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	<title>Compós &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Palestinas no Brasil usam redes para resistir ao genocídio e romper estereótipos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 28 Jun 2025 14:51:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
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					<description><![CDATA[Enquanto bombas caem sobre Gaza, vozes femininas ecoam do Brasil em resistência. Através das redes sociais, mulheres palestinas e descendentes desafiam estigmas e censura para denunciar o genocídio na Palestina, defender seus direitos e reconstruir identidades. Essa mobilização é tema da tese de doutorado “A trama tecida por mulheres palestinas: relatos biográficos dos usos táticos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Enquanto bombas caem sobre Gaza, vozes femininas ecoam do Brasil em resistência. Através das redes sociais, mulheres palestinas e descendentes desafiam estigmas e censura para denunciar o genocídio na Palestina, defender seus direitos e reconstruir identidades. Essa mobilização é tema da tese de doutorado “A trama tecida por mulheres palestinas: relatos biográficos dos usos táticos de tecnologias digitais”, da pesquisadora Simone Munir Dahleh, vencedora do Prêmio Compós 2025.</p>
<figure id="attachment_84451" aria-describedby="caption-attachment-84451" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-84451" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Destrocos-apos-ataque-israelense-em-Khan-Younis-sul-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Destroços Após Ataque Israelense Em Khan Younis, Sul De Gaza - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Destrocos-apos-ataque-israelense-em-Khan-Younis-sul-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Destrocos-apos-ataque-israelense-em-Khan-Younis-sul-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Destrocos-apos-ataque-israelense-em-Khan-Younis-sul-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Destrocos-apos-ataque-israelense-em-Khan-Younis-sul-de-Gaza-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-84451" class="wp-caption-text">Destroços após ataque israelense em Khan Younis, sul de Gaza, em 15/5/2025 REUTERS/Hatem Khaled/Proibida reprodução</figcaption></figure>
<p>Simone, que também é descendente de palestinos, ouviu brasileiras de várias profissões — como dentistas, empresárias e estudantes — que usam a internet para romper o silêncio sobre a ocupação israelense, resistir à xenofobia e reforçar laços com a cultura e a história palestinas.</p>
<p>“Se posicionar, mostrar a realidade do conflito é uma necessidade”, afirma a autora. Nas entrevistas, mulheres relatam o medo da censura digital, da retaliação internacional e do antissemitismo ser usado como arma para silenciá-las. Ainda assim, seguem postando conteúdos fortes: vídeos de crianças feridas, depoimentos, imagens da vida em Gaza antes da guerra, músicas e comidas típicas.</p>
<p>Para elas, a tecnologia é mais que ferramenta — é trincheira. Em tempos de bombardeios e desinformação, colocar a cara a tapa virou um ato de coragem e de reconstrução identitária.</p>
<blockquote><p>“Mostrar a riqueza deste povo, ouvir e difundir os relatos dessas mulheres é um modo de desmistificar a imagem de um grupo retratado como atrasado e oprimido”, defende Simone.</p></blockquote>
<figure id="attachment_84452" aria-describedby="caption-attachment-84452" style="width: 365px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-84452" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Maftoul-prato-palestina-a-base-cuscuz-Expresso-Carioca.webp?resize=365%2C649&#038;ssl=1" alt="Maftoul, Prato Palestina à Base Cuscuz - Expresso Carioca" width="365" height="649" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Maftoul-prato-palestina-a-base-cuscuz-Expresso-Carioca.webp?w=365&amp;ssl=1 365w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Maftoul-prato-palestina-a-base-cuscuz-Expresso-Carioca.webp?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/06/28-Maftoul-prato-palestina-a-base-cuscuz-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C267&amp;ssl=1 150w" sizes="(max-width: 365px) 100vw, 365px" /><figcaption id="caption-attachment-84452" class="wp-caption-text">Maftoul, prato palestina à base cuscuz. Simone Munir/Arquivo Pessoal</figcaption></figure>
<p>O estudo também destaca como essas mulheres buscam manter os laços com a terra de origem, muitas vezes por meio de pequenas memórias: uma receita, uma canção, uma roupa tradicional. Entre as referências citadas estão figuras como a jornalista Shireen Abu Akleh, assassinada por forças israelenses em 2022, e a líder política Hanan Ashrawi.</p>
<p>Com base em biografias marcadas pela migração e resistência, a pesquisa lança luz sobre o ativismo cotidiano de mulheres que, mesmo longe da Palestina, transformam as redes sociais em território de luta.</p>
<p>A pesquisa foi desenvolvida na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). Estima-se que o Brasil tenha cerca de 200 mil brasileiros-palestinos, com grande concentração no Rio Grande do Sul, segundo a Federação Árabe Palestina do Brasil (Fepal).</p>
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