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	<title>Comunidades Quilombolas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>Comunidades Quilombolas &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Tombamento ganha força como instrumento de proteção a comunidades quilombolas no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 13:43:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidades Quilombolas]]></category>
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					<description><![CDATA[O tombamento de territórios quilombolas tem se consolidado como uma estratégia relevante para garantir a preservação cultural e histórica dessas comunidades no Brasil. A iniciativa, conduzida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), busca assegurar o reconhecimento oficial de espaços que representam a resistência e a trajetória da população negra no país. Um [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tombamento de territórios quilombolas tem se consolidado como uma estratégia relevante para garantir a preservação cultural e histórica dessas comunidades no Brasil. A iniciativa, conduzida pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), busca assegurar o reconhecimento oficial de espaços que representam a resistência e a trajetória da população negra no país.</p>
<p>Um marco recente desse processo é o reconhecimento da Comunidade Remanescente de Quilombo Eva Maria de Jesus, localizada em Campo Grande (MS), que se tornará o primeiro quilombo tombado oficialmente no Brasil. A medida inaugura um novo instrumento do Iphan voltado especificamente à proteção de locais ligados à memória dos antigos quilombos.</p>
<p>O tombamento vai além da preservação física dos territórios. A iniciativa também é vista como uma forma de reparação histórica, ao reconhecer a importância dessas comunidades na formação social brasileira. O processo é realizado com participação direta dos moradores, garantindo protagonismo às próprias populações quilombolas nas decisões sobre seus territórios.</p>
<p>Além de valorizar a memória coletiva, o reconhecimento contribui para ampliar a visibilidade dessas localidades e pode estimular melhorias estruturais, como investimentos em infraestrutura e aumento do interesse turístico.</p>
<p>Outro aspecto central é a preservação das tradições culturais e dos saberes transmitidos entre gerações. O tombamento protege não apenas o espaço físico, mas também as práticas, histórias e identidades que fazem parte da vivência quilombola, reforçando o vínculo entre passado e presente.</p>
<p>A regulamentação desse tipo de reconhecimento foi estabelecida por meio de uma portaria do Iphan publicada em 2023, que criou um livro de tombo específico para registros relacionados aos quilombos. A norma também prevê princípios como a autodeterminação das comunidades e a consulta prévia, livre e informada durante todo o processo.</p>
<p>Com a adoção desse instrumento, a expectativa é que outros territórios quilombolas também sejam reconhecidos oficialmente, ampliando a proteção jurídica e cultural dessas áreas. A medida reforça o papel do patrimônio histórico como ferramenta de valorização identitária e garantia de direitos para populações tradicionais no Brasil.</p>
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		<title>A Fundação Palmares certifica cinco comunidades quilombolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Aug 2023 16:33:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Certificação]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidades Quilombolas]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Palmares]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[No dia 22 de agosto, foram divulgadas cinco novas portarias pela Fundação Cultural Palmares (FCP), certificando e reconhecendo comunidades quilombolas em todo o país. Essa ação respeita o direito à autodefinição e facilita o acesso a políticas públicas destinadas à população negra. As comunidades de Alto dos Capelas, em Pariconha (AL); Novo Espaço, em Januária [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 22 de agosto, foram divulgadas cinco novas portarias pela Fundação Cultural Palmares (FCP), certificando e reconhecendo comunidades quilombolas em todo o país. Essa ação respeita o direito à autodefinição e facilita o acesso a políticas públicas destinadas à população negra.</p>
<p>As comunidades de Alto dos Capelas, em Pariconha (AL); Novo Espaço, em Januária (MG); Quilombo Mearim, em Quixeramobim (CE); Barra, em Padre Marcos (PI); e Sítio Poços do Lunga, em Coité do Nóia (AL), foram todas certificadas. Esse reconhecimento também marca o início do processo de titulação das terras onde essas comunidades residem.</p>
<p>Para obter a certificação, as comunidades precisam fornecer a ata de uma reunião ou assembleia que abordou a autodeclaração, assinaturas da maioria dos participantes, um relato histórico da comunidade e preencher o requerimento disponível na página da FCP.</p>
<p>De acordo com os dados do Censo 2022, recentemente divulgados, cerca de 1.327.802 pessoas no Brasil se autoidentificam como quilombolas, correspondendo a 0,65% da população do país. Essa população está distribuída por 1.696 municípios dentre os 5.568 existentes.</p>
<p>Até o presente momento, já foram emitidas 2.951 certidões para 3.619 comunidades em todo o território nacional. Conforme revelado pelo Censo 2022, a população quilombola se encontra presente em 1.696 municípios, composta por 1.327.802 pessoas, equivalendo a 0,65% da população brasileira.</p>
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