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	<title>Combustíveis &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Combustíveis &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Governo mobiliza plantão nacional para conter alta irregular nos combustíveis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-mobiliza-plantao-nacional-para-conter-alta-irregular-nos-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Mar 2026 01:03:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) anunciou a realização de plantões especiais para dar suporte aos órgãos de defesa do consumidor em todo o país, em meio à intensificação das fiscalizações sobre possíveis aumentos indevidos nos preços dos combustíveis. A iniciativa tem como foco auxiliar os Procons estaduais e municipais na condução das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) anunciou a realização de plantões especiais para dar suporte aos órgãos de defesa do consumidor em todo o país, em meio à intensificação das fiscalizações sobre possíveis aumentos indevidos nos preços dos combustíveis. A iniciativa tem como foco auxiliar os Procons estaduais e municipais na condução das inspeções e na aplicação de medidas contra práticas consideradas abusivas.</p>
<p>A primeira rodada de atendimento está prevista para ocorrer nesta semana, com coordenação da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), que também prepara um conjunto de orientações padronizadas em formato de perguntas e respostas. O material será distribuído para uniformizar procedimentos e garantir maior segurança jurídica nas autuações realizadas pelos órgãos locais.</p>
<p>De acordo com o secretário nacional do consumidor, Ricardo Morishita Wada, a estratégia busca alinhar a atuação dos Procons em todo o território nacional, sem interferir na autonomia dos estados e municípios. A proposta inclui, por exemplo, a definição de prazos para aplicação de penalidades após a notificação de estabelecimentos, com o objetivo de tornar as ações mais eficazes e consistentes.</p>
<p>Além dos postos de combustíveis, a fiscalização também deve alcançar distribuidoras e refinarias, com a formação de grupos técnicos integrados por representantes de diferentes esferas de governo. A articulação faz parte de um esforço mais amplo para monitorar toda a cadeia de comercialização e identificar eventuais irregularidades.</p>
<p>Em reunião realizada com cerca de 200 unidades de Procon de diversas regiões do país, foi observada uma possível redução nas práticas abusivas, embora não tenham sido divulgados dados consolidados sobre a variação de preços.</p>
<p>As ações ocorrem em um cenário de preocupação com aumentos expressivos nos valores cobrados nas bombas. Segundo o Ministério da Justiça, há casos em que o preço do diesel teria sido elevado em até 300% em determinados estabelecimentos, sem justificativa baseada em custos, o que pode caracterizar infração ao Código de Defesa do Consumidor.</p>
<p>A legislação brasileira permite a livre formação de preços, mas proíbe reajustes sem fundamentação econômica. O entendimento do governo é que aumentos que ampliem a margem de lucro sem relação direta com custos configuram prática abusiva e estão sujeitos a sanções administrativas.</p>
<p>Desde o início da operação nacional, equipes de fiscalização já percorreram 179 municípios em 25 estados, com inspeções em mais de mil postos de combustíveis. A expectativa é de que as ações avancem para regiões do interior nos próximos dias, ampliando o alcance das investigações.</p>
<p>A mobilização ganhou força após a escalada de tensões internacionais envolvendo países produtores de petróleo, fator que impactou o mercado global e levantou suspeitas de repasses indevidos ao consumidor final no Brasil.</p>
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		<title>Governo anuncia monitoramento do mercado de combustíveis diante da guerra no Oriente Médio</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-anuncia-monitoramento-do-mercado-de-combustiveis-diante-da-guerra-no-oriente-medio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2026 16:14:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Ataque no Irã]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Conflito no Oriente Médio]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal informou nesta quarta-feira (11) que vai intensificar o acompanhamento do mercado de combustíveis em resposta à escalada da guerra no Oriente Médio, conflito que tem pressionado os preços internacionais do petróleo e elevado incertezas no setor energético. A decisão foi tomada pelo Ministério da Economia em conjunto com a Agência Nacional do [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal