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	<title>COMÉRCIO &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>COMÉRCIO &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Investimento social corporativo cresce quase 20% no Brasil e ultrapassa R$ 6 bilhões em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 13:28:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[O investimento social corporativo no Brasil atingiu R$ 6,2 bilhões em 2024, um crescimento de 19,4% em relação ao ano anterior, segundo o Benchmarking do Investimento Social Corporativo (BISC) 2025, divulgado nesta quinta-feira (23) pela Comunitas. O estudo indica que o montante representa um dos maiores volumes da série histórica, superado apenas pelos números extraordinários [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O investimento social corporativo no Brasil atingiu R$ 6,2 bilhões em 2024, um crescimento de 19,4% em relação ao ano anterior, segundo o Benchmarking do Investimento Social Corporativo (BISC) 2025, divulgado nesta quinta-feira (23) pela Comunitas. O estudo indica que o montante representa um dos maiores volumes da série histórica, superado apenas pelos números extraordinários de 2020, durante a pandemia de covid-19.</p>
<p>De acordo com a diretora de investimento social da Comunitas, Patrícia Loyola, o avanço é resultado, principalmente, do aumento dos recursos próprios das empresas, que cresceram 35% e somaram R$ 4,79 bilhões. Os valores provenientes de recursos incentivados chegaram a R$ 1,42 bilhão.</p>
<blockquote><p>“Foi praticamente o maior ano da série histórica, com exceção da pandemia. Os dados mostram que as empresas estão mais maduras na forma de investir no social e de alinhar esse investimento à sua estratégia de negócios”, afirmou Loyola.</p></blockquote>
<h3>Educação e cultura seguem na liderança</h3>
<p>As áreas de educação e cultura continuam sendo as principais destinatárias dos recursos, seguidas pelo crescimento expressivo da inclusão produtiva — tema que vem ganhando relevância por unir qualificação profissional e impacto social.</p>
<blockquote><p>“A educação voltada à formação e à empregabilidade é uma dor dos negócios, e o investimento social pode ajudar a sanar a falta de mão de obra qualificada”, destacou a diretora.</p></blockquote>
<figure id="attachment_86396" aria-describedby="caption-attachment-86396" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-86396" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/23-Doacoes-para-tragedia-climatica-de-2024-no-Rio-Grande-do-Sul-armazenadas-no-hangar-da-Base-Aerea-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Doações Para Tragédia Climática De 2024 No Rio Grande Do Sul Armazenadas No Hangar Da Base Aérea De São Paulo - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/23-Doacoes-para-tragedia-climatica-de-2024-no-Rio-Grande-do-Sul-armazenadas-no-hangar-da-Base-Aerea-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/23-Doacoes-para-tragedia-climatica-de-2024-no-Rio-Grande-do-Sul-armazenadas-no-hangar-da-Base-Aerea-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/23-Doacoes-para-tragedia-climatica-de-2024-no-Rio-Grande-do-Sul-armazenadas-no-hangar-da-Base-Aerea-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/10/23-Doacoes-para-tragedia-climatica-de-2024-no-Rio-Grande-do-Sul-armazenadas-no-hangar-da-Base-Aerea-de-Sao-Paulo-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-86396" class="wp-caption-text">Doações para tragédia climática de 2024 no Rio Grande do Sul armazenadas no hangar da Base Aérea de São Paulo. &#8211; Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3>Emergências climáticas e ação humanitária</h3>
<p>Em 2024, praticamente todas as empresas da rede BISC destinaram recursos para ações emergenciais relacionadas às mudanças climáticas. O foco, segundo o relatório, tem migrado de respostas humanitárias imediatas para estratégias de prevenção e adaptação diante do aumento da intensidade dos eventos extremos.</p>
<blockquote><p>“Não estamos mais diante do risco de emergências climáticas — estamos vivendo as emergências. A mobilização que elas geram pode ser canalizada para algo mais estruturante e de longo prazo”, pontuou Loyola.</p></blockquote>
<h3>Indústria e serviços: perfis distintos, impacto conjunto</h3>
<p>O estudo também mostra que o setor industrial vem ganhando força e ampliando a diversidade das causas apoiadas — de infraestrutura a segurança pública —, enquanto o setor de serviços mantém foco em causas sociais específicas, como a educação.</p>
<p>Essa pulverização indica uma maior distribuição dos recursos entre diferentes áreas e territórios. “Durante a pandemia, a indústria chegou a ultrapassar o setor de serviços em volume de investimento. Hoje, ambos estão equilibrados”, explicou Loyola.</p>
<h3>Juventude e alianças estratégicas</h3>
<p>Os jovens continuam sendo o público prioritário das ações sociais corporativas, especialmente diante do chamado “apagão de talentos” agravado pela desigualdade e pela digitalização do mercado de trabalho.</p>
<p>Outro destaque é o fortalecimento dos modelos de co-investimento, nos quais empresas, fundações e institutos se unem para financiar projetos de impacto social coletivo.</p>
