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	<title>CNJ &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<description>Um Jornal que fala a língua do Brasil</description>
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	<title>CNJ &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Dino afirma que aposentadoria não deve ser usada como punição a juízes</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/dino-afirma-que-aposentadoria-nao-deve-ser-usada-como-punicao-a-juizes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2026 17:36:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, afirmou que a aposentadoria compulsória não pode ser considerada uma punição administrativa adequada para magistrados que cometem infrações graves. Segundo ele, nesses casos a sanção mais correta deve ser a perda do cargo, e não o afastamento remunerado. A aposentadoria compulsória é atualmente uma das penalidades previstas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino, afirmou que a aposentadoria compulsória não pode ser considerada uma punição administrativa adequada para magistrados que cometem infrações graves. Segundo ele, nesses casos a sanção mais correta deve ser a perda do cargo, e não o afastamento remunerado.</p>
<p>A aposentadoria compulsória é atualmente uma das penalidades previstas na legislação disciplinar da magistratura. Nessa situação, o juiz deixa o cargo, mas continua recebendo vencimentos proporcionais ao tempo de serviço, o que, na avaliação de Dino, não caracteriza punição efetiva.</p>
<p>Para o ministro, quando um magistrado comete uma falta grave — como corrupção ou venda de sentenças — a consequência deve ser mais rigorosa. O entendimento é que infrações graves precisam resultar na demissão ou perda do cargo, garantindo maior coerência com as punições aplicadas a outros servidores públicos.</p>
<p>A discussão também envolve a chamada Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), criada em 1979, que prevê a aposentadoria compulsória como a sanção disciplinar mais severa aplicada a juízes. A norma permite que magistrados punidos continuem recebendo remuneração, situação que tem sido alvo de críticas no debate público e jurídico.</p>
<p>O entendimento apresentado por Dino surgiu no julgamento de um caso envolvendo um juiz do estado do Rio de Janeiro e pode servir como referência para decisões semelhantes envolvendo magistrados em todo o país.</p>
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		<title>CNJ reforça limites da Polícia Militar em investigações criminais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cnj-reforca-limites-da-policia-militar-em-investigacoes-criminais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Lucio Antunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2025 16:29:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Diligências]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, por unanimidade, uma recomendação que orienta magistrados de todo o país a rejeitarem pedidos feitos diretamente pela Polícia Militar (PM) em processos criminais, quando não houver ciência prévia do Ministério Público (MP). A decisão foi tomada nesta terça-feira (28) e busca reafirmar os limites constitucionais de atuação das [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) aprovou, por unanimidade, uma recomendação que orienta magistrados de todo o país a rejeitarem pedidos feitos diretamente pela Polícia Militar (PM) em processos criminais, quando não houver ciência prévia do Ministério Público (MP). A decisão foi tomada nesta terça-feira (28) e busca reafirmar os limites constitucionais de atuação das forças policiais.</p>
<p>O texto aprovado reforça que a PM não possui atribuição legal para conduzir investigações criminais nem solicitar diligências, como mandados de busca e apreensão, exceto em casos de crimes militares cometidos por seus próprios integrantes.</p>
<p>A medida foi proposta após denúncia da Associação dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (ADPESP), que levou ao CNJ casos em que juízes paulistas concederam mandados solicitados diretamente pela PM-SP, sem conhecimento do MP. Entre os exemplos citados estão ações na Cracolândia, prisões em Bauru (SP) e buscas em imóveis por suspeita de tráfico.</p>
<h3>Divergência institucional</h3>
<p>Em 2022, o Supremo Tribunal Federal (STF) já havia reconhecido que a Polícia Militar poderia apresentar pedidos judiciais, desde que com aval do Ministério Público — condição que, segundo a ADPESP, tem sido desrespeitada.</p>