informou nesta quarta-feira (11) que vai intensificar o acompanhamento do mercado de combustíveis em resposta à escalada da guerra no Oriente Médio, conflito que tem pressionado os preços internacionais do petróleo e elevado incertezas no setor energético. A decisão foi tomada pelo Ministério da Economia em conjunto com a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>De acordo com o anúncio oficial, a estratégia inclui o fortalecimento da análise de dados sobre os preços praticados nos postos de combustível, tanto na ponta de venda ao consumidor quanto ao longo da cadeia de distribuição. O objetivo é identificar e coibir possíveis aumentos abusivos que possam repercutir de forma injustificada no bolso do consumidor brasileiro.</p>
<p>O monitoramento deverá contemplar a gasolina, o diesel e outros derivados de petróleo, levando em conta variações cambiais, custos de importação e repasses aos preços finais. Autoridades afirmaram que estão atentos às informações sobre oferta e demanda globais, especialmente porque o Oriente Médio corresponde a uma das principais regiões produtoras e exportadoras de petróleo do mundo.</p>
<p>O governo também informou que manterá diálogo com representantes dos setores produtivo e de distribuição de combustíveis para acompanhar eventuais efeitos da guerra no custo dos derivados no mercado doméstico. O acompanhamento inclui a análise da formação de preços praticados pelas distribuidoras e a fiscalização de postos de revenda para garantir competitividade e transparência.</p>
<p>Em nota conjunta, Economia e ANP ressaltaram que, embora “a volatilidade dos mercados internacionais” seja um fator externo, não se deve tolerar “transferências automáticas de aumentos de custo para o consumidor quando não estiverem devidamente justificadas”.</p>
<p>As medidas de vigilância fazem parte de um conjunto de ações voltadas para preservar a estabilidade dos preços internos e proteger os consumidores, especialmente em um cenário de incertezas geopolíticas que pode impactar o abastecimento de combustíveis e a inflação de preços ao consumidor.</p>
<p>Especialistas consultados pelo governo destacam que o acompanhamento rigoroso dos preços é fundamental para mitigar choques de oferta e demanda que possam resultar em aumentos repentinos, além de evitar práticas anticoncorrenciais no setor.</p>
<p>Ainda não foram anunciadas medidas específicas de subsídios ou cortes de tributos, mas autoridades indicaram que essas opções podem ser avaliadas caso a pressão sobre os preços dos combustíveis se intensifique nas próximas semanas.</p>
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		<title>Inmetro e ANP deflagram operação nacional contra fraudes em postos de combustíveis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inmetro-e-anp-deflagram-operacao-nacional-contra-fraudes-em-postos-de-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 15:40:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
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		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Fraudes]]></category>
		<category><![CDATA[InMetro]]></category>
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		<category><![CDATA[Operação]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deram início, nesta terça-feira (3), à Operação Tô de Olho – Abastecimento Seguro, uma ofensiva nacional voltada ao combate de fraudes na comercialização de combustíveis. A iniciativa tem como foco irregularidades tanto na qualidade quanto [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) e a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deram início, nesta terça-feira (3), à Operação Tô de Olho – Abastecimento Seguro, uma ofensiva nacional voltada ao combate de fraudes na comercialização de combustíveis. A iniciativa tem como foco irregularidades tanto na qualidade quanto na quantidade do produto entregue ao consumidor.</p>
<p>A ação acontece de forma simultânea no Distrito Federal e em oito estados, distribuídos por cinco regiões do país, em cidades previamente selecionadas pelos órgãos de fiscalização. Ao todo, cerca de 180 postos de combustíveis estão sendo inspecionados.</p>
<p>De acordo com o Inmetro, as equipes verificam se o volume efetivamente abastecido corresponde ao que é indicado nas bombas, além de avaliar as condições dos equipamentos medidores, a regularidade das manutenções e a existência de possíveis manipulações eletrônicas clandestinas. Também são realizados testes para aferir a qualidade dos combustíveis comercializados.</p>
<h3>Fraudes vão de adulteração a esquemas eletrônicos</h3>