<blockquote><p>“As empresas entenderam que sozinhas não conseguem resolver o tamanho dos desafios. Parcerias e alianças setoriais se tornaram essenciais”, concluiu Loyola.</p></blockquote>
<p>A 18ª edição do BISC reúne informações de 337 unidades de negócios e 22 institutos e fundações corporativas, analisando volumes de investimento, fontes de financiamento, setores econômicos e distribuição temática — consolidando-se como o principal retrato anual do investimento social corporativo no país.</p>
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		<title>Comércio Brasil-China lidera geração de empregos formais em 14 anos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/comercio-brasil-china-lidera-geracao-de-empregos-formais-em-14-anos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Sep 2025 14:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[Exportação]]></category>
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					<description><![CDATA[A parceria comercial entre Brasil e China consolidou-se, nos últimos 14 anos, como a que mais impulsionou a criação de empregos formais no país. Entre 2008 e 2022, os postos de trabalho ligados às exportações para o gigante asiático cresceram 62%, ritmo bem superior ao observado em parcerias tradicionais como Estados Unidos (32,3%), Mercosul (25,1%) [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A parceria comercial entre Brasil e China consolidou-se, nos últimos 14 anos, como a que mais impulsionou a criação de empregos formais no país. Entre 2008 e 2022, os postos de trabalho ligados às exportações para o gigante asiático cresceram 62%, ritmo bem superior ao observado em parcerias tradicionais como Estados Unidos (32,3%), Mercosul (25,1%) e União Europeia (22,8%).</p>
<p>No mesmo período, os empregos relacionados a importações vindas da China avançaram 55,4%, ultrapassando a expansão de vínculos gerados no comércio importador com a América do Sul (21,7%), União Europeia (21%) e Estados Unidos (8,7%).</p>
<p>Os dados fazem parte do estudo Análise Socioeconômica do Comércio Brasil-China, elaborado pelo Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) em parceria com o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic).</p>
<h3><strong>Importação lidera geração de vagas</strong></h3>
<p>Segundo o levantamento, atividades ligadas à importação chinesa já representam a maior base empregadora do comércio exterior brasileiro: foram mais de 5,5 milhões de postos formais em 2022, superando a União Europeia. No setor exportador, embora o crescimento tenha sido expressivo, o número de empregos ficou em torno de 2 milhões – abaixo de Mercosul, União Europeia e Estados Unidos.</p>
<p>A diferença, explica a analista do CEBC Camila Amigo, está no perfil da pauta exportadora: “Os embarques para a China são dominados por produtos agropecuários e minerais, setores altamente mecanizados e que empregam menos gente do que a indústria diversificada voltada a mercados como EUA e UE”.</p>
<h3><strong>China garante estabilidade macroeconômica</strong></h3>
<p>O país asiático consolidou-se como principal parceiro do Brasil: em 2024 foi destino de 28% das exportações brasileiras e origem de 24% das importações. Em dez anos, o saldo positivo acumulado no comércio bilateral atingiu US$ 276 bilhões, o equivalente a metade do superávit total do Brasil no período.</p>
<p>Esse resultado, segundo o estudo, contribuiu para reduzir a vulnerabilidade externa, reforçar as reservas internacionais e estabilizar o câmbio em momentos de crise global.</p>
<h3><strong>Perspectivas para o futuro</strong></h3>
<p>Com a imposição de tarifas elevadas pelos Estados Unidos a parte dos produtos brasileiros, especialistas avaliam que a relação sino-brasileira tende a ganhar ainda mais peso.</p>
<blockquote><p>“A China depende do Brasil como fornecedor estável de alimentos, energia e minerais, enquanto o Brasil garante acesso ao maior mercado consumidor do mundo”, observa Camila Amigo. “O futuro dessa parceria deve apostar na diversificação das exportações, sustentabilidade e inclusão socioeconômica.”</p></blockquote>
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		<title>Setor de serviços cresce 0,3% em junho e atinge maior nível desde 2011</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/setor-de-servicos-cresce-03-em-junho-e-atinge-maior-nivel-desde-2011/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Aug 2025 16:40:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[IBGE]]></category>
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		<category><![CDATA[Setor de Serviços]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor de serviços — responsável pela maior parte dos empregos no país e que engloba atividades como transporte, turismo, tecnologia da informação, restaurantes e salões de beleza — cresceu 0,3% em junho, na comparação com maio. O resultado, divulgado nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), marca o quinto mês [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor de serviços — responsável pela maior parte dos empregos no país e que engloba atividades como transporte, turismo, tecnologia da informação, restaurantes e salões de beleza — cresceu 0,3% em junho, na comparação com maio. O resultado, divulgado nesta quinta-feira (14) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), marca o quinto mês seguido de alta e leva o setor ao maior patamar da série histórica iniciada em 2011.</p>
