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	<title>Clima &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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	<title>Clima &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Centros de dados impulsionados por IA ampliam impacto ambiental e criam “ilhas de calor”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Mar 2026 14:35:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O crescimento acelerado da inteligência artificial tem provocado efeitos ambientais cada vez mais evidentes, especialmente em regiões que concentram grandes centros de dados. Segundo estudo recente, essas estruturas já contribuem para a formação de “ilhas de calor”, elevando a temperatura em áreas urbanas e exigindo maior consumo de energia. Os data centers, responsáveis por processar [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento acelerado da inteligência artificial tem provocado efeitos ambientais cada vez mais evidentes, especialmente em regiões que concentram grandes centros de dados. Segundo estudo recente, essas estruturas já contribuem para a formação de “ilhas de calor”, elevando a temperatura em áreas urbanas e exigindo maior consumo de energia.</p>
<p>Os data centers, responsáveis por processar e armazenar grandes volumes de informações, operam com equipamentos que demandam resfriamento constante. Esse processo gera calor excessivo, que é liberado no ambiente, impactando diretamente o microclima das regiões onde estão instalados. Em áreas com alta concentração dessas estruturas, o efeito pode ser ainda mais intenso.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, o avanço da inteligência artificial tem ampliado a necessidade de infraestrutura tecnológica robusta, com servidores cada vez mais potentes e energeticamente exigentes. Esse cenário contribui para o aumento do consumo de eletricidade e, consequentemente, das emissões associadas à geração de energia.</p>
<p>Além do impacto térmico, especialistas destacam que o funcionamento contínuo desses centros pressiona sistemas de abastecimento energético e hídrico, já que muitos utilizam grandes volumes de água para refrigeração. Em alguns casos, isso pode gerar conflitos com o uso local de recursos naturais, principalmente em regiões com escassez hídrica.</p>
<p>O estudo também indica que o crescimento da demanda por serviços digitais e ferramentas baseadas em inteligência artificial tende a intensificar esses desafios nos próximos anos. Empresas e governos já discutem alternativas para reduzir os impactos, como o uso de fontes renováveis, tecnologias de resfriamento mais eficientes e a descentralização dos data centers.</p>
<p>A discussão sobre sustentabilidade no setor tecnológico ganha relevância à medida que a inteligência artificial se torna mais presente no cotidiano, evidenciando a necessidade de equilibrar inovação com responsabilidade ambiental.</p>
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		<title>Inmet alerta para formação de ciclone no Sudeste a partir de sexta-feira</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/inmet-alerta-para-formacao-de-ciclone-no-sudeste-a-partir-de-sexta-feira/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2026 23:49:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Chuvas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para a formação de um ciclone na região Sudeste do Brasil a partir desta sexta-feira (30), com potencial para provocar grandes volumes de chuva, tempestades e transtornos em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais. De acordo com o órgão, o ciclone [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu alerta para a formação de um ciclone na região Sudeste do Brasil a partir desta sexta-feira (30), com potencial para provocar grandes volumes de chuva, tempestades e transtornos em áreas de São Paulo, Rio de Janeiro e sul de Minas Gerais.</p>
<p>De acordo com o órgão, o ciclone deve se formar próximo ao litoral do Sudeste, intensificando as instabilidades atmosféricas. Na Serra da Mantiqueira, os acumulados de chuva podem ultrapassar 100 milímetros, enquanto no litoral paulista os volumes previstos superam os 60 milímetros.</p>
<p>A atuação do sistema também aumenta o risco de tempestades na cidade de São Paulo ao longo da sexta-feira, com possibilidade de queda de granizo em diversas regiões do estado. O fenômeno pode ainda atingir municípios vizinhos de Minas Gerais, especialmente no Triângulo Mineiro.</p>
<p>No sábado (31), as áreas mais afetadas pelas chuvas devem se concentrar entre o Triângulo Mineiro e o estado do Rio de Janeiro, com acumulados que podem novamente superar os 100 milímetros em um intervalo de 24 horas. Há ainda previsão de tempestades localizadas entre o norte de Santa Catarina, o leste do Paraná e o sul de São Paulo.</p>
