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	<title>CNPM &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Conferência Nacional reúne pluralidade de vozes e exige políticas para todas as “mulheridades”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Oct 2025 00:21:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília foi palco, nesta quarta-feira (1º), do encerramento da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM), que reuniu cerca de quatro mil participantes de diferentes regiões do país. O evento, marcado por falas emocionadas, atos simbólicos e intensos debates, buscou construir um futuro mais justo para as mais de 100 milhões de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Brasília foi palco, nesta quarta-feira (1º), do encerramento da 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM), que reuniu cerca de quatro mil participantes de diferentes regiões do país. O evento, marcado por falas emocionadas, atos simbólicos e intensos debates, buscou construir um futuro mais justo para as mais de 100 milhões de brasileiras.</p>
<p>Sob o lema “Mais Democracia, Mais Igualdade, Mais Conquistas para Todas”, a conferência promoveu discussões sobre desigualdades sociais, econômicas e raciais, combate à violência de gênero, políticas de cuidado e fortalecimento da presença feminina em espaços de poder. Um dos pontos centrais foi a adoção do conceito de “mulheridades”, que reconhece a pluralidade das identidades femininas no Brasil.</p>
<p>O encontro deu voz a mulheres negras, indígenas, quilombolas, com deficiência, LBTs, migrantes, refugiadas, mães atípicas, idosas, jovens, trabalhadoras urbanas e rurais. Cada grupo levou pautas específicas, mas convergentes na luta contra discriminação, desigualdade salarial, capacitismo e preconceito.</p>
<p>Homenagens também marcaram a conferência. Em coro, as delegadas entoaram a canção “Maria, Maria”, de Milton Nascimento e Fernando Brant, símbolo de resistência e da força feminina. O gesto emocionou as participantes e reforçou a unidade do movimento.</p>
<p>As propostas aprovadas ao longo dos três dias serão incorporadas ao Plano Nacional de Políticas Públicas para Mulheres, orientando o governo federal na formulação de ações de proteção, inclusão e igualdade de gênero.</p>
<p>Para a ministra das Mulheres, Márcia Lopes, o encerramento da conferência não significa o fim da mobilização.</p>
<blockquote><p>“A conferência não acaba aqui. Ela continua nas comunidades, nos territórios de luta das mulheres que participaram e levarão essas pautas adiante até a realização da 6ª edição”, afirmou.</p></blockquote>
<p>Com vozes diversas, mas unidas por um objetivo comum, a 5ª CNPM consolidou-se como um marco da luta coletiva pela equidade e pelo reconhecimento das múltiplas experiências femininas no Brasil.</p>
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