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	<title>comércio internacional &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Europa prepara resposta firme a tarifas de Trump e tenta manter unidade diante de tensão comercial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 06 Apr 2025 20:54:14 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A União Europeia está prestes a dar um passo decisivo na disputa comercial com os Estados Unidos. Líderes dos 27 países do bloco se reúnem nesta segunda-feira, em Luxemburgo, para alinhar uma resposta coordenada às tarifas impostas pelo governo de Donald Trump sobre aço, alumínio, automóveis e outros produtos europeus. A expectativa é que a UE aprove um primeiro pacote de contra-tarifas que pode atingir até US$ 28 bilhões em exportações americanas.</p>
<p>A medida insere a UE no mesmo campo de ação de China e Canadá, que já adotaram retaliações semelhantes, elevando o risco de uma guerra comercial com impacto global. Especialistas alertam para o potencial de aumento de preços ao consumidor e desaceleração econômica em diversas regiões do mundo.</p>
<p>Entre os produtos que devem ser alvo da retaliação europeia estão carnes, vinhos, cereais, madeira, roupas, goma de mascar, fio dental e até papel higiênico. A proposta será apresentada pela Comissão Europeia ao final do encontro desta segunda-feira, e busca responder diretamente às taxas norte-americanas sobre aço e alumínio, evitando — por ora — uma retaliação mais ampla.</p>
<p>Um dos pontos de tensão nas negociações internas da UE é a inclusão do uísque na lista. A proposta de sobretaxa de 50% provocou reação imediata de Trump, que ameaçou aplicar tarifas de 200% sobre bebidas alcoólicas europeias. Países como França e Itália, grandes exportadores de vinho, manifestaram preocupação com os riscos dessa escalada.</p>
<p>A Comissão Europeia, liderada por Ursula von der Leyen, busca garantir que qualquer ação tenha apoio unânime dos Estados-membros, reforçando a coesão do bloco em defesa do livre comércio — um dos pilares da economia europeia. “Nosso maior desafio após o Brexit era evitar divisões internas. Agora, diante de Trump, a mensagem precisa ser clara e unificada”, afirmou um diplomata europeu.</p>
<p>Há, no entanto, divergências internas. A França defende uma reação dura, incluindo a suspensão de investimentos europeus nos EUA, enquanto a Irlanda pede cautela, e a Itália — com um governo alinhado a Trump — questiona se uma retaliação é o caminho certo.</p>
<p>Apesar das tentativas de diálogo, as conversas com autoridades norte-americanas seguem sem avanços. O comissário de Comércio da UE, Maros Sefcovic, classificou como “franca” a reunião que teve com os representantes dos EUA na última sexta-feira, reforçando que as tarifas aplicadas são “injustificadas e prejudiciais”.</p>
<p>A votação oficial sobre as contra-tarifas está marcada para quarta-feira. Salvo uma oposição improvável de uma maioria qualificada dos países membros, a medida deve ser aprovada e entrar em vigor em duas fases: a primeira em 15 de abril, e a segunda, um mês depois.</p>
<p>Enquanto isso, Von der Leyen conduz reuniões paralelas com líderes dos setores mais afetados — aço, automóveis e farmacêuticos — para avaliar os impactos e planejar os próximos passos. O cenário é de tensão, mas também de firmeza: a Europa quer deixar claro que não aceitará pressões comerciais sem resposta.</p>
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		<title>Brasil avalia recorrer à OMC contra tarifas dos EUA ao aço e alumínio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Mar 2025 19:22:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Aço]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo brasileiro anunciou nesta quarta-feira (12) que estuda recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 25% sobre as importações americanas de aço e alumínio. A medida, que entrou em vigor hoje, é vista como um mecanismo de proteção às [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo brasileiro anunciou nesta quarta-feira (12) que estuda recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra a decisão do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor uma tarifa de 25% sobre as importações americanas de aço e alumínio. A medida, que entrou em vigor hoje, é vista como um mecanismo de proteção às siderúrgicas dos EUA, encarecendo os produtos estrangeiros e favorecendo a produção local.</p>
<p>Em nota conjunta, os ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços lamentaram a decisão e alertaram para o impacto significativo sobre as exportações brasileiras. Em 2024, o Brasil exportou cerca de US$ 3,2 bilhões em aço e alumínio para os EUA, principal destino desses produtos.</p>
<p>O governo reforçou seu apoio ao sistema multilateral de comércio e considerou a tarifação &#8220;injustificável e equivocada&#8221;. Dados oficiais apontam que os EUA mantêm um superávit comercial com o Brasil, que chegou a US$ 7 bilhões no último ano, sendo que o Brasil é o maior fornecedor de aço semiacabado para a indústria americana.</p>
<p>O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que a estratégia inicial será a negociação, evitando medidas retaliatórias. &#8220;O presidente Lula falou ‘muita calma nessa hora’. Já negociamos outras vezes em condições até muito mais desfavoráveis do que essa&#8221;, disse, após reunião com representantes do setor siderúrgico.</p>
<p>A equipe econômica prepara uma nota técnica com propostas para orientar as negociações com o governo americano. Enquanto isso, entidades como o Instituto Aço Brasil e a Confederação Nacional da Indústria (CNI) defendem esforços diplomáticos para reverter a decisão.</p>
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