<p>“O que vemos é uma usurpação de competência por parte da PM, que deve se restringir à prevenção de delitos, e não à investigação”, afirmou o advogado Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, representante da associação. “Não pretendo levar clientes para depor em quartéis”, ironizou o defensor.</p>
<p>O relator do caso no CNJ, conselheiro Pablo Coutinho Barreto, ressaltou que as funções da Segurança Pública devem seguir estritamente os limites legais, lembrando que a Constituição atribui a investigação criminal apenas às polícias Civil e Federal.</p>
<h3>Regras reforçadas</h3>
<p>Pela nova recomendação, mesmo que o MP autorize o pedido da PM, a execução de qualquer mandado deverá contar com acompanhamento de agentes da Polícia Judiciária (Civil ou Federal) e de representantes do Ministério Público.</p>
<h3>Precedente internacional</h3>
<p>O CNJ também baseou a decisão em um precedente da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) — o chamado “caso Escher”, de 2009. Na ocasião, o Brasil foi condenado por violar direitos de militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), após a PM do Paraná interceptar ilegalmente ligações telefônicas sem autorização do MP.</p>
<p>O episódio, ocorrido em 1999, resultou na exposição indevida de conversas à imprensa e em uma onda de hostilidade contra o MST.</p>
<p>Com a nova recomendação, o CNJ pretende impedir a repetição de abusos semelhantes e preservar a integridade do processo penal brasileiro, reforçando o papel constitucional de cada força policial e do Ministério Público na garantia da legalidade e dos direitos fundamentais.</p>
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		<title>Governo e Judiciário lançam plano para melhorar situação dos presídios</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/governo-e-judiciario-lancam-plano-para-melhorar-situacao-dos-presidios/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2025 14:11:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo federal e o Judiciário lançaram, nesta quarta-feira (12), o Plano Pena Justa, um conjunto de ações para enfrentar os desafios do sistema prisional brasileiro. A iniciativa, elaborada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), prevê 50 ações e mais de 300 metas, a serem [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo federal e o Judiciário lançaram, nesta quarta-feira (12), o Plano Pena Justa, um conjunto de ações para enfrentar os desafios do sistema prisional brasileiro. A iniciativa, elaborada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ), prevê 50 ações e mais de 300 metas, a serem cumpridas até 2027.</p>
<p>O plano surge após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que, em outubro de 2023, reconheceu o estado de coisas inconstitucional nas prisões do país. O tribunal determinou a adoção de medidas urgentes para combater problemas como superlotação carcerária e condições insalubres.</p>
<figure id="attachment_81843" aria-describedby="caption-attachment-81843" style="width: 754px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-81843" src="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/02/13-Programa-Pena-Justa-tem-objetivo-de-empregar-e-oferecer-oportunidades-de-educacao-para-pessoas-no-sistema-prisional-Expresso-Carioca.webp?resize=754%2C503&#038;ssl=1" alt="Programa Pena Justa Tem Objetivo De Empregar E Oferecer Oportunidades De Educação Para Pessoas No Sistema Prisional - Expresso Carioca" width="754" height="503" srcset="https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/02/13-Programa-Pena-Justa-tem-objetivo-de-empregar-e-oferecer-oportunidades-de-educacao-para-pessoas-no-sistema-prisional-Expresso-Carioca.webp?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/02/13-Programa-Pena-Justa-tem-objetivo-de-empregar-e-oferecer-oportunidades-de-educacao-para-pessoas-no-sistema-prisional-Expresso-Carioca.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/02/13-Programa-Pena-Justa-tem-objetivo-de-empregar-e-oferecer-oportunidades-de-educacao-para-pessoas-no-sistema-prisional-Expresso-Carioca.webp?resize=150%2C100&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/www.expressocarioca.com.br/wp-content/uploads/2025/02/13-Programa-Pena-Justa-tem-objetivo-de-empregar-e-oferecer-oportunidades-de-educacao-para-pessoas-no-sistema-prisional-Expresso-Carioca.webp?resize=750%2C500&amp;ssl=1 750w" sizes="(max-width: 754px) 100vw, 754px" /><figcaption id="caption-attachment-81843" class="wp-caption-text">Programa Pena Justa tem objetivo de empregar e oferecer oportunidades de educação para pessoas no sistema prisional. &#8211; Foto: Fellipe Sampaio /STF</figcaption></figure>