<p>As investigações apontam que as irregularidades mais comuns envolvem tanto a adulteração dos combustíveis quanto a instalação de dispositivos eletrônicos ilegais nas bombas, capazes de reduzir a quantidade despejada no tanque do veículo, mesmo com o visor registrando o volume correto.</p>
<p>Segundo o Inmetro, a legislação permite uma margem máxima de erro de 0,5%, o que equivale a até 100 mililitros a menos a cada 20 litros abastecidos, conforme estabelece a Portaria nº 227/2022. Qualquer valor acima desse limite caracteriza infração.</p>
<h3>Multas milionárias e risco de fechamento</h3>
<p>Caso as fraudes sejam confirmadas, os postos poderão ser autuados pela ANP, com aplicação de multas que podem chegar a R$ 5 milhões, além da possibilidade de suspensão ou até revogação da autorização de funcionamento.</p>
<p>Já nas autuações realizadas pelo Inmetro, as penalidades variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, dependendo da gravidade da infração. Em situações de fraude comprovada, as bombas devem ser substituídas, e medidas adicionais como interdição do estabelecimento e apreensão de equipamentos também podem ser adotadas.</p>
<p>A Operação Tô de Olho reforça a atuação integrada dos órgãos federais para proteger o consumidor e garantir transparência no mercado de combustíveis, um dos setores mais sensíveis da economia brasileira.</p>
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		<title>Medida Provisória perde validade e imposto sobre diesel será zerado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/medida-provisoria-perde-validade-e-imposto-sobre-diesel-sera-zerado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Oct 2023 00:17:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[diesel]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[A Medida Provisória (MP) que criou o programa de desconto na compra de veículos novos perdeu a validade nesta terça-feira (3) e, com isso, os tributos federais que incidiam sobre o óleo diesel voltam a ficar zerados, o que pode baratear o valor do combustível na bomba. Em janeiro, o governo federal decidiu manter zerada, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Medida Provisória (MP) que criou o programa de desconto na compra de veículos novos perdeu a validade nesta terça-feira (3) e, com isso, os tributos federais que incidiam sobre o óleo diesel voltam a ficar zerados, o que pode baratear o valor do combustível na bomba. Em janeiro, o governo federal decidiu manter zerada, até dezembro, a tributação pelo Programa de Integração Social (PIS) e a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre o diesel e o gás liquefeito de petróleo (GLP), o gás de cozinha. No entanto, essa desoneração total foi parcialmente revertida, especificamente sobre o diesel, para compensar a perda de arrecadação com o programa para baratear carros populares, ônibus e caminhões lançado em junho.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Quando foi editada, a MP 1.175, que criou o programa de incentivo, voltou a tributar o diesel em R$ 0,11 por litro para bancar o desconto de R$ 1,5 bilhão em impostos sobre veículos novos, entre caminhões, vans e carros. Ainda no fim de junho, uma nova medida (MP 1178) elevou essa reoneração em R$ 0,03, para o total de R$ 0,14 por litro, para custear mais R$ 300 milhões em descontos extras nos carros populares, cuja demanda havia sido superada nas primeiras semanas do programa de desconto. Essa elevação no tributo do diesel ocorreria a partir de outubro e arrecadaria R$ 200 milhões extras (os R$ 100 milhões restantes já haviam sido bancados pelo aumento de R$ 0,11 sobre o litro do diesel).</p>
<p>Procurada, a Receita Federal confirmou os efeitos do fim da validade da MP 1.175, que faz com que a MP 1.178 também perdesse seu objeto.<em> &#8220;Em princípio, se não houver outra alteração legal, volta a se aplicar o disposto no art. 3º. da Lei 14.592, de 2023, que previa a desoneração do diesel e do biodiesel até 31 de dezembro de 2023. Se não houver mudanças legais até lá, a partir de 1 de janeiro de 2024 as alíquotas do diesel e do biodiesel voltam aos seus valores normais, a saber: R$0,35/litro para o diesel; e R$0,14/litro para o biodiesel&#8221;</em>, informou o órgão.</p>
<h2>Programa</h2>
<p>O programa de inventivo à compra de veículos foi encerrado no início de julho, com a liberação de todos os recursos disponíveis para carros leves. De acordo com o balanço do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), 125 mil carros foram comercializados com descontos entre R$ 2 mil e R$ 8 mil, ou 1,7% e 11,7%.</p>