<p>Segundo o Inmet, a tendência é que o ciclone continue atuando até o início da próxima semana, favorecendo a formação de um canal de umidade entre o Espírito Santo e Mato Grosso, o que pode prolongar o período de instabilidade.</p>
<h3>Frente fria avança pelo Sul</h3>
<p>Antes da formação do ciclone, a passagem de uma frente fria a partir desta quinta-feira (29) já deve provocar chuvas intensas e tempestades isoladas no Paraná e em Santa Catarina. As áreas com maior risco incluem a região metropolitana de Curitiba, o norte catarinense, o Vale do Itajaí e a região serrana de Santa Catarina.</p>
<p>Nessas localidades, há previsão de temporais com raios, rajadas de vento e queda de granizo, além de acumulados de chuva que podem chegar a 100 milímetros em 24 horas.</p>
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		<title>Tornado com ventos de até 180 km/h provoca destruição em cidade do Paraná</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/tornado-com-ventos-de-ate-180-km-h-provoca-destruicao-em-cidade-do-parana/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Eliane Gervasio]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 11 Jan 2026 19:20:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[A cidade de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), foi atingida por um tornado no início da noite deste sábado (10), causando destelhamento de residências, queda de árvores, danos à rede elétrica e interrupção de serviços urbanos. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), os [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba (PR), foi atingida por um tornado no início da noite deste sábado (10), causando destelhamento de residências, queda de árvores, danos à rede elétrica e interrupção de serviços urbanos. De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), os ventos chegaram a 180 km/h, intensidade que enquadra o fenômeno na categoria F2 da escala Fujita, que vai até o nível F5.</p>
<p>A área mais afetada foi o bairro de Guatupê, onde cerca de 350 casas tiveram os telhados destruídos, segundo a Defesa Civil. Ao todo, aproximadamente 1,2 mil pessoas foram impactadas. Duas famílias ficaram desalojadas e precisaram ser acolhidas por parentes. Duas pessoas sofreram ferimentos leves.</p>
<p>Além dos danos às residências, os ventos fortes derrubaram portões, árvores e postes, provocaram o desligamento de semáforos, causaram queda de energia elétrica e destruíram um galpão na região.</p>
<p>Em resposta à situação de emergência, a prefeita Nina Singer informou que foi montado um ponto de apoio na subprefeitura de Guatupê, onde estão sendo distribuídas lonas para proteção provisória das casas atingidas. A Defesa Civil estadual enviou 2,6 mil telhas para auxiliar na reconstrução das moradias danificadas.</p>
<p>Equipes municipais seguem mobilizadas para avaliar os estragos, restabelecer serviços essenciais e prestar assistência às famílias afetadas.</p>
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		<title>Onda de calor no Rio de Janeiro já leva mais de 5 mil pessoas a buscar atendimento médico</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/onda-de-calor-no-rio-de-janeiro-ja-leva-mais-de-5-mil-pessoas-a-buscar-atendimento-medico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Feb 2025 21:19:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Altas Temperaturas]]></category>
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					<description><![CDATA[As altas temperaturas registradas no Rio de Janeiro em 2025 já fizeram com que mais de 5 mil pessoas procurassem atendimento médico na rede pública de saúde. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-RJ), os casos incluem desidratação, agravamento de doenças crônicas e outros problemas relacionados ao calor extremo. Somente em janeiro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As altas temperaturas registradas no Rio de Janeiro em 2025 já fizeram com que mais de 5 mil pessoas procurassem atendimento médico na rede pública de saúde. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Saúde (SMS-RJ), os casos incluem desidratação, agravamento de doenças crônicas e outros problemas relacionados ao calor extremo.</p>
<p>Somente em janeiro, cerca de 3 mil atendimentos foram realizados nas Unidades de Pronto Atendimento (UPA), Coordenações de Emergência Regional (CER) e hospitais da cidade. Nos primeiros 18 dias de fevereiro, esse número já alcançou 2,4 mil. A maior preocupação das autoridades é com idosos e crianças, que são mais vulneráveis à desidratação e complicações decorrentes do calor intenso.</p>