<h3><strong>Quatro eixos principais</strong></h3>
<p>O Plano Pena Justa se estrutura em quatro frentes de atuação:</p>
<p><strong>Superlotação</strong> – Ampliação do uso de medidas cautelares alternativas para reduzir o excesso de presos no sistema.<br />
<strong>Insalubridade</strong> – Garantia de acesso à água potável, alimentação adequada e saneamento básico nas unidades prisionais.<br />
<strong>Reintegração</strong> – Programas de trabalho, educação e geração de renda para detentos, visando a ressocialização.<br />
<strong>Redução da Reincidência</strong> – Ações para evitar que ex-detentos voltem a cometer crimes.</p>
<p>Para impulsionar o plano, foram assinados acordos de cooperação com órgãos como o Ministério dos Transportes, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). A parceria visa oferecer oportunidades de trabalho para egressos do sistema prisional.</p>
<p>A primeira fase do projeto será a criação de comitês estaduais de políticas penais, responsáveis pela execução e monitoramento das ações.</p>
<h3><strong>Mudança de paradigma</strong></h3>
<p>Durante o lançamento do plano, o presidente do STF e CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, afirmou que o sistema prisional fortalece o crime organizado e precisa de reformas estruturais. <em>&#8220;Os presos perderam a liberdade, mas não a dignidade&#8221;</em>, enfatizou.</p>
<p>Já o ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, destacou que a cultura excessivamente punitivista do país contribui para a situação crítica dos presídios. <em>&#8220;É necessário romper com essa mentalidade e adotar medidas firmes e eficazes para garantir um sistema mais justo&#8221;</em>, afirmou.</p>
<p>Com a implementação do Plano Pena Justa, o governo e o Judiciário esperam modernizar o sistema carcerário, proporcionando mais segurança, dignidade e oportunidades de reintegração para os detentos.</p>
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		<item>
		<title>CNJ Autoriza repasse de multas para combate às queimadas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cnj-autoriza-repasse-de-multas-para-combate-as-queimadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Sep 2024 22:54:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) autorizou nesta terça-feira (17) o repasse de recursos arrecadados com multas e penas pecuniárias para apoiar o combate às queimadas em todo o Brasil. A decisão faz parte de um esforço nacional para conter a destruição ambiental, especialmente causada por queimadas criminosas. Além disso, o CNJ determinou que juízes [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) autorizou nesta terça-feira (17) o repasse de recursos arrecadados com multas e penas pecuniárias para apoiar o combate às queimadas em todo o Brasil. A decisão faz parte de um esforço nacional para conter a destruição ambiental, especialmente causada por queimadas criminosas.</p>
<p>Além disso, o CNJ determinou que juízes em todo o país priorizem o julgamento de processos relacionados a infrações ambientais, incluindo a imposição de medidas cautelares como buscas, apreensões e prisões preventivas.</p>
<p>O modelo de repasse será semelhante ao adotado pelo Judiciário para ajudar a Defesa Civil do Rio Grande do Sul após as enchentes que devastaram parte do estado em maio de 2024, quando R$ 198 milhões foram destinados para socorro.</p>
<p>Ontem (16), o presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, enfatizou a necessidade de uma ação rigorosa contra as queimadas criminosas, destacando a preocupação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a impunidade dos responsáveis.</p>
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		<item>
		<title>CNJ Divulga Levantamento sobre Igualdade Racial e de Gênero no Judiciário</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cnj-divulga-levantamento-sobre-igualdade-racial-e-de-genero-no-judiciario/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 May 2024 21:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
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		<category><![CDATA[Gênero]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou na terça-feira (28) o mais recente levantamento sobre igualdade racial e de gênero no Judiciário brasileiro, conforme os dados da pesquisa Justiça em Números 2024. No Brasil, 14,25% dos juízes se declaram negros, enquanto a porcentagem sobe para 27,1% entre os servidores do Poder Judiciário. A Justiça Eleitoral [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) divulgou na terça-feira (28) o mais recente levantamento sobre igualdade racial e de gênero no Judiciário brasileiro, conforme os dados da pesquisa Justiça em Números 2024. No Brasil, 14,25% dos juízes se declaram negros, enquanto a porcentagem sobe para 27,1% entre os servidores do Poder Judiciário.</p>