<p>O recorde anterior havia sido registrado em outubro de 2024 e repetido em maio deste ano. No acumulado dos últimos cinco meses, o avanço é de 2%. No primeiro semestre de 2025, o setor cresceu 2,5%, enquanto nos 12 meses encerrados em junho, a alta foi de 3%. Na comparação anual, o volume de serviços prestados em junho superou em 2,8% o mesmo mês de 2024.</p>
<h3><strong>Transportes lideram o crescimento</strong></h3>
<p>Entre as cinco grandes atividades analisadas pelo IBGE, apenas transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio apresentaram resultado positivo no mês, com alta de 1,5%. O segmento responde por 36,4% do índice geral, peso que foi suficiente para sustentar a expansão do setor.</p>
<p>Segundo o analista do IBGE Rodrigo Lobo, o desempenho foi impulsionado pelo transporte aéreo de passageiros e pelo transporte de cargas, especialmente o rodoviário.</p>
<blockquote><p>“É o principal modal para o escoamento de mercadorias, como a safra agrícola e bens industriais, e está diretamente ligado ao dinamismo da economia”, explicou.</p></blockquote>
<p>Os demais segmentos registraram queda:</p>
<ul>
<li>Serviços prestados às famílias: -1,4%</li>
<li>Serviços de informação e comunicação: -0,2%</li>
<li>Serviços profissionais, administrativos e complementares: -0,1%</li>
<li>Outros serviços: -1,3%</li>
</ul>
<h3><strong>Turismo recua em junho</strong></h3>
<p>O índice de atividades turísticas (Iatur) caiu 0,9% em junho, na comparação com maio, acumulando retração de 1,3% em dois meses. Ainda assim, está 4,1% acima do registrado em junho de 2024 e 11,6% acima do nível pré-pandemia (fevereiro de 2020), embora 1,8% abaixo do recorde de dezembro de 2024.</p>
<p>O Iatur abrange 22 atividades relacionadas ao turismo, como hotéis, agências de viagem e transporte aéreo de passageiros, e é medido em 17 unidades da federação, incluindo Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia, Ceará e Distrito Federal.</p>
<h3><strong>Panorama econômico</strong></h3>
<p>O levantamento integra o conjunto de pesquisas mensais do IBGE que medem o desempenho da economia. Nos últimos dias, o instituto informou que a indústria cresceu 0,1% em junho, enquanto o comércio recuou 0,1% no mesmo período. No acumulado de 12 meses, a indústria avançou 2,4% e o comércio, 2,7%.</p>
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		<item>
		<title>Câmara pode votar Lei da Reciprocidade Comercial ainda esta semana</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/camara-pode-votar-lei-da-reciprocidade-comercial-ainda-esta-semana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Apr 2025 20:35:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara dos Deputados]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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		<category><![CDATA[Lei de Reciprocidade Comercial]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[tarifas recíprocas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados pode votar ainda nesta semana o Projeto de Lei 2.088/2023, conhecido como Lei de Reciprocidade Comercial. O texto autoriza o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos econômicos que imponham barreiras aos produtos do Brasil no mercado global. O projeto foi aprovado nesta terça-feira (1) na Comissão de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados pode votar ainda nesta semana o Projeto de Lei 2.088/2023, conhecido como Lei de Reciprocidade Comercial. O texto autoriza o governo brasileiro a adotar medidas comerciais contra países e blocos econômicos que imponham barreiras aos produtos do Brasil no mercado global.</p>
<p>O projeto foi aprovado nesta terça-feira (1) na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) e, posteriormente, no plenário do Senado, com apoio unânime dos parlamentares.</p>
<p>A tramitação acelerada do projeto ganhou força após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciar a implementação de &#8220;tarifas recíprocas&#8221; contra seus parceiros comerciais. O novo pacote tarifário deve ser anunciado às 17h (horário de Washington) desta quarta-feira (2).</p>
<h3>Mobilização na Câmara</h3>
<p>O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos/PB), afirmou que pretende articular a inclusão da matéria na pauta ainda esta semana.</p>
<p><em>&#8220;Como esse é um tema excepcional e temos uma data prevista para a possível adoção de medidas pelos Estados Unidos em relação aos produtos brasileiros, já estamos em diálogo com o Colégio de Líderes para trazer a matéria ao plenário&#8221;</em>, declarou Motta.</p>
<p>O parlamentar ressaltou que a defesa dos interesses do Brasil no comércio internacional deve estar acima das diferenças políticas. <em>&#8220;Nas horas mais importantes, não existe um Brasil de esquerda ou de direita. Existe apenas o povo brasileiro. Nosso dever é protegê-lo acima de qualquer divergência&#8221;</em>, completou.</p>
