsionando sua economia em expansão. A expectativa é que a produção dobre para mais de 1,2 milhão de barris por dia até 2027.</p>
<p>A Exxon declarou que permanecerá comprometida com o desenvolvimento eficiente e responsável dos recursos, em conformidade com o acordo estabelecido com o governo da Guiana. A empresa rejeitou as alegações infundadas do governo de Maduro sobre seu suposto envolvimento em um complô para prejudicar o plebiscito, classificando-as como &#8220;ridículas e sem fundamento&#8221;.</p>
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		<title>Visita de Pelosi intensifica “guerra psicológica”, diz Taiwan</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/visita-de-pelosi-intensifica-guerra-psicologica-diz-taiwan/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 21:49:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
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		<category><![CDATA[Taiwan]]></category>
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					<description><![CDATA[Taiwan prometeu nesta quarta-feira (3)  intensificar a segurança contra possíveis perturbações por &#8220;forças estrangeiras&#8221;, incluindo ataques cibernéticos, à medida que as tensões com a China aumentam após a visita à ilha da presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi. A China demonstrou indignação com a visita de mais alto nível dos EUA [&#8230;]]]></description>
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<p>Taiwan prometeu nesta quarta-feira (3)  intensificar a segurança contra possíveis perturbações por &#8220;forças estrangeiras&#8221;, incluindo ataques cibernéticos, à medida que as tensões com a China aumentam após a visita à ilha da presidente da Câmara dos Deputados dos Estados Unidos, Nancy Pelosi.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A China demonstrou indignação com a visita de mais alto nível dos EUA em 25 anos à ilha que Pequim reivindica como seu território com uma explosão de atividade militar nas águas circundantes, convocando o embaixador dos EUA em Pequim e interrompendo várias importações agrícolas de Taiwan.</p>
<p>Pelosi chegou a Taiwan na terça-feira e partiu nesta quarta-feira depois de prometer solidariedade à ilha e saudar sua democracia.</p>
<p>O porta-voz do gabinete de Taiwan, Lo Ping-cheng, disse em coletiva de imprensa que as autoridades aumentaram a segurança nas principais infraestruturas, incluindo usinas de energia e aeroportos, e elevaram o nível de alerta de segurança cibernética nos escritórios do governo.</p>
<p>Lo afirmou que Taiwan prevê ser alvo nos próximos dias do aumento da &#8220;guerra psicológica&#8221;, descrevendo campanhas de influência, incluindo desinformação, para influenciar a opinião pública.</p>
<p>&#8220;Estamos vendo uma guerra psicológica mais forte do que nunca e se intensificará nos próximos dias&#8221;, disse Lo.</p>
<p>Autoridades de Taiwan têm alertado repetidamente sobre o que veem como uma campanha chinesa para enfraquecer o apoio das pessoas ao governo.</p>
<p>A China nunca renunciou ao uso da força para colocar Taiwan sob seu controle, o que, segundo ela, é a questão mais importante em suas relações com os Estados Unidos. Taiwan rejeita as reivindicações de soberania da China e promete se defender.</p>
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		<title>Ucrânia diz à Otan que Rússia quer ditar futura ordem mundial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 14:35:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito]]></category>
		<category><![CDATA[cúpula da Otan]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra na Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, disse nesta quarta-feira (29) aos líderes da aliança militar ocidental Organização do Tratado do atlântico Norte (Otan) que seu país precisa de mais armas e dinheiro para se defender da Rússia, advertindo que as ambições de Moscou não param na Ucrânia. &#8220;Esta não é uma guerra travada pela Rússia [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, disse nesta quarta-feira (29) aos líderes da aliança militar ocidental Organização do Tratado do atlântico Norte (Otan) que seu país precisa de mais armas e dinheiro para se defender da Rússia, advertindo que as ambições de Moscou não param na Ucrânia.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>&#8220;Esta não é uma guerra travada pela Rússia contra apenas a Ucrânia. Esta é uma guerra pelo direito de ditar as condições na Europa; por como será a futura ordem mundial&#8221;, disse ele em um discurso virtual a uma cúpula da aliança de defesa ocidental em Madri.</p>
<p>&#8220;É por isso que é absolutamente necessário apoiar a Ucrânia, mesmo agora, com armas, finanças e sanções políticas contra a Rússia, o que interromperá sua capacidade de pagar pela guerra.&#8221;</p>
<p>Ele disse que a Ucrânia precisa de mísseis modernos e sistemas de defesa aérea.</p>
<p>&#8220;Ao fornecê-los a nós, vocês podem quebrar completamente as táticas da Rússia para destruir cidades e aterrorizar civis&#8221;, disse ele.</p>
<p>Moscou chama suas ações de &#8220;operação militar especial&#8221; para desarmar a Ucrânia e livrá-la do que ela chama de nacionalismo anti-russo fomentado pelo Ocidente. A Ucrânia e o Ocidente dizem que a Rússia lançou uma guerra de agressão não provocada.</p>
</div>
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		<title>Líderes europeus visitam a Ucrânia e prometem apoio contra a Rússia</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lideres-europeus-visitam-a-ucrania-e-prometem-apoio-contra-a-russia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2022 15:15:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[União Europeia]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente francês, Emmanuel Macron, o chanceler alemão, Olaf Scholz, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, visitaram hoje (16) a capital ucraniana, Kiev. Os líderes europeus organizaram essa visita conjunta para conversar pessoalmente com o presidente Volodymyr Zelenskyi e discutir o futuro do país, que está sob ataque desde 24 de fevereiro. Durante a [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O presidente francês, Emmanuel Macron, o chanceler alemão, Olaf Scholz, e o primeiro-ministro da Itália, Mario Draghi, visitaram hoje (16) a capital ucraniana, Kiev. Os líderes europeus organizaram essa visita conjunta para conversar pessoalmente com o presidente Volodymyr Zelenskyi e discutir o futuro do país, que está sob ataque desde 24 de fevereiro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Durante a chegada, Macron afirmou que a visita representa “um momento importante”, e que manda uma “mensagem de união” para o povo ucraniano. O líder francês afirmou ainda que crimes de guerra foram cometidos na cidade de Irpin, na entrada de Kiev. &#8220;É uma cidade heroica, marcada pelo estigma da barbárie&#8221;, disse.</p>
<p>Assim como a cidade de Bucha, Irpin foi alvo de bombardeios intensos durante a ocupação do Exército russo, em março. Os russos &#8220;destruíram jardins de infância, parques infantis. Vamos reconstruir tudo&#8221;, adiantou Mario Draghi.</p>
<p>Já Olaf Scholz afirmou que a Alemanha ajudará a Ucrânia a resistir à ofensiva alemã “pelo tempo que for preciso”. &#8220;Queremos assegurar que estamos organizando ajuda financeira, humanitária, mas também na questão de armamento&#8221;, disse para a agência pública de notícias de Portugal RTP.</p>
<p>Algumas horas após o início da visita dos líderes europeus, a Rússia anunciou a reabertura do corredor humanitário de Severodonetsk, em especial para os civis presos na fábrica de Azot. De acordo com a Organização das Nações Unidas (ONU), cerca de 500 pessoas estão detidas no local em condições precárias.</p>
<p><em>*Com informações da RTP.</em></p>
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