<p>A Justiça Eleitoral apresenta o maior percentual de magistrados negros (18,1%), seguida pela Justiça do Trabalho (15,9%), Justiça Estadual (13,1%), Justiça Federal (11,6%) e Justiça Militar (6,7%). Em termos regionais, os tribunais do Acre, Piauí, Sergipe e Bahia têm os maiores índices de juízes negros, enquanto os tribunais do Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina têm a menor presença de magistrados negros.</p>
<p>Comentando as estatísticas, o presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, destacou que o órgão já implementou medidas para aumentar o número de juízes negros, incluindo um programa de bolsas para financiar os estudos de candidatos negros à magistratura. Ele afirmou: &#8220;Nós pretendemos mudar progressivamente essa estatística, que não reflete a demografia da sociedade brasileira.&#8221;</p>
<p>No que diz respeito à participação feminina, a pesquisa mostra que a média nacional de juízas é de 36,8%, com o número de servidoras atingindo 53,3%. A Justiça do Trabalho lidera com 39,7% de juízas, seguida pela Justiça Estadual (38,2%), Justiça Eleitoral (32,9%) e Justiça Federal (31,3%). Os tribunais superiores (23,2%) e a Justiça Militar (22,2%) têm a menor presença de magistradas.</p>
<p>Barroso observou que o percentual mais baixo de mulheres na magistratura ocorre na Justiça de segunda instância, com a média nos tribunais regionais federais abaixo de 20%. Ele mencionou a política do CNJ de alternância nas promoções por merecimento, onde a promoção de um homem deve ser seguida pela promoção de uma mulher, visando equilibrar raça e gênero na Justiça brasileira.</p>
<p>Além disso, a pesquisa revelou que a produtividade do Judiciário aumentou 7% em 2023. O custo do Judiciário foi de R$ 132,8 bilhões, equivalente a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto a Justiça arrecadou R$ 68 bilhões para os cofres públicos.</p>
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		<item>
		<title>Semana Nacional do Registro Civil facilita expedição de documentos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/semana-nacional-do-registro-civil-facilita-expedicao-de-documentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 May 2024 14:12:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[certidão de casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Certidão de Nascimento]]></category>
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		<category><![CDATA[RG]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o lema Registre-se! – Sua História tem Nome e Sobrenome, a segunda edição da Semana Nacional do Registro Civil pretende contribuir para o resgate da cidadania de brasileiros que se encontram invisíveis na sociedade por não ter certidão de nascimento. Promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a ação segue até sexta-feira (16) e [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Com o lema Registre-se! – Sua História tem Nome e Sobrenome, a segunda edição da Semana Nacional do Registro Civil pretende contribuir para o resgate da cidadania de brasileiros que se encontram invisíveis na sociedade por não ter certidão de nascimento.</p>
<p>Promovida pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), a ação segue até sexta-feira (16) e é voltada para a inclusão social, &#8220;possibilitando a expedição de RG, CPF, certidões [nascimento, casamento e óbito], entre outros documentos”.</p>
<p>Nesta edição, estão previstos atendimentos a pessoas privadas de liberdade e a pessoas que deixaram o sistema prisional e encontram-se em processo de reintegração.</p>
<p>Também estão previstos 271 casamentos de indígenas. “Na comunidade indígena Belém do Solimões, está programado o ‘sim’ coletivo dos casais, a maioria do povo Ticuna”, informou o CNJ. Localizada a 12 quilômetros de Tabatinga (mil quilômetros de Manaus), essa comunidade tem cerca de 8 mil moradores.</p>
<p>“Para assegurar que os noivos possam compreender e participar plenamente da cerimônia, dez tradutores cedidos pela Funai estarão presentes, auxiliando aqueles que não falam português”, detalhou o CNJ, que programou atividades do Registre-se! nos municípios de Barcelos, Benjamin Constant e Tabatinga, além de Manaus.</p>