<h3>Resistência política</h3>
<p>Apesar do amplo apoio, o PL enfrenta resistência de setores da oposição. O Partido Liberal (PL), legenda do ex-presidente Jair Bolsonaro, prometeu obstruir todas as votações para pressionar pela tramitação do Projeto de Lei da Anistia. O líder da bancada, deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), declarou que a sigla atuará para &#8220;dificultar o andamento do processo legislativo&#8221;.</p>
<p>Já o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), reforçou a necessidade de priorizar a Lei de Reciprocidade Comercial e afastou a possibilidade de avanço da anistia. <em>&#8220;Diziam que iam pautar a anistia esta semana. Isso não acontecerá porque o presidente da Câmara, Hugo Motta, e a maioria dos partidos entenderam a importância de preservar a credibilidade do Legislativo. Não podemos paralisar votações essenciais por um projeto inconstitucional&#8221;</em>, afirmou.</p>
<h3>Principais pontos do projeto</h3>
<p>O Artigo 1º do PL estabelece que o governo brasileiro poderá adotar medidas de retaliação comercial contra países ou blocos econômicos que promovam barreiras injustificadas aos produtos nacionais, impactando negativamente a competitividade brasileira.</p>
<p>Caso aprovado, o projeto permitirá que o Conselho Estratégico da Câmara de Comércio Exterior (Camex), órgão vinculado ao Executivo, restrinja a importação de bens e serviços como forma de retaliação. Antes da aplicação de qualquer contramedida, está prevista a abertura de negociação entre as partes envolvidas.</p>
<h3>Contexto internacional</h3>
<p>Na véspera do anúncio das novas tarifas de Donald Trump, um escritório ligado ao governo dos EUA divulgou um relatório criticando a estrutura tarifária brasileira. Segundo o documento, o Brasil impõe barreiras em setores como etanol, audiovisual, bebidas alcoólicas, telecomunicações, máquinas, equipamentos e carne suína, além de conceder preferência a produtores nacionais por meio de legislação e regulações.</p>
<p>Com a votação iminente, o Brasil se prepara para adotar um posicionamento mais assertivo no comércio internacional, em defesa dos seus interesses econômicos e comerciais.</p>
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		<title>Lula busca recuperar US$ 6 bilhões no comércio com o Japão</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-busca-recuperar-us-6-bilhoes-no-comercio-com-o-japao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Mar 2025 14:25:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
		<category><![CDATA[mercado da carne]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (25) que pretende recuperar os US$ 6 bilhões que o Brasil e o Japão perderam em comércio na última década. Em visita ao país asiático, Lula se reuniu com empresários da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) para discutir a abertura do mercado [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta terça-feira (25) que pretende recuperar os US$ 6 bilhões que o Brasil e o Japão perderam em comércio na última década. Em visita ao país asiático, Lula se reuniu com empresários da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec) para discutir a abertura do mercado japonês ao setor.</p>
<p>“Em 2011, o fluxo comercial entre Brasil e Japão chegou a US$ 17 bilhões e hoje caiu para US$ 11 bilhões. Então, significa que há US$ 6 bilhões para recuperar nessa visita”, declarou o presidente. Lula ressaltou que cabe ao governo abrir portas, mas que as negociações devem ser conduzidas pelo setor empresarial. “Precisamos entender quais são as dificuldades do Japão em relação ao Brasil e trabalhar para melhorar nossa posição no mercado”, afirmou.</p>
<p>O ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, lembrou que as negociações para exportação de carne bovina brasileira ao Japão ocorrem há mais de 20 anos, e que o protocolo mais recente está em discussão há cinco anos. “Vamos trabalhar para finalizar esse processo e garantir a abertura desse mercado tão estratégico. Isso trará mais competitividade ao setor e fortalecerá nossa presença global”, explicou Fávaro.</p>
<h4>Brasil avança no reconhecimento de status sanitário</h4>
<p>O ministro destacou que a abertura do mercado japonês pode beneficiar outros setores da pecuária. “Nossa indústria de carnes atende às exigências sanitárias e comerciais do Japão. O reconhecimento do Brasil como país livre de febre aftosa sem vacinação para novos estados também favorece as exportações de carne suína”, afirmou.</p>
<p>Desde maio de 2024, o Brasil recebeu a certificação de país livre de febre aftosa sem vacinação, com homologação prevista para a assembleia-geral da Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA). Atualmente, apenas Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, Acre, Rondônia e partes do Amazonas e Mato Grosso possuem esse reconhecimento. A ampliação dessa certificação permitirá que o Brasil exporte carne bovina para mercados exigentes como Japão e Coreia do Sul.</p>
<h4>Expansão do mercado de carnes brasileiras</h4>