<p>A onda de calor que atinge a cidade levou a Prefeitura a anunciar novas ações para proteger a população, incluindo a abertura de 58 pontos de resfriamento e reforço na orientação sobre hidratação e cuidados com a exposição ao sol.</p>
<h3><strong>Impacto do Calor Extremo na Saúde Pública</strong></h3>
<p>Em entrevista à <em>Agência Brasil</em>, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, afirmou que estudos baseados nos últimos 12 anos de monitoramento indicam que os dias mais quentes aumentam significativamente a mortalidade por doenças como diabetes, hipertensão, insuficiência cardíaca e insuficiência renal.</p>
<p>“Hoje, conseguimos comprovar com dados que os dias mais quentes são os dias em que temos a maior mortalidade por diabete, hipertensão, insuficiências cardíaca e insuficiência renal”, explicou o secretário.</p>
<p>Desde 2024, a cidade adota o <em>Protocolo de Enfrentamento ao Calor Extremo</em>, que define cinco níveis de alerta, variando conforme a temperatura e a umidade relativa do ar. Segundo o Centro de Inteligência Epidemiológica (CIE), o Rio passou 27 dos primeiros 45 dias de 2025 fora do nível mais baixo (Calor 1). Na última segunda-feira (17), a cidade entrou no nível <strong>Calor 4</strong>, com temperaturas entre 40°C e 44°C por pelo menos três dias consecutivos.</p>
<h3><strong>Medidas de Prevenção e Hidratação</strong></h3>
<p>Diante da previsão de mais dias de calor extremo, a Prefeitura do Rio reforçou ações para proteger a população. Entre as medidas anunciadas pelo prefeito Eduardo Paes estão:</p>
<ul>
<li><strong>58 pontos de resfriamento</strong> espalhados pela cidade;</li>
<li><strong>Recomendação de pausas para hidratação</strong> de trabalhadores expostos ao sol;</li>
<li><strong>Reforço na rede de saúde</strong> para atender casos de complicações relacionadas ao calor;</li>
<li><strong>Campanhas de conscientização</strong>, alertando para a importância da ingestão de água e do uso de roupas leves.</li>
</ul>
<p>O secretário Daniel Soranz ressaltou que evitar a exposição ao sol nos horários mais quentes e manter a hidratação constante são atitudes essenciais para prevenir complicações. “Com hidratação, podemos evitar alguns tipos de internação e o agravamento de algumas doenças”, afirmou.</p>
<h3><strong>Carnaval e Preparação para Atender Foliões</strong></h3>
<p>Com a chegada do Carnaval, que deve movimentar mais de R$ 12 bilhões no país, segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC), a Prefeitura do Rio também preparou uma estrutura especial para atender foliões que enfrentam o calor intenso.</p>
<p>A Secretaria Municipal de Saúde instalou <strong>quatro postos médicos no Sambódromo</strong> e reforçou a assistência nos principais blocos da cidade. A expectativa é de que <strong>1 milhão de foliões</strong> participem da festa no Rio de Janeiro.</p>
<p>Com a continuidade das temperaturas elevadas, as autoridades seguem monitorando a situação e alertando para os riscos do calor extremo, especialmente para os grupos mais vulneráveis.</p>
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		<item>
		<title>Guterres Classifica Degelo na Antártida como &#8220;Devastador&#8221; e Apela a Ações na COP28</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/guterres-classifica-degelo-na-antartida-como-devastador-e-apela-a-acoes-na-cop28/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2023 15:16:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Antártida]]></category>
		<category><![CDATA[António Guterrez]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, durante sua visita à região, expressou profunda preocupação com a &#8220;aceleração absolutamente devastadora&#8221; do degelo na Antártida. Guterres, acompanhado pelo presidente chileno Gabriel Bori, destacou a urgência de ações intensas durante a 28ª Conferência da ONU sobre o Clima (COP28), que terá início em Dubai. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, durante sua visita à região, expressou profunda preocupação com a &#8220;aceleração absolutamente devastadora&#8221; do degelo na Antártida. Guterres, acompanhado pelo presidente chileno Gabriel Bori, destacou a urgência de ações intensas durante a 28ª Conferência da ONU sobre o Clima (COP28), que terá início em Dubai.</p>
<p>&#8220;A Antártida está acordando, e o mundo tem que acordar&#8221;, declarou Guterres, descrevendo a região como um &#8220;gigante adormecido&#8221;. Ele enfatizou a importância da COP28 como uma oportunidade para as nações concordarem com a eliminação progressiva dos combustíveis fósseis e cumprir os objetivos do Acordo de Paris, visando manter o aquecimento global abaixo de 1,5 graus Celsius.</p>
