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	<title>Conanda &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Conanda reforça direitos de menores vítimas de violência sexual com nova resolução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jan 2025 21:46:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[aborto legal]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Conanda]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Violência Sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal publicou nesta quarta-feira (8) a Resolução nº 258 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), que estabelece diretrizes para o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, incluindo acesso célere e humanizado à interrupção legal da gestação em casos decorrentes de abuso. A norma busca assegurar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal publicou nesta quarta-feira (8) a Resolução nº 258 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), que estabelece diretrizes para o atendimento de crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, incluindo acesso célere e humanizado à interrupção legal da gestação em casos decorrentes de abuso.</p>
<p>A norma busca assegurar que o atendimento respeite os princípios de celeridade, não-revitimização e escuta qualificada, priorizando a dignidade das vítimas. Além disso, define ações preventivas, como a garantia de educação sexual e o fortalecimento das políticas públicas para enfrentamento da violência sexual na infância.</p>
<h3><strong>Aprovação e impasse judicial</strong></h3>
<p>A resolução foi aprovada em dezembro de 2024 pela maioria dos conselheiros do Conanda, mas enfrentou resistência de representantes do governo federal contrários à medida. Um pedido de vista foi negado, levando a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), ex-ministra do governo Jair Bolsonaro, a acionar a Justiça para suspender a publicação.</p>
<p>Embora tenha obtido liminar favorável em primeira instância, a decisão foi derrubada nesta terça-feira (7) pelo desembargador Ney Bello, que autorizou a publicação. Segundo o magistrado, o Conanda agiu dentro de suas competências legais, destacando a importância de proteger menores vítimas de violência.</p>
<p>“Uma sociedade que privilegia embates ideológicos em detrimento da liberdade e proteção de menores está fadada ao fracasso enquanto projeto racional e moderno”, afirmou o desembargador em sua decisão.</p>
<h3><strong>Direitos e proteção às vítimas</strong></h3>
<p>O Gabinete de Assessoria Jurídica às Organizações Populares, que representa entidades da sociedade civil no Conanda, reforçou que a resolução foi aprovada de maneira democrática e conforme o regimento do conselho. A organização também alertou para os impactos da tentativa de impedir sua implementação, destacando que milhares de meninas vítimas de violência sexual continuam vulneráveis enquanto aguardam amparo do Estado.</p>
<p>A nova diretriz estabelece protocolos claros para profissionais de saúde e assistência social, visando atender de forma humanizada e reduzir os traumas das vítimas. O foco é garantir que crianças e adolescentes tenham acesso a seus direitos em casos de violência sexual, incluindo a interrupção legal da gravidez, conforme previsto na legislação brasileira.</p>
<h3><strong>Prevenção e educação</strong></h3>
<p>Além do atendimento direto às vítimas, a resolução do Conanda enfatiza a importância de medidas educativas para prevenir abusos, com destaque para a implementação de educação sexual nas escolas. A iniciativa visa equipar crianças e adolescentes com informações que os ajudem a identificar situações de risco e buscar ajuda.</p>
<p>A publicação da norma representa um marco na defesa dos direitos das vítimas de violência sexual e destaca o papel do Estado na garantia de proteção e justiça para crianças e adolescentes.</p>
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		<title>Missão de Conselho Tutelar é olhar para direitos das crianças</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/missao-de-conselho-tutelar-e-olhar-para-direitos-das-criancas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Oct 2023 15:31:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Abusos]]></category>
		<category><![CDATA[Conanda]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Tutelar]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[MDHC]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Cláudio Augusto Vieira, comentou, na noite desse domingo (1º), a mobilização &#8211; nas redes sociais &#8211; para chamar a população para votar nas eleições para conselheiros tutelares em todo o Brasil. O pleito foi marcado pela polarização entre [&#8230;]]]></description>
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<p>O secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), Cláudio Augusto Vieira, comentou, na noite desse domingo (1º), a mobilização &#8211; nas redes sociais &#8211; para chamar a população para votar nas eleições para conselheiros tutelares em todo o Brasil.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O pleito foi marcado pela polarização entre candidatos e eleitores conservadores e progressistas nas últimas semanas. Abusos religiosos foram alvo do Ministério Público Federal, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Segundo Cláudio, a veiculação de informações falsas não é função dos conselheiros tutelares. &#8220;O Conselho Tutelar tem uma única missão, cuidar, fiscalizar e olhar para a criança e para os direitos das crianças e dos adolescentes. Toda pauta fora disso não é tarefa do conselho tutelar&#8221;, acentuou.</p>