<p>A carne é o quarto principal item da pauta de exportações do Brasil, ficando atrás apenas da soja, do petróleo bruto e do minério de ferro. Representando os produtores, Renato Costa, presidente da Friboi, celebrou os avanços. “Com essa visita, as negociações ganharam novo impulso. Estamos confiantes, pois o Japão é o terceiro maior importador de carne bovina do mundo”, disse.</p>
<p>Costa garantiu que a expansão das exportações não afetará o mercado interno, já que apenas 30% da produção nacional é destinada ao exterior. “O crescimento do rebanho e o acesso a novos mercados fortalecem toda a cadeia produtiva. Esse avanço beneficia tanto a indústria quanto os pecuaristas e o país”, ressaltou.</p>
<h4>Proteção contra gripe aviária e novos protocolos sanitários</h4>
<p>O Brasil também trabalha na prevenção da gripe aviária e na ampliação de mercados agrícolas. Nos últimos dois anos, o país abriu 344 novos mercados para seus produtos. O ministro Carlos Fávaro explicou que mudanças nos protocolos sanitários garantirão mais segurança para as exportações de aves.</p>
<p>“A regionalização da detecção da gripe aviária garantirá que, caso ocorra um surto em um município, apenas essa área seja isolada, sem impactar o restante do país. Isso fortalece nossa posição como maior fornecedor de carne de frango para o Japão”, destacou.</p>
<p>Embora tenha registrado casos da doença em aves silvestres e de subsistência, o Brasil mantém o status de país livre de gripe aviária em sua produção comercial, de acordo com a OMSA. “O Brasil é um dos poucos países que ainda não teve surtos comerciais da gripe aviária, o que reforça nossa confiabilidade no mercado global”, concluiu Fávaro.</p>
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		<title>Rainha das ofertas: Americanas tem descontos exclusivos e funcionamento especial para show este sábado em Copacabana</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/rainha-das-ofertas-americanas-tem-descontos-exclusivos-e-funcionamento-especial-para-show-este-sabado-em-copacabana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 May 2024 16:20:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Variedades]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Variedade]]></category>
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					<description><![CDATA[O grande show a ser realizado neste sábado (04/04), em Copacabana, promete atrair milhões de pessoas para as areias da praia. E, pensando em oferecer mais conveniência para os clientes, a Americanas estenderá seus horários de funcionamento em duas lojas físicas do bairro e terá descontos exclusivos em todas as lojas do estado. Funcionamento de lojas &#8211; A [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O grande show a ser realizado neste sábado (04/04), em Copacabana, promete atrair milhões de pessoas para as areias da praia. E, pensando em oferecer mais conveniência para os clientes, a Americanas estenderá seus horários de funcionamento em duas lojas físicas do bairro e terá descontos exclusivos em todas as lojas do estado.</p>
<p><strong>Funcionamento de lojas &#8211; </strong>A Americanas terá funcionamento especial nas lojas da Rua Prado Junior e na Av. Nossa Senhora de Copacabana, em Copacabana. Para o evento, a unidades funcionarão de 9h às 23h na sexta (3/5) e no sábado (4/5) — dia do show. Além disso, para dar suporte ao aumento esperado de vendas nas lojas de Copacabana, a companhia reforçou o número de associados nas unidades para atender com qualidade e eficiência às demandas dos clientes.</p>
<p><strong>Preços especiais em todo o Rio de Janeiro</strong> &#8211; Dentre os destaques de bebidas estão Água Mineral Natural Sem Gás Leven 510ml por apenas R$1,99; Água Mineral Crystal 500ml por R$2,49; Cerveja Brahma Chopp ou Duplo Malte 473ml por R$4,19; Cerveja Spaten Lata 473ml por R$4,79; e Refrigerantes a partir de R$ 2,99.</p>
<p>Tem também ofertas para snacks e produtos de bombonière, como Bis Xtra – Leve 5 por R$10; Bisão 201g por R$9,99; Kit Kat – Leve 5 por R$11,99; Fini diversos sabores – Leve 2 por R$9,99; salgadinhos variados Elma Chips – Leve 2 por R$14,99; e Batata Pringles por apenas R$9,99.</p>
<p>E, para quem vai chegar cedo para garantir uma boa visão do palco, tem Protetor Solar Basic+ Care a partir de R$14,99; Sundown (fatores de proteção variados) a partir de R$29,99; e Nivea Sun (fatores de proteção variados) a partir de R$24,99. Tem também Sandálias Ipanema de estampas e tamanhos variados a partir de R$14,99.</p>
<p><strong><em>Sobre a Americanas &#8211; </em></strong><em>A Americanas é uma varejista quase centenária, com presença em todo o País, e tem o objetivo de atender de uma maneira simples e descomplicada as demandas de consumo das famílias brasileiras. A plataforma física, com mais de 1.600 lojas e sortimento variado, em conjunto com a plataforma digital, de publicidade e os serviços financeiros de Ame, permitem a realização de uma estratégia de vendas multicanal e eficiente com foco na geração de caixa e rentabilidade. Essa geração de valor se reflete também no seu compromisso, alinhado à Agenda 2030 e ao Pacto Global da ONU, de reduzir as desigualdades no País a partir da formação profissional e de um mundo mais inclusivo. Além do forte papel social com a geração de emprego e renda para milhares de brasileiros, a Americanas é integrante da coalizão MOVER – Movimento Pela Equidade Racial &#8211; e reconhecida com o Selo Sim à Igualdade Racial do ID_BR.</em></p>
