<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Comissão de Assuntos Econômicos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<atom:link href="https://www.expressocarioca.com.br/tag/comissao-de-assuntos-economicos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
	<lastBuildDate>Tue, 10 Dec 2024 20:19:41 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.9.4</generator>

<image>
	<url>https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2023/08/cropped-favicon_logo.png?fit=32%2C32&#038;ssl=1</url>
	<title>Comissão de Assuntos Econômicos &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
	<link>https://www.expressocarioca.com.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">165599006</site>	<item>
		<title>Senado avança na aprovação de novos diretores do Banco Central</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/senado-avanca-na-aprovacao-de-novos-diretores-do-banco-central/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Dec 2024 20:19:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Assuntos Econômicos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[novos diretores]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=80700</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (10) as indicações de três novos diretores para o Banco Central (BC). As propostas, que seguem para votação no plenário ainda hoje, incluem Nilton José Schneider, Izabela Moreira Correa e Gilneu Astolfi Vivan, designados para assumir posições estratégicas na instituição a partir de janeiro [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta terça-feira (10) as indicações de três novos diretores para o Banco Central (BC). As propostas, que seguem para votação no plenário ainda hoje, incluem Nilton José Schneider, Izabela Moreira Correa e Gilneu Astolfi Vivan, designados para assumir posições estratégicas na instituição a partir de janeiro de 2025.</p>
<p><strong>Indicações Aprovadas</strong></p>
<ul>
<li><strong>Nilton José Schneider</strong>, indicado para a Diretoria de Política Monetária, recebeu 22 votos favoráveis e 5 contrários. Ele assumirá o cargo atualmente ocupado por Gabriel Galípolo, futuro presidente do BC.</li>
<li><strong>Izabela Moreira Correa</strong>, indicada para a Diretoria de Relacionamento, Cidadania e Supervisão de Conduta, obteve 24 votos a favor e 3 contra.</li>
<li><strong>Gilneu Astolfi Vivan</strong>, indicado para a Diretoria de Regulação, foi aprovado por 23 votos favoráveis e 4 contrários.</li>
</ul>
<p><strong>Compromissos e Experiência</strong><br />
Durante as sabatinas realizadas pela CAE, os três indicados reforçaram seu compromisso com o controle da inflação e a estabilidade econômica. Schneider destacou os desafios do atual cenário global e a necessidade de um olhar atento à política econômica brasileira. Ele enfatizou que intervenções cambiais pelo BC têm impacto temporário, mas são limitadas no longo prazo.</p>
<p>Os indicados possuem ampla experiência técnica:</p>
<ul>
<li>Schneider é engenheiro de produção formado pela USP e acumula vasta atuação no mercado financeiro, incluindo passagens por instituições no Brasil e no exterior.</li>
<li>Correa, servidora do BC desde 2006, tem doutorado pela London School of Economics e pós-doutorado pela Universidade de Oxford.</li>
<li>Vivan, servidor de carreira do BC desde 1994, tem uma trajetória destacada na regulação do sistema financeiro e representou o Brasil em fóruns internacionais, como o Conselho de Estabilidade Financeira do G20.</li>
</ul>
<p><strong>Próximos Passos</strong><br />
Se aprovados pelo plenário do Senado, os novos diretores tomarão posse em 1º de janeiro de 2025, substituindo os atuais ocupantes cujos mandatos se encerram no final deste ano.</p>
<p>Com essas nomeações, o Banco Central busca consolidar sua atuação em um contexto econômico desafiador, reforçando sua equipe com profissionais reconhecidos por sua qualificação e compromisso com a estabilidade financeira.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">80700</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Comissão do Senado aprova relatório do novo arcabouço fiscal</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/comissao-do-senado-aprova-relatorio-do-novo-arcabouco-fiscal/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Jun 2023 15:46:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[arcabouço fiscal]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão de Assuntos Econômicos]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Gastos Públicos]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Teto de Gastos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.expressocarioca.com.br/?p=60350</guid>