<p>Já para caminhões, vans e ônibus, o programa seguia em vigor, com prazo de vigência até novembro ou até os créditos tributários se esgotarem. Estava prevista a utilização de R$ 700 milhões para a venda de caminhões e R$ 300 milhões para vans e ônibus, sendo que, até o meio do ano, haviam sido utilizados R$ 100 milhões e R$ 140 milhões, respectivamente. O governo não informou os valores atualizados sobre a utilização dos descontos.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Senacon vai monitorar preços de combustíveis no país</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/senacon-vai-monitorar-precos-de-combustiveis-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 May 2023 20:08:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) quer os Procons estaduais e municipais de todo o país monitorando os postos de combustíveis, para verificar se a redução dos preços médios da venda de gasolina e diesel para as distribuidoras foi repassado aos consumidores. Com esse propósito, o órgão emitiu, na noite desta terça-feira (16), um ofício [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) quer os Procons estaduais e municipais de todo o país monitorando os postos de combustíveis, para verificar se a redução dos preços médios da venda de gasolina e diesel para as distribuidoras foi repassado aos consumidores.</p>
<p>Com esse propósito, o órgão emitiu, na noite desta terça-feira (16), um ofício aos Procons, solicitando a eles que façam esse monitoramento de preços nas diversas regiões do país.</p>
<p>Em nota divulgada pela Senacon, o secretário Nacional do Consumidor, Wadih Damous, disse que o monitoramento é fundamental para assegurar que essa redução dos preços realmente chegue aos consumidores.</p>
<p>“Nós queremos monitorar se essa redução chegou ao bolso das consumidoras e dos consumidores. Neste sentido eu solicitei aos Procons de todo o Brasil que exerçam a devida fiscalização”, justificou ao citar notícias veiculadas na imprensa sobre estabelecimentos que teriam aumentado de forma suspeita preços antes de a Petrobras anunciar a queda.</p>
<p>Segundo Damous, esses estabelecimentos serão devidamente fiscalizados. “Não aceitaremos que postos se valham de fraude para aumentar os preços hoje e dizerem que reduziram amanhã. Esses postos estarão sob a nossa fiscalização e sanções serão aplicadas em caso de fraude”, afirmou, ao garantir que a Secretaria acompanhará “de perto” a situação e que, se necessário, adotará “medidas adicionais para proteger os direitos dos consumidores e garantir a concorrência justa no mercado de combustíveis”.</p>
<p>No ofício, a Senacon instrui os Procons a fazerem um levantamento detalhado dos preços dos combustíveis em postos de diversas regiões. A ideia é identificar não apenas aumentos abusivos, mas eventuais “práticas irregulares que prejudiquem os consumidores”.</p>
<h2>Petrobras</h2>
<p>Na segunda-feira (15), a Diretoria Executiva da Petrobras aprovou uma estratégia comercial para definição de preços de diesel e gasolina que encerrou a subordinação dos valores ao preço de paridade de importação.</p>
<p>No dia seguinte, essa terça-feira (16), a empresa anunciou redução R$ 0,44 por litro do preço médio do diesel para as distribuidoras, que passará de R$ 3,46 para R$ 3,02. A redução do preço médio da gasolina é de R$ 0,40 por litro, passando de R$ 3,18 para R$ 2,78, valor também pago pelas distribuidoras.</p>
<p>Com a nova política da estatal, as referências de mercado coloca o custo alternativo do cliente como prioridade na precificação; e considera o valor marginal para a Petrobras, tendo por base custos e oportunidades observadas em diversas etapas da atividade – entre elas, produção, importação e exportação de produtos.</p>
<p>As premissas, segundo nota divulgada pela empresa, são preços competitivos por polo de venda, participação &#8220;ótima&#8221; da Petrobras no mercado, otimização dos seus ativos de refino, e rentabilidade de maneira sustentável.</p>
<p>Segundo a estatal, os reajustes continuarão sendo feitos sem uma periodicidade definida e evitará repasses da volatilidade dos preços internacionais e do câmbio aos consumidores brasileiros.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Prates rejeita continuação da política de preços atual da Petrobras</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/prates-rejeita-continuacao-da-politica-de-precos-atual-da-petrobras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Mar 2023 13:57:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
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		<category><![CDATA[Gasolina]]></category>
		<category><![CDATA[Jean Paul Prates]]></category>
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		<category><![CDATA[política de preços da Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[PPI]]></category>