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		<title>Confiança do empresário sobe 0,6 ponto em fevereiro, diz FGV</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/confianca-do-empresario-sobe-06-ponto-em-fevereiro-diz-fgv/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Mar 2023 15:23:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[Confiança do empresário]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[FGV]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Índice de Confiança Empresarial (ICE), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 0,6 ponto em fevereiro deste ano. Com o resultado, o indicador atingiu 89,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, e interrompeu uma sequência de quatro quedas seguidas. O ICE consolida os quatro índices de confiança setoriais medidos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Índice de Confiança Empresarial (ICE), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 0,6 ponto em fevereiro deste ano. Com o resultado, o indicador atingiu 89,2 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, e interrompeu uma sequência de quatro quedas seguidas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O ICE consolida os quatro índices de confiança setoriais medidos pela FGV: indústria, comércio, serviços e construção.</p>
<p>O Índice de Expectativas, que mede a confiança dos empresários no futuro, subiu 1,9 ponto e chegou a 87,9 pontos. Já o Índice da Situação Atual, que avalia a percepção dos empresários sobre o presente, caiu 1 ponto e atingiu 89,9 pontos, menor nível desde fevereiro do ano passado (88,1 pontos).</p>
<p>A alta do ICE em fevereiro foi puxada pela confiança do comércio, que cresceu 3 pontos. Apesar do avanço, o setor continua tendo o menor índice de confiança entre os quatro segmentos pesquisados (85,8 pontos).</p>
<p>Também teve alta o setor da construção (0,8 ponto), o qual se mantém como o segmento com maior confiança (94,4 pontos).</p>
<p>Por outro lado, a indústria recuou 1,1 ponto e atingiu 92 pontos, enquanto os serviços caíram 0,4 ponto e chegaram a 89,2 pontos.</p>
</div>
</div>
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		<title>Transferência do Dia do Servidor muda rotina do Rio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/transferencia-do-dia-do-servidor-muda-rotina-do-rio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 Nov 2022 15:29:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Feriado]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Rio de Janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o ponto facultativo decretado para esta segunda-feira (14), véspera do feriado da Proclamação da República, muitos serviços públicos não funcionarão no Rio de Janeiro. A folga no serviço público se refere à transferência, pela prefeitura, da comemoração do Dia do Servidor Público, 28 de outubro, para hoje. O comércio e os bancos abrem normalmente [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>Com o ponto facultativo decretado para esta segunda-feira (14), véspera do feriado da Proclamação da República, muitos serviços públicos não funcionarão no Rio de Janeiro. A folga no serviço público se refere à transferência, pela prefeitura, da comemoração do Dia do Servidor Público, 28 de outubro, para hoje. O comércio e os bancos abrem normalmente nesta segunda-feira.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), as clínicas da família, centros de saúde, policlínicas e centros de atenção psicossocial não abrem nos dias 14 e 15, voltando ao atendimento normal na quarta-feira (16). As unidades 24 horas e de atendimento de urgência e emergência, como hospitais e Unidades de Pronto Atendimento (Upas), funcionam normalmente.</p>
<h2>Comércio</h2>
<p>No feriado desta terça-feira, o comércio poderá abrir de acordo com a adesão de cada lojista, conforme orientação do Sindicato dos Lojistas do Comércio do Município do Rio de Janeiro (SindilojasRio). Os bancos ficarão fechados.</p>
<p>De acordo com a Associação Brasileira de Shopping Centers (Abrasce), o funcionamento dos shoppings na terça-feira segue o mesmo modelo praticado em outros feriados. No geral, os shoppings funcionam à tarde e de noite, em horário definido por cada administração em acordo com o sindicato dos trabalhadores.</p>
<p>Já a Associação de Supermercados do Estado do Rio de Janeiro (Asserj) informou que os supermercados abrirão as portas em horário reduzido, de acordo com o funcionamento de cada rede em feriados.</p>
</div>
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		<title>Comércio de Petrópolis reabre lojas e conta os prejuízos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/comercio-de-petropolis-reabre-lojas-e-conta-os-prejuizos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Feb 2022 14:38:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuva em Petrópolis]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Prejuízos]]></category>
