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	<title>Cirurgias &#8211; Jornal Expresso Carioca</title>
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		<title>Cinco estados brasileiros têm potencial para zerar fila de cirurgias no SUS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jan 2024 15:06:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Saúde identificou que Tocantins, Sergipe, Piauí, Paraíba e Mato Grosso do Sul têm o potencial de zerar suas filas de cirurgias no Sistema Único de Saúde (SUS), conforme as projeções da própria pasta. De acordo com o balanço divulgado até outubro de 2023, mais de 70% da meta do Programa Nacional de [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde identificou que Tocantins, Sergipe, Piauí, Paraíba e Mato Grosso do Sul têm o potencial de zerar suas filas de cirurgias no Sistema Único de Saúde (SUS), conforme as projeções da própria pasta. De acordo com o balanço divulgado até outubro de 2023, mais de 70% da meta do Programa Nacional de Redução de Filas foi alcançada, totalizando 250 mil cirurgias realizadas em todo o país.</p>
<p>O novo programa, com investimento anunciado pelo governo federal de R$ 600 milhões, tem como objetivo reduzir a espera de pacientes por procedimentos que foram represados, principalmente durante o período crítico da pandemia de covid-19. O enfrentamento das filas de cirurgias é considerado um dos maiores desafios do SUS, e a meta estabelecida é realizar mais de 500 mil cirurgias provenientes das filas declaradas pelos estados.</p>
<p>Entre os procedimentos mais recorrentes destacam-se cirurgias de catarata, retirada da vesícula biliar, cirurgias de hérnia, remoção de hemorroidas e retirada do útero. O programa tem vigência de um ano, com possibilidade de prorrogação por período igual.</p>
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		<title>Fungo causou infecção de 104 pessoas após mutirão de catarata no AP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rodrigo Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2023 21:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[O fungo Fusarium foi o responsável por infectar 104 de um total de 141 pacientes que participaram de um mutirão de cirurgias contra catarata no Amapá no início de setembro. De acordo com a Secretaria de Saúde do Amapá, o fungo provocou um quadro de endoftalmite, tipo raro de infecção produzido pela ação de microrganismos que penetram na [&#8230;]]]></description>
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<p>O fungo <em>Fusarium</em> foi o responsável por infectar 104 de um total de 141 pacientes que participaram de um mutirão de cirurgias contra catarata no Amapá no início de setembro. De acordo com a Secretaria de Saúde do Amapá, o fungo provocou um quadro de endoftalmite, tipo raro de infecção produzido pela ação de microrganismos que penetram na parte interna do olho, como tecidos, fluidos e estrutura. Alguns pacientes relatam terem ficado cegos após o procedimento.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?ssl=1" /></p>
<p>O mutirão faz parte do Programa Mais Visão, que recebe emenda parlamentar e é executado por uma empresa contratada para prestação do serviço por meio de convênio entre o estado e o Centro de Promoção Humana Frei Daniel de Samarate (Capuchinhos). O programa teve início em 2020 no Amapá e, de acordo com os Capuchinhos, já realizou mais de 100 mil atendimentos, sendo a maior demanda por cirurgias de catarata (50 mil).</p>
<p><em>“A Secretaria de Estado da Saúde repassa os recursos federais para a entidade, que por sua vez, contrata uma empresa terceirizada responsável pelos procedimentos aos pacientes. O último repasse feito pelo convênio foi em setembro”, informou a secretaria, por meio de nota. “O estado entende que a trajetória do Mais Visão ajudou milhares de pessoas com casos bem-sucedidos e com inúmeros relatos de retorno total da visão. Ainda assim, diante do ocorrido, os Capuchinhos paralisaram os atendimentos imediatamente após os primeiros relatos de infecção e, no dia 6 de outubro, o programa foi suspenso.”</em></p>
<p><em>“O suporte dado às famílias pela empresa responsável pelos procedimentos também é acompanhado de perto pelo governo do estado. Os pacientes estão recebendo serviços médicos 24 horas, medicação, transporte, deslocamento a outros estados e atendimento psicológico.” </em></p>
<h2>Ministério Público</h2>
<p>Na semana passada, o Ministério Público do Amapá ouviu representantes de órgãos envolvidos no que se refere como “incidente” no Programa Mais Visão. Participaram do encontro o governador do Amapá, Clécio Luis; a secretária de Saúde, Silvana Vedovelli; o procurador-geral do estado, Tiago Albuquerque; e a superintendente de Vigilância em Saúde, Ana Cláudia Monteiro.</p>
<p>Também estavam presentes representantes do Laboratório Central (Lacen), da Defensoria Pública do estado e dos Capuchinhos, além de diretores do Programa Mais Visão.</p>
</div>
</div>
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