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					<description><![CDATA[Em sua primeira coletiva de imprensa, realizada no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (02), o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que a empresa não ficará mais vinculada à política de preços de diesel e gasolina que se baseia na Paridade de Preços e Importação (PPI). Em vez disso, a empresa pretende praticar preços [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em sua primeira coletiva de imprensa, realizada no Rio de Janeiro nesta quinta-feira (02), o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que a empresa não ficará mais vinculada à política de preços de diesel e gasolina que se baseia na Paridade de Preços e Importação (PPI). Em vez disso, a empresa pretende praticar preços de mercado de acordo com cada região em que estiver operando.</p>
<p>Segundo Prates, a PPI é considerada uma &#8220;abstração&#8221; que não reflete uma paridade internacional real e que quando a Petrobras se afasta dessa política, isso não significa que está se afastando da referência internacional. &#8220;PPI é paridade de importação&#8221;, destacou ele. O presidente também salientou que a empresa busca aumentar sua participação de mercado e ser a melhor opção para seus clientes, mas a PPI deixa de ser o único parâmetro.</p>
<p>Com essa mudança, a Petrobras busca se tornar mais competitiva no mercado, sem se prender a uma única referência internacional. Essa nova política de preços deve permitir à empresa praticar preços mais atrativos para seus clientes, capturando mais mercado e consolidando sua posição como uma das principais produtoras de petróleo e gás do mundo.</p>
<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>“A Petrobras vai praticar preço competitivo e do mercado nacional, do mercado dela, conforme ela achar que tem que ser, para garantir a sua fatia de mercado em cada lugar que estiver presente”. Ele ponderou que a PPI talvez não seja o melhor preço, na maioria das vezes, porque se refere ao preço do concorrente, isto é, do importador.</p>
<p>“A minha posição é ser mais competitivo aonde eu puder ser”. A companhia vai se defender, assegurou. “Enquanto houver fatia de mercado para a Petrobras capturar, ela vai capturar, dentro das regras, dentro da competitividade natural”.</p>
<p>Ele explicou que não existe um único preço de referência para o Brasil todo. A Petrobras poderia usar a PPI a título de referência, dependendo da conveniência, visando capturar mercado. “O mercado brasileiro é diferente”. Por isso, assegurou que a empresa vai fazer a “política de preços dos produtos dela, para os clientes dela”. Mais adiante, comentou que deixar entrar concorrente e praticar preço abstrato só para favorecer o concorrente, como aconteceu no passado recente, é “inadmissível”.</p>
<h2>Governo x PPI</h2>
<p>O presidente da estatal sublinhou que a opinião sobre a política de preços de importação é compartilhada pelo governo. “Quem era intervencionista era o governo anterior, que mandava a Petrobras praticar essa PPI para ajudar o importador, mesmo sem ter necessidade dele importar tudo aquilo. Eu vou disputar até o último metro cúbico de produto, em qualquer parada do país, que tenha possibilidade de importar, porque o importador é meu competidor. Se é mercado, vamos jogar o jogo do mercado”. Não faz sentido, para Prates, obrigar a Petrobras a praticar o preço do concorrente.</p>
<p>Prates se referiu à criação de um grupo de trabalho no âmbito do governo para estudar e dar mais transparência à política de preços no país. Medida essa já anunciada pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad. No entanto, garantiu que a política de preços traçada não visará somente a Petrobras. “É uma política de preços para o Brasil”. E garantiu que “a Petrobras está lá”. Afirmou que como cada produto tem a sua natureza específica, a política de preços a ser praticada tem que ser por produto e por segmento.</p>
<h2>Futuro</h2>
<p>Em relação ao futuro, Prates destacou que o Brasil tem um grande potencial energético, com cada região apresentando sua vocação, como o pré-sal no Sudeste, a margem equatorial no Norte e Nordeste, entre outras áreas. Rumo à descarbonização, a companhia dará ênfase às energias renováveis, sobretudo à energia eólica <em>off-shore</em> (no mar).</p>
<p>A respeito da decisão do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, de reativar e fortalecer o setor naval, Prates informou que a Petrobras poderá vir a fazer encomenda no país, a depender da estrutura dos estaleiros, e desde que não represente desvantagens para a empresa.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Governo federal garante abastecimento de combustíveis no país</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-federal-garante-abastecimento-de-combustiveis-no-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jan 2023 15:18:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Abastecimento]]></category>