<p>O líder da ONU destacou a necessidade de compromissos com projetos de energia renovável e melhorias na eficiência energética das redes e tecnologias existentes. O evento acontecerá de 30 de novembro a 12 de dezembro no Dubai, em um momento em que as projeções da ONU indicam um aquecimento global de 2,5°C a 2,9°C até o final do século.</p>
<p>Relatórios recentes, incluindo um do Painel Intergovernamental sobre as Alterações Climáticas (IPCC), alertaram sobre a urgência de reduzir as emissões pela metade até 2030 para evitar um aumento de temperatura acima de 1,5 graus Celsius. Estudos indicam que o degelo da Antártida é &#8220;inevitável&#8221; devido ao aumento das temperaturas, contribuindo para a elevação do nível global do mar.</p>
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		<item>
		<title>Lula: mudança climática e desigualdade são principais desafios globais</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/lula-mudanca-climatica-e-desigualdade-sao-principais-desafios-globais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Sep 2023 16:20:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Assembleia geral]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (19), que o combate às mudanças climáticas e à desigualdade são os principais desafios a serem vencidos pelos líderes mundiais. Ao abrir o debate de chefes de Estado da 78ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, ele lembrou da primeira vez que participou [&#8230;]]]></description>
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<div class="post-item-wrap">
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou, nesta terça-feira (19), que o combate às mudanças climáticas e à desigualdade são os principais desafios a serem vencidos pelos líderes mundiais. Ao abrir o debate de chefes de Estado da 78ª Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU), em Nova York, ele lembrou da primeira vez que participou do evento, em 2003.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>“Volto hoje para dizer que mantenho minha inabalável confiança na humanidade. Naquela época, o mundo ainda não havia se dado conta da gravidade da crise climática. Hoje, ela bate às nossas portas, destrói nossas casas, nossas cidades, nossos países, mata e impõe perda e sofrimento aos nossos irmãos, sobretudo aos mais pobres”, disse Lula.</p>
<p>Ele expressou condolências às vítimas do terremoto no Marrocos e das tempestades que atingiram a Líbia e o estado do Rio Grande do Sul, no Brasil.</p>
<p>Segundo o presidente, para vencer as desigualdades, é preciso vencer a resignação e a falta vontade política daqueles que governam o mundo.</p>
<p>“A fome, tema central da minha fala neste Parlamento mundial 20 anos atrás, atinge hoje 735 milhões de seres humanos que vão dormir esta noite sem saber se terão o que comer amanhã. O mundo está cada vez mais desigual. Os dez maiores bilionários têm mais riqueza que os 40% mais pobres da humanidade”, acrescentou.</p>
<p>Este ano, o tema do debate geral é “Reconstruir a confiança e reacender a solidariedade global: acelerando ações para a Agenda 2030 e seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável rumo à paz, prosperidade, ao progresso e à sustentabilidade para todos”. No debate geral, os chefes dos Estados-membros da ONU são convidados a discursar em uma oportunidade para apontar suas visões e preocupações diante do sistema multilateral.</p>
<p>Cabe ao governo brasileiro fazer o primeiro discurso da Assembleia Geral das Nações Unidas, seguido do presidente dos Estados Unidos. Essa tradição vem desde os princípios da organização, no fim dos anos 1940.</p>
<p>Esta é a oitava vez que o presidente Lula abre o debate dos chefes de Estado. Ao longo de seus dois mandatos anteriores, ele participou do evento todos os anos entre 2003 e 2009. Em 2010, foi representado pelo então ministro das Relações Exteriores e atual assessor especial da Presidência, Celso Amorim.</p>
<p>O presidente desembarcou em Nova York na noite do último sábado (16), onde participou de reuniões com empresários e autoridades estrangeiras. Amanhã (20), ele se encontrará com o presidente da Ucrânia, Volodimir Zelensky. Lula será recebido ainda pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, com quem lançará uma iniciativa global para promoção do trabalho decente.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>ONU: emissão de gases de efeito estufa pode aumentar 10,6% até 2030</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/onu-emissao-de-gases-de-efeito-estufa-pode-aumentar-106-ate-2030/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 16:43:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
