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	<title>Colonoscopia &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Exames para câncer de intestino crescem no SUS e reforçam importância do diagnóstico precoce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Mar 2026 14:49:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de exames para detecção precoce do câncer de intestino realizados pelo Sistema Único de Saúde registrou um crescimento expressivo na última década. Dados divulgados durante a campanha Março Azul apontam que a quantidade de testes praticamente triplicou no período. Entre 2016 e 2025, os exames de pesquisa de sangue oculto nas fezes passaram [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de exames para detecção precoce do câncer de intestino realizados pelo Sistema Único de Saúde registrou um crescimento expressivo na última década. Dados divulgados durante a campanha Março Azul apontam que a quantidade de testes praticamente triplicou no período.</p>
<p>Entre 2016 e 2025, os exames de pesquisa de sangue oculto nas fezes passaram de cerca de 1,1 milhão para mais de 3,3 milhões, o que representa um aumento próximo de 190%. Já as colonoscopias saltaram de pouco mais de 261 mil para cerca de 640 mil procedimentos, avanço de aproximadamente 145%.</p>
<p>O crescimento está associado principalmente ao fortalecimento de ações de conscientização e prevenção. A campanha Março Azul, realizada por entidades médicas, tem incentivado a população a buscar diagnóstico precoce, promovendo mutirões, ações educativas e mobilização em unidades de saúde em todo o país.</p>
<p>Além disso, a maior visibilidade do tema na sociedade, inclusive com casos de figuras públicas, contribuiu para ampliar o debate e estimular a realização de exames. Esse movimento tem impacto direto na identificação precoce da doença, fator determinante para aumentar as chances de cura.</p>
<p>Os dados também revelam desigualdades regionais. Estados como São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina concentram o maior volume de exames, enquanto unidades como Amapá, Acre e Roraima apresentam os menores números registrados.</p>
<p>Especialistas alertam que, apesar do avanço, ainda é necessário ampliar o acesso ao rastreamento. A estimativa é que os casos da doença continuem crescendo nos próximos anos, impulsionados pelo envelhecimento da população, diagnóstico tardio e baixa cobertura de exames preventivos.</p>
<p>A detecção precoce segue como principal estratégia para reduzir mortes, já que o câncer de intestino pode ser tratado com maior eficácia quando identificado nas fases iniciais.</p>
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