		<category><![CDATA[atos antidemocráticos]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério de Minas e Energia (MME) informou, em nota divulgada à imprensa, que tem garantido o abastecimento nacional de combustíveis. De acordo com o ministério, também está garantido o funcionamento adequado de refinarias, terminais e bases de distribuição. O MME informou ainda que tem feito uma articulação com suas entidades vinculadas para garantir o abastecimento. A nota, assinada pelo [&#8230;]]]></description>
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<p>O Ministério de Minas e Energia (MME) informou, em nota divulgada à imprensa, que tem garantido o abastecimento nacional de combustíveis. De acordo com o ministério, também está garantido o funcionamento adequado de refinarias, terminais e bases de distribuição.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O MME informou ainda que tem feito uma articulação com suas entidades vinculadas para garantir o abastecimento.</p>
<p>A nota, assinada pelo ministro Alexandre Silveira, acrescenta que o MME também está monitorando os protestos nessas estruturas. “<em>Seguimos atentos e em articulação com outras pastas e estados para assegurar o suprimento. Seguiremos firmes e compromissados com a sociedade brasileira</em>”, diz a nota.</p>
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		<title>Governo define redução de gases de efeito estufa dos combustíveis</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-define-reducao-de-gases-de-efeito-estufa-dos-combustiveis/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Dec 2022 22:40:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ANP]]></category>
		<category><![CDATA[CBIOs]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Efeito Estufa]]></category>
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		<category><![CDATA[gases]]></category>
		<category><![CDATA[Jair Bolsonaro]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Jair Bolsonaro aprovou resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que define metas compulsórias anuais de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa para a comercialização de combustíveis nos próximos dez anos, no âmbito da Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio). A medida foi publicada hoje (27) no Diário Oficial da União. [&#8230;]]]></description>
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<p>O presidente Jair Bolsonaro aprovou resolução do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) que define metas compulsórias anuais de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa para a comercialização de combustíveis nos próximos dez anos, no âmbito da Política Nacional de Biocombustíveis (Renovabio). A medida foi publicada hoje (27) no <a href="https://in.gov.br/en/web/dou/-/despacho-do-presidente-da-republica-453809529" target="_blank" rel="noopener"><em>Diário Oficial da União</em></a>.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>A resolução fixa o valor da meta global para o período entre 2023 e 2032, além dos intervalos de tolerância. Pela 2023, as distribuidoras terão de adquirir 37,47 milhões de créditos de descarbonização (CBIOs).</p>
<p>Para o período 2024/2031, não houve alteração nas metas que já haviam sido estabelecidas pelo CNPE em outubro de 2021, mas houve adição de valores para o ano de 2032, definido agora em 99,22 milhões de CBIOs.</p>
<h2>Redução de emissões</h2>
<p>Os créditos de descarbonização fazem parte do programa RenovaBio, que determina que os distribuidores de combustíveis líquidos têm uma meta compulsória de redução de emissões de gases causadores do efeito estufa.</p>
<p>O crédito é emitido por produtores e importadores de biocombustíveis, devidamente certificados pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).</p>
<p>O volume a ser adquirido pelas distribuidoras é baseado nas notas fiscais de compra e venda dos combustíveis. A meta anual de descarbonização dessas empresas que vendem combustíveis fósseis é calculada pela ANP.</p>
<p>Adquirir CBIOs é a única forma de atingir as metas. De acordo com Ministério de Minas e Energia, um CBIO equivale a uma tonelada de emissões evitadas, o que representa sete árvores em termos de captura de carbono.</p>
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		<title>Petrobras: preço do querosene de aviação cai 0,84% a partir de sábado</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/petrobras-preco-do-querosene-de-aviacao-cai-084-a-partir-de-sabado/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 Sep 2022 12:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Preço]]></category>