<p>Ele afirmou que o MDHC percebeu a movimentação que abordou pautas não relacionadas à atuação do Conselho Tutelar, &#8220;Infelizmente essas coisas vão ocorrendo&#8221;, lamentou.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ele [o conselho tutelar] é o órgão principal para o cuidado, o trabalho preliminar, a porta de entrada para a proteção aos direitos de crianças e adolescentes. Conselho tutelar é isso. Fora disso não se está falando mais de ação de conselho tutelar&#8221;, frisou o secretário Cláudio Vieira.</p></blockquote>
<p>Ele entende que alguns candidatos a conselheiros não entenderam muito bem o papel a ser desempenhado e a função dos conselhos tutelares, definidos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). Mas, acredita que o país caminha para um entendimento maior dessas questões.</p>
<p>&#8220;Esse processo nacionalizado vai fazendo essa depuração necessária para o entendimento das atribuições desse órgão tão importante, que o Estatuto da Criança e Adolescente criou, no sentido da municipalização e da descentralização das políticas de atendimento dos adolescentes. E, com o tempo, com os anos, com os dias passando, nós vamos superando essas dificuldades, que já foram muito maiores&#8221;, frisou.</p>
<p>No domingo, o ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, ao votar em São Paulo, disse que o ministério responsabilizará os conselheiros que se distanciarem da missão que deveriam cumprir. &#8220;Eles são funcionários, agentes públicos e devem ser valorizados por isso, mas também têm que ter a responsabilidade que têm os servidores públicos. O Conselho Tutelar não serve para se fazer proselitismo, nem político, nem religioso. Simplesmente, [deve] ter em mente, como objetivo, o cuidado de crianças e adolescentes, conforme determina a lei&#8221;, reforçou.</p>
<h2>Abusos vetados</h2>
<p>A resolução n° 232, do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente <a href="http://www.gov.br/participamaisbrasil/blob/baixar/21417" target="_blank" rel="noopener">(Conanda)</a>, publicada em dezembro de 2022, que foi empregada pela primeira vez nas eleições de conselheiros deste ano, estabeleceu  como condutas proibidas na campanha para conselheiros os abusos de poder político, econômico e religioso.</p>
<p>O membro auxiliar da Comissão da Infância, Juventude e Educação do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e promotor de justiça do Ministério Público de Santa Catarina, João Luiz de Carvalho Botega, destacou que as condutas proibidas deverão ser denunciadas ao Conselho de Direitos Humanos municipal e ao Ministério Público ou ao sistema judiciário.</p>
<p>&#8220;O importante é que uma denúncia deve vir acompanhada de provas para que os conselhos possam tomar as decisões pertinentes. Não é só de ouvir falar, tem que ter um conjunto de provas porque são coisas muito graves. Por exemplo, abuso de poder econômico, abuso de discurso religioso&#8230;são coisas fora do âmbito da atividade do Conselho Tutelar&#8221;, esclareceu o promotor.</p>
<p>A resolução do Conanda prevê ainda que, se comprovadas as denúncias, mesmo após ser garantido o direito de ampla defesa, os conselheiros eleitos com irregularidades poderão ser afastados dos cargos.</p>
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		<title>Entidades desportivas devem proteger crianças e adolescentes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/entidades-desportivas-devem-proteger-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Aug 2023 16:39:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[Conanda]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[entidades desportivas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A proteção integral de crianças e adolescentes é um dos princípios que orientam as novas diretrizes para entidades que promovem práticas desportivas a este público. As regras estabelecidas pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (30). Para atuarem no setor, as entidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>A proteção integral de crianças e adolescentes é um dos princípios que orientam as novas diretrizes para entidades que promovem práticas desportivas a este público.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As regras estabelecidas pelo Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) foram publicadas no Diário Oficial da União desta quarta-feira (30).</p>
<p>Para atuarem no setor, as entidades devem ter inscrição obrigatória nos Conselhos Municipais e do Distrito Federal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), onde também devem registrar os programas de formação desportiva, seja de natureza educacional; de participação, que promove a integração social; ou de rendimento. As novas regras trazem orientações conforme a natureza do programa.</p>
<p>A medida estabelece que as entidades de desporto educacional, ou de participação, terão que promover avaliação de saúde e prestar assistência integral à saúde, além de incentivar o desenvolvimento integral das crianças e adolescentes, com realização também de atividades pedagógicas e desenvolvimento de pesquisas para melhoria dos serviços prestados.</p>
<p>No caso das entidades de desporto de rendimento, passa a ser obrigatória a gratuidade dos testes seletivos, que devem acontecer no período de férias do ano letivo escolar, com duração máxima de 15 dias. A participação de adolescentes nos testes só é permitida a partir dos 14 anos de idade, com autorização assinada pelos pais, ou responsáveis legais, após realização de exame clínico.</p>
<p>A permanência dos adolescentes nos programas é condicionada à realização regular de avaliação integral à saúde, aproveitamento escolar satisfatório, além da contratação de seguro de vida e saúde. Também foram estabelecidas regras sobre o alojamento, que deverá ser formalizado por meio de contrato, além de ter autorização judicial, para casos em que o atleta adolescente precise permanecer por mais de 15 dias.</p>
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