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					<description><![CDATA[Doze dias depois da tragédia que atingiu Petrópolis, o comércio da cidade tenta retomar os negócios. A enxurrada que começou no meio da tarde do último dia 15 fez o nível da água subir rapidamente e pegou todos de surpresa, impedindo que tomassem medidas de proteção do estoque, gerando prejuízos aos comerciantes. As lojas situadas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Doze dias depois da tragédia que atingiu Petrópolis, o comércio da cidade tenta retomar os negócios. A enxurrada que começou no meio da tarde do último dia 15 fez o nível da água subir rapidamente e pegou todos de surpresa, impedindo que tomassem medidas de proteção do estoque, gerando prejuízos aos comerciantes.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>As lojas situadas na rua do Imperador, uma das principais do centro, foram duramente atingidas. Na Papelaria Obelisco, uma das mais tradicionais com 40 anos no mercado, a perda foi total, disse o gerente Diego Silveira.</p>
<p>“Essa época sempre chove bem, mas nesse dia a chuva não parou. Quando a gente viu, os carros já estavam boiando e não deu tempo de botar todas as comportas. Nesse dia, a água passou do nosso peito. Perdemos tudo o que tinha na loja. O prejuízo é perto de R$ 1 milhão. Nós estávamos no período escolar, então estávamos tendo uma boa venda. Não tem o que fazer”, afirmou Diego. A situação da papelaria só não é pior porque ela pertence a uma grande rede estadual, que deve absorver o prejuízo em sua estrutura.</p>
<p>Outros comerciantes não têm essa facilidade, pois eles têm lojas familiares, passadas de pai para filhos, e amargaram por conta própria o prejuízo. Um exemplo é a loja de instrumentos musicais Casa Seabra, fundada em 1969 e tocada pela própria família. Segundo a gerente Ariadne Marques dos Santos, filha do fundador, a água subiu tão depressa que não foi possível retirar boa parte dos instrumentos musicais, que tiveram perda total.</p>
<p>“Está sendo bem difícil. Porque a gente não imaginava que ia acontecer uma coisa dessa. Foi inesperado. Já houve outras enchentes, mas não perdemos nada, pois colocávamos os instrumentos acima de um metro de altura. Só que esta chuva foi atípica, subiu mais de um metro e meio [a água]. Perdemos muitos instrumentos, acessórios e balcões. Tudo vai ter que ser trocado, até as paredes. Vamos reabrir depois do carnaval, mas não sei quando. O prejuízo foi em torno de R$ 150 mil”, contou Ariadne.</p>
<p>Enquanto os comerciantes da região central contavam as perdas materiais, outros lamentavam a perda dos clientes mortos nos deslizamentos, conforme lembrou Jaime dos Santos, que tem um pequeno boteco, na subida do Morro da Oficina, onde morreu a maior parte das pessoas na tragédia.</p>
<figure id="attachment_46188" aria-describedby="caption-attachment-46188" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-46188" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/27-Comercio-de-Petropolis-reabre-lojas-e-conta-os-prejuizos-3-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Comércio De Petrópolis Reabre Lojas E Conta Os Prejuízos - Jornal Expresso Carioca - Exrpresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/27-Comercio-de-Petropolis-reabre-lojas-e-conta-os-prejuizos-3-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/27-Comercio-de-Petropolis-reabre-lojas-e-conta-os-prejuizos-3-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/27-Comercio-de-Petropolis-reabre-lojas-e-conta-os-prejuizos-3-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-46188" class="wp-caption-text">Comerciantes da Rua do Imperador, na região central de Petrópolis, voltaram a trabalhar após as chuvas. &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>“Nunca pensei que isso pudesse acontecer. Tinha muita gente conhecida, que não virá mais vir aqui no meu bar. Infelizmente. Eles morreram. Vão ficar na memória”, desabafou Jaime, cujo bar ficou cinco dias fechado, pois não havia fornecimento de água. O estabelecimento não foi afetado, mas poucos metros à frente, do outro lado da rua, praticamente tudo desabou.</p>
<h2>Confecções</h2>
<p>Petrópolis é famosa pela quantidade de lojas de roupas e empresas de confecções, o que leva centenas de pessoas a subir a serra diariamente, principalmente nos fins de semana, em busca de boas ofertas.</p>
<p>Para esses empresários, a esperança é ter o trabalho normalizado no meio do ano. Addison Meneses, que também é presidente do Sindicato das Indústrias de Confecções de Petrópolis, tem uma empresa considerada de pequeno/médio porte. Antes da pandemia, a produção girava em torno de cinco mil peças por mês.</p>
<p>“Acho que não vai demorar muito para a nossa engrenagem voltar a funcionar. Para o inverno agora, a gente já vai estar trabalhando de novo. É uma temporada importantíssima. Acho que daqui a dois, três meses, as pessoas já estão com as lojas em condições de receber (clientes). O primeiro impacto é realmente muito ruim, mas as pessoas vão se reinventar”, disse Addison.</p>