<p>Ainda segundo o CNJ, o Registre-se! tem por base o Programa de Enfrentamento ao Sub-registro Civil e de Ampliação ao Acesso de Documentação Básica por Pessoas Vulneráveis, que busca erradicar o sub-registro de nascimento e ampliar o acesso à documentação civil básica a todos os brasileiros.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>Maioria do CNJ derruba decisão que afastou juíza Gabriela Hardt</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/maioria-do-cnj-derruba-decisao-que-afastou-juiza-gabriela-hardt/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 17 Apr 2024 02:25:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Decisão]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[juíza Gabriela Hardt]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Operação Lava Jato]]></category>
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					<description><![CDATA[O plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu nesta terça-feira (16) derrubar a decisão que afastou do cargo a juíza federal Gabriela Hardt, ex-magistrada da Operação Lava Jato. Por maioria de votos, o conselho não referendou a liminar proferida ontem (15) pelo corregedor nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão, diante das suspeitas de irregularidades [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>O plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu nesta terça-feira (16) derrubar a decisão que afastou do cargo a juíza federal Gabriela Hardt, ex-magistrada da Operação Lava Jato.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Por maioria de votos, o conselho não referendou a liminar proferida ontem (15) pelo corregedor nacional de Justiça, Luís Felipe Salomão, diante das suspeitas de irregularidades na decisão da magistrada, assinada em 2019, que autorizou o repasse de cerca de R$ 2 bilhões oriundos de acordos de delação firmado com os investigados para um fundo que seria gerido pela força-tarefa da Lava Jato. Atualmente, Gabriela atua na 23ª Vara Federal em Curitiba.</p>
<p>Durante o julgamento, o corregedor reafirmou voto favorável ao afastamento de Gabriela Hardt. Segundo Salomão, o processo sobre a destinação dos recursos desviados da estatal tramitou de forma ilegal e envolveu apenas o Ministério Público e a 13ª Vara federal em Curitiba, de forma sigilosa e sem representantes do governo brasileiro.</p>
<p>No entendimento de Salomão, os recursos não poderiam ser transferidos para o fundo. &#8220;O que eu percebi é que essa operação fez um combate primoroso de práticas de corrupção que vitimaram a Petrobras. Em um dado momento, se percebe a mudança dessa chave, onde o foco passa a ser o desvio&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo o relator, a juíza teve participação na criação da fundação. Para o corregedor, os recursos desviados da Petrobras deveriam ser apreendidos e devolvidos a estatal e seus acionistas.</p>
<p>&#8220;Não tenho a menor dúvida de que houve participação dela nessa cooperação para a criação dessa fundação privada, com o desvio do dinheiro público&#8221;, completou.</p>
<p>O presidente do CNJ, ministro Luís Roberto Barroso, abriu a divergência e votou contra o afastamento. Barroso disse que a legislação prevê que um magistrado só pode ser afastado por decisão colegiada e por quórum de maioria absoluta. A decisão de Salomão foi feita de forma individual.</p>
<p>“Medida ilegítima e arbitraria”, declarou Barroso.</p>
<p>Barroso também questionou a afastamento de Gabriela Hardt cinco anos após a homologação do acordo. Para o presidente, Gabriela está sendo punida antes da abertura do processo disciplinar. “Essa moça não tinha nenhuma mácula na carreira pra ser afastada sumariamente”, completou.</p>
<p>Apesar de anular o afastamento de Gabriela Hardt, o CNJ manteve o afastamento dos desembargadores do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região Thompson Flores e Loraci Flores.</p>
<p>Eles também foram afastados pela decisão proferida pelo corregedor. Para Salomão, foi descumprida uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que suspendeu os processos contra o ex-juiz da Lava Jato Eduardo Appio. Eles faziam parte da 8ª turma do TRF, colegiado que deliberou sobre o caso e afastou Appio do cargo.</p>
<p>O juiz federal Danilo Pereira, que também participou do julgamento, foi afastado pelo corregedor, no entanto, o conselho anulou o afastamento. Atualmente, ele comanda a 13ª Vara Federal, a vara da Lava Jato.</p>
<h2>Defesa</h2>