					<description><![CDATA[Com 19 votos favoráveis e seis contrários, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta quarta-feira (21) o relatório do senador Omar Aziz (PSD-AM) do novo arcabouço fiscal. O texto substitui o atual teto de gastos e cria novas regras com limites para as despesas da União. Agora, a matéria segue para apreciação [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Com 19 votos favoráveis e seis contrários, a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado aprovou nesta quarta-feira (21) o relatório do senador Omar Aziz (PSD-AM) do novo arcabouço fiscal. O texto substitui o atual teto de gastos e cria novas regras com limites para as despesas da União. Agora, a matéria segue para apreciação do plenário do Senado.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O relatório aprovado sofreu mudanças em relação ao aprovado na Câmara dos Deputados. O relator Omar Aziz retirou o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF), o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) e os gastos com ciência, tecnologia e inovação dos limites de gastos impostos pelo arcabouço.</p>
<p>O projeto contou com o voto contrário do líder da oposição no Senado, Rogério Marinho (PL-RN). Para o parlamentar, o arcabouço não tem condições de ser cumprido porque depende do aumento da receita da União. “Não podemos colocar nossa digital em um projeto que não vai sobreviver ao primeiro ano. O governo não vai cumprir a meta fiscal. Ele vai ter dificuldade de zerar o déficit”, afirmou.</p>
<p>Em resposta, o relator Omar Aziz argumentou que as regras vão permitir a estabilidade da dívida. “Você tem um limite de gastos de 70% e com os outros 30%, que possivelmente terá um excesso de arrecadação, você está se comprometendo já a diminuir a dívida pública, que é uma dívida em real, nós não temos dívida em dólar”, ponderou.</p>
<h2>Emendas</h2>
<p>O projeto teve dois pontos destacados, votados em separado e rejeitados pela maioria da comissão. O primeiro destaque dos senadores Carlos Portinho (PL-RJ) e Rogério Marinho (PL-RN) pedia a inclusão de dispositivo para limitar as despesas de acordo com a relação dívida Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país) suspendendo totalmente o crescimento real das despesas primárias caso a dívida chegue a 80% do PIB. “A relação dívida/PIB deve se aproximar de 80% do PIB em 2026. Esse percentual é muito elevado quando considerando a experiência internacional”, justificou.</p>
<p>O senador Rogério Carvalho (PT-SE) rebateu dizendo que o crescimento do PIB deve reduzir a dívida. “Se tivermos crescimento de 2%, como está previsto para este ano, essa relação dívida PIB vai cair”, afirmou.</p>
<p>A segunda emenda destacada foi a do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR) que retirava das regras do arcabouço as transferências da União para estados e municípios bancarem o piso nacional da enfermagem. O senador roraimense alegou que se esse piso ficar dentro do arcabouço “as prefeituras e os estados não vão ter condições de corrigir os salários”.</p>
<p>O senador Omar Aziz respondeu que não crê que faltará recursos para enfermagem e ponderou que qualquer mudança precisaria ter entendimento com a Câmara dos Deputados, que terá a última palavra sobre as mudanças aprovadas no Senado.</p>
<h2>Novo arcabouço</h2>
<p>O teto de gastos aprovado durante o governo de Michel Temer limitou as despesas da União a variação da inflação do ano anterior, sem levar em consideração o aumento, ou não, da receita do Estado. Ou seja, mesmo com o aumento da arrecadação de impostos, os gastos estavam limitados à variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).</p>
<p>Agora, a nova regra aprovada na CAE permite o aumento das despesas levando em conta também a variação da receita. A União estará autorizada a aumentar os gastos em até 70% do aumento da receita. O projeto ainda estabelece metas fiscais para as despesas primárias, com previsão de se chegar a um déficit fiscal zero já em 2024. As despesas primárias são todas as despesas do governo excluídos os gastos com a dívida.</p>
<p>A Câmara dos Deputados ainda incluiu no projeto a previsão de bloqueio de despesas em caso de descumprimento da meta fiscal proposta.</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">60350</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