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					<description><![CDATA[Se os países cumprirem seus atuais compromissos climáticos, as emissões globais de gases de efeito estufa aumentarão 10,6% até 2030, em comparação com os níveis de 2010, de acordo com relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado hoje (26). O Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudanças Climáticas diz que uma redução de 43% nas emissões [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="post-item alt-font">
<div class="post-item-wrap">
<p>Se os países cumprirem seus atuais compromissos climáticos, as emissões globais de gases de efeito estufa aumentarão 10,6% até 2030, em comparação com os níveis de 2010, de acordo com relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado hoje (26).<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O Painel Intergovernamental da ONU sobre Mudanças Climáticas diz que uma redução de 43% nas emissões até 2030 é necessária para limitar o aquecimento a 1,5°C acima das temperaturas pré-industriais.</p>
<p>Com a expectativa de que os líderes mundiais se reúnam em Sharm el-Sheikh, no Egito, para a COP27, conferência do clima que se realiza a partir de 6 de novembro, especialistas disseram que mais ações são necessárias com urgência.</p>
<p>&#8220;Na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas em Glasgow, no ano passado, todos os países concordaram em rever e fortalecer seus planos climáticos&#8221;, disse Simon Stiell, secretário executivo da divisão da ONU para mudanças climáticas, em comunicado. &#8220;O fato de apenas 24 planos climáticos novos ou atualizados terem sido apresentados desde a COP26 é decepcionante.&#8221;</p>
<p>Entre os países que atualizaram seus planos estão Bolívia, Vanuatu e Uganda, junto de grandes emissores como Índia e Indonésia. Esse último, que vê a maioria das emissões vir do desmatamento e da limpeza de turfeiras, agora diz que reduzirá os níveis de emissões em pelo menos 31,89% até 2030.</p>
<p>Globalmente, promessas inadequadas colocam o mundo no caminho de um aquecimento de 2,5°C até 2100.</p>
<p>Ainda assim, um aumento de 10,6% nas emissões representa pequeno avanço. Avaliação da ONU do ano passado mostrou que os países estavam a caminho de aumentar as emissões em 13,7% até 2030.</p>
</div>
</div>
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		<item>
		<title>ONS: reservatórios do Sudeste e Centro-Oeste terão chuvas intensas</title>
		<link>https://www.expressocarioca.com.br/ons-reservatorios-do-sudeste-e-centro-oeste-terao-chuvas-intensas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 17 Sep 2022 14:06:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Projeções do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para próxima semana apontam que as chuvas em reservatórios de hidrelétricas do subsistema Sudeste/Centro-Oeste deverão ser mais intensas do que o previsto. A nova perspectiva é de chuvas equivalentes a 73% da média histórica, ante 67% previstos na semana anterior. A previsão considera os dias 17 a [&#8230;]]]></description>
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<p>Projeções do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) para próxima semana apontam que as chuvas em reservatórios de hidrelétricas do subsistema Sudeste/Centro-Oeste deverão ser mais intensas do que o previsto. A nova perspectiva é de chuvas equivalentes a 73% da média histórica, ante 67% previstos na semana anterior. A previsão considera os dias 17 a 23 de setembro.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>Nos demais subsistemas, as projeções mudaram para 107% da média histórica para o Sul (ante 116%), 76% da média para o Norte (ante a 76%). Apenas a Região Nordeste se manteve em 65% da média.</p>
<p>Os dados de Energia Armazenada indicam que os níveis dos reservatórios das hidrelétricas podem encerrar setembro em patamares superiores a 65% em três subsistemas. No Sul, a projeção é de 87,6%. Para o Norte e o Nordeste, as previsões para o dia 30 do mês são de 78,2% e 66,6%, respectivamente.</p>
<p>O subsistema Sudeste/Centro-Oeste deve atingir 49,4%, na mesma data, previsão levemente superior a divulgada na semana passada, quando as projeções indicaram que a região chegaria a 49,2%.</p>
<p>O Custo Marginal de Operação (CMO) está, pela sétima semana consecutiva, com valores menores e equalizados em todos os subsistemas. A previsão é que o CMO fique em R$ 40,81, valor 7,8% inferior ao registrado anteriormente.</p>
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