<p>Durante o julgamento, o advogado Nefi Cordeiro, que também representou os desembargadores, afirmou que não há “fundamentos mínimos” para o afastamento dos magistrados. “Eles são desembargadores federais com larga experiência, com imaculada ficha funcional, exemplo de julgadores”, afirmou.</p>
<p>A defesa do juiz Danilo Pereira afirmou que o magistrado participou uma única vez, na condição de juiz convocado, da sessão da 8ª Turma e “não tinha consciência” de que estaria descumprindo uma decisão do STF.</p>
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		<title>CNJ aponta dificuldade de acesso de adolescentes internos a documentos</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cnj-aponta-dificuldade-de-acesso-de-adolescentes-internos-a-documentos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Dec 2023 15:52:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos Humanos]]></category>
		<category><![CDATA[Adolescentes]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Documentação]]></category>
		<category><![CDATA[ECA]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Medida Socioeducativa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Pnud]]></category>
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					<description><![CDATA[À frente da sala de aula, o professor e sociólogo brasiliense Emerson Franco, de 34 anos, mergulha na própria memória para ensinar. Adolescentes do sistema de ressocialização escutam a história do rapaz que, aos 15 anos (no ano de 2004), viu-se envolvido em furtos, foi apreendido e, depois de adulto, preso. Aos garotos, ele explica [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>À frente da sala de aula, o professor e sociólogo brasiliense Emerson Franco, de 34 anos, mergulha na própria memória para ensinar. Adolescentes do sistema de ressocialização escutam a história do rapaz que, aos 15 anos (no ano de 2004), viu-se envolvido em furtos, foi apreendido e, depois de adulto, preso. Aos garotos, ele explica o que aprendeu e diz que é possível dar a volta por cima. Quem sabe se tornar um professor como ele. <img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Em uma das aulas, Emerson fala sobre a necessidade de conhecer direitos elementares, como o de ter um documento. “Eu tinha meu RG [documento de identidade], certidão de nascimento, mas isso está longe de ser uma regra”, afirmou, em entrevista.  Inclusive, a dificuldade de adolescentes com documentação vai ao encontro de uma pesquisa divulgada nesta quarta (13) pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), intitulada <a href="https://www.cnj.jus.br/wp-content/uploads/2023/12/diagnostico-emissao-digital.pdf" target="_blank" rel="noopener">Diagnóstico da Emissão de Documentos Básicos no Sistema Socioeducativo: Atendimento Inicial em Meio Fechado</a>.</p>
<p>O levantamento inédito revela que seis unidades federativas (Goiás, Alagoas, Espírito Santo, São Paulo, Distrito Federal e Santa Catarina) têm projetos específicos para emissão de documentos para adolescentes envolvidos em atos infracionais. Não proporcionar programas nesse sentido pode gerar impacto direto nas vidas de adolescentes e jovens, mostra a pesquisa. Segundo o CNJ, cerca de 12 mil adolescentes cumprem medidas em meio fechado, e mais de 117 mil em meio aberto no Brasil.</p>
<p>A pesquisa foi realizada entre outubro e dezembro de 2022 pelo programa Fazendo Justiça, coordenado pelo CNJ em parceria com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) para transformar a privação de liberdade.</p>
<h2>Direito básico</h2>
<p>Conforme testemunha o <a href="https://www.instagram.com/emerson.franco/" target="_blank" rel="noopener">professor Emerson Franco</a>, que atualmente é palestrante voluntário no sistema socioeducativo, com o projeto Papo Franco (que ele realiza há sete anos), ainda há, de fato, dificuldades para que o adolescente no cumprimento da medida possa obter a primeira documentação. “Da delegacia para o sistema de internação, acontece de sumir documentação de adolescente ou mesmo de chegar sem nenhum tipo de documentação.”</p>
<p>Emerson entende, porém, que, conforme garantia do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), há mais atenção. “A  documentação é um direito básico, inclusive de segurança, e para a pessoa reconquistar sua cidadania.”</p>
<p>Esse tema é abordado nas palestras do professor Emerson. “Eu sempre converso com os assistentes sociais e com os psicólogos para saber como está a documentação de cada adolescente. É básico para a pessoa receber algum tipo de benefício ou progressão.”</p>