		<category><![CDATA[QAV]]></category>
		<category><![CDATA[Querosene de aviação]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços do querosene de aviação (QAV) terão redução de 0,84% nos valores de venda para as distribuidoras a partir do próximo sábado (1º). A informação foi divulgada nesta quarta-feira (28) pela Petrobras. Esta é a terceira queda seguida nos preços do combustível. Em setembro houve queda de 10,4% e no mês anterior, em agosto, o recuo foi [&#8230;]]]></description>
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<p>Os preços do querosene de aviação (QAV) terão redução de 0,84% nos valores de venda para as distribuidoras a partir do próximo sábado (1º). A informação foi divulgada nesta quarta-feira (28) pela Petrobras.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Esta é a terceira queda seguida nos preços do combustível. Em setembro houve queda de 10,4% e no mês anterior, em agosto, o recuo foi de 2,6%.</p>
<p>Segundo a companhia, a prática dos últimos 20 anos indica que os ajustes de preços de QAV são mensais e definidos por meio de fórmula contratual negociada com as distribuidoras.</p>
<blockquote><p>“Os preços de venda do QAV da Petrobras para as companhias distribuidoras buscam equilíbrio com o mercado internacional e acompanham as variações do valor do produto e da taxa de câmbio, para cima e para baixo, com reajustes aplicados em base mensal, mitigando a volatilidade diária das cotações internacionais e do câmbio”.</p></blockquote>
<p>A Petrobras comercializa o QAV produzido em suas refinarias ou importado apenas para as distribuidoras. Cabe às distribuidoras transportarem e comercializarem o produto para as empresas de transporte aéreo e outros consumidores finais nos aeroportos, ou para os revendedores. “Distribuidoras e revendedores são os responsáveis pelas instalações nos aeroportos e pelos serviços de abastecimento”, completou.</p>
<p>“Importante ressaltar que o mercado brasileiro é aberto à livre concorrência e não existem restrições legais, regulatórias ou logísticas para que outras empresas atuem como produtores ou importadores de QAV”, destacou a estatal.</p>
<p>Informações adicionais sobre os preços de venda da Petrobras podem ser acessadas no <a href="https://precos.petrobras.com.br/" target="_blank" rel="noopener">site da companhia</a>.  “Conforme regulação da ANP, os novos preços de QAV estarão disponíveis nesse <em>site</em> a partir de 1º de outubro, data de início de vigência”, concluiu.</p>
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		<title>Senado aprova PEC com pacote de auxílios a carentes e a caminhoneiros</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/senado-aprova-pec-com-pacote-de-auxilios-a-carentes-e-a-caminhoneiros/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Jul 2022 00:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Jornal Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[PEC]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
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					<description><![CDATA[O Senado aprovou hoje (30), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) 1, que traz um pacote de medidas para diminuir os impactos gerados pela alta dos combustíveis e aumentar o valor de benefícios sociais. Após vários arranjos e negociações, uma PEC com propostas do governo para compensar os estados e o Distrito [&#8230;]]]></description>
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<p>O Senado aprovou hoje (30), em dois turnos, a proposta de emenda à Constituição (PEC) 1, que traz um pacote de medidas para diminuir os impactos gerados pela alta dos combustíveis e aumentar o valor de benefícios sociais. Após vários arranjos e negociações, uma PEC com propostas do governo para compensar os estados e o Distrito Federal pela redução do ICMS sobre o diesel se transformou em uma proposta para ampliar o valor do Auxílio Brasil, programa assistencial que substituiu o Bolsa Família, dentre outras medidas.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Da PEC 16, que acabou apensada à PEC 1, o único ponto que restou foi a compensação aos estados que reduzirem a alíquota de ICMS sobre o etanol. A PEC aprovada hoje também traz o pagamento do <em>voucher </em>caminhoneiro, no valor de R$ 1 mil mensais por cinco meses. Outra proposta é a inclusão de mais 1,6 milhão de famílias no Auxílio Brasil, programa que substituiu o Bolsa Família. Além de aumentar significativamente o número de beneficiários do programa social, há previsão de um incremento de R$ 200 no valor do programa até dezembro deste ano. Agora, a PEC segue para análise da Câmara.</p>