<p>Um dos motivos pelos quais ele acredita na recuperação é que o setor hoje é mais pulverizado. No lugar das grandes empresas que marcaram a cidade como o maior polo industrial da América do Sul nos anos 50 e 60, hoje atuam companhias menores, com poucos funcionários, mas há também a mão de obra de costureiras que fazem os seus serviços em casa.</p>
<p>A empresa de Addison, instalada em Petrópolis há 37 anos, tem cinco empregadas contratadas e o restante das peças fica por conta dos grupos de costureiras espalhados pela cidade, em geral com no máximo de três em cada localidade. O problema agora é que muitas moram em áreas bastante atingidas pela chuva como é a região da 24 de maio.</p>
<p>“Vai abalar o setor, o empresário, mas a gente vai se reinventar rapidinho por estar pulverizado. Muita gente também vende para fora da cidade. O que a gente vai ter que reconstruir é a Rua Teresa, que hoje está parada”, explicou.</p>
<figure id="attachment_46188" aria-describedby="caption-attachment-46188" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-46188" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/27-Comercio-de-Petropolis-reabre-lojas-e-conta-os-prejuizos-3-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Comércio De Petrópolis Reabre Lojas E Conta Os Prejuízos - Jornal Expresso Carioca - Exrpresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/27-Comercio-de-Petropolis-reabre-lojas-e-conta-os-prejuizos-3-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/27-Comercio-de-Petropolis-reabre-lojas-e-conta-os-prejuizos-3-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2022/02/27-Comercio-de-Petropolis-reabre-lojas-e-conta-os-prejuizos-3-Jornal-Expresso-Carioca-Exrpresso-Carioca.jpg?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-46188" class="wp-caption-text">Comerciantes da Rua do Imperador, na região central de Petrópolis, voltaram a trabalhar após as chuvas. &#8211; Fernando Frazão/Agência Brasil</figcaption></figure>
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<p>Embora confiante no retorno da atividade, Addison destacou que, para recuperar a produção, os empresários precisam da ajuda do poder público com a liberação de créditos. Ele espera poder reabrir a empresa na próxima semana.</p>
<p>“A gente tem que fazer com que o governo olhe de uma forma especial para o empresário da região, dando recursos ao custo viável e com tempo para pagar as prestações e as pessoas terem um fôlego para reconstruir. Teve gente que perdeu estoque, teve quem perdeu máquina. Como é uma coisa muito pulverizada, o empresário está sem dinheiro, mas ele vai dar um jeito se o governo ajudar. Até mesmo por causa da pandemia, os empresários já estão há um tempo com a situação complicada”, completou.</p>
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		<title>Correios terão lojas franqueadas em 11 cidades do Brasil</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/correios-terao-lojas-franqueadas-em-11-cidades-do-brasil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Feb 2022 18:05:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[COMÉRCIO]]></category>
		<category><![CDATA[Correios]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Logística]]></category>
		<category><![CDATA[Transporte]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Correios lançaram um programa de parcerias que visa expandir o número de locais de atendimento para serviços de postagem em todo o Brasil. Segundo a empresa, as chamadas lojas de Correios franqueadas (LCF) oferecerão os serviços de Sedex, Pac, envio de cartas, marketing direto e encomendas expressas (EMS). Para 2022 estão previstas 19 lojas franqueadas [&#8230;]]]></description>
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<p>Os Correios lançaram um programa de parcerias que visa expandir o número de locais de atendimento para serviços de postagem em todo o Brasil. Segundo a empresa, as chamadas lojas de Correios franqueadas (LCF) oferecerão os serviços de Sedex, Pac, envio de cartas, marketing direto e encomendas expressas (EMS).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Para 2022 estão previstas 19 lojas franqueadas em 11 cidades do Brasil. Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro estão entre as selecionadas para o primeiro edital. Toda a logística de transporte e tratamento dos pacotes ficará por conta do Correios.</p>
<p>“A chegada da LCF amplia as chances de investimento para quem quer adquirir o seu negócio, aliando a confiança e a credibilidade que a marca Correios traz. Além de líder no segmento de encomendas e maior empresa de logística da América Latina, a estatal possui mais de 30 anos de experiência em franquias, o que possibilita um alto índice de satisfação para a rede de franqueados”, informou a empresa em nota.</p>
<p>O período do contrato para as LCFs é de dez anos, prorrogáveis por mais dez. Empresas que já atuam no ramo de entregas não poderão participar do certame. Para consultar a lista de cidades, os editais para cada uma delas e a página com as principais dúvidas sobre a iniciativa, <a href="https://www.correios.com.br/acesso-a-informacao/licitacoes-e-contratos/loja-franqueada-correios/loja-dos-correios-franqueada-saiba-mais" target="_blank" rel="noopener">clique aqui</a>.</p>
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