<h2>Isenções</h2>
<p>O estudo do CNJ chama a atenção ainda para o fato de que o acesso à Central de Informações do Registro Civil (CRC), que é utilizada para localizar registros de nascimento, está disponível em somente em seis estados: Amazonas, Tocantins, Ceará, Pernambuco, Rio de Janeiro e Santa Catarina.</p>
<p>Para obter a documentação, a maior parte dos estados isenta grupos vulnerabilizados (como são os adolescentes em sistema de ressocialização) da taxa para a emissão da segunda via do RG. No entanto, não adotam essa política os estados do Acre, Ceará, de Mato Grosso do Sul, do Paraná, de Roraima, São Paulo e do Tocantins, segundo o levantamento.</p>
<h2>Estratégias</h2>
<p>Para o coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas do CNJ, Luís Lanfredi, viabilizar o acesso à documentação civil de adolescentes no âmbito do sistema socioeducativo é medida crucial para superação de estigmas e também para evitar métodos invasivos de identificação compulsória. “O CNJ entende que o direito à documentação é fundamental porque viabiliza diversos outros direitos para o pleno exercício da cidadania”, afirmou Lanfredi, em texto divulgado pelo conselho.</p>
<p>Para o juiz Edinaldo César Santos Junior, também do CNJ, que atua na área socioeducativa, uma das principais recomendações do estudo é a realização de convênios e o estímulo a legislações que garantam a gratuidade da documentação para jovens e adolescentes em cumprimento de medida socioeducativa. A gratuidade e a facilidade de acesso são estratégias indicadas no estudo.</p>
<p>&#8220;O relatório é um chamado à ação. Nós, como sociedade, temos a responsabilidade de agir com base nessas descobertas para garantir que cada adolescente e jovem tenha acesso irrestrito aos documentos que são fundamentais para o exercício pleno da cidadania&#8221;, ressaltou o juiz.</p>
<p>Entre as estratégias para enfrentar tal situação, destaca-se a necessidade de reforçar, na educação dos adolescentes, uma compreensão aprofundada do papel dos documentos e sua conexão com os direitos básicos. É preciso “entender a função de cada um dos documentos a ser emitido, a relação desses documentos com o exercício dos direitos civis, políticos, sociais e culturais, bem como o acesso permanente às informações e aos documentos emitidos”, diz o levantamento.</p>
<p>Mobilizar os adolescentes para buscarem identificação e se sentirem como plenos em direitos de cidadania pode ser o primeiro passo para a mudança de rumo, enfatiza o professor Emerson Franco. As lembranças de garoto e de ex-detento não estão omitidas. “Busco conscientizar para que eles não façam as coisas erradas que eu fiz. Falar com eles é uma missão de vida para mim”, desabafa. Uma missão de um homem livre, com crachá de professor e identidade renovada.</p>
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		<title>CNJ promove semana de negociação de dívidas tributárias em todo o país</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/cnj-promove-semana-de-negociacao-de-dividas-tributarias-em-todo-o-pais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Dec 2023 14:46:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Nacional de Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[dívidas tributárias]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Negociação]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[semana]]></category>
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					<description><![CDATA[Começa hoje (11) em todo o país a 1ª Semana Nacional de Regularização Tributária, iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que conta com a adesão de 33 entes federativos, entre estados e municípios, além da União. Ao aderir à semana, os órgãos responsáveis pela cobrança de impostos se comprometeram a dar condições vantajosas para que [&#8230;]]]></description>
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<p>Começa hoje (11) em todo o país a 1ª Semana Nacional de Regularização Tributária, iniciativa do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que conta com a adesão de 33 entes federativos, entre estados e municípios, além da União.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Ao aderir à semana, os órgãos responsáveis pela cobrança de impostos se comprometeram a dar condições vantajosas para que o contribuinte em atraso regularize sua situação.</p>
<p>No caso da União, por exemplo, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) divulgou as condições de negociação por meio de edital lançado no mês passado. São elegíveis à adesão dívidas tributárias de até R$ 50 milhões.</p>