<p>A aprovação da PEC contou com votos de alguns senadores que se manifestaram contra trechos da proposta, discordaram de parte do texto, mas votaram favoravelmente. A justificativa foi de que os mais carentes precisam de ajuda neste momento de crise no qual vive o país.</p>
<p>Para ajudar na aprovação da PEC, o relator, Fernando Bezerra (MDB-PE), retirou um dispositivo do texto que daria uma espécie de “cheque em branco” para o governo gastar com auxílios sem ficar sujeito à aplicação de “qualquer vedação ou restrição prevista em norma de qualquer natureza”. Bezerra afirmou que o texto não extrapola os limites legais, mas atua de forma emergencial.</p>
<p>“O texto recolheu as principais preocupações, de modo que pudéssemos respeitar o mandamento jurídico do país, mas podendo agir de forma emergencial, como exige a situação que estamos enfrentando”.</p>
<h2>Estado de Emergência</h2>
<p>A oposição questionou muito a possibilidade prevista na PEC de o governo decretar Estado de Emergência. Esse dispositivo foi inserido na proposta para o governo não correr risco de cometer crime eleitoral ao repassar benefícios assistenciais a menos de três meses das eleições. A criação desse tipo de benefício é proibida em ano de eleições. A única exceção é justamente durante a vigência de Estado de Emergência.</p>
<p>Segundo Bezerra, no entanto, as medidas autorizadas por um eventual decreto de Estado de Emergência serão somente aquelas previstas na PEC, sem a possibilidade de novos programas usarem a PEC para ampliar os gastos. “Não resta dúvidas, pois, de que não haverá brecha ou espaço para novas medidas ou ampliação de gastos dessas mesmas medidas”, disse Bezerra.</p>
<h2>Taxistas</h2>
<p>Horas antes da votação, o relator incluiu um trecho que garante também benefícios para os taxistas, outra categoria, assim como os caminhoneiros, afetada diretamente pela alta dos combustíveis. O auxílio vai custar mais R$ 2 bilhões aos cofres públicos. Os motoristas de aplicativos e mototaxistas não estão incluídos na medida.</p>
<p>Também foi incluído um suplemento orçamentário de R$ 500 milhões ao programa Alimenta Brasil, regulamentado em dezembro do ano passado. Trata-se de um programa de aquisição de alimentos de produtores rurais familiares, extrativistas, pescadores artesanais, povos indígenas e demais populações tradicionais.</p>
<p>Bezerra também incluiu um trecho que proíbe o governo de fazer publicidade sobre pagamento desses benefícios. A medida agradou a oposição, já que dificulta uma tentativa de capitalizar politicamente com esses benefícios a três meses das eleições.</p>
<h2>Auxílio Brasil</h2>
<p>A PEC prevê a inclusão de mais 1,6 milhão de famílias que aguardam cadastro no Auxílio Brasil, zerando, assim, a fila de espera do programa. Além de aumentar o número de beneficiários do programa social, há previsão de um incremento de R$ 200 no valor do programa até dezembro deste ano.</p>
<p>Com o aumento, o custo adicional será de cerca de R$ 26 bilhões. A justificativa para o adicional no auxílio, segundo Bezerra, é a exacerbação do quadro inflacionário brasileiro e a inflação de dois dígitos, que tem consumido a renda dos mais pobres.</p>
<h2>Transporte de idosos</h2>
<p>Em relação ao transporte público de passageiros, o texto que será apresentado trará compensação às empresas pela gratuidade para idosos no transporte urbano, metropolitano e semi-urbano, inclusive o existente dentro de uma mesma Região Integrada de Desenvolvimento (Ride).</p>
<p>O Distrito Federal, com seu entorno, tem a maior do país. Para a medida, o custo será de R$ 2,5 bilhões. A intenção é aliviar o sistema também prejudicado pela elevação do preço do diesel.</p>
<h2>Etanol</h2>
<p>O texto prevê ainda a modificação na forma de ressarcimento aos estados na redução da tributação do etanol hidratado. Segundo Bezerra, para dar mais equilíbrio aos preços finais da gasolina e do álcool, influenciados pelo teto de 17% de arrecadação de ICMS, o governo precisará repassar o valor de R$ 3,8 bilhões aos estados. Esse dinheiro será aplicado em créditos tributários.</p>
<p>O critério de distribuição desse valor é o nível de consumo do etanol em cada unidade federativa. São Paulo deve ficar com cerca de 55% dos recursos, segundo o parlamentar. Antes de sair do papel, no entanto, caberá aos governadores definirem legislação específica para distribuição desses créditos.</p>
<p>Com exceção da inclusão de novas famílias no Auxílio Brasil, todas as demais medidas terão validade apenas até 31 de dezembro deste ano, inclusive o incremento de R$ 200 no programa que substituiu o Bolsa Família.</p>
</div>
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