<p>As condições de descontos e parcelamentos variam. No caso dos inscritos na dívida ativa da União, por exemplo, é possível regularizar a situação com o pagamento de 6% de entrada e até 114 prestações mensais, podendo haver até 100% de desconto no valor de juros, multas e encargos legais.</p>
<p>No caso das dívidas federais, a adesão às condições especiais pode ser feita no <a href="https://www.regularize.pgfn.gov.br/" target="_blank" rel="noopener">portal Regularize</a>, da PGFN, desde as 8h desta segunda-feira (3).</p>
<p>Dados de 2023 do relatório Justiça em Números, mostram que as execuções fiscais &#8211; dívidas tributárias reconhecidas e em fase de cobrança &#8211; são 34% de todos os casos pendentes na Justiça, ou 27,3 milhões de processos.</p>
<p>Além da União, outros grande litigantes tributários aderiram à semana de negociação, entre eles a cidade de São Paulo, que sozinha figura como parte em 836.279 processos de execução fiscal. Participa também Salvador, com estoque de 359.155 processos de cobrança de impostos.</p>
<p>Para negociações com os fiscos locais, o contribuinte deve buscar o Tribunal de Justiça de seu estado, onde os mutirões estarão sendo realizados.</p>
<p>Para marcar o lançamento da iniciativa, o CNJ organizou um seminário sobre a Semana Nacional de Regularização, que pode ser acompanhado ao vivo pelo <a href="https://www.youtube.com/watch?v=Pi269qlb6B4" target="_blank" rel="noopener">canal do órgão no YouTube</a>.</p>
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		<title>Observatório do CNJ vai acompanhar situação de emergência em Maceió</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/observatorio-do-cnj-vai-acompanhar-situacao-de-emergencia-em-maceio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 02 Dec 2023 13:57:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[afundamento do solo]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso Carioca]]></category>
		<category><![CDATA[Maceió]]></category>
		<category><![CDATA[mina da Braskem]]></category>
		<category><![CDATA[Sal-gema]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai acompanhar a situação emergencial decretada em Maceió pelo afundamento de uma mina de exploração de sal-gema da Braskem. De acordo com o CNJ, o agravamento da situação será analisado pelo Observatório de Causas de Grande Repercussão, órgão que tem a função de monitorar processos sobre desastres e demais [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
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<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) vai acompanhar a situação emergencial decretada em Maceió pelo afundamento de uma mina de exploração de sal-gema da Braskem.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>De acordo com o CNJ, o agravamento da situação será analisado pelo Observatório de Causas de Grande Repercussão, órgão que tem a função de monitorar processos sobre desastres e demais questões com grande repercussão.</p>
<p>A questão do afundamento provocado pela mina é acompanhada pelo observatório desde 2019. Estão em tramitação na Justiça pelo menos três ações civis públicas que tratam dos danos ambientais provocados pela empresa e para anular o acordo feito pela prefeitura de Maceió para indenização pelos prejuízos causados com o afundamento.</p>
<p>Mais cedo, o governo federal autorizou o reconhecimento do estado de situação de emergência na capital alagoana.</p>
<p>A situação é mais grave nos bairros de Mutange, Pinheiro e Bebedouro, que sofreram nos últimos dias abalos sísmicos devido à movimentação da cavidade de uma das minas da Braskem.</p>
<p>Ontem (30), a prefeitura de Maceió decretou situação de emergência por 180 dias por causa do iminente colapso da mina 18, que pode provocar o afundamento do solo em vários bairros. A área já está desocupada e a circulação de embarcações da população está restrita na região da Lagoa Mundaú, no bairro do Mutange.</p>
<p>A Defesa Civil de Maceió informou que a última medição apontou que a movimentação vertical acumulada na área é de 1,42 metro e a velocidade vertical é de 2,6 centímetros por hora.</p>
<p>Em nota, a Braskem disse que continua mobilizada e monitorando a situação da mina 18, tomando as medidas cabíveis para minimização do impacto de possíveis ocorrências e que a área está isolada desde terça-feira (28). A empresa ressalta que a região está desabitada desde 